Negócios - São Paulo São

São Paulo São Negócios


Film Commission é uma organização estatal ou paraestatal que atrai e oferece assistência para a realização de produções audiovisuais. A missão da São Paulo Film Commission é transformar a cidade em um cenário a céu aberto, facilitando às filmagens nacionais e estrangeiras em território paulista.

As diversas paisagens de São Paulo servirão de locações para produções de cinema, TV, games e demais plataformas. Além de movimentar a economia do audiovisual, a atividade é responsável pelo impacto positivo em outros setores, como o turismo e o comércio local.

Para os produtores, a São Paulo Film Commission oferece apoio em diferentes esferas: política, técnica, legal, infraestrutura e logística.

Por meio do escritório, será possível, acessar um banco atualizado com as locações disponíveis, os profissionais do setor e os serviços oferecidos na cidade. A Film Commission também atua na elaboração de políticas especificas para tornar mais dinâmico o processo de autorização de filmagem.

Para o público de cinema, é a chance de ver São Paulo na tela: as histórias, os lugares, as pessoas.

 'Ensaio Sobre a Cegueira' (Fernando Meirelles, 2008): Danny Glover, Alice Braga, Julianne Moore, Mark Ruffalo,
Mitchell Nye, Yusuke Iseya e Yoshino Kimura atravessam o Viaduto do Chá.

 

Conheça algumas das proposta da São Paulo Film Commission para a cidade

Cadastro único

Por meio de uma Ficha Cadastral Única que será disponibilizada no site da Spcine e no APP, toda produção audiovisual deverá informar as necessidades para filmagem, facilitando o trabalho de obtenção da licença. Algumas locações com liberações imediatas, já selecionadas em nosso banco de locações, irão facilitar ainda mais a atuação do produtor.

Aplicativo

Um aplicativo geolocalizado, nas versões móvel e web, que vai oferecer ao produtor audiovisual a facilidade de conhecer os espaços e vias disponíveis para locação. Por meio do app, os usuários poderão solicitar e acompanhar os pedidos de autorização de filmagem. Também será possível acessar o bancos de serviços e mão de obra especializada da cidade, bairro a bairro.

***
Fonte: São Paulo  Film Commission.

 


Cinco projetos de estímulo ao empreendedorismo feminino com foco em tecnologia foram premiados hoje com 10 mil reais cada um. As iniciativas vencedoras foram reveladas em um evento no 41º Café com Empreendedoras, no auditório do Google, em São Paulo. 

São elas: Academia Lovelace, MariaLab, PrograMaria, PyLadies São Paulo, WomenUp Games, além de uma menção honrosa para As aventuras de Meg Margadinória no Reino das Formigas.

O Prêmio Mulheres Tech em Sampa é uma parceira da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), da Rede Mulher Empreendedora, do Google For Entrepreneurs e do SPNegócios e faz parte do Tech Sampa, política da Prefeitura de São Paulo de fomento a novas empresas de tecnologia.

Selecionar as cinco iniciativas entre as 54 inscritas não foi fácil. Confira abaixo os projetos que irão ajudar a ampliar a participação de mulheres no ecossistema de startups da cidade em 2016.

Academia Lovelace, de Letícia Santos e Jean Lima, curso online de programação, com módulos presenciais. Ao final do curso, como experiência prática, as alunas construirão projetos de tecnologia para entidades sem fins lucrativos;

PrograMaria: EuProgrAMO - Introdução à lógica de programação e desenvolvimento web, de Iana Chan, curso presencial de programação para mulheres, com carga horária de 32 horas, e criação de uma rede de mulheres na tecnologia e banco de talentos;

Marialab Hackerspace, de Vanessa Tonini e Carine Ross, oficinas de capacitação em tecnologia para mulheres a partir de 14 anos e rede de apoio das participantes para troca de informações e ajuda;

PyLadies São Paulo, de Alini, Ceci, Erika e Pat, nove cursos para o ensino de programação para mulheres da cidade de São Paulo, utilizando a linguagem Python, incluindo um curso especialmente voltado para meninas de até 13 anos;

Women Up Games, de Ariane Parra e Juliana Batista, Game Days (campeonatos) temáticos para mulheres e palestras com o tema “mulheres nos games”.

Menção Honrosa: As aventuras de Meg Margadinória no Reino das Formigas, de Tatiana Barros, incentivo, por meio de um jogo de tabuleiro, do interesse e da habilidade de meninas do Ensino Fundamental I em competência lógico-matemáticas.

***

Fonte: Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres.

 

 


A Prefeitura de São Paulo inaugurou nesta quinta-feira (17/12) a primeira unidade da Rede Pública de Laboratórios de Fabricação Digital (Fab Lab Livre SP), que vai funcionar no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes. O projeto tem o objetivo de oferecer aos estudantes da rede pública de ensino acesso a máquinas de produção digital, como impressoras 3D, para desenvolver protótipos de novos produtos, como próteses para área de saúde. Até março de 2016, serão 12 laboratórios desses em operação na Capital.

“Estamos instalando em São Paulo a maior rede de laboratórios públicos de produção no país. Vamos inaugurar mais três até o final do ano e mais oito até março de 2016. Queremos mudar a cabeça dos jovens para que possam inovar e perceber a produção de outra maneira. Aqui será possível fazer desde um game até o protótipo de uma cadeira ou abajur. Nenhum município brasileiro tem Fab Labs como os que estamos inaugurando”, afirmou o prefeito Fernando Haddad.
 

Inauguração da primeira unidade da Rede Pública de Laboratórios de Fabricação Digital (Fab Lab Livre SP). 
Até março, serão 12 em operação. Foto: Fabio Arantes / Secom.

Os Fab Labs são espaços de produção colaborativa e aprendizado interdisciplinar, que tem como principal público-alvo os estudantes. No local, os jovens terão acesso a impressoras 3D, cortadora laser, software de modelagem e animação para programação em computadores, fresadoras e equipamentos de eletrônica, entre outros recursos utilizados na cultura maker (ou “faça você mesmo”).

Nesses locais, os estudantes vão ter cursos de técnicas de fabricação digital e aprender processos de produção para que possam, de forma colaborativa, criar protótipos de baixo custo para manufatura em larga escala. “As tecnologias dos Fab Labs vão permitir, por exemplo, desenvolver próteses para melhorar a qualidade de vida dos que têm mobilidade reduzida”, disse o secretário Municipal de Serviços, Simão Pedro. A iniciativa vai atender também startups que queiram utilizar os laboratórios para se desenvolver no mercado e ajudar a impulsionar o empreendedorismo.


Equipamento em Cidade Tiradentes oferece a estudantes acesso a máquinas de produção digital,
como impressoras 3D para desenvolver protótipos de novos produtos. Foto: Fabio Arantes / Secom.
 
“A ideia de um laboratório que oferece entretenimento com cultura e conhecimento é muito poderosa”, declarou o especialista em inclusão digital Sérgio Amadeu da Silveira, professor adjunto da Universidade Federal do ABC (UFABC) que foi presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação do governo federal e ajudou a implementar o primeiro telecentro da Capital na Cidade Tiradentes, em 2001.

O Fab Lab Livre SP será gerenciado pela ITS Brasil, entidade selecionada pela Prefeitura para promover o desenvolvimento e o aproveitamento de tecnologias voltadas para o interesse social. A unidade funcionará conectada também com o Fab Lab da Universidade de São Paulo (USP). “Creio que esse projeto é um marco na história da cidade de São Paulo, porque fará com que a tecnologia saia da universidade e chegue à comunidade”, disse Paulo Fonseca, diretor do Fab Lab da USP.

Além da unidade de Cidade Tiradentes, outros três estão em fase de testes na cidade. Eles estão localizados na Galeria Olido, no Centro Cultural da Penha e na Casa da Memória de Itaquera, e deverão ser inaugurados até o final de dezembro. Os outros oito serão abertos até março de 2016. Os 12 laboratórios deverão atender 1.500 estudantes por mês e alcançar um público de 30 mil pessoas em dois anos.

***
Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.


O engenheiro Victor Hugo Cruz largou o terno e a gravata para desenvolver sua bicicleta elétrica. Surgiu então a Vela, que foi produzida com um design retrô, aliando o centenário mecanismo das bicicletas com componentes de alta tecnologia. O resultado, depois de dois anos de pesquisa e projeto, é uma solução econômica, sustentável e prática para os problemas de ineficiência do transporte urbano atual. 

Neste ano, a empresa fez dois outros financiamento coletivos nos Estados Unidos, e obteve cerca de US$ 55 mil (R$ 207 mil). As bicicletas vendidas nos EUA serão montadas em Los Angeles, onde Cruz tem parceiros.

Por aqui, a Vela é vendida por R$ 4.390 no e-commerce e na loja da marca. "Temos uma oficina para montagem. Compramos algumas peças no Brasil e importamos outras, como componentes da bateria e do motor, do Japão e da China", diz Cruz.

Segundo o empresário, cerca de 50 unidades já foram vendidas nos EUA e outras 70, no Brasil.

 

Victor Hugo Cruz passeia com a bicicleta elétrica Vela, em São PauloVictor Hugo Cruz passeia com a bicicleta elétrica Vela, em São Paulo

Victor Hugo Cruz passeia com a bicicleta elétrica Vela, em São Paulo. Foto: Danilo Verpa / Folhapress.

 

Características técnicas

A Vela pesa apenas 19 kg, cinco a menos que modelos comuns no mercado. O acabamento é cromado com quadro em aço inox e selim (banco) de couro, com molas de absorção de impacto. A simplicidade dos mecanismos foi estudada para evitar a necessidade de manutenção.

A bateria removível localizada no quadro permite uma fácil recarga - em menos de duas horas e meia - e proporciona à bicicleta uma autonomia de 25 km a 35 km. Para ligar a Vela, basta pressionar um botão e o motor entra como auxílio ao começar a pedalar, facilitando a locomoção (principalmente em subidas). Outros recursos que a bicicleta disponibiliza para seus usuários são uma entrada USB para recarga de celulares e tablets além de um sistema de alarme com senha sequencial e rastreador de GPS interno.

Expansão dos modelos elétricos

Com o grande número de poluentes lançados na atmosfera por veículos automotores, além do problema de mobilidade urbana nas grandes cidades, é cada vez mais comum a busca por meios alternativos de locomoção. Entre esses meios, destaca-se a bicicleta, largamente adotada em grandes centros urbanos - sem contar que é o veículo mais utilizado em todo o mundo.

Com essa popularidade das magrelas, novas tecnologias foram desenvolvidas pelo globo a fim de tornar seu uso mais popular e chamativo, surgindo as bicicletas elétricas e a perfeita união das pedaladas com um motor e bateria elétrica, facilitando a locomoção.

Hoje, o mercado da bicicleta elétrica se encontra em expansão. Em 2009, foi estimado um número de 200 mil bicicletas elétricas espalhadas pelos Estados Unidos. Na Alemanha sua produção ultrapassa a marca de 400 mil unidades. O mercado brasileiro ainda está em desenvolvimento, sendo importados a grande maioria dos modelos presentes no país.

Visão do especialista, Fabiano Nagamatsu, consultor do Sebrae-SP

Sustentável: a Vela se destaca como alternativa de mobilidade com mais conforto e design que bicicleta comum.

Clique aqui e assista o video.

***
Com informações eCycle e Caderno Negócios da Folha de S.Paulo. 

 

O projeto Ateliê Vivo, uma biblioteca pública de modelagens e espaço de construção de roupas, permite que todo mundo tenha a experiência de produzir suas próprias roupas a partir de modelos doados por estilistas. A iniciativa é do grupo de pesquisa em processos criativos e propostas estéticas G>E (Grupo Maior Que Eu), com coordenação e desenvolvimento da Dani Yukari, Gabi Cherubini, Karla Girotto e Thatiana Yumi Kurita.

 

atelie-vivo-casa-do-povo2atelie-vivo-casa-do-povo2

 

Aqui no Modefica, nós acreditamos que um dos passos para levar uma vida mais consciente é reconquistar sua autonomia, poder construir sozinho aquilo que a indústria não te oferece. Seja cozinhando sua própria comida para fugir dos conservantes e temperos industriais ou plantando sua própria horta sem agrotóxicos; quem faz tem o poder nas mãos.

Quando você faz com as próprias mãos experimenta o tempo do processo e cria um elo com o produto final. Entende que para uma peça de roupa existir, por exemplo, precisa de muita dedicação e que não faz sentido abandoná-la depois, pelo contrário, ela precisa ganhar vida.

A ideia do Ateliê Vivo nos é encantadora, pois ela promove exatamente essa autonomia e ajuda a entender a roupa além da moda e do consumo. Karla Girotto, que doou parte do seu acervo de modelagens, afirma que esse processo é a continuação de uma longa história que começou em seu antigo ateliê e que agora pode ganhar novo sentido e imagem. Com o tempo, podemos esperar modelagens de outros estilistas do grupo e também de fora dele, como Giselle Nasser, Lane Marinho, Pitty Taliani (Amapô), Ronaldo Fraga e Rita Comparato.

O Ateliê Vivo acontece na Casa do Povo, dentro do projeto MetaColetivo, que ganhou o edital Proac da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo e propõe que todos os grupos residentes na casa dialoguem com o bairro do Bom Retiro. A participação é gratuita e o projeto acontece aos sábados, das 14h às 21h. Para utilizar o espaço, é preciso ter conhecimentos de corte e costura e levar o próprio tecido.

***
Fernanda Cannalonga no Modefica.


Lui Lima e Rômulo Caballero, criativos da agência de publicidade FCB Brasil, estão lançando um novo aplicativo para crianças no site norte-americano de crowdfunding,  Kickstarter: "Jack - O Urso Polar Atleta". A ideia concebida pela dupla criativa visa motivar crianças e adolescentes a terem um estilo de vida mais ativo de uma maneira simples: o app requer que seu dono se exercite para manter o ursinho saudável.

Os usuários terão que fazer exercícios que podem ser rastreados pelos sensores de movimento e GPS do celular. Por exemplo, quando Jack quiser dar uma caminhada, o dono do pet terá que andar também - com o GPS do aparelho, o app será capaz de dizer se o usuário está andando de verdade.

Quando um exercício é realizado corretamente, "Happy Coins" serão conquistadas. Essas moedas podem ser usadas para comprar comida saudável para o ursinho ou mesmo para desbloquear itens especiais - motivando a criança a ser mais ativa.

"Exercícios podem ser divertidos. A maneira que as pessoas falam sobre isso para as crianças faz com que elas pensem que é algo chato. Jack é uma ótima maneira de motivar crianças e adolescentes para que eles se exercitem regularmente enquanto se divertem. Eles vão cuidar da saúde de Jack enquanto cuidam de sua própria saúde", diz Lui Lima, um dos criadores de Jack. 

"Tecnologia é uma das maiores causas do sedentarismo entre os jovens. Mas, ao mesmo tempo, aparelhos eletrônicos são parte da rotina de todos, incluindo crianças e adolescentes. Nós acreditamos que lutar contra a tecnologia não vale a pena neste caso. É por isso que usamos a tecnologia como uma aliada, de uma maneira divertida. É uma ideia que também ajuda os pais preocupados com a saúde dos filhos", conclui Rômulo Caballero, também criador de Jack.

Se você gosta da ideia, pode doar e colaborar com o projeto no Kickstarter.

Acione a legenda no vídeo e veja o vídeo de 'Jack - O Urso Polar Atleta'.

*
**
Fonte: criativos do projeto.

APOIE O SÃO PAULO SÃO

Ajude-nos a continuar publicando conteúdos relevantes e que fazem a diferença para a vida na cidade.
O São Paulo São é uma plataforma que produz conteúdo sobre o futuro de São Paulo e das cidades do mundo.

bt apoio