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São Paulo São Exemplos


Uma organização de jovens conhecida pela utilização de grafite como um meio de expressão fez uma parceria com o governo do México para reabilitar Palmitas, uma cidade no distrito de Pachuca.

Com o apelido de "Equipe Micróbio", o grupo pintou 209 casas, ou vinte mil metros quadrados de fachada que foi transformada em um grande mural de arco-íris.

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De acordo com Streetartnews, o impacto foi extremamente positivo: 452 famílias, ou 1.808 pessoas, foram envolvidas pelo projeto, o que resultou na erradicação da violência entre os jovens da região.

O grupo, cujo nome significa literalmente "tripulação micróbio", fez como prioridade, o envolvimento da comunidade, o que poderia explicar parcialmente os bons resultados.

Assista o video: https://youtu.be/AhyvMs4ZEuI

Fonte: Bored Panda.

 


Um ônibus desativado foi transformado em instalações móveis de banho para comunidade sem-abrigo de São Francisco em uma tentativa de “restaurar a dignidade, um banho de cada vez.”

Doniece Sandoval de 52 anos, uma ex-executiva de marketing que surgiu com o conceito, disse que ela ficou chocada com a sujeira do povo que ela testemunhava nas ruas e queria ajudar. Ela comenta que são mais de 3.500 desabrigados em São Francisco, no entanto, a cidade tem apenas oito chuveiros públicos para acomodá-los.

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Depois de ver a ascensão da comida gourmet sobre rodas, ela decidiu aplicar a mesma idéia para lavar. Sua organização sem fins lucrativos, 'Lava Mãe', foi lançada em 2013 e o primeiro ônibus está rodando como parte de um projeto-piloto.

Espera-se que um serviço completo seja lançado na primavera de 2015, com isso se espalhando através do país. Ela atende aos passageiros do sexo masculino, feminino e deficiente.

 “Lava Mãe, não é sobre acabar com os desabrigados. O que somos é sobre fornecer higiene, porque acreditamos que a higiene traz dignidade e dignidade abre oportunidades.”

Acesse o site, saiba mais e assista o video: http://www.lavamae.org/

A agência de transporte municipal de São Francisco doou um ônibus para a causa e está disposta a fornecer mais três, se o projeto Lava Mae for bem sucedido. Além disso a Comissão de Utilidades Públicas da cidade também concordou em deixar os casas de banho móveis conectadas em hidrantes se a água for paga.

 

Vicente Carvalho no Razões Para Acreditar.

 


Depois de conviverem mais de um século com o desenvolvimento dos automóveis, algumas cidades pelo mundo começam a perceber, mesmo que lentamente, que as ruas devem priorizar as pessoas e os carros não fazem muito sentido no contexto urbano. Em que pesem as sensações de independência e conforto, também é notório se considerar fatores negativos como a poluição atmosférica, as mortes no trânsito e os frequentes congestionamentos.

Só para se ter ideia, um estudo britânico constatou que os motoristas têm se movido, em média, mais lentamente do que os ciclistas em algumas horas do dia e, como se não bastasse, ainda gastam 106 dias de suas vidas a procura de lugares para estacionar. 

FastCo.Exist listou sete cidades pelo mundo que restringem, cada vez mais, a circulação de carros, por meio de medidas que buscam democratizar mais o espaço urbano. São elas:

Madrid

A capital da Espanha já proibiu o tráfego em determinadas ruas da cidade e, neste mês, a zona livre de carros será aumentada. A área permitirá que os moradores dos bairros do entorno possam usar seus veículos, mas os motoristas de outras áreas não serão autorizados, sob pena de pagar uma multa de US$ 100. A medida faz parte de um plano mais amplo do poder público, que busca tornar o centro livre de carros nos próximos cinco anos. Ao todo, 24 das ruas mais movimentadas serão redesenhadas para privilegiar os pedestres. Para completar, os carros mais poluentes terão que pagar mais caro para estacionar.

Paris

No ano passado, quando os níveis de poluição atmosférica em Paris chegaram ao topo, a cidade chegou a promover rodízio entre os veículos. Como os poluentes chegaram a cair 30% em algumas áreas, depois da iniciativa, a meta agora é desencorajar o uso dos carros com mais freuquência. No centro da capital francesa, as pessoas que não vivem nos bairros locais não serão autorizadas a dirigir nos finais de semana - regra que poderá em breve ser estendida para todos os dias.

Até 2020, o poder público planeja dobrar o número de ciclovias na cidade, proibir carros a diesel e limitar certas ruas aos veículos convencionais, priorizando os automóveis elétricos e outros modelos com baixo nível de emissões. O número de motoristas em Paris já começou a cair. Em 2001, 40% dos parisienses não possuíam carro; agora esse índice é de 60%.

Chengdu

Uma nova cidade satélite planejada no sudoeste da China pode servir de modelo para um município moderno: em vez de projetadas para os carros, as ruas são desenvolvidas de modo que qualquer localização possa ser alcançada em 15 minutos a pé.

Os planos, desenhados pelos arquitetos de Chicago Adrian Smith e Gordon Gill, não buscam a proibição total dos carros, mas apenas metade das vias permitirão os veículos motorizados. A cidade também promete priorizar o transporte público. Com uma população prevista de 80.000 pessoas, a maioria desses habitantes vai ser capaz de ir para o trabalho a pé. O projeto foi originalmente planejado para ser concluído em 2020, a depender das questões de zoneamento.

Hamburgo*

Apesar de Hamburgo não planejar a proibição de carros no centro, a cidade tem pensado em medidas para desencorajar o uso dos automóveis. Um exemplo é a construção de uma "rede verde" que irá conectar parques, tornando possível ir de bicicleta ou a pé para qualquer lugar. A rede irá cobrir 40% do espaço do município.

*Foto da capa, escultura 'Sereia' de Oliver Voss, no Lago Alster da cidade.

Helsinki

Helsinki, na Finlândia, espera uma enxurrada de novos residentes ao longo das próximas décadas, mas menos carros serão permitidos nas ruas da cidade. Seu mais novo plano projeta a transformação de áreas dependentes de automóveis em comunidades densas, tranquilas, ligadas ao Centro por meio de um rápido e eficiente transporte público. A cidade também está construindo novos serviços de mobilidade-on-demand para facilitar a vida dos cidadãos. Um novo aplicativo em testes agora permite que as pessoas acessem, instantaneamente, uma bicicleta, carro ou táxi compartilhado, ou encontrar o ônibus ou trem mais próximos. Em uma década, a cidade espera tornar os carros completamente desnecessários.

Milão

Milão testa atualmente uma nova maneira de manter os carros fora do centro da cidade: se os motoristas deixarem seus veículos em casa, eles ganham vale-transporte gratuito. Um sistema conectado à internet no painel dos carros mantém o controle de localização, de modo que ninguém possa tentar burlá-lo. Para cada veículo deixado em casa, a prefeitura envia um voucher com o mesmo valor de um bilhete de ônibus ou trem.

Copenhague

Há 40 anos, o tráfego em Copenhague era tão ruim como em qualquer outra grande cidade. Agora, mais de metade da população utiliza a bicicleta como meio de transporte. As zonas para ciclistas passaram a ser introduzidas na década de 1960 no centro da cidade. A capital da Dinamarca dispõe hoje de 200 km de ciclovias e até autoestradas para bicicletas em seus arredores. Vender carros nesta cidade europeia não parece um bom negócio.

Será que essa tendência de restrição aos carros e democratização do espaço público vai chegar aqui no Brasil também? Em São Paulo, por exemplo, a prefeitura já estuda a possibilidade de fechar a Avenida Paulista aos domingos.

Fonte: FastCo.Exist


Uma ex-fábrica de semicondutores da Sony Corporation no Japão foi ​transformada na  maior fazenda ​'indoor' do mundo. Shige Shimamura​, ​​fisiologista de plantas ​e CEO da Mirai Co., parceria da GE Japão, ​realizou seu sonho de água, espaço e energia ​para produzir um sistema ​eficiente de cultivo interior​,​ uma realidade.

Apesar de ter ​começado ​a produção há ​apenas ​um ano, a fazenda já ​produz 10.000 ​pés de alface por dia. Está localizada na província de Miyagi no leste do Japão, área duramente atingida pelo terremoto ​e ​pelo tsunami em 2011.

Em ​seus ​25.000 pés quadrados, quase metade do tamanho de um campo de futebol, a fazenda ​tem 17.500 luzes LED, distribuídos por 18 ​áreas de ​cultivo​,​15 prateleiras elevad​as ​que ​são a chave para o sucesso da iniciativa.

Os LEDs foram desenvolvidos para o projeto pela GE e emitem luz em comprimentos de onda ideais para o crescimento das plantas, ​permitindo​ que​ Shimamura control​e o​s​ ciclos ​da ​noite e dia e​ possa acelerar​ a produção da verdura​.

Ao controlar a temperatura, umidade e irrigação, a fazenda cortou o uso da água para apenas um por cento do necessário utilizado em agricultura convencional ao ar livre. 

"O que precisamos não é apenas a criação de mais dias e noites. Queremos alcançar a melhor combinação de fotossíntese durante o dia e de respiração durante a noite através do controle da iluminação e do meio ambiente", diz Shimamura. 

Os sistemas fazem com que o alface produzido cresça rico em nutrientes e duas vezes e meia mais rápido do que numa fazenda ao ar livre. 

A produção desperdiçada é reduzida em cerca de 50 por cento caindo para apenas 10 por cento da colheita. Isto significa um aumento de 100 vezes na produtividade dos pés por metro quadrado. Os LEDs também duram mais do que as luzes fluorescentes e consomem 40 por cento menos energia.

Sobre a parceria bem sucedida, Shimamura acrescenta: "Eu sabia como cultivar bons legumes biologicamente e queria integrar com o conhecimento de que tem tecnologia para fazer as coisas acontecerem." 

A equipe da GE do Japão foi convencida de que fazendas interiores como esta da província de Miyagi, poderiam ser a chave para resolver o problema de escassez de alimentos do mundo. 

Os parceiros do projeto estão já trabalham na implantação de fazendas interiores semelhantes em Hong Kong e no extremo oriente da Rússia.

Assista o video: https://goo.gl/BTNZ50

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Beverley Mitchell para o Inhabitat.

 

Um novo modal de transporte urbano de massa sobre trilhos, de média capacidade, desenvolvido com tecnologia nacional por uma empresa brasileira, está em implantação no município gaúcho de Canoas, de 350 mil habitantes. O pacote tecnológico do aeromóvel, fabricado pela indústria gaúcha Coester, de características revolucionárias quanto ao custo e à facilidade de inserção nas cidades, foi contratado e a prefeitura fez o primeiro pagamento, de 1,5 milhão de reais, para a parte inicial dos projetos executivos.

As primeiras obras incluem a construção das estações e da via elevada e o remanejamento das redes de eletricidade, telefonia e TV a cabo no trajeto da ferrovia. A etapa seguinte será o desenvolvimento dos veículos e dos sistemas de controle. “Seremos a primeira cidade do Brasil a usar o aeromóvel como transporte de massa”, anuncia o prefeito Jairo Jorge. “É uma solução à altura das exigências de mobilidade e ambientalmente adequada aos novos tempos, com motor elétrico de alta eficiência.”

Três linhas abrangerão os bairros Guajuvira e Mathias Velho, onde mora 70% da população de baixa renda da cidade. A capacidade de transporte diário de 120 mil passageiros, 288 por vagão, iguala-se àquela do sistema de ônibus. Esses funcionarão como alimentadores do modal. A conclusão do projeto, orçado em 800 milhões de reais, está prevista para 2018.

O aeromóvel está longe de ser um salto no escuro. Criado pelo empresário Oskar Coester nos anos 1960, tem uma linha em operação em Porto Alegre desde 1983, outra em Jacarta, na Indonésia, iniciada em 1989, e um ramal de transporte de passageiros do Aeroporto Internacional de Porto Alegre para a rede de transporte coletivo da cidade, instalado em 2013, com 1,5 milhão de passageiros transportados.

O consumo de energia medido em watts-hora por passageiro-quilômetro é metade daquele do VLT, um terço do metrô e um quarto do ônibus. O segredo é a leveza dos trens, possibilitada pela remoção dos motores dos vagões e sua instalação nas estações. O baixo peso permite definir traçados de alta sinuosidade, com curvas em ângulo reto. A pressão necessária para movimentar os vagões com propulsão a ar é surpreendentemente baixa, de 0,07 atmosfera, menos da metade da pressão arterial, de 0,16. O “vento” gerado pelos motores instalados nas estações incide sobre grandes placas na parte inferior dos carros. A pequena pressão aplicada sobre áreas extensas provoca a impulsão. “As composições funcionam como barcos a vela invertidos”, compara o empresário Marcus Coester, diretor da empresa fabricante dos trens. A leveza facilita a tração, flexibiliza o traçado e possibilitará a construção de 14,7 quilômetros, com 22 estações, sem nenhuma desapropriação, feito inédito.

O município assumiu o projeto, mas não pretende se assenhorear dele. “A ideia é contratar um operador por meio de Parceria Público-Privada, com qualidade e baixo custo”, diz o secretário da Fazenda, Marcos Bosio. “Não temos como subsidiar e o aeromóvel terá de cobrir 100% dos custos.”

Um dos instrumentos de custeio será a mudança do plano diretor, com o aumento da área construída condicionado à compra de índice construtivo do município, nas faixas de 500 metros de largura ao longo da ferrovia. A alteração pretende represar a previsível especulação imobiliária e reduzir o risco de expulsão da população de baixa renda a partir da valorização do entorno da nova ferrovia. “Quem pretende fazer um empreendimento imobiliário de até 8 mil metros quadrados em um terreno de 10 mil não pagará nada. Para construir 35 mil, comprará do município o índice construtivo necessário para obter os 27 mil da diferença”, explica Bosio. O dinheiro arrecadado irá para um fundo de mobilidade.

O primeiro efeito do anúncio do projeto foi a decisão do Grupo Multiplan de instalar em Canoas o seu 19º shopping, próximo ao futuro trajeto dos trilhos. A prefeitura negocia com a empresa a execução de várias obras públicas.

Convidado pelo governo dos Estados Unidos para visitar grandes empresas de transportes do país no começo do ano passado, Bosio foi alertado sobre o risco de desenvolver projetos na área, um indicador da preocupação da concorrência internacional com o projeto. Em setembro, o secretário foi ao Japão a convite da Sociedade de Engenharia Mecânica e de duas universidades interessadas no modal e conversou com possíveis fornecedores de sistemas e de componentes, que disputarão com empresas brasileiras.

O aeromóvel é o projeto de maior visibilidade da administração municipal, mas não o único a inovar. Outra iniciativa é a reformulação do sistema de saúde, com a integração e a racionalização da rede. A partir do monitoramento do afluxo a três hospitais e 50 postos do SUS, regula-se o deslocamento de pacientes entre as unidades para evitar superlotações. No pronto-socorro, um painel permite aos acompanhantes saber a etapa de atendimento dos pacientes a cada momento. Aqueles contam com uma sala especial de descanso e o apoio de uma assistente social. 

As possibilidades de visita aos internados foram ampliadas. A taxa de infecção hospitalar caiu de 3,14 ocorrências por pacientes-dia vezes mil, em 2012, para 1,06 neste ano, em consequência do “investimento na capacitação da equipe, melhora dos protocolos de segurança do paciente e assistenciais”, explica o secretário de Saúde, Marcelo Bosio. Com as mudanças na área da saúde, a satisfação dos usuários atingiu 79% entre janeiro e maio, segundo uma pesquisa encomendada pela prefeitura.

A atenção às minorias levou à criação da Rede de Proteção da Comunidade LGBT. “Pensamos em um mecanismo para dar atendimento legal e médico às vítimas de agressões. Vivemos um momento de ódio e retrocesso e os ataques homofóbicos não são violência comum, há crueldade”, afirma Fábulo Rosa, chefe da unidade coordenadora da Diversidade. A ideia é definir políticas públicas específicas para esse público.

Uma ampla consulta possibilitou a criação do ambiente institucional e político favorável à construção, em área da prefeitura, de um presídio estadual diferente, com estrutura para ensino e trabalho. “Os munícipes perceberam que não pretendíamos fazer aqui outro Presídio Central de Porto Alegre, o pior do Brasil”, explica Marcos Bosio.

A estratégia da administração é radicalizar a democracia com base na consulta permanente à população e abertura de informações. O portal da transparência, com 150 mil acessos mensais, apresenta todas as receitas e despesas, contratos, salários dos servidores e diárias de viagens. As informações, atualizadas a cada dois dias, são as mesmas utilizadas pela prefeitura. “O cidadão pode acompanhar a execução das metas e os gastos. É uma proposta de controle direto pelo cidadão, não está restrita às entidades”, explica a controladora-geral Tatiana Antunes Carpter.

O sistema administrativo da prefeitura reúne 13 ferramentas entre orçamento participativo, fóruns virtuais, congressos, conselhos, plenárias, audiências públicas e consultas nas ruas, e abrange indivíduos, entidades sociais e empresas. O público é convocado a opinar e decidir sobre desenvolvimento econômico, saúde, educação, meio ambiente, direitos das minorias e segurança, entre outros assuntos. A participação soma 168 mil indivíduos, nas contas da prefeitura. “Precisamos levar cada vez mais o cidadão para o centro dos governos e dar-lhe poder de decisão sobre os investimentos, as políticas públicas e o projeto estratégico da cidade, do estado e da nação”, diz o prefeito. 

Carlos Drummond, de Canoas para Carta Capital.












 

 

 

 


Em New York, chegam os carrinhos de comida para os vendedores ambulantes, movidos à energia solar. Eles fazem parte de um programa piloto concebido para reduzir as emissões de gases poluentes e dos riscos para a saúde.

O objetivo é fornecer uma alternativa para a preparação da comida e sua comercialização, baseada na energia limpa. Assim, a Big Apple (carinhoso apelido para a cidade de New York) promete ser o melhor lugar do mundo para se comer comida de rua, de nova geração e amiga do meio ambiente. 

Os carrinhos de comida são muito convenientes para as empresas do setor de alimentos, porque permitem o fácil acesso de produtos aos clientes. Porém, os carrinhos podem constituir um risco para a saúde e a segurança pública, por funcionarem, geralmente, com botijões de gás propano. 

Em uma cidade como Nova Iorque, encontra-se pelas ruas, pelo menos, 8.000 carrinhos de comida, e os efeitos negativos sobre o ambiente, dessas cozinhas sobre rodas, pode aumentar o impacto negativo sobre o meio ambiente da cidade, dos moradores e dos turistas. Sem contar que os “automóveis”, também são fontes de emissões de gases de efeito estufa e de poluição do ar.

Pelo menos, 500 novos carrinhos destes deverão chegar a New York até o meio do ano, para um período experimental graças a uma parceria entre a cidade e a MOVE Systems, criadora do MRV 100 cart.

O carrinho possui painéis fotovoltaicos, baterias recarregáveis, um gerador híbrido e uma cozinha móvel projetada para reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 60%, e em 95% as de óxidos de nitrogênio, um conhecido poluente da atmosfera, emitido pela combustão.

O projeto-piloto fornecerá gratuitamente 500 MRV 100 carts para os vendedores ambulantes de comida. O custo de um carrinho MRV 100 está entre 15.000 e 25.000 dólares. A ação é considerada um investimento importante para uma cidade mais verde e mais limpa, desta vez valorizando a tão amada comida de rua.

Simone Bastos para Professor Resíduo.