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Lançado em 2014, o Wrapped é um curta-metragem que retrata Nova Yorque em colapso sendo lentamente invadida por plantações e vegetação pesada.

Criado por Romano Vaelin, Falko Paeper e Florian Wittmann, o filme utiliza imagens reais em companhia de computação gráfica para gerar uma paisagem pós-apocalíptica.

Wrapped começa com a morte de um rato, que é o catalisador que traz a desintegração das estruturas construídas pelo homem da cidade. A natureza passa a tomar conta dos prédios e tecer galhos por toda a cidade, engolindo tudo o que toca.

O curta explora os efeitos do tempo e da mudança climática concentrando-se em ciclos que terminam no que, aparentemente, parece o fim do mundo. É como um confronto entre a natureza e as estruturas existentes na nossa civilização.

Desde o seu lançamento, o filme foi exibido em mais de 100 festivais. 

Assista aqui.

Saiba mais sobre o curta-metragem aqui.

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Paula Romano no UpDateOrDie.
 


Aberta para convidados na última quarta-feira (6), a SP-Arte chegou mostrando a que veio: promover o cenário de arte moderna e contemporânea e seus artistas. Cheia de novidades este ano - as obras especialmente comissionadas para a Feira no Open Plan, performers escolhidos em seleção pública e o novíssimo setor Design –, a Feira começa a ganhar atenção internacional já no primeiro dia. 

E na quinta (7), com abertura para o público, a SP-Arte - Feira Internacional de Arte de São Paulo deu início no Pavilhão da Bienal, do Ibirapuera, à sua 12ª edição - o evento é a maior feira de arte da América Latina.

"A SP-Arte é uma forma de reforçar a arte brasileira, além de alavancar o mercado e colocar as galerias em contato com potenciais colecionadores", diz a galerista Marilia Razuk. Sua galeria é parte dos cerca de 120 participantes, nacionais e estrangeiros, que colocam em exibição e à venda obras de seus artistas.

Tamanha a importância da feira, sua data de realização costuma concentrar um grande número de aberturas de exposições na cidade. Olhares aquecidos, hora de desbravar a SP-Arte: tem estreia de um setor de design, espaço de performance, bate-papos e outras atrações.

São pelo menos nove dias de imersão no mundo das artes.

Obra de Elizabeth Jobim na Galeria Raquel Arnaud. Foto: divulgação.

SP-Arte
Pavilhão da Bienal - pq. Ibirapuera - av. Pedro Álvares Cabral, portão 3.
Tel. 3259-6866.
Quinta a sábado: 13h às 21h. Domingo: 11h às 19h. Até 10/4.
Ingressos: R$ 40.

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Com informações do Guia da Folha e SP-Arte.

 


No Jesuíno Brilhante a comida é servida "como se come lá". Lá em Patu, no sertão do Rio Grande do Norte, de onde vieram as receitas e os cozinheiros. 

Comida com muito leite e muita carne, "uma cozinha de fazenda, de subsistência, como era a dos meus avós, que produziam leite", conta o jornalista Rodrigo Levino, à frente do restaurante que abriu as portas nesta segunda-feira (4), em Pinheiros, sem pretensão nenhuma, quase como um lugar de estar. 
 

O jornalista Rodrigo Levino, que prepara receitas ensinadas por sua mãe. Foto: Luiza Fecarotta / Folhapress.
 
Da inquietude de não encontrar por aqui comida de sua terra e da vontade de trazer a família para perto, nasceu o projeto do restaurante. 
"A cozinha nordestina que existe em São Paulo é cearense e pernambucana, por causa da migração. Aquele feijão não é nosso", diz Levino. "O arroz de leite, a paçoca, a carne de sol são muito diferentes." 

No cardápio diminuto – mas que deve crescer, pois há 30 receitas na gaveta –, brilha a carne de sol.  Preparada naquele sobrado por João Batista Rodrigues, pai de Rodrigo, a peça de coxão-mole passa 12 horas em sal refinado, é congelada ("para recuperar a água perdida, por isso é suculenta"), descongelada e então cozida. 

 

A carne de sol na nata (desfiada e cozida em creme de leite fresco), servida com cuscuz e saladinha de tomate (R$ 20). 
Foto: Luiza Fecarotta / Folhapress.
 
 
Na paçoca, servida como tira-gosto, é refogada com manteiga de garrafa e cebola-roxa e então recebe a farinha de mandioca e o coentro (R$ 7). 

Também é abre-alas a porção de bolinhos de arroz de leite, de casquinha crocante e recheio cremoso, feitos com arrozvermelho cozido em água e leite, nata fresca, queijo de coalho, cebola-roxa, cebolinha e pimenta (R$ 12, seis unidades). 

São três as opções de prato principal: carne de sol na nata (desfiada e cozida em creme de leite fresco), servida com cuscuz de milho e vinagrete de tomate (R$ 20), carne de sol na chapa, com arroz-vermelho cozido com nata e queijo de coalho e feijão de corda (R$ 25), e o cozido do dia, com arroz branco e feijão de corda (R$ 18). 

Muitos dos ingredientes vão ser trazidos "de lá": o queijo, a manteiga, o arroz-vermelho. Doces, como a burra preta (pão de melado de cana com especiarias à semelhança de um pão de mel), nem existem aqui, diz Levino. 

Na casa, ela é servida com nata fresca e mel de engenho (R$ 10). O pequenino restaurante, em que pedidos são marcados em comandas pagas no caixa, funciona apenas no almoço. Em breve, terá tapiocas, "café passado" e sanduíche, ao longo da tarde.

Serviço
Jesuíno Brilhante
Onde: Rua Arruda Alvim, 180, Pinheiros. 
Quando: de seg. a sáb., das 12h às 15h.

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Magê Flores no Caderno Comida da Folha de S.Paulo.



Depois de oito anos, o governo do estado retira o evento do calendário da Secretaria de Cultura e moradores se apropriam do evento, mudam seu direcionamento, a data de realização e o seu subtítulo O Festival da Mantiqueira - Diálogos da Mantiqueira, realizado em São Francisco Xavier, distrito de São José dos Campos, durante oito anos, foi retirado do calendário da Secretaria de Estado da Cultura este ano.
 
Mas a comunidade de São Francisco Xavier decidiu se apropriar do evento e realizá-lo com a colaboração da população local. O encontro foi rebatizado e recebeu o nome de 'Festival da Mantiqueira - Literatura em Foco – São Francisco Xavier'.
 
O evento, que acontecia todo mês de abril, desde 2008, será realizado, neste ano, entre os dias 17 e 19 de junho. O trabalho voluntário dos moradores, inclusive dos que têm segunda residência no distrito, mais as ONGs Orbe SFX e Atus de São Francisco Xavier, tem como objetivo a regionalização do festival.
 
A ideia é manter a qualidade dos convidados, porém privilegiando os estudantes do distrito, com atividades que envolverão os seus educadores. Segundo o presidente da comissão executiva do festival, Auro Lúcio Silva, o evento continuará como sempre a receber autores, professores, editores e visitantes, mas agora começa um novo ciclo.
 
“Vai abrir-se para autores regionais, novos autores e, principalmente, aos alunos das escolas do distrito. Nas edições anteriores não havia participação das escolas locais. A partir deste novo formato, haverá discussão com professores, cursos de redação para alunos e elaboração de trabalhos que serão expostos durante o festival. Os alunos irão construir, artesanalmente, seus livros, com apoio da Biblioteca Solidária”, afirmou Auro Lúcio Silva.
 
Autores de visibilidade nacional e regional estão sendo convidados pela comissão executiva do Festival da Mantiqueira - Literatura em Foco – São Francisco Xavier para mostrar os seus trabalhos e participarem de rodadas de debates nos três dias de encontro. Artistas locais também estão sendo convidados para shows e espetáculos.
 
A Prefeitura de São José dos Campos já manifestou seu apoio e deve disponibilizar recursos e infraestrutura das secretarias correspondentes para a realização do evento, que está previsto na lei 8.132, de 9 de junho de 2010, que destaca que o festival deve “valorizar a produção literária nacional e local, bem como a formação de leitores e escritores na região; proporcionar reuniões com autores, educadores e artistas que se destacam pela excelência de sua produção literária; e, sobretudo, destacar e incentivar jovens talentos através de um concurso de redações com temas alusivos ao evento e/ou regionais”.

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Informações para imprensa: Neusa Spaulucci: (11) 9 96415148.
 
 

 

O CaosArte, festival gratuito com multilinguagens artísticas promovido pela Multitude – coletivo de artistas independentes, comunicadores e produtores culturais -, chega à 3ª edição entre os dias 9 e 11 de abril, das 12h às 22h, no Memorial da América Latina. O evento exibe 110 obras sobre o tema “A Cidade Dança” de artistas brasileiros numa programação para todas as idades, inclusas exposições, shows, festas, intervenções, atividades infantis, feira de pequenos produtores e refugiados, entre outros.

Com o objetivo de provocar e expor a criação e cocriação de diversas linguagens artísticas e a reflexão acerca do caos da cidade e a sua relação com a arte e cultura, o festival, que nesta edição ganha apresentação do Programa de Ação Cultural (ProAC; modalidade edital), integra processos colaborativos presenciais e virtuais. Das redes para as ruas, a primeira etapa começou de uma chamada criativa realizada durante todo o mês de março por meio da plataforma de crowdsourcing ItsNOON; ou seja, foi realizada uma convocatória sobre o tema “A Cidade Dança” e artistas e criativos de todo o Brasil enviaram suas obras, intervenções, propostas e projetos. A seleção e remuneração foram feitas pela própria plataforma.  Entre as obras, estão vídeoartes, fotografias, artes plásticas, ilustrações, artes digitais, gifs, textos, intervenções e performances artísticas.

“Queremos colocar em discussão a influência mútua que a cidade e a cultura exercem uma sobre a outra. Cada passo que damos pelas ruas, alguns atravessados, outros corridos ou mais lentos, na realidade, é um convite da cidade para entrarmos no ritmo. Se considerarmos essa atmosférica artística, poética e até mesmo política, isso mais parece uma dança”, comenta Carol Gutierrez, responsável pela gestão e ativação de redes digitais do festival.

Um resumo da chamada criativa será publicado em formato de fanzine, especialmente desenvolvido pelo selo Mongaru, idealizado pelo facilitador gráfico Vitor Massao e pela atriz Isabella Martino.

Já a segunda etapa é a saída do ambiente virtual para o presencial, com três dias do Festival CaosArte, que apresenta os resultados da chamada criativa. As atrações em comum dos três dias são: a Exposição Multidão, composta por 25 artes impressas e outras 75 exibidas em telas de LCD, intervenções de artistas e performers de São Paulo; feira gastronômica (comida caipira, comidas diversas e síria); e feira de empreenderores (compre de quem faz), com um espaço especialmente dedicado aos refugiados de São Paulo – em parceria com a Adus (Instituto de Reintegração do Refugiado).

A exposição Multidão contará ainda com a participação de trabalhos dos artistas independentes de Birmingham (UK), em parceira com o intercambio cultural do Festival Brum Spirit. Os artistas urbanos Hoakser, Jungo Arts, Break Mission, Pablo Rider e G-Corp apresentarão ilustrações, fotografias, vídeo documentários, dentre outros.  As obras poderão ser conferidas na tenda de exposição.

No primeiro dia, 9, sábado, a programação integra a contação de “História dos Orixás” com o grupo infantil Girasonhos;  oficina de bonecos “Monstros Caóticos”, de Marcia Brito; o espetáculo infantil “13 Gotas”, que educa sobre a importância da preservação da água, do coletivo BuZum!; o Bike Kids, que levará as crianças para uma passeio pela cidade; apresentação musical do Maracatu Bloco de Pedra; homenagem ao sambista Geraldo Pereira pelo grupo Glória ao Samba; intervenção de dança com a artista Claudia Mello; show de Lei Di Dai, que canta a melhor seleção ragga e dancehall; e a Festa Calefação Tropicaos.

Já no dia 10, domingo, haverá os shows das bandas Cabaré Três Vinténs, que faz jazz cheio de energia; e Bagunço, que mistura circo, jazz e música brasileira; peça teatral “Era uma vez um Rei” com o grupo Pombas Urbanas; apresentação do grupo Ilú Obá de Min; e festa Pilantragi, com o DJ Rodrigo Bento, que propõe uma viagem pela música brasileira, com samba, rap, maracatu e rock.

No terceiro e último dia, 11, segunda-feira, a programação diurna fica por conta da Maternativa, com rodas de conversa, festa de reis e oficinas voltadas para mães e filhos. O encerramento dos três de CaosArte contará com a performance “Pachamama”, projeto de instalação com tecnologia arduino da artista multimídia Aieda Freitas; e  Festa Odara, também de música brasileira, mas com sons da nova geração.

A programação está distribuída em quatro espaços: uma tenda, que abrigará a exposição; uma área dedicada ao recebimento das intervenções presenciais; outra para as festas, onde obras serão projetadas e/ou remixadas; e os locais das feiras.

Serviço
Festival CaosArte: a cidade dança, Memorial da América Latina.
Programação: https://goo.gl/RivAUt
9, 10 e 11 de abril de 2016, de sábado à segunda-feira, das 12h às 21h.
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 - Barra Funda, São Paulo - SP.
Entrada Gratuita (sujeito a lotação do espaço).
Faixa etária: livre.
Estacionamento: Portões 4, 8 e 15; R$10 a primeira hora + R$5 a hora adicional.

Sobre o Multitude

Criada em 2013, a Multitude reúne artistas independentes, comunicadores e produtores culturais, que desde 2009 buscam levar a experiência multisensorial para as ruas, eventos, empresas e festivais. 

Articula a plataforma Multidão (multidao.co) que será lançada em breve - rede que potencializa novos modelos econômicos, a partir da cultura, colaboração, compartilhamento e fluxo financeiro.

Facebook: fb.com/coletivomultitude

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Informações Leandro Matulja, Leticia Zioni e Larissa Marques da Agência Lema: agencialema.com.br 


A “Casa de Tolerância” da Companhia do Miolo será reaberta a partir do dia 3 de abril. Um antigo prostíbulo doméstico, localizado no Bairro da Penha, mais uma vez se transforma em cenário de um espetáculo teatral, que surpreende ao levar o público para vagar por uma casa cheia de mistérios. A Companhia do Miolo, que possui um trabalho emblemático no teatro de rua, com espetáculos como “Relampião” e “O Burguês Fidalgo”, abre as portas de sua sede novamente e reestreia o espetáculo “Casa de Tolerância” como resultado de uma intensa pesquisa com o bairro.

Criado na atual sede da Companhia do Miolo, uma casa onde antes funcionava um prostíbulo doméstico, o espetáculo é fruto de uma pesquisa do grupo que deu ênfase a CASA como elemento de uma poética necessária e urgente, a fim de tratar de um tema espinhoso e recorrente: a violência contra a mulher e contra a tudo aquilo que se levanta como força no feminino.

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Com direção de Patrícia Gifford, a montagem explora questões das violências sofridas ao corpo da mulher e as intolerâncias e discriminações a tudo que seja ligado ao feminino.  De forma itinerante, as atrizes convidam o público para uma travessia pelos cômodos da casa, fazendo uma fricção entre realidade e representação. Na trama, são realizadas ações de um cotidiano doméstico, que ganham outras dimensões quando colocadas em contato com narrativas sobre a memória do lugar, além de outras narrativas como a possibilidade de que alguns corpos podem ter sido enterrados ou emparedados neste local.

Através das histórias locais, o grupo encontrou outras inúmeras histórias, violentas e terríveis, como a questão do feminicídio em Cidade Juarez, no México, onde matar mulheres tornara-se uma prática recorrente. Em Cidade Juarez, estima-se que desde 1993, cinco mil mulheres foram mortas ou estão desaparecidas, apenas pelo fato de serem mulheres, e até hoje não há nenhum condenado.

Historicamente convivemos com a violência contra esses corpos femininos: mulheres, transgêneros, performers e tantos outros que ousaram exaltar o feminino. É neste sentido, que o espetáculo por meio de narrativas reais/ficcionais, busca em uma travessia por esta CASA, dar lugar a potência de vida desses corpos silenciados. Desde a exploração sexual infanto-juvenil, ao extermínio por motivações transfóbicas, os corpos à margem, vão sendo lembrados e exaltados por suas presenças insistentes pela VIDA.

Neste trabalho, o grupo convida o público para saborear uma galinhada, mote que dará vida a histórias de mulheres exploradas, violentadas e desaparecidas. A CASA, testemunha viva no bairro, devolve ao público uma arqueologia museológica, um memorial de tantas vozes silenciadas nesta condição do feminino.

Em 2015 o grupo adentrou os prostíbulos domésticos da Penha, visando iluminar a relação entre casa-teatro e vizinhança e durante o processo de criação, realizou almoços, apresentações e bate-papos com as mulheres da vizinhança. “A história da CASA, relativa à prostituição, é completamente velada! Os rastros se ocultam no bairro e na rua, nos quais ninguém quer tocar. Portanto, desvelar essas memórias, também nos torna cúmplices da vida local e nos permite de algum modo, pertencer àquele lugar. Além das apresentações, durante a temporada abriremos a CASA para atividades que visam ampliar e aprofundar o sentido de vínculo.” – explica Renata Lemes, integrante da Companhia do Miolo.


O espetáculo “Casa de Tolerância” nasceu do desejo de pesquisar a história desta casa, que desde agosto de 2011, funciona como a sede da Companhia do Miolo. Neste sobrado discreto, funcionava um prostíbulo doméstico, em um local predominantemente residencial, produzindo assim um espaço de “exceção”. Suas histórias e memórias estão intrinsecamente ligadas às experiências do bairro, quer seja revelando seus paradoxos, quer seja afirmando a existência de um mundo particular, sob os olhares curiosos de uma vizinhança pouco afeita àquelas antigas personagens.

Neste espetáculo feito só por mulheres, o grupo investe em uma narrativa que traga à tona a questão da condição feminina na contemporaneidade. O grupo convida o público para uma conversa rara, porém necessária, entre vizinhos, sobre temas olhados apenas pela superfície ou calados sob outras formas de submissão.  Com o pretexto de convidar as pessoas para um almoço/mutirão de reforma da sede, as três atrizes da companhia recebem o público ao som de Lindomar Castilho. Em meio a tijolos, picaretas, comida e bebida, aos poucos, os acontecimentos da casa vão revelando o real intuito do convite.

Aos olhos do espectador a Casa é aos poucos revelada, e seu intrigante mistério desvelado: há ali uma mulher emparedada, um corpo ocultado, como de tantos e tantas. É preciso parar de remendar a casa, juntar as partes, cantar e velar tantas mortes sem túmulos.

A Companhia do Miolo reabre a sua sede e convida o público para desvendar os mistérios de sua “Casa de Tolerância”. Para participar, é necessário reservar os ingressos antecipadamente, pois apenas quinze pessoas participam de cada apresentação. 

Serviço
Temporada: de 2 de abril à 1.o de maio - Sábados e Domingos - Horário: 17h.
*Nos dias 16 e 17 de abril não haverá apresentação.
* No caso de chuva, o espetáculo não acontece.
Ingressos gratuitos - Capacidade: 15 pessoas Classificação: 14 anos - Duração: 120 minutos.
Os ingressos deverão ser reservados através do telefone 11- 3871-0871.
Local: Sede da Companhia do Miolo - Rua Dr Ismael Dias, 111 – Penha – São Paulo - 03631-010.

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Informações de Luciana Gandelini - Assessora de Imprensa. Fotos: Alexandre Krug / Divulgação.

 

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