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São Paulo São Exemplos

Regra vale para moradores, visitantes e estabelecimentos como bares, restaurantes, pousadas e embarcações. Foto: Shutterstock.Regra vale para moradores, visitantes e estabelecimentos como bares, restaurantes, pousadas e embarcações. Foto: Shutterstock.

A circulação de produtos descartáveis passará a ser proibida na ilha de Fernando de Noronha. Os moradores e estabelecimentos comerciais terão um prazo de 120 dias, a contar de hoje, para se adequarem à norma. A medida, segundo a administração do arquipélago, é necessária para resguardar a biodiversidade marinha em um lugar que é considerado santuário ecológico.

Com a proibição, qualquer material composto por polietileno e polipropileno, a exemplo de garrafas plásticas, canudos, copos, talheres e sacolas, estará proibido na ilha. Os detalhes do decreto, publicado no Diário Oficial do Estado, foram apresentados, ontem (13), à população no Palácio de São Miguel, sede da administração distrital.

Só quem tiver um carro com zero emissões poluentes é que poderá circular livremente no centro de Madrid. Entraram em vigor na última sexta-feira (30) as limitações do plano “Madrid Central”, que partilham algumas das ideias já aplicadas em outras cidades, incluindo Lisboa, como a proibição de circulação de carros mais antigos, mas que levam as restrições bem mais longe.

O objetivo é melhorar a qualidade do ar e tirar veículos do centro da cidade, liberando-as para outros tipos de veículos como as bicicletas e scooters elétricas. E para as pessoas, defende a autarquia.

Praça Botero no centro de Medellín. Foto: Mark52 / Shutterstock.Praça Botero no centro de Medellín. Foto: Mark52 / Shutterstock.

Em entrevista ao jornal El Colombiano, o urbanista e especialista em mobilidade Mikael Colville-Andersen explicou a situação atual da mobilidade em Medellín, uma das maiores e mais influentes cidades colombianas. "Caminhar ou andar de bicicleta em Medellín é um videogame", explicou o especialista dinamarquês.

 A percepção dos nossos sentidos, como seres humanos, é aguçada pela variedade constante desses elementos ao nosso redor. Projeto "Olhe o Degrau" no Jardim Nakamura. Foto: Cidade Ativa. A percepção dos nossos sentidos, como seres humanos, é aguçada pela variedade constante desses elementos ao nosso redor. Projeto "Olhe o Degrau" no Jardim Nakamura. Foto: Cidade Ativa.

Caminhando pelas ruas, nos deparamos com diversas formas, cores, texturas, sons e cheiros. Nossos sentidos são ativados e esses estímulos nos fazem conectar com o lugar em que estamos. As cidades são, muitas vezes, sinônimo de fumaça, ruídos de motores e buzinas, tons de cinza. A escassez de elementos naturais ou construídos que transmitam a sensação de segurança, conforto e que nos agradem esteticamente influencia para que sigamos descontentes e frustrados no ambiente urbano. Esses sentimentos alimentam a falta de conexão entre pessoas e lugares, a falta de empatia com o outro e descompromisso com aquilo que é público.

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