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São Paulo São Exemplos

Barcelona, na região da Catalunha na Espanha, é citada ainda hoje como exemplo de cidade que soube aproveitar a realização das Olimpíadas, em 1992, para investir em urbanismo e se modernizar. Hoje, é conhecida como uma das referências mundiais em mobilidade urbana.

 Tramway, metrô, ônibus, trens: Barcelona tem um bom e moderno sistema de transporteo. Foto:Patrick Joest. Tramway, metrô, ônibus, trens: Barcelona tem um bom e moderno sistema de transporteo. Foto:Patrick Joest.

Ao contrário do que se pensa, no entanto, a cidade só começou a investir pesadamente no setor depois dos Jogos Olímpicos. Em 1997, o governo da Catalunha se juntou às autoridades municipais da região metropolitana de Barcelona para criar um órgão de transportes integrado.

O esforço conjunto de planejamento deu resultado: segundo os dados mais recentes do governo, em 2015, só 23,2% dos deslocamentos diários eram feitos em veículos particulares. Surpreendentes 41,7% dos trajetos eram feitos de bicicleta ou a pé; e outros 35,1%, por transporte público.

O Tramway de Barcelona tem um total de 6 linhas, 41 veículos, 56 paradas e cobre 29,22 km. Foto Ajuntament Barcelona.O Tramway de Barcelona tem um total de 6 linhas, 41 veículos, 56 paradas e cobre 29,22 km. Foto Ajuntament Barcelona.Com a estratégia de priorizar o transporte público e não-motorizado, as mortes no trânsito de Barcelona não param de cair: de 2012 a 2015, a cidade reduziu as mortes em 10% e o número de feridos graves em 20%.

Pablo Noy Serrano, presidente da Associação Ibero-Americana para Mobilidade Urbana Sustentável (ASIMUS) e da Associação Espanhola de Car Sharing, credita os avanços à política urbana consistente que vem sendo implementada na cidade no médio prazo.

“Há alguns anos, descobrimos que éramos uma cidade poluída. Adotamos a transformação dessa situação como uma agenda política. Por isso adotamos linhas de ônibus menos poluentes e priorizamos o deslocamento a pé ou de bicicleta”, explica em entrevista a EXAME.com.

As lições para São Paulo

Apesar de ter a maior malha metroviária do país e liderar o ranking de mobilidade da Urban Systems, São Paulo ainda tem desafios a enfrentar, a começar pela insatisfação dos próprios usuários.

A possibilidade de implantação do modelo de Barcelona em São Paulo esbarra nas diferenças monumentais entre as duas cidades: a capital da Catalunha tem uma extensão de apenas 101 km², enquanto a capital paulista tem 1.521 km².

Mapa da linha ferroviária de Barcelona, na Catalunha Imagem: Autoridade de Transporte Metropolitano de Barcelona / Reprodução.Mapa da linha ferroviária de Barcelona, na Catalunha Imagem: Autoridade de Transporte Metropolitano de Barcelona / Reprodução.

Além disso, Barcelona tem pouco mais de 1,5 milhão de habitantes, enquanto São Paulo tem mais de 12 milhões, segundo as últimas estimativas do IBGE.

Mesmo considerando todas essas diferenças, o principal entrave às melhorias na rede de transporte em São Paulo parece ser a falta de incentivos do poder público.

Serrano, que participou de um evento organizado pela ONG Opção Brasil e promovido pela SDECTI e pelo Investe SP na semana passada, afirma que ainda não teve oportunidade de avaliar as características do transporte em São Paulo, mas que há alguns conceitos básicos que devem ser levados em conta em uma eventual reestruturação.

“Em qualquer lugar, primeiro você precisa criar as condições”, explica ele após a reportagem perguntar se a população de Barcelona já usava mais bicicletas do que a média quando o poder público decidiu investir nos meios de transporte não motorizados.

“A cidade era como qualquer outra, tinha uma cultura centrada em carros. Mas investimos em integrar os transportes. No começo, a prefeitura bancava um programa de compartilhamento de bicicletas. Hoje em dia, o número de bicicletas particulares supera o de públicas”, exemplifica.

São Paulo tem potencial para repetir o feito, opina Serrano. “Vocês têm um bom clima, especialmente se comparado à maioria das cidades da Europa. Além disso, são vários trechos com ruas bastante planas”.

Há dois anos, a prefeitura  de Barcelona também implantou uma “superquadra”: fechou as ruas de alguns quarteirões para carros e criou um espaço de convivência para pedestres. “Tivemos muita controvérsia na instalação desse espaço”, conta Pablo Serrano. A BBC entrevistou alguns dos moradores desses quarteirões no começo do ano e, enquanto alguns comerciantes se queixavam, os moradores do entorno estavam aprovando a iniciativa.

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Por Luiza Calegari na Exame.com

Londres poderá se tornar a primeira cidade ‘parque nacional‘ do mundo (National Park City) até 2019, segundo planos estabelecidos pelo prefeito da cidade. Sadiq Khan reservou um fundo de investimento verde de 9 milhões de libras para ajudar a melhorar os espaços verdes para a comunidade ao lançar sua estratégia preliminar para o meio ambiente da capital.

O financiamento ajudará a tornar mais de 50% da área da capital verde até 2050. No geral, atualmente, 47% de Londres já tem espaço verde.

As propostas incluem: 

  • Proteger e aumentar a quantidade de parques e espaços verdes;
  • Assegurar que os empreendimentos tenham mais telhados e paredes verdes (cobertos de grama e plantas para ajudar a aumentar a qualidade do ar) e jardins de chuva (pequenos espaços verdes que ajudam a prevenir inundações);
  • Proteger e aumentar os habitats de vida selvagem;
  • Há também planos para enfrentar a poluição do ar e fazer de Londres uma cidade "sem carbono" (produzindo uma rede zero de emissões de carbono) até 2050.

Ao lançar o projeto, em agosto último, Sadiq Khan disse: "Londres é o lugarde espaços verdes que eu quero proteger, investir e melhorar, na medida em que visamos nos tornar o primeiro parque nacional do mundo. Também queremos aumentar a quantidade de vegetação na cidade, instalando muitos telhados verdes e tornando as nossas ruas mais verdes".

Sobre os planos, um "mapa do desafio" irá destacar áreas que devem ser priorizadas para o investimento em infraestrutura verde.

O Projeto do escritório WATG

Melhorar a qualidade de vida, aumentar a presença de animais selvagens e conectar ainda mais as pessoas com a natureza: estes são os objetivos principais do Green Block, projeto do escritório WATG Landscape Architecture para Londres.

Imagem: Divulgação/ WATG Landscape Architecture.Imagem: Divulgação/ WATG Landscape Architecture.A iniciativa partiu do explorador e geógrafo Daniel Raven-Ellison, que quer transformar a capital na primeira cidade ‘parque nacional‘ do mundo. O prefeito londrino Sadiq Khan lançou uma campanha para levar, a longo prazo, o verde para mais de 50% da cidade. Atualmente, 47% da cidade já possui espaços verdes.

O planejamento, então, ficou nas mãos do WATG e o produto final é o Green Block, um material de construção vivo, modular, com sementes de flores e reserva de irrigação e que não requer manutenção.

Segundo os profissionais, os usos são diversos: desde as faixas de carros e ciclovias até restaurantes, lojas e fachadas de prédios.

“É seguro dizer que todos nós podemos imaginar um futuro com carros elétricossem motoristas, o que se traduz em menos carros na estrada e menos estacionamentos e faixas. O Green Block devolve o espaço das estradas e volta para os cidadãos de Londres”, explica John Goldwyn, vice-presidente do escritório.

Imagem: Divulgação/ WATG Landscape Architecture.Imagem: Divulgação/ WATG Landscape Architecture.Espera-se que o Green Block, atualmente em fase de protótipo, seja finalizado em 2018. Mais longo, o processo para se tornar um parque nacional continuará nos próximos anos.

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Da redação com informações da BBC News (Inglês).

Um túnel ferroviário antigo que se tornou o túnel mais longo do mundo para ciclistas, uma ciclovia construída em torno de um aeroporto e vias circundantes de rios urbanos são alguns dos casos que o jornal britânico The Guardian destacou como sendo as melhores infra-estruturas cicloviárias em cidades.

Ao contrário de seleções anterioes, esta foi feita a partir do envio de imagens dos leitores que consideraram a infra-estrutura segura e poderia servir de exemplo para outras cidades. Aqui estão alguns desses casos e os detalhes de cada um.

1. Amberes, Bélgica.

Túnel Santa Ana. Amberes - Antuérpia. Foto: Riot Gibbon / Guardian Witness.Túnel Santa Ana. Amberes - Antuérpia. Foto: Riot Gibbon / Guardian Witness.

O Túnel Santa Ana foi feito entre 1931 e 1933 para ligar a Cidade Velha, com os novos bairros de Antuérpia. Sua construção foi realizada a 32 metros de profundidade sob o rio Escalda, e com um diâmetro pensado para comportar a passagem de uma ambulância ou outro veículo de emergência. O túnel é para pedestres e ciclistas. Para estes últimos há um limite de velocidade de 5 km/h.

2. Amsterdam, Países Baixos.

Bicicletário em Amsterdam, Países Baixos. Foto: Mother Root / Guardian Witness.Bicicletário em Amsterdam, Países Baixos. Foto: Mother Root / Guardian Witness.

Uma das imagens mais comuns de Amsterdam são os seus estacionamentos cheios de bicicletas. E, de acordo com dados oficiais, na capital dos Países Baixos, existem 881.000 bicicletas, três vezes maior do que o número de 263.000 automóveis de passageiros.

3. Bangkok, Tailândia.

Ciclovia do Aeroporto Suvarnabhumi. Foto: Blackadder55 / Guardian Witness.Ciclovia do Aeroporto Suvarnabhumi. Foto: Blackadder55 / Guardian Witness.

Em março do ano passado, o Aeroporto Suvarnabhumi abriu uma ciclovia de 23,5 quilômetros que foi construída em torno dele. Como a ciclovia é gerida pelo Airports Authority of Thailand, a única exigência para que o ciclista possa trafegar é que apresente uma cópia do passaporte. A ciclovia é de duas mãos, dividida em sessões, mostra a distância percorrida e é dotada de banheiros bem equipados para o usuário.

4. Bath, Reino Unido.

Bath, Reino Unido. Foto: Mannand / Guardian Witness.Bath, Reino Unido. Foto: Mannand / Guardian Witness.

O grupo Bath Two Tunnels começou em 2007, a recuperar um túnel ferroviário antigo para transformá-lo em um local de passeio para os cidadãos. Depois de alguns anos de trabalho, depois de discutir com as comunidades próximas e conseguir as autorizações, túneis de 1.672 metros de comprimento cada um, foram inaugurados em 2013 com a autorização de utilização para trabalhadores, ciclistas e pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, esses túneis deram origem a um circuíto de 20 quilometros que ligam o centro da cidade de Midford a Monkton Combe ao sul de Bath, passando pelo Aqueduto Dundas, uma construção histórica construída a partir de 1797, que se liga a duas estradas nacionais.

5. Brisbane, Austrália.

Brisbane, Australia. Foto: Bob Russell / Guardian Witness.Brisbane, Australia. Foto: Bob Russell / Guardian Witness.

The River Loop é um das rotas mais conhecidas para ciclismo de Brisbane. Tem um total de 36 km de extensão construídos em torno do rio Brisbane. Ele também permite alcançar a praia Streets Beach, a única praia na Austrália que está no centro de uma cidade, além de desfrutar dos cafés e restaurantes de South Bank .

6. Calgary, Canadá.

Calgary, Canadá. Foto: Pimpal / Guardian Witness.Calgary, Canadá. Foto: Pimpal / Guardian Witness.

A cidade de Calgary é atravessada pelos rios Bow e Elbow, e também por 60 pontes que têm um papel importante na ligação dos seus cidadãos. 

7. Glasgow, Escócia.

Ciclovia e passagem de pedestres em Glasgow, Escócia. Foto: Oldtymer / Guardian Witness.Ciclovia e passagem de pedestres em Glasgow, Escócia. Foto: Oldtymer / Guardian Witness.

Este túnel, com um espaços delimitados para os pedestres e ciclistas, está localizado na passarela que liga o Scottish Exhibition and Conference Centre a estação ferroviária.

8. Perth, Austrália.

Mais de 100 km de ciclovias em Perth, Austrália. Foto: Zhonde / Guardian Witness.Mais de 100 km de ciclovias em Perth, Austrália. Foto: Zhonde / Guardian Witness.

Em setembro do ano passado, o site Mother Nature Network (MNN), escolheu as 10 cidades mais amigáveis ​​do mundo com a bicicleta, por conta da qualidade da infra-estrutura cicloviária e respeito dos motoristas para com os ciclistas. Na lista, Perth figurou em sexto lugar. Mas com os novos planos do Governo, a situação será ainda melhor, pois estão desenvolvendo um plano para adicionar mais 100 quilômetros de ciclovias às já existentes.

9. Zoetermeer / Bleiswijk, Holanda. 
Túnel de ciclismo moderno em Rotterdam, Holanda. Foto: ID8409168 / Guardian Witness.Túnel de ciclismo moderno em Rotterdam, Holanda. Foto: ID8409168 / Guardian Witness.

Na ciclovia de Zoetermeer para Bleiswijk, na Holanda do Sul, há três túneis construídos sob rodovias, entre os quais se destaca o Catedral Bike da foto. Ele tem esse nome porque é o maior dos três, com 16 metros de largura, 6,5 metros de altura e 53 metros de comprimento.

10. San Sebastián, Espanha.

Túnel em San Sebastián, Espanha. Foto: Ander Gortazar Balerdi / Guardian Witness.Túnel em San Sebastián, Espanha. Foto: Ander Gortazar Balerdi / Guardian Witness.

Com dois quilômetros de extensão, este túnel para ciclistas se tornou o maior do mundo em 2009. A isso se soma o fato de que permitiu recuperar parte da antiga linha ferroviária Bilbao-San Sebastián e assim fazer a ligação com os bairros de Amara e Ibaeta que não podiam ser alcançados por bicicleta.

11. Sidney, Austrália.

Passarela e ciclovia na margem do Rio Parramatta Foto: Dom Schuster / Guardian Witness.Passarela e ciclovia na margem do Rio Parramatta Foto: Dom Schuster / Guardian Witness.

A partir do centro de Sydney, os ciclistas podem viajar 26 quilômetros através de ciclovias segregadas para chegar ao início de uma rota ao longo do rio Parramatta. Então, pode-se visitar a Reserva Eric Primrose ou o Parque George Kendall, lugares que valorizam uma rota mais natural e onde se pode cruzar até com animais silvestres. Uma vez no subúrbio de Meadowbank, pode-se tomar uma balsa com a bicicleta e voltar para o centro de Sydney.

12. Vancouver, Canadá.

Vancouver, Canadá. Foto: Bob Biker / Guardian Witness.Vancouver, Canadá. Foto: Bob Biker / Guardian Witness.

Somente entre 2008 e 2011, as viagens de bicicleta em Vancouver aumentaram em 40 por cento. Por esta razão, o município lançou um plano para construir infra-estrutura mais segura para os ciclistas. Assim, ciclofaixas foram feitas segregadas dos veículos a motor e os cruzamentos foram pintados com cores diferenciadas.

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Fonte: The Guardian. O artigo original (Inglês).

Os prefeitos de Los Angeles, Cidade do México, Londres e Cidade do Cabo estão entre o grupo de 12 líderes urbanos que prometeram comprar apenas ônibus de emissões zero a partir de 2025 e fazer grande parte de suas metrópoles livre do uso de combustível fóssil, promovendo a caminhada, ciclismo e transporte público e limitando o uso de veículos particulares.

As 12 cidades - incluindo também Paris, Copenhaguen, Barcelona, ​​Quito, Vancouver, Milão, Seattle e Auckland - têm uma população somada de aproximadamente 80 milhões segundo estimativas. No acordo, os líderes apontaram para a poluição atmosférica local, bem como para as mudança climáticas.

"A poluição atmosférica causada por gasolina e veículos a diesel está matando milhões de pessoas em cidades do mundo", disse a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, em um comunicado. "As mesmas emissões também estão causando mudanças climáticas".

Os prefeitos fazem parte da rede C40 Cities, um grupo de lideranças climáticas que existe há dez anos e que agora inclui 91 cidades em todo o mundo. A C40 Cities ajudou a estabelecer um diagnóstico para a ação climática a nível das cidades que foi apresentado em 2015 no Acordo Climático COP21 em Paris.

O plano faz eco a um lançamento semelhante divulgado recentemente pela cidade de Madri, que prevê uma "zona de zero emissões" no centro da cidade, que mede cerca de 4,5 quilômetros quadrados, em que apenas os residentes, o transporte público e os veículos de emissão zero poderão circular.

O pacto das 12 cidades não define como serão as zonas de emissão zero, mas criará uma linha de tempo, que os prefeitos prometerem assegurar que "uma grande área de nossa cidade seja zero em 2030." Dentre as várias maneiras de planejar para atender a esse objetivo, incluem-se taxas crescentes de caminhada, ciclismo e uso de transporte público, reduzindo o número de veículos poluentes nas ruas da cidade, a busca de veículos de emissão zero para as frotas da cidade e colaboração com fornecedores, operadores de frotas e empresas para acelerar as mudanças.

De acordo com o jornal The Independent, a cidade de Londres atualmente possui a maior frota de ônibus elétrico das 12 cidades envolvidas no acordo. Os fabricantes de ônibus elétricos incluem Volvo, Mercedes-Benz Daimler e Proterra - que, como noticiou a Ong Next City em setembro, recentemente definiu sua intenção de produzir em escala, ao invés de apenas um modelo, com o objetivo de expandir seu mercado.

Dezenas de prefeitos, da rede C40 e além, se uniram para apoiar os objetivos delineados no acordo climático de Paris. Nos Estados Unidos, um grupo de prefeitos assinou duas cartas abertas pedindo que o Trump permaneça no acordo climático. Depois que esse esforço falhou, prefeitos em todo o país, inclusive em Indianápolis, Nova York e Madison, lançaram planos para manter os objetivos climáticos de Paris.

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Por Rachel Dovey no Next City 
(Inglês).

A qualidade do transporte público é um problema em vários países e não é novidade que nas listas, o Brasil é incluído como problemático. Mas, hoje vamos tratar de mostrar de lugares que podem nos servir de inspiração. Listado pelo site Inhabitat, confira abaixo as cidades consideradas Top Five, dotadas dos melhores sistemas de transporte público do mundo.
 
5º lugar: Moscou (Rússia).

Apesar de inaugurado há quase oitenta anos, em 1935, o sistema da capital russa é um dos mais pontuais do mundo. Mais de 8 milhões de passageiros utilizam diariamente o sistema ferroviário de Moscou, que tem 305 km de extensão.


4º lugar: Paris (França).

 

Independentemente de em que lugar de Paris você esteja, é possível encontrar uma estação de metro a cada 500 metros: são pelo menos 300 espalhadas pela cidade, interligando todas as áreas. E, para que as pessoas possam completar seus trajetos da melhor forma possível, a capital francesa tem ainda um sistema de aluguel de bicicletas com 1.400 estações.


3º lugar: Londres (Inglaterra).


A cidade do Big Ben tem o maior e mais antigo metrô do mundo. O Metropolitano de Londres, ou London Underground, que começou a operar em 1863, ainda hoje é um dos mais eficientes, com 268 estações e cerca de 400 km de extensão. Além disso, a capital inglesa conta com uma vasta rede de ônibus, trens na superfície e bondes suburbanos que garantem a mobilidade diária da população londrina.

2º lugar: Nova York (Estados Unidos).

 

Na maior cidade dos EUA, as possibilidades de locomoção são muitas: ônibus, trem, metrô, bicicletas, balsas e até faixas exclusivas para pedestres que fazem da cidade, um dos melhores lugares do mundo para se deslocar utilizando o transporte público. Todos os sistemas funcionam 24 horas por dia, para atender toda a demanda da cidade.

 

1º lugar: Tóquio (Japão).

 
 

A capital japonesa é uma das maiores cidades do mundo e tem o sistema de transporte mais complexo – e completo – do mundo: ônibus, metrô, balsas, VLTs, BRTs, diversas formas de locomoção somam cerca de 10,5 bilhões de viagens por ano. Com uma rede tão extensa, o sistema de transporte público é a espinha dorsal da cidade e a primeira opção da população para se deslocar.

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Com informações da Inhabitat e CicloVivo. Fotos: iStock by GettyImages.