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São Paulo São Exemplos

 
A Escadaria Selarón, como ficou conhecida a ligação dos bairros da Lapa e Santa Teresa pela Rua Manuel Carneiro, foi tombada por interesse histórico nesta quarta-feira (26). Com isso, a escada reformada pelo artista plástico chileno Jorge Selarón — que emprestou seu nome à obra — não poderá mais ser demolida ou modificada sem a aprovação de órgãos da Prefeitura.

A proposta foi feita pelo vereador Jefferson Moura (Psol) em 2014 e aprovada pela Câmara Municipal do Rio, antes de ser sancionada.

Selarón foi encontrado morto aos 65 anos na escadaria que começou a colorir cerca de 20 anos antes. Por ocasião da Copa do Mundo de 1994, Selarón homenageou o país que o acolheu desenhando a bandeira brasileira com retalhos de azulejos. Mais de duas mil peças foram utilizadas. Depois, Selarón passou a construir uma espécie de jardim, plantando flores em banheiras.

"O artista fez tudo sozinho. Nunca se importou com os calos e a dor nas mãos. Obcecado, no auge da obra, só parava quando não tinha mais recursos para comprar os materiais. Aí voltava a pintar quadros para ganhar dinheiro para poder continuar seu trabalho artístico", diz o vereador Jefferson Moura na proposta da lei.

Trabalho reconhecido

A vida do artista virou documentário. O cineasta Stéphano Loyo retratou a obra do chileno no filme "Selarón".“Ele era um grande personagem, ele era apaixonado pelo que fazia, eu decidi fazer o documentário porque eu já conhecia e já era encantado não só pela obra, mas também pela pessoa”, disse ao G1 em 2014. A morte de Selarón correu o mundo. Os sites da BBC News, The Guardian, La Nación e dezenas de outros jornais internacionais repercutiram a morte do artista plástico. 

O trailer de 'Selaron, a grande loucura': https://youtu.be/pXHqsjZx8xY

Gabriel Barreira / G1 do Rio.

 

 

O rio Tâmisa, que cruza a capital britânica, Londres, já foi chamado de "O Grande Fedor" e declarado "biologicamente morto", mas, atualmente, vive uma espécie de renascimento.

A Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) afirma que, nos últimos dez anos, foi informada sobre o avistamento de 2.732 mamíferos de grande porte.

Focas são os animais mais vistos, com registro de vários espécimes inclusive na região de Canary Wharf, conhecida por seus modernos arranha-céus.

Também foram documentados no rio 444 botos e golfinhos, além de 49 baleias.

"Muitos olham para o Tâmisa e veem um ambiente turvo e sujo. Mas sob a superfície, está cheio de vida. Temos uma enorme variedade de peixes, de invertebrados e de grandes predadores", afirmou Joanna Barker, gerente europeia de projetos da ZSL.

Em 1957, o Tâmisa andava tão sujo que autoridades o declararam "biologicamente morto". A situação era pouco melhor do que um século antes, quando o rio era conhecido pelo apelido carinhoso de "Grande Fedor".

Cientistas da Zoological Society of London calculam que quase 700 focas comuns vivam no estuário do Tâmisa. Foto: ZSL/Divulgação.
 
Rio acima

Hoje, a situação mudou tanto que cada vez mais animais se aventuram rio acima. Focas já foram vistas até em localidades no sudoeste, além do centro de Londres, como Teddington e o palácio de Hampton Court.

Grandes grupos de golfinhos e botos também já foram avistados perto de Kew Gardens e Deptford.

Em 2006, uma baleia-bico-de-garrafa causou burburinho ao nadar o rio até a altura do centro de Londres. Ela acabou morrendo.

Outras baleias mais saudáveis já foram vistas nos arredores de Gravesend, no condado de Kent.

"O fato de termos visto tantos animais na região central de Londres indica que os estoques pesqueiros são grandes o suficiente para alimentar estes grandes predadores", afirmou Barker à BBC.

Além de compilar uma lista de avistamentos enviados pelo público, a equipe da ZSL também realiza pesquisas detalhadas sobre focas no estuário do Tâmisa.

Nos três últimos anos, os cientistas vêm usando barcos e até aviões para monitorar o número de focas no rio.

Eles estimam que até 670 focas-comuns vivam no estuário. O número de focas-cinzentas é desconhecido, mas elas também parecem estar se proliferando na região.

"Essa é uma região bastante abrigada, se comparada ao Mar do Norte, e há diversos ambientes e habitats diferentes para mamíferos marinhos", afirmou Barker. "Por isso, consideramos Londres e o estuário do Tâmisa um ambiente importante para estas espécies."

A ZSL pede a colaboração de todos para enviarem fotos e outros registros de avistamento de mamíferos marinhos no Tâmisa.

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Fonte: BBC Brasil.

 

 


Já imaginou uma cidade inteira livre do caos, barulho e poluição provocados pelo trânsito? Pois Paris ficará (quase) assim no dia 27 de Setembro. A cidade luz vai fechar suas principais avenidas para veículos durante um dia inteiro em ação inédita pela mobilidade sustentável.


Nenhum veículo motorizado será autorizado a conduzir pelas ruas, com algumas exceções, como ambulâncias e viaturas policiais. Pedestres e ciclistas poderão circular livremente pelos espaços antes tomados por carros.

"Vamos fazer deste primeiro dia sem carros uma grande festa cívica, de momentos deliciosos", diz a organização do evento. Estão previstos shows, exposições e uma série de outras atividades de entretenimento.  

As áreas sem tráfego incluem 11 bairos (do 1º ao 11º arrondissement), e os mais conhecidos pontos tursíticos, como a avenida Champs-Élysées, a Praça da República e de Stalingrado, a Praça da Bastilha e toda área ao redor da Torre Eiffel e do Bosque de Boulogne, entre outros.

A combinação do tráfego intenso com fatores climáticos atípicos tem sido motivo de preocupação na cidade nos último dois anos. Em 2014, a prefeitura chegou a liberar transporte público gratuito para deter os altos níveis de poluição.

Este ano, só no mês de março (que marca o fim do inverno e começo da primavera no país), a cidade precisou implementar mais de três rodízios contra a poluição.

Com a aproximação da conferência internacional sobre as mudanças climáticas, COP21, que acontece em dezembro na capital francesa, Paris quer dar o exemplo na luta contra a poluição e multiplicar ações semelhantes.

Fonte: Vanessa Barbosa de Paris para Exame.com

 


Foram 140 cidades analisadas. E Melbourne, na Austrália, foi a grande vencedora. O estudo Global Liveability Ranking and Report 2015, elaborado anualmente pela Intelligence Unit da publicação inglesa The Economist, compara uma série de critérios para eleger o melhor local para se viver no mundo.

Logo depois de Melbourne, em segundo lugar, aparece Viena, capital da Áustria. Três cidades canadenses estão entre as seis melhores classificadas da lista: Vancouver (3º), Toronto (4º ) e Calgary (6º).  Adelaide, também na Austrália, ocupa a 5ª posição.

Os critérios observados pela pesquisa são estabilidade (econômica e social), acesso à saúde (público e privada), cultura e meio ambiente, educação e infraestrutura. No item estabilidade, por exemplo, são levados em conta conflitos armados, violência e turbulência social. Na área de educação, são analisados indicadores das escolas públicas, bem como a qualidade dos colégios particulares. Em infraestrutura, o ranking verifica como é o acesso e padrão do transporte público, estradas, moradias e abastecimento de água e energia para a população.

De acordo com o estudo, atos de terrorismo e violência no mundo provocaram a queda da estabilidade em diversos países. Nos últimos seis meses, 38 cidades perderam pontos devido a este problema. É o caso de Paris, na França, onde aconteceram atentados terroristas, como ao jornal satírico francês “Charlie Hebdo”, quando doze pessoas morreram em janeiro deste ano. Mais recentemente, turistas foram assassinados em um hotel da Tunísia. Damasco (Síria), Kiev (Ucrânia) e Tripoli (Líbia) despontam como as cidades que se tornaram lugares piores para se viver. Em todas elas ocorrem graves conflitos militares, com muitas vítimas, principalmente entre a população civil.

Mas há boas notícias. Global Liveability Ranking and Report 2015 cita uma melhora na qualidade de vida de algumas localidades, que até então se encontravam entre as últimas colocadas na lista. Entre elas estão Harare (Zimbábue), Katmandu (Nepal), Dubai (Emirados Árabes Unidos) e Varsóvia (Polônia).

Estar localizada em um país rico não é garantia de ser uma excelente cidade para se morar. O ranking global do The Economist mostra que as campeãs têm baixa densidade populacional. Isto acaba sendo garantia de melhor acesso para seus moradores a espaços e atividades de lazer, mais empregos e escolas e consequentemente, há uma redução nos índices de violência.

Das capitais brasileiras que fizeram parte da lista, o Rio de Janeiro ocupa a 91ª  colocação e São Paulo a 95ª.

Por Suzana Camargo / Conexão Planeta.


O Ceret Renasceu! Sim, quem frequentou o Parque nos últimos anos vai entender porque desse renascimento. O Ceret que antes estava meio que esquecido, abandonado em termos de preservação e por isso também pelos moradores, passou a ser um dos mais concorridos e admirados de São Paulo.

As mudanças nos últimos 3 anos foram inúmeras. Com uma administração dedicada e séria por parte do Sr Moahamed Mourad e a participação da iniciativa privada, o Ceret é outro e é outro já começando pelo Visual.

Uma das mudanças mais impressionantes e de impacto não só no parque como também na região, foi a retirada do Muro que circulava o Ceret, a integração com o bairro foi surpreendente.

O que antes era um Muro Branco com Arame Farpado passou a ser um gradil com plena visibilidade para o parque, toda aquela natureza que antes se escondia atrás do muro parece que se expandiu e o melhor, se integrou perfeitamente a região. Tudo ficou mais bonito, mais agradável e o movimento nas calçadas com as pessoas caminhando triplicou. Aquela Parte da Eleonora Cintra ganhou vida.

O Projeto foi uma parceria do Ceret, a Prefeitura de São Paulo com a Porte Engenharia e Urbanismo (empresa com sua sede no Tatuapé) que doou toda a extensão e instalação do Gradil, Ficou Maravilhoso! Outra vantagem do novo gradil, foi a ampliação do número de acessos ao parque.
 
Mas também de nada adiantaria poder enxergar o Parque e ter um parque mal cuidado, então foi posto em prática um plano de revitalização e urbanismo no Ceret. A Iluminação antiga foi trocada, postes mais baixos e em menor distância entre si foram instalados e assim foi possível também estender o horário de funcionamento. A Segurança foi reforçada com o aumento do efetivo e a instalação de sistema de monitoramento com câmeras trouxe mais tranquilidade e segurança para os frequentadores.

A Equipe de manutenção passou a ser interna e não terceirizada, os reparos e manutenção passaram a ser realizada diariamente, possibilitando a realização de vários projetos de paisagismo

Para quem gostava de levar os filhos para brincar tudo ficou bem melhor. O playground foi reformado e novos brinquedos foram acrescentados. Foi também criado um espaço com brinquedos especiais e próprios para crianças com deficiência com a colaboração do Fundação Sergio Contente.

A Criação de Espaços conforme a necessidade dos moradores foi um dos grandes acertos da Administração. Foram realizadas obras e mudanças baseadas nas necessidades dos moradores e frequentadores.

Um exemplo disso foi a criação do Espaço Pet, um espaço com toda estrutura para quem quer passear com seu cãozinho, aproveitando todo o clima do Ceret. O Resultado foi imediato e o local está sempre cheio.

São muitas as mudanças. A Parte esportiva também vem sendo recriada com qualidade, As quadras estão sendo reformadas, as quadras de tênis ganharam mais estrutura, foi criado um campo de Rugby para treinamento e disputa de campeonatos, quadra de bocha, espaço para Slackline entre outros e muitas novidades ainda estão para chegar (uma das mais esperadas é a Pista de Skate e Patins que vamos falar mais disso em breve).

Se deu resultado todo esse trabalho e esse esforço?

Bom, vamos aos números: O Movimento do Ceret aos sábados passou de 2mil para 15mil pessoas.

E Essa é a resposta de que quando se quer fazer algo melhor, se faz! É difícil mas possível, ainda mais quando o poder público e a iniciativa privada trabalham juntos para o melhor para todos.

E os moradores e frequentadores Agradecem!

Fonte: Portal Viva Tatuapé.

 

 
A França tem enfrentado problemas com os altos níveis de poluição atmosférica e já implementou o rodízio de veículos na capital Paris. Agora, o país aprovou uma lei que obrigada os prédios a terem telhados verdes ou placas solares. Dá para notar que as políticas sustentáveis estão ganhando espaço por lá.

A principal vantagem dos painéis solares é diminuir o uso de energia elétrica, pois utilizam a luz do sol para produzir energia para a população. Já os telhados verdes formam um isolamento de calor e ruído, reduzindo a necessidade de aparelhos de refrigeração durante o calor e aquecimento para o inverno. Além disso, bloqueiam as partículas de poeira, purificando o ar, e retêm água da chuva, reduzindo problemas de escoamento durante chuvas fortes.

Os ativistas ambientais franceses queriam que todos os prédios fossem obrigados a utilizar vegetação no telhados, inclusive os residenciais. Mas os parlamentares concluíram que a medida seria muito cara para o consumidor residencial e criaram a lei do uso de painéis solares ou telhados verdes apenas para empresas e zonas comerciais.

Veja abaixo algumas fotos desses telhados que, além de deixarem os lugares mais bonitos, são excelentes para aumentar as áreas verdes nas grandes metrópoles.

O Brasil poderia se inspirar nesta ideia, não?

 

Imagem via Wikimedia Commons

 


Imagem via Reforma Fácil



Imagem via Ekko ideias



Imagem via Ekko ideias



Imagem via Shutterstock

Fonte: Redação Hypeness