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São Paulo São Negócios


Uma iniciativa que aproxima os criativos do mercado de comunicação e marketing, do dia a dia da população. O inovar e o "fazer" para aproximar as pessoas e proporcionar a elas, soluções para novas formas de convivência na cidade. Acreditando nestes preceitos, que também estão no dna do projeto, o São Paulo São participou do 'Make-A-Thon', durante o Festival do Clube de Criação deste último fim de semana na Cinemateca.
 
"O São Paulo São apoia a iniciativa e se integrou a ela pois acredita que a soma dos esforços criativos e de inovação traz ganhos para a população, proporciona humanização, estimula a convivência e melhora a qualidade de vida na cidade," ressalta Mauricio Machado, CEO do São Paulo São.
 
"Quando montamos o 'Make-A-Thon', nos preocupamos em formar uma rede de colaboração poderosa, capaz de gerar inovação em um curto espaço de tempo. Conexões e metodologia própria que podem atuar em parceria tanto com o setor privado quanto o público", comentam Mauro Cavalletti (Facebook), Pedro Gravena (FCB) e André Piva (Lov.) seus idealizadores.
 
E, a convite do São Paulo São, a primeira-dama de São Paulo, Ana Estela Haddad, coordenadora do São Paulo Carinhosa, participou, na manhã deste domingo, das atividades da oficina prática de inovação criativa como palestrante e estimuladora do processo.

 

Piva, Ana Estela, Mauricio Machado (São Paulo São), Gravena e Cavaletti. Foto: Eduardo Ogata / Secom.

A jornada durou dois dias, em módulos de 4 horas, com o tema "Será que a tecnologia é capaz de tornar as ruas de São Paulo mais lúdicas e interativas para nossas crianças?"

Criativos desenvolvem seus projetos. Foto: Eduardo Ogata / Secom.

Ana Estela Haddad esteve com os criativos e na companhia de Luciana Haguiara (AlmapBBDO), Janaina Borges (Contagious), Joanna Monteiro (FCB), Flávia Spinelli (Lov.), Juliana Constantino (Instagram) entre outros.

Ana Estela e as criativas. Foto: Eduardo Ogata / Secom.

Os grupos apresentaram os seus projetos para a primeira-dama que, além de avaliá-los, falou de seu trabalho à frente do São Paulo Carinhosa, programa que articula as políticas da primeira infância na cidade, junto de 14 Secretarias do Município. 

Ana Estela Haddad assiste e Fábio Simões (JWT) apresenta o projeto de seu grupo. Foto: Eduardo Ogata / Secom.

O 'Make-A-Thon' tem como escopo, ser uma oficina prática de inovação em trabalhos de comunicação que foca no exercício do “fazer”. Ao final, crianças também opinaram sobre a produção dos protótipos 'amigáveis' desenvolvidos na 'oficina'.

 
Protótipo sendo testado por crianças. Foto: Mauricio Machado.
 
 


O Festival do Clube de Criação 2015, que irá marcar os 40 anos da entidade, acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de setembro, sábado, domingo e segunda, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.

Já passaram pelos palcos do evento, nos últimos três anos, nomes internacionais como: Tham Khai Meng, Ogilvy’s Worldwide Chief Creative Director; Rosie Arnold, Deputy Executive Creative Director da Bartle Bogle Hegarty; Craig Davis, na época CCO da JWT; Peter Souter, CCO da TBWA Worldwide; Rodolfo Echeverria, Vice President of Marketing da Coca-Cola Latin America; Marc Baptiste, Fotógrafo; Joe Crump, Senior Vice President, Strategy & Planning da Razorfish; Jon Rose, Pro-Surfer e Fundador da ONG Waves for Water; Michael "Puck" Quinn, Creative Director do Blue Man Group; Chuck Porter, Cofundador e Chairman da Crispin Porter+Bogusky e Chief Strategist do MDC Partners; Ajaz Ahmed, Fundador e CEO da AKQA; Jonah Peretti, Cofundador do BuzzFeed e do The Huffington Post; Jonathan Briggs, Cofundador da Hyper Island; Laura Jordan Bambach, Creative Partner da Mr President e Cofundadora da SheSays; Matt Eastwood, Worldwide Chief Creative Officer da JWT, Sungwon Kim,Producer e Account Director da Dentsu Tokyo; Thorsten Harstall, Director do Adidas Creative Centre; Hugh Forrest, Cofundador e Director do South by Southwest Festival (SxSW).

Sem falar na incrível lista de talentos brasileiros, que não há como relacionar aqui porque são mais de 350 incríveis profissionais, não apenas do mercado publicitário, mas de todas as áreas que a economia criativa abrange.

Clique aqui e confira a programação.

Vale destacar que sócios do Clube de Criação não pagam para participar do Festival. Assim sendo, não perca tempo e providencie sua associação. Esse é apenas um dos benefícios garantidos aos sócios da entidade. Para saber mais detalhes, ligue para 11 30303-9322 ou envie email para [email protected].
 
A Mullen Lowe Brasil criou uma campanha para divulgar o Festival do Clube de Criação deste ano. O evento traz as novidades do mercado publicitário, como quem procura, persegue, mira e captura o conteúdo como um verdadeiro caçador. Com essa linha de direcionamento e ilustrações de caçadores hipsters, a campanha incentiva todos a se tornarem caçadores de tendências e de ideias.
 
Criativos na Cinemateca, edição 2014 do Festival do CCSP. Foto: Paula Barreto.
 
Serviço
Quando: 19, 20 e 21 de setembro
Local: Cinemateca Brasileira - São Paulo – Brasil
Largo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Clementino
http://www.cinemateca.gov.br/

Hosted by Clube de Criação
www.clubedecriacao.com.br
https://twitter.com/CCSPoficial
 


Acontece no dia 23 de setembro a primeira edição do youPIX CON, evento que consolida a nova fase da plataforma/comunidade focada em discutir a cultura da internet. O encontro será em São Paulo fechado para convidados e com transmissão online. 

O objetivo é reunir creators, veículos, plataformas e líderes de cultura digital para discutir a indústria partindo de quatro temas: Conteúdo, Negócios, Tendências e Plataformas. Anteriormente, o youPIX reunia as celebridades da internet em um festival que chegou a 18 mil pessoas em 2014. Agora a intenção é focar em discutir os rumos dessa nova área com nomes relevantes do mercado.

Estão confirmados entre os keynotes nomes como John Green (fundador da Vidcon), Raphael Vasconcellos (diretor de soluções criativas do Facebook), Eco Moliterno (executive creative director da Africa), Thiago Hackradt (sócio e head of accounts da VICE), Alexandre Inagaki (social media consultant), Adriano Silva (fundador do Projeto DRAFT), Silvia Ruiz (diretora do Portal Vírgula), Julia Petit (criadora da plataforma Petiscos), Leandro Demori (editor do Medium Brasil), etc.

O evento é dividido em quatro espaços: Keynote Stage, How To Stage, #SocialCoffee 3 Corações e Think Groups. A programação acontece das 9h às 21h10. Para conferir a agenda completa, acesse o site.

O pacote "youPIX CON live & on" custa R$ 350,00 e dá acesso ao vivo à 31 palestras, painéis e workshops espalhados em dois palcos - Keynote Stage e How To Stage. Além disso, você também terá acesso aos vídeos on demand, pra assistir depois ou quando quiser.

Fique ligado nos parceiros de mídia - AdNewsTrampos.coBrainstorm9ProXXimaTRIP e Projeto Draft.

Eles vão liberar cupons de 25% de desconto em suas páginas e sites até a data do evento. 

Fonte: Youpix com informações Trampos.co.

 

 
Sites de financiamento coletivo (crowdfunding) estão crescendo em apoio e diminuindo em quantidade no Brasil.
 
Passados cerca de cinco anos desde que se tornaram novidade no País, as plataformas, hoje mais maduras, contabilizam um número crescente de usuários e projetos, quadro que se deve a uma maior confiança sobre esse tipo de negócio e a uma onda de novos empreendedores que buscam nesse modelo uma forma de testar suas ideias sem esvaziar o bolso. 
 
O crowdfunding funciona assim: um idealizador coloca seu projeto em um site de financiamento coletivo e estipula quanto dinheiro precisará para torná-lo realidade. 
 
Ele então oferece recompensas diferentes por faixa de valor aplicado por apoiadores. Se o valor for alcançado até um prazo estipulado, o idealizador recebe o montante. Algumas plataformas, mais flexíveis, admitem o recebimento mesmo sem ter-se alcançado a meta. 
 
Levantamento feito pelo Estado mostra que de 76 plataformas de crowdfunding criadas no País, apenas 31 permanecem ativas com projetos ou campanhas lançadas há pelo menos três meses. 
 
Dentre as sobreviventes, está a Kickante, um dos sites de apoio coletivo a projetos que registram crescimento relevante neste ano. “De outubro de 2013 até o final do ano passado tínhamos 1 mil campanhas e R$ 4 milhões em arrecadação. Somente em 2015, foram 8 mil projetos lançados e mais de R$ 10 milhões arrecadados”, afirma Tahiana D’Egmont, responsável pela Kickante. 
 
Para ela, o atual cenário econômico e o aumento de desemprego colaboraram indiretamente para a popularidade da plataforma. “A crise na economia é algo muito positivo para a gente. Crescemos muito neste momento”, conta Tahiana. 
 
Quem explica essa relação é o analista Claudio Soutto, da Deloitte, que aponta para o empreendedorismo como uma cultura crescente no País. “O modelo de emprego no Brasil e de profissão está mudando muito. Daqui alguns anos, a maioria dos empregos será de pequenas empresas que prestam serviço para outras organizações. O empreendedorismo hoje é muito mais acentuado do que anos atrás.” 
 
Para ele, esses novos pequenos empresários veem nos sites de financiamento coletivo uma forma de provar a demanda por seus produtos ou serviços, partindo de investimento e riscos muito baixos. 
 
“São plataformas democráticas, que permitem que qualquer pessoa, de qualquer classe, com uma boa ideia chame atenção de um público maior. É um prato cheio para o empreendedorismo”, acredita. 
 
Pesquisa realizada pelo Catarse embasa a relação entre crowdfunding e empreendedores. Segundo ela, 32% dos donos de projetos são donos de empresas. Uma das empresas que mais ajudaram na popularização do modelo de financiamento de projetos – sejam eles a gravação de um álbum musical, o desenvolvimento de um jogo ou o apoio a um projeto social – também relata uma explosão semelhante de seus índices. 
 
O Catarse, criado em 2011, contabilizou um crescimento de 23% no primeiro semestre deste ano na comparação ano a ano. “Nosso crescimento foi um ciclo: passamos confiança para quem tinha um projeto, ele passou confiança para quem queria apoiar e por aí vai”, conta Diego Reeberg, fundador do Catarse. ”Hoje, a maioria dos projetos que entram foram por recomendação de outras pessoas que usaram a plataforma.” 
 
As plataformas de nicho, que aceitam apenas projetos ligados a temas específicos, como livros, animais de estimação ou cervejas, também acompanham a alta. “Arrecadamos R$ 1,2 milhão apenas nesses primeiros seis meses. 
 
Na história da empresa, que criei em 2012, foram R$ 3,4 milhões”, conta Ariel Tomaspolski, cofundador da Juntos.com.vc, focada em projetos sociais. Segundo a dados da Massolution, empresa dos EUA que pesquisa e presta consultoria para o setor, a alta na arrecadação realizada pelo mercado de crowdfunding é observável em todo o mundo. 
 
Entre 2010 e 2014, o valor obtido com campanhas saltou de US$ 880 milhões para US$ 16,2 bilhões. A projeção para este ano mais do que dobra, podendo chegar a US$ 34,4 bilhões.

À brasileira 
 
Apesar da crescente popularização do crowdfunding, o brasileiro ainda tem receio de participar deste tipo de negócio. A falta de conhecimento sobre a ferramenta e o medo de realizar transações na internet são alguns dos motivos da falta de adesão, segundo Monica Penido, pesquisadora da área.
 
 “As pessoas tem medo de divulgar dados de cartão de crédito na internet, impossibilitando o apoio a projetos”, comenta. “O comportamento colaborativo parece ainda estar circunscrito ao círculo íntimo de cada apoiador de projetos.” 
 
Carlos Lima, fundador da Social Beers, site de financiamento coletivo focado em cervejas artesanais, ressalta que muitos ainda estão tentando entender a lógica desse sistema. “Recebo mensagens de gente que não entende a proposta e de outros felizes por terem entendido”, diz. 
 
“O crowdfunding, depois de todos esses anos, ainda é uma novidade.” Por aqui, a área de música é a que mais recebeu projetos até hoje (748), segundo levantamento do Catarse, seguida de cinema (698). 
 
O fato diferencia sites brasileiros dos americanos Kickstarter e IndieGoGo, que popularizaram o crowdfunding no mundo. 
 
Neles, projetos de inovação, anunciados por empreendedores ou grandes empresas são maioria. Mas a realidade no Brasil pode estar mudando. Um indício é o fato de o projeto com mais alto valor de apoio no Catarse ser inovador. 
 
Trata-se do Mola, um sistema de maquetes feito com molas e imãs, que arrecadou mais de R$ 600 mil. Luisa Rodrigues, fundadora do site Benfeitoria, diz que até incentiva o uso de crowdfunding como “ferramenta para prototipar e pré-testar uma ideia” mas “as pessoas e as empresas ainda olham com desconfiança para o modelo”. “Dessa forma, vemos que se tornou muito mais uma ferramenta de apoio a causas.” 
 
Apesar disso, o financiamento coletivo no País deve seguir crescendo, aposta Reeberg, do Catarse. “Os projetos não precisam de milhões de reais e milhares de pessoas. São comunidades, com 100 ou 200 pessoas, dispostas a financiar um projeto para tirar do papel. O crowdfunding preenche um papel que não tem ninguém para ocupar.”

Fonte: Redação Link.
 
 


Se você tem um projeto que tenham como propósito ampliar a participação feminina no setor de tecnologia, está no lugar certo!

O Prêmio Mulheres Tech in Sampa distribuirá 50 mil reais entre cinco projetos – dez mil reais para cada um – que estimulem o empreendedorismo feminino com foco em tecnologia e que sejam coordenados por mulheres. O objetivo é ampliar a participação de mulheres no ecossistema de startups da cidade por meio de iniciativas gratuitas ou de baixo custo.

Se animou? Então corra para inscrever seu projeto!  

Para participar as propostas de projetos devem ser focados na cidade de São Paulo e devem conter as características exigidas abaixo:

Difusão: Ações específicas de inspiração, difusão e valorização do empreendedorismo digital entre as mulheres, que apoiem o fortalecimento, participação e integração do ecossistema empreendedor feminino em atividades como, por exemplo, criação de empresas, investimento anjo, aceleração de negócios conteúdo, assessoria, palestras, vídeos, rodadas de negócios, encontros, interações e premiação.

Formação: Ações específicas de formação, capacitação, aperfeiçoamento e qualificação de mulheres interessadas em criar negócios digitais ou desenvolver atividades de programação e desenvolvimento por meio de cursos, oficinas técnicas, conteúdo online, assessorias, palestras, encontros e interações.

As inscrições começaram dia 1 de setembro e vão até o dia 16 de outubro de 2015. A data do anúncio das vencedores será divulgada em breve.

Acesse o site e saiba mais: http://mulherestechemsampa.com.br/


Faz um tempo, um dia, o Felipe me perguntou: "não tem algum jeito de a gente juntar em algum lugar isso que você lê e o que a Belinha lê? Não é necessariamente notícia, mas é interessante e seria legal mais gente poder ver, não?”
 
Começou assim. Um ménage a “um montão”. Junta o teu Feedly com o meu Flipbpard com esses malucos que você segue no Twitter e outros que eu sigo no Instagram e temos… Um lugar para papos sérios e nem tanto. Um lugar para falar do que quisermos sem esperar likes, sem querer que ninguém concorde com a gente. Nossa única expectativa: começar uma conversa. 
 
Juntamos um time bacana, provocamos uns aos outros, fizemos aula de wordpress, pedimos ajuda aos amigos e colaboração até pra família e hoje, oficialmente, colocamos no mundo nossa voz. Ao invés de apenas juntar os Feedlys aos Flipboards, pusemos todo mundo pra escrever - até a Roberta escreveu! - e iniciamos um monte de conversas gostosas. 
 
Welove.com.br é a expressão "tipo-site” (falado: tipo-saite) do Coletivo WeLove: um espaço livre para a exposição de ideias e troca de inspiração entre pessoas interessantes e interessadas. Se para você, assim como para nós, falta conversa boa, ouvir além de falar e assinar embaixo quando escrevemos – ou dizemos – algo; acho que você vai gostar. 

Logo, teremos eventos, linhas exclusivas de produto e, se tudo der certo e ainda mais gente ajudar: publicações. Sim. De papel. 
 
Por agora, entre lá, leia os textos e me diga se tem vontade de colaborar. Mande pros amigos, poste no Face, no Twitter, no Snapchat e até escreva um post-it na mesa, se quiser. Toda ajuda é bem vinda e toda opinião também. 
 
Fica aqui meu agradecimento aos nossos editores e amigos do coração Luciana Minami, Adler Berbert e Roberta Romano. Sem vocês não teríamos um lançamento hoje.  
 
Aos nossos primeiros colaboradores: Julie Orberg Piovezanni, Marco Piza, Mauricio Costa, Lita Forbes e Maluh Bastos. Obrigada pela confiança, generosidade e carinho. Estamos super felizes de papear com vocês.  
 
Ao meu amigo e compadre Guy Costa e nossa tripla Ricardo Sarno. Nossa identidade visual é o que vocês enxergaram e traduziram e a gente promete fazer essa marca bem forte, pra vocês terem muito orgulho de ser parte dessa história.  
 
E aos meus co-fundadores Renata Porto, Felipe Veiga Barros e Isabela Abrantes. Vamos fazer nossa parte por um mundo mais interessante. 
 
Você aí, que eu spameei (via email). Obrigada pela paciência de ler até aqui. Agora, leia lá. E entre na conversa! E lembre-se: ainda estamos em beta. E assim estaremos por um tempinho… ;-) 

Beijo, Fefa  

Fernanda Romano uma das mais criativas publicitárias brasileiras das últimas décadas, com carreira nas principais Agências do Brasil e exterior, é sócia-fundadora e diretora criativa da Malagueta Content. 
 
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