Exemplos - São Paulo São

São Paulo São Exemplos


Uma das áreas mais ricas da Riviera Francesa — com uma taxa de crimes próxima a zero — acaba de se tornar a primeira na França a instalar câmeras de vigilância "falantes". A intenção é repreender qualquer um que seja flagrado cometendo atos de incivilidade. Ou seja, nada de estacionar mal, jogar lixo na rua ou deixar de recolher as fezes do cachorro.

Lar de diversos milionários, Mandelieu-la-Napoule, mais conhecida por suas praias e moradias isoladas, virou tema de debate entre defensores de liberdades civis por causa da introdução dessas câmeras, equipadas com alto-falante. O sistema permite que policiais deem broncas nos cidadãos a partir de um centro de controle. 

Há anos, os franceses protestam contra a utilização generalizada de câmeras de segurança, que seriam uma intromissão indevida à privacidade. Segundo o jornal britânico Telegraph, as objeções diminuíram desde os ataques de Paris, em novembro do ano passado. Contudo, muitos veem o "bônus" de alto-falantes como um passo longe demais.

 

Vista aérea da comuna francesa Mandelieu-la-Napoule (Foto: Florian Pépellin/ Wikimedia Commons)Vista aérea da comuna francesa Mandelieu-la-Napoule (Foto: Florian Pépellin/ Wikimedia Commons)

Vista área de Mandelieu-la-Napoule. Foto: Florian Pépellin. Wikimedia / Commons.

No jornal Le Parisien, a medida é descrita como o "Grande Irmão de Mandelieu". A publicação sugere que a cidade tem questões mais urgentes para gastar seu dinheiro em vez de "uma voz dos céus para impedir que você saia da linha".

O vice-prefeito, Sébastien Leroy, defende o contrário: as câmeras vão ajudar a economizar. Isso porque poupariam gastos com limpeza. Ainda assim, para Laurent Mucchielli, pesquisador da Universidade de Aix-Marseille, especializado em crimes, a ideia é impraticável. "É muito difícil de observar o que está acontecendo em tantas telas ao mesmo tempo."

"É horrível. O governo e os políticos encontram muitas desculpas, como o terrorismo, para nos controlar. Nossas liberdades estão se tornando mais e mais reduzidas", disse a moradora Maïwenn Lesage, de 22 anos, ao Telegraph.

Duas outras cidades francesas mostraram interesse em introduzir o sistema, e 20 áreas na Grã-Bretanha já o adotaram. Mas diferentemente das câmeras francesas, as britânicas também têm microfones para que os "infratores" possam se explicar.

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Fonte: Época Negócios On Line.

 


Os países e as cidades que querem promover e desenvolver o uso da bicicleta precisam fazer uso de instrumentos de gestão, economia, política e infraestrutura para tal. Para que se consiga dar prioridade aos deslocamentos feitos a pé, é necessária a construção de infraestrutura para otimizar o caminhamento e torná-lo seguro, agradável e o mais curto possível. As ruas, por si só, no contexto motorizado do século XXI, perderam sua função inicial: circulação de veículos, cargas e pessoas. Para que essa lógica seja reconstruída, é preciso que os diversos atores sociais ajam e conquistem o disputado e conflituoso espaço das cidades grande.
 
Espaço à beira do Rio Sena para ser usado pelas pessoasEspaço à beira do Rio Sena para ser usado pelas pessoas
Espaço à beira do Rio Sena para ser usado pelas pessoas.

Cada cidade, para construir sua política de prioridade aos pedestres, deve se conhecer bem e compreender suas limitações políticas, sociais, econômicas e também territoriais.

Paris, que possui não mais que 11km de raio, é uma cidade que um cidadão consegue cruzá-la com não mais que duas horas de caminhada. Esse fator geográfico da cidade, somado aos investimentos na estrutura para pedestres, faz com que a cidade alcance índices de quase 80% dos deslocamentos de casa para se fazer compras sejam feitos a pé. Na média, as pessoas que caminham em Paris correspondem a mais de 60% dos deslocamentos feitos na cidade.

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Caminhar pela cidade é uma forma de contribuir para a melhoria da mobilidade urbana e a prefeitura de Paris tem valorizado isso, através da promoção de ações normativas (produção de leis), urbanísticas (planejamento da estrutura urbana) e sociais (realização de concursos, quizz, campanhas de incentivo ao caminhamento). . Nesse ínterim, a prefeitura criou a “Paris Pieton Iniciative”, que tem a por objetivo promover junto aos departamentos de estradas e transportes, normalmente ligados à promoção de viagens motorizadas, uma visão sobre as questões relacionadas aos pedestres. Para tal, a abordagem é interdisciplinar e a participação dos cidadãos é encorajada para que as pessoas compreendam aquele espaço (as ruas, calçadas e espaços públicos) e se empoderem dele.

Travessia de pedestre diferenciada .Travessia de pedestre diferenciada .Travessia de pedestre diferenciada e menos normativa.


O processo 

Num primeiro momento, a prefeitura identificou quais as áreas ela gostaria de tratar. Logo em seguida, convidou vários atores locais (lojistas, comerciantes, moradores e outros) para mostrar a eles estes novos conceitos, especialmente o de Zone de Rencontre, e como esta mudança na forma de enxergar o bem (espaço) público poderia trazer melhorias para a qualidade de vida do local. . Associações e cidadãos organizaram atividades lúdicas, jogos e caminhadas pelos locais e mostram o valor do espaço público às pessoas.  Foram realizados workshops junto com estes atores para eles planejarem, com a colaboração de técnicos, o que queriam para as ruas da cidade. Processos educacionais foram fundamentais para fazerem os motoristas entenderem que relação com aquele espaço teria de mudar e que ele perderia a prioridade que, antes, tinha. 

Por fim, com diversos outros atores envolvidos (arquitetos, urbanistas, pessoas da área da cultura, etc) foi o momento de colocar a mão na massa: remoção de vagas para carros, plantação de sementes, colocação de banheiros públicos, aumento das calçadas e implantação de ciclovias. As possibilidades de se recriar o espaço urbano através da ação coletiva e colaborativa são imensuráveis e os gestores públicos, técnicos, coletivos e organizaões sociais e a população parisiense sabem disso. 
 
Placa indicando a prioridade ao pedestre.

Um dos produtos dessa iniciativa foi a expansão das novas Zonas 30 na cidade que, em 2013, representavam ⅓ das ruas da cidade. As proximidades de todas as escolas da cidade tiveram esse tratamento implementado. As Zona 20, ou Zones de Recontre, foram criadas com objetivo de, ao invés de somente garantir a segurança do pedestre, dar a ele a prioridade naquela rua. Ainda que nelas hajam calçadas, o pedestre poderá trafegar ‘no meio da rua’. A própria pintura da representação da Zona 20 é elucidativa para mostrar a lógica desta retomada das ruas. Nela, o pedestre possui o maior tamanho. Em seguida está o ciclista. E o menor desenho é o do carro. 
 
Após anos de acúmulo no investimento em calçadas e processos de incentivo ao caminhar, Paris se destaca como uma cidade, além de linda, deliciosa para ser percorrida a pé. A Cidade Luz está longe de ser perfeita e ainda possui inúmeras ruas e calçadas chatas para se caminhar e zero por cento acessíveis (e tampouco que tenham um desenho universal), mas o esforço (pequeno) da atual prefeitura em continuar incentivando o caminhar merece destaque, mas com uma ressalva: até fevereiro de 2015, a cidade contava com uma profissional para lidar com o planejamento urbano para o caminhar. 

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Guilherme Tampieri no Mobilize.
 


O objetivo da startup Glowee é utilizar esse método - que não consome eletricidade - para iluminar vitrines de lojas, fachadas de prédios, monumentos e outros espaços públicos, além de mobiliário urbano, como pontos de ônibus e placas de sinalização.

"A ideia surgiu após assistirmos a um documentário sobre os peixes das profundezas marinhas que produzem sua própria luz", disse à BBC Brasil Sandra Rey, cofundadora da Glowee. Na época, ela era estudante de design.

A empresa utiliza a bioluminescência (emissão de luz por seres vivos, resultante de uma reação química provocada por um gene) para produzir iluminação.

As bactérias (não patogênicas nem tóxicas) que recebem o gene de luminescência de lulas são cultivadas em uma solução com nutrientes e açúcar para se multiplicar.

Os microrganismos vivos e geneticamente modificados são depois colocados em uma espécie de "lâmpada": invólucros de resina orgânica que podem ter várias formas e também são adesivos, o que permite fixá-los à superfície que será iluminada.

A iluminação deve começar a ser utilizada em vitrines de lojas na França a partir do início de 2017. Foto: Glowee / Divulgação.


A luz obtida com esse método é mais fria e mais suave. "Não vamos substituir a iluminação pública de ruas porque nossa luz é fraca", diz Rey.

Ela ressalta que o sistema da Glowee contribui, com sua luz de baixa intensidade, para diminuir a "poluição luminosa nas cidades", além da vantagem ecológica de não utilizar energia elétrica, reduzindo as emissões de CO2.

Vitrines

No entanto, a vida útil do sistema de iluminação, por enquanto, é de apenas três horas, segundo Rey.

É por isso que até o momento a luz produzida pelas "bactérias luminosas" tem sido utilizada apenas em instalações e eventos efêmeros, como festas, por exemplo.

"Devemos atingir a duração de um mês de iluminação neste ano", diz ela, que prevê obter prazos mais longos no futuro.

Segundo a Glowee, a iluminação começará a ser utilizada em vitrines de lojas na França a partir do início de 2017.

 

Ideia é utilizar método que não consome eletricidade para iluminar lojas, prédios, pontos de ônibus e placas de sinalização. Foto: Glowee / Divulgação.

Como a luz produzida não é elétrica, não desrespeitará a lei, em vigor na França desde 2013, que proíbe a iluminação de butiques e escritórios à noite.

O governo francês aplicou a medida para reduzir o consumo de energia e de emissões de gás carbônico. Há exceções, no entanto, em épocas de festas como o Natal e em áreas com forte atividade turística e cultural.

A próxima etapa da Glowee, a partir de 2018, serão as fachadas de prédios e mobiliário urbano.

Os clientes, prefeituras ou empresas, pagarão assinaturas para que a iluminação seja renovada cada vez que as bactérias deixarem, após um período, de emitir luz.

Rey afirma que também prevê exportar o sistema de iluminação. "Há países na Europa onde a eletricidade é mais cara do que na França. Também queremos equipar áreas remotas em países emergentes, onde há menos recursos", diz a fundadora da Glowee.

A startup recebeu investimentos privados e subvenções públicas para desenvolver seus projetos e também ganhou um prêmio do polo francês de biotecnologia Genopole, um dos maiores da Europa.

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Daniela Fernandes de Paris para a BBC Brasil.

 


A professora Hanan Al Hroub, da escola de ensino médio Samiha Khalil, na Palestina, foi eleita no último domingo (13), em Dubai, no Oriente Médio, a melhor professora do mundo pelo Global Teacher Prize, prêmio concedido pela Fundação Varkey, organização sediada em Londres, no Reino Unido. O anúncio da vencedora foi feito pelo papa Francisco. Em sua segunda edição, o prêmio é considerado o “Nobel da Educação” e distribui US$ 1 milhão.
 
Hanan cresceu em um campo de refugiados em Belém e teve uma vida marcada por casos de violência. Ela iniciou sua trajetória na educação após seus filhos ficarem traumatizados por um tiroteio que presenciaram quando voltavam da escola. Após participar de reuniões para discutir o comportamento e desempenho escolar, Hanan percebeu que era necessário um trabalho socioemocional e começou a ajudar outras crianças que viviam em circunstâncias parecidas.
 
Em entrevista ao site da Agência das Nações Unidas para assistência aos refugiados da Palestina, ela disse que ter crescido nesta realidade fez com que desenvolvesse uma resiliência e persistência que precisava para enfrentar os desafios de sua vida. “As crianças de outras partes do mundo podem aproveitar a infância, mas as palestinas, não. As nossas brincadeiras eram afetadas pelo entorno. Você cresce consciente e conhece a política e o que acontece ao seu redor”.
 
Seu trabalho é concentrado no desenvolvimento de confiança, respeito, honestidade e relações afetivas com seus estudantes e enfatiza a importância da alfabetização. Em processo detalhado no livro “We play to learn” (“Nós brincamos para aprender”), ela cria jogos com materiais do dia a dia e encoraja seus alunos a trabalharem juntos. A professora diz ainda destinar atenção especial às necessidades de cada um e estimular reconhecimento de atitudes positivas.
 
“Ao participar dessas brincadeiras com meus alunos, eu tento reduzir os efeitos da violência sobre eles, particularmente entre os que demonstram atitudes violentas”, disse ao site da ONU. “Desde o começo eu tento assegurar que os alunos entendam que dentro da sala de aula nós somos uma família – que pertencemos uns aos outros”.
 
A estratégia pedagógica de Hanan têm resultado em uma diminuição no comportamento violento em escolas e inspirado colegas a mudarem suas práticas em sala de aula. 

 

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Marcio foi o primeiro brasileiro a entrar na lista de 50 finalistas. Foto: divulgação.

 

Brasileiro fica entre os 50 

O professor Marcio de Andrade Batista, que trabalha em escolas do ensino público de Mato Grosso, foi um dos 50 finalistas do prêmio. Engenheiro químico e professor da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Batista orienta projetos sugeridos pelos próprios estudantes. A ideia é que os alunos desenvolvam interesse pela ciência desde o ensino básico. “Sempre tive como meta mostrar que ser cientista é tão legal quanto ser jogador de futebol ou outra profissão que os alunos admiram. Queria inserir a ciência dentro do rol de interesses dos alunos”, diz.

Com as orientações do professor, surgiram projetos como que utiliza casca da castanha de baru, típica do cerrrado da região, para fazer pisos, e a utilização de resíduo de soro de queijo para enriquecer pães e dar mais qualidade à alimentação. Uma das alunas, Bianca Valeguzki de Oliveira recebeu o prêmio Jovem Cientista pelas mãos da presidenta Dilma Rousseff.

Os outros nove finalistas:

- Maarit Rossi, Finlândia, que desenvolveu seu próprio método de ensinar matemática. A Finlândia tem alguns dos melhores resultados em matemática do mundo em provas internacionais, mas os alunos dela têm resultados ainda melhores que os padrões finlandeses.

- Aqeela Asifi chegou ao Paquistão como refugiada do Afeganistão e dá aulas para crianças refugiadas em uma escola que ela criou.

- Ayub Mohamud, professor de business do Quênia, chegou às finais com um projeto para desencorajar violência extremista e radicalização.

- Robin Chaurasiya de Mumbai, na Índia, fundou uma organização para ensinar e dar apoio a adolescentes em zonas de prostituição.

- Richard Johnson, professor de ciência de Perth, na Austrália, montou um laboratório de ciências para crianças de escola primária.

- Michael Soskil, da Pensilvânia, nos EUA, que já tinha ganhado um prêmio pela "excelência em ensinar ciências e matemática", motiva seus alunos ao ligá-los a projetos ao redor do mundo.

- Kazuya Takahashi, do Japão, desenvolveu uma iniciativa para ensinar ciências e incentivar a cidadania global.

- Joe Fatheree, de Illinois, dos EUA, foi pioneiro em usar projetos com impressoras 3D, tecnologia de drones e usando games online como Minecraft.

- Colin Hegarty, professor de matemática de Londres que criou um site com aulas online.

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Com informações da Agência Brasil e da BBC Brasil.

 

 

A partir do dia 20 de março, corredores, ciclistas, caminhantes e outros esportistas que fazem da orla de Copacabana sua pista de treinos ganham um novo “pit stop” obrigatório. O espaço é o primeiro parklet projetado para atletas. A estrutura foi financiada pela marca esportiva 361º e idealizado pelo Vaga Viva e Dot Inc.

Parklet é um espaço com vagas públicas de carro, que se transformará em espaço de convívio social. Os serviços serão oferecidos gratuitamente ao público e ficarão disponíveis por 12 meses. Ao longo desse período, será oferecida assessoria esportiva aos domingos.

Localizado na Rua Constante Ramos, 11 (travessa da Avenida Atlântica), o parklet tem 20m2 e conta com barras para alongamentos, bancos para descanso, hidratação, área emborrachada com steps para exercícios de aquecimento, iluminação com LED e tomadas para carregadores de celular – as duas últimas abastecidas por energia solar captada no próprio parklet.

A ideia de criar um parklet específico para atletas é uma forma de homenagem aos jogos olímpicos, que serão realizados este ano no Rio de Janeiro. Além disso, a estrutura incentiva a prática esportiva e a qualidade de vida.

A inauguração do parklet será um evento especial, com um “treinão” coletivo de corrida e, em seguida um bate-papo com a nadadora Graciele Herrmann e o corredor Marcelo Avelar. Para se inscrever, basta acessar a página www.treino361.vagaviva.com

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Com informações Coletiva.net e Ciclovivo.
 

 

Engajada na luta pela redução das emissões de gases poluentes do trânsito, a Noruega anunciou recentemente o investimento equivalente a mais de R$ 1 bilhão em estradas exclusivas para bicicletas. Os novos caminhos da malha cicloviária vão priorizar as ligações pendulares entre as grandes cidades, cidades do interior e subúrbios. Com a extensão da rede cicloviária, os ciclistas poderão pedalar sem interrupções e com segurança em uma via segregada e de pista dupla.

O investimento é parte de uma série de medidas do novo Plano Nacional de Trânsito da Noruega, que objetiva a mitigação da poluição proveniente do trânsito. O Plano pretende que, até 2030, 75% dos carros do país e 50% dos caminhões sejam de baixa emissão de gases do efeito estufa, assim como 40% dos navios de curta-distância e ferry-boats (um meio importante para a locomoção na Noruega), que também devem seguir essa tendência.

O país vai investir a quantia de 8 bilhões de coroas norueguesas ($ 923,000,000) em estradas para bicicletas que ligarão cerca de nove das maiores cidades da Noruega, permitindo que os ciclistas possam viajar com velocidade e segurança. Além disso, o sistema ferroviário e de infraestrutura rodoviária será reparado em todo o país. Apesar de parecer contraproducente arrumar estradas enquanto se quer reduzir as emissões, o governo explicou que as melhorias em algumas rodovias e a construção de pontes pode diminuir o número de viagens de ferry-boats.

A Noruega é o país que mais vende carros de emissão zero no mundo. Isso se deve, em parte, aos impostos muito mais baixos para os veículos verdes. Mas o governo destaca que mesmo esses carros verdes criam ruídos, trânsito e alguma poluição, mesmo que seja de pastilhas de freio ou agitando a poeira. Por isso, o governo estuda criar impostos para veículos verdes – que serão menores que os pagos por carros convencionais. A meta é que, até 2030, o país registre crescimento ínfimo ou próximo de zero no uso de automóveis individuais.

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Fonte: CityLab.