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O filme 'Que horas ela volta?' terá uma pré-estreia especialmente para empregadas domésticas em São Paulo! Será neste domingo, dia 23 de agosto, às 11h no cinema Caixa Belas Artes, com a presença da diretora Anna Muylaert e do ator Lourenço Mutarelli.

Para assistir a sessão, qualquer doméstica registrada pode entrar gratuitamente apresentando sua carteira de trabalho na bilheteria do cinema. Para pré-reservar e garantir seu ingresso, a Produção pede às interessadas que confirmem presença e de mais 1 acompanhante, mandando um e-mail com nome completo para [email protected] ou na página do filme no Facebook.

A bilheteria do cinema abrirá a partir das 10h para retirada de ingressos, que estão sujeitos a lotação da sala.

Vale mesmo a empregada não sendo registrada, mas tendo sido e que tenha a carteira para provar.

Sobre o filme

Regina Casé estrela o premiado 'Que horas ela volta?' Pelo trabalho, atriz e apresentadora levou prêmio do júri em Sundance.
 
O filme mostra "diversas questões do Brasil contemporâneo através de uma história de amor materno". A protagonista da história é Val, interpretada por Regina.
 

Ela é uma mulher que sai do interior de Pernambuco, onde deixa a filha pequena, Jéssica, para tentar a vida em São Paulo. No novo endereço, passa a trabalhar como babá de Fabinho, vivido na Na adolescência, por Michel Joelsas ("O ano em que meus pais saíram de férias", "Malhação").

O drama de Val é que ela sente culpa por ter deixado Jéssica para trás. O reencontro acontece quando a garota resolve encontrar a mãe para poder estudar num lugar que daria, supostamente, melhores condições de aprendizado. "Esse reencontro fará com que Val precise encontrar um novo equilíbrio na sua vida", descreve a sinopse.

A jovem Camila Márdila, que faz o papel de Jéssica, dividiu o prêmio em Sundance com Regina.

"Que horas ela volta?" já se destacou em outros eventos além do americano. Na edição deste ano do Festival de Berlim, ganhou o prêmio de melhor filme da Mostra Panorama e o prêmio CICAE Art Cinema, da International Confederation of Art House Cinema, júri independente do festival.

O filme já foi vendido para mais de 20 países, entre eles França, Itália, Espanha, Alemanha, Reino Unido, Taiwan, Canadá e Portugal. A produtora informa que, na Itália, "Que horas ela volta?" chegou à oitava posição entre os mais vistos depois de estrear no começo de junho em 70 cidades. No Brasil a estreia está prevista para 27 de agosto.
 
Assista o trailer: https://youtu.be/Dffs46VCJ_g
 
Com informações da Produção e do G1.
 


'Hipóteses para o Amor e a Verdade', adaptação de uma peça homônima, acompanha a trajetória de 11 personagens criados a partir de mais de 200 entrevistas com frequentadores da Praça Roosevelt.
 

A cidade de São Paulo, com toda sua efervescência, contradições, encontros e desencontros, é o personagem principal do primeiro filme do Grupo Satyros, que estreia nesta quinta-feira (20) no Cine Belas Artes, na capital paulista. Hipóteses para o Amor e a Verdade, dirigido por Rodolfo García Vázquez e adaptado de peça homônima, acompanha a trajetória de 11 personagens que se cruzam durante uma noite na metrópole.

O longa-metragem de 85 minutos é uma ficção baseada em entrevistas feitas com mais de duzentos frequentadores dos arredores da Praça Roosevelt: moradores, prostitutas, traficantes, empresários, transexuais, michês, atores, músicos etc. O resultado é uma trama tensa costurada sobretudo com solidão, sentimento que liga todos os personagens principais.

Interpretada pela humorista e drag queen Nany People, uma radialista apresenta informações e curiosidades sobre a cidade: “A população da grande São Paulo é de 19.822.772 pessoas, o que faz da capital paulista a maior metrópole da América do Sul. Aproximadamente três milhões de seus moradores não têm acesso à habitação formal ou vivem em condições precárias. Por outro lado, aproximadamente 30 mil milionários vivem na metrópole. Em seus 221 mil quarteirões, 6,5 milhões de automóveis circulam transportando pessoas que vivem suas vidas de forma quase sempre solitária. Cerca de 383 mil de seus habitantes não sabem ler ou escrever. Aproximadamente 20 mil indústrias estão instaladas em seus limites, gerando emprego para mais de 1,5 milhão de trabalhadores que se dedicam ao trabalho ficando longe de suas casas e famílias mais de 12 horas por dia”, diz a radialista. Sua locução revem a cada parte que divide o filme: Luz, Consolação e Paraíso que, não por coincidência, também são nomes de três estações de metrô.

O filme conta a história de uma prostituta grávida, do funcionário de um escritório que depois de três anos sem férias não quer ir viajar sozinho, de um casal que tem o filho pequeno assassinado e de um nerd que procura na internet o alívio para sua solidão.

Trabalhadores em fábricas, escritórios, o vai-e-vem das ruas, a vida noturna, o sexo, as drogas, a diversidade, a violência, a diversão… Em Hipóteses para o Amor e a Verdade, a companhia de teatro e o diretor do filme representam algumas das facetas da maior cidade do país. Com uma pegada por vezes bastante teatral, a equipe fez do filme uma intensa e dramática declaração de amor à cidade.

Assista o trailer: https://youtu.be/aVI4okQgqLU

Xandra Stefanel, especial para RBA.

 


“A memória é a chave da arquitetura. Sem ela, não temos futuro." Daniel Daniel Libeskind, arquiteto polonês naturalizado americano.

Entre as tantas cenas do longa 'Obra', uma causa especial mal estar e encantamento ao mesmo tempo. Oprimido pela metrópole e pelos problemas pessoais que pesam em seus ombros, o protagonista João Carlos (Irandhir Santos) pratica corrida para aliviar a pressão. Mas à medida em que a câmera se distancia dele e o plano se abre, percebemos que ele corre em uma pista no terraço de um prédio (o emblemático Conjunto Nacional). Mergulhado no mar de prédios e ruídos, é como um animal engaiolado, andando em círculos.
 

É esta sensação de ’emparedamento’, como o próprio diretor Gregório Graziosi ressalta, que faz com que o espectador entenda o labirinto geográfico, social e emocional em que o personagem se encontra. Filho e neto de arquitetos, o jovem diretor, que faz sua estreia em longas-metragens, também estudou arquitetura por um ano antes de se decidir pelas artes plásticas e pelo cinema.

Esta tríplice formação deu a Gregório um olhar peculiar, capaz de decodificar o mal-estar dos que vivem em grandes metrópoles, sem perder a atenção ao que de belo há em cidades como São Paulo.

A metrópole é cinza, cheia de arestas, mas é também a casa do arquiteto (sim, João Carlos é um arquiteto que trabalha em uma grande obra, em um terreno que pertence à sua família), é onde ele se move com familiaridade. A cidade é uma mãe dura, que acolhe, mas não abraça. Na verdade, ela o quase o sufoca.

Muito por isso, nenhum plano do filme, rodado em scope, revela o horizonte. Da janela do prédio, se vêem outros prédios. Em momentos difíceis de sua trajetória, é nas paredes de edifícios, clubes noturnos decadentes e elevadores que João Carlos se apoia. Se o homem é produto do meio, João Carlos é o retrato de uma cidade que pulsa até quando está silenciosa.

E são justamente os silêncios, e não os diálogos, que gritam em 'Obra'. É na palavra não dita à sua mulher (a atriz inglesa Lola Peploe), uma arqueóloga urbana que espera o primeiro filho de João Carlos, que se entende o quão distante ele a mantém das questões que o atormentam.

É na crise silenciosa de dor na coluna (que rui feito um pilar de um velho prédio do Centro) que nos revela o peso da responsabilidade que ele herda ao descobrir que há um cemitério clandestino no terreno de sua família.

É no abraço ameaçador de seu pai, conivente com os atos que o avô de João Carlos cometeu, que se sente que a família espera que ele carregue o fardo e concorde com o crime do passado.  Mas não é a solução desse crime, ou na descoberta de quem são os corpos, mas sim na maneira como João Carlos lida com esta herança que importa para a narrativa. Como diz o diretor, 'Obra' é quase uma “espécie de suspense errado.”

Assista o trailer: https://youtu.be/L_m7LqSH71I


Flávia Guerra no TelaTela em Carta Capital.

 

 

Compreender as práticas ampliadas da reorganização das cidades é primordial não apenas para planejar políticas culturais adequadas e se compreender o consumo cultural na sociedade contemporânea, mas também para se reconhecer os direitos culturais dos diversos públicos. Com o objetivo de promover uma reflexão e debate sobre as relações entre espaço e cultura nas cidades e apontar possíveis caminhos e possibilidades da gestão cultural face às novas referências do tecido urbano, o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo realiza o Encontro Internacional Espaços Culturais Urbanos, cujas inscrições abrem a partir do dia 25 de agosto.

O evento reúne pesquisadores e professores universitários, representantes de instituições culturais e gestores da cultura do Brasil e do exterior.

O antropólogo espanhol Manuel Delgado abre a conferência no dia 22 de setembro com uma abordagem sobre o planejamento cultural das cidades; no mesmo dia, a antropóloga carioca Julia O’Donnell evidencia a complexidade dos processos de transformação social a partir das alterações na paisagem urbana do Rio de Janeiro com a proximidade dos Jogos Olímpicos de 2016; já a arquiteta espanhola radicada na Colômbia Ana López Ortego fala sobre a Arquitetura Expandida e as táticas e estratégias de intervenção coletiva na cidade; a também arquiteta brasileira Lúcia Leitão discorre sobre o papel do conflito na produção e na apropriação cotidiana da cidade; presidente do Instituto Choque Cultural, o brasileiro Baixo Ribeiro, fala sobre o novo ativismo urbano e as perspectivas de desenvolvimento deste movimento; encerrando o primeiro dia do encontro, o fundador do coletivo de arte equatoriano Tranvía Cero, Pablo Xavier Almeida Egas, finaliza as discussões com uma indagação: existe o contrapoder na arte?.

O sociólogo britânico Steven Miles, que abre os trabalhos do dia 23, examina a validade dos processos de regeneração urbana movida pela cultura; já o antropólogo brasileiro Heitor Frúgoli Jr. apresenta pesquisa desenvolvida pelo Grupo de Estudos de Antropologia da Cidade (USP) na região da Luz, em São Paulo, que teve como um dos enfoques a frequência a instituições culturais pelo público; a arquiteta brasileira Lilian Fessler Vazaborda a presença de coletivos culturais nas favelas e nos bairros da periferia, discutindo os espaços culturais das zonas opacas por meio de exemplos que abrigam diferentes práticas; arquiteta e urbanista Erminia Maricato enfoca a disputa pela captação e valorização imobiliária que transformam a cidade em uma arena de lutas sociais e os limites estreitos do planejamento para reverter essa tendência de mercado; o grafiteiro Wellington Neri fala sobre o projeto Imargem, idealizado por ele, que reúne arte, meio ambiente e convivência às margens da Represa Billings; o economista Leandro Valiati aborda os impactos econômicos da produção de bens culturais no contexto urbano; por fim, o gestor cultural espanhol Rubén Caravaca, pergunta “É possível uma cultura não baseada no consumo, no mercantilismo e na privatização? Sustentável? Uma gestão cultural sem gestores?”; Rosana Cunha, gerente de Ação Cultural do Sesc São Paulo, encerra o encontro apresentando algumas iniciativas da entidade no desenvolvimento de projetos itinerantes, com destaque em espaços públicos.

Serviço:

Encontro Internacional Espaços Culturais Urbanos
Organizadores: Centro de Pesquisa e Formação Sesc.
De: 22 de Setembro de 2015, 9h.
Até: 23 de Setembro de 2015, 16h30.
Onde: Sesc Bom Retiro.
Endereço: Alameda Nothmann, 185.

Fonte: ArchDaily.

 

No dia 25 de agosto o Auditório do Parque Ibirapuera será palco da abertura do Estéticas das Periferias. O Encontro começará com um debate sobre política e cultura, seguido de um espetáculo especial com os grupos Pombas Urbanas, Samba da Vela, com participação especial do Criolo. 

O que é?

Idealizado pela Ação Educativa, o evento mobiliza inúmeros espaços culturais em todas as áreas dos fundões da capital paulistana - de sul a norte - por uma semana. O experimentalismo artístico permeia toda a programação que é construída colaborativamente por 40 coletivos culturais.
 
Em destaque personagens dos extremos da metrópole
 

Com dezenas de atrações, que incluem shows, debates e oficinas, evento ocupará trinta pontos culturais de São Paulo

Valorizar as regiões periféricas como produtoras de arte e conhecimento e ir além de seu valor social e político, este é o objetivo do Encontro Estéticas das Periferias, que chega a sua 5ª edição em 2015.

Entre os dias 25 e 30 de agosto (terça a domingo), o evento ocupará os mais diversos territórios culturais paulistanos. Com dezenas de atrações como shows musicais, peças de teatro, palestras, entre outras ações, o Estéticas das Periferias mantém a habitual entrada gratuita em todas as suas atividades.

Realizado pela ONG Ação Educativa, a atração conta com a parceria de 40 entidades culturais, entre coletivos, instituições públicas e privadas, além de muitos artistas, programadores, acadêmicos e agentes culturais. Para o coordenador do evento, Antonio Eleilson Leite, “o Estéticas das Periferias não acontece apenas pela vontade de uma instituição ou pessoa, mas a partir de uma força conjunta de diversos sujeitos e grupos culturais”.

O empenho colaborativo levou o Encontro a muitas mudanças em sua estrutura ao longo desses cinco anos, o que resultou em números surpreendentes. Nas cinco edições de Estéticas das Periferias, foram ao todo 300 apresentações artísticas e 124 debates em mais de 90 espaços culturais. A perspectiva é que neste ano atinja um público de 50 mil pessoas.

Programação

Neste ano, a programação do Estéticas das Periferias está dividida em três momentos: Esquenta Estéticas, que apresentará uma prévia do evento; Encontro Estéticas das Periferias, que promoverá atrações durante uma semana; e Ciclo de Debates, parceria com o Centro de Pesquisa e Formação do Sesc São Paulo que discutirá os processos criativos de artistas vinculados às regiões periféricas.

Para o grande espetáculo de abertura do Encontro, o Grupo Pombas Urbanas se junta ao Samba da Vela numa peça que unirá teatro e música. Com o título “Lado a Lado: Leste a Sul, Uma Só Comunidade”, a apresentação abordará temas inerentes ao cotidiano dos moradores das periferias da cidade. A peça acontece no dia 25, no Auditório do Ibirapuera, às 20h. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos a partir das 18h30.

Antes do espetáculo, o público está convidado para uma mesa redonda sobre cultura e política. Com o título “A urgência das estéticas divergentes contra a ofensiva conservadora dominante”,  o bate papo contará com a presença dos convidados Nabil Bonduki (Secretário de Cultura de São Paulo), Heloisa Buarque de Holanda (escritora e pesquisadora), Roberta Estrela D’Alva (atriz) e Allan da Rosa (poeta).

O encerramento marcado no Capão Redondo, será uma verdadeira festa de quebrada. O “Rachão Estético” terá como ponto alto o lançamento da Rede Paulista de Futebol de Rua, iniciativa que dá continuidade ao trabalho que começou com Mundial de Futebol de Rua, realizado em 2014 no Brasil.

Para compor a celebração, os polos integrantes da rede participarão de um torneio. No mesmo dia, o grupo que une futebol e rap, Santa Pelada, subirá ao palco para um show especial. Para abrilhantar a festa na Zona Sul,  o grupo Amigas do Samba se apresentará com a participação especial de Leci Brandão.

Durante o dia serão oferecidos à comunidade serviços sociais, como de  manicure, cabeleireiro, além de orientação para a retirada de documentos pessoais, palestras sobre saúde e alimentação e brincadeiras infantis.

O evento ocorre no dia 30, no Campo do Pantanal (Rua José Messias, 1.000, Jardim Valquíria – Capão Redondo, São Paulo/SP), a partir das 10h.

Além das ações mencionadas, o Estéticas das Periferias ainda contará com cerca de mais de 80 atrações recheadas pelas mais variadas expressões artísticas distribuídas em cinco dias. A programação completa está disponível no site do evento. 

Para conferir, acesse: www.esteticasdasperiferias.org.br

Fonte: Estéticas das Periferias.

 


Imagine a sua vida sem televisão, geladeira, luz elétrica, rádio e telefone. Itens hoje considerados tão básicos e completamente inseridos em nosso cotidiano que, muitas vezes, sequer refletimos sobre o quanto nos impactam. É inegável que a vida ficou mais fácil com essas invenções, que se tornaram parte da nossa realidade ao longo dos anos. Pensando nisso, os curadores Marcello Dantas e Agnaldo Farias trazem ao Museu da Cidade, pavilhão Oca, no Parque Ibirapuera, a partir do dia 5, a mostra
“Invento - As revoluções que nos inventaram”, que confere o status de obra artística a importantes criações.  


Em texto curatorial, Dantas conta que a concepção da exposição partiu de algumas reflexões, entre elas, a invenção dos smartphones e como eles transformaram tanto as relações humanas como o nosso próprio corpo. Ao se dar conta do impacto que uma única invenção exerceu sobre a vida das pessoas, ele estendeu a observação para outras criações que tiveram influência semelhante em diferentes momentos históricos. 

O tempo não para

Como ponto de partida para selecionar as invenções, os curadores decidiram, de forma arbitrária, pelo ano de 1865, período em que a revolução industrial estava em pleno curso e em que o presidente Abraham Lincoln já havia decretado a libertação dos escravos nos Estados Unidos da América (EUA). “O fim da escravidão marcou a necessidade do homem inventar máquinas que pudessem facilitar o cotidiano e criar processos que melhorassem a qualidade de vida do homem. Começou uma importante era em que a inovação foi o motor da sociedade”, pontua Dantas. 

A seleção de aproximadamente 35 obras, quase todas inéditas no Brasil e muitas desenvolvidas especialmente para a exposição, nos faz refletir sobre as mudanças na história do mundo e do homem a partir de suas próprias criações. Um total de 29 artistas abordou esses trabalhos de forma inusitada, na maioria das vezes. Como é o caso do caminhão do mexicano Damian Ortega, que apresenta peças internas e de contorno do veículo, deixando ao observador a tarefa de imaginá-lo como obra acabada. 

Dentre as peças mais aguardadas está a guitarra elétrica que o artista plástico pop Andy Warhol personalizou para o grupo norte-americano de rock Velvet Underground. A criação inspirou a capa do disco de estreia da banda, “The Velvet Underground & Nico”, lançado em 1967. 

Artistas brasileiros também participam da exposição, entre eles, Jarbas Lopes, que aborda a invenção do carro, conectando dois fuscas a partir de suas rodas. O coletivo O Grivo apresenta um piano automatizado, Renata Lucas traz uma obra que discute a constante vigilância eletrônica e Guto Lacaz expõe um rádio customizado. 

                                      nelson leirner, projeto carenelson leirner, projeto care     man ray, the giftman ray, the gift

                                                                  Nelson Leirner, 'ProjeCare'.                                                          Man Ray, 'The Gift'.

 

Serviço
Museu da Cidade - OCA (Pavilhão Lucas Nogueira Garcez).
Av. Pedro Álvares Cabral, s/nº. Dentro do Parque Ibirapuera.
Acesso pelo portão 3 (entrada de carro) ou portão 1 (entrada de pedestres). Zona Sul. 
De 5/8 a 4/10. 3ª a domingo, das 9h às 17h. Grátis.

Por Por Giovanna Longo, Secretaria Municipal de Cultura.

 

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