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Design Weekend 2019 ganha uma centena de novas atrações comparada à edição de 2018. Foto: Divulgação.Design Weekend 2019 ganha uma centena de novas atrações comparada à edição de 2018. Foto: Divulgação.

A semana promete. De 18 a 25 de agosto, São Paulo recebe a maior semana de design da América Latina. O Design Weekend — apelidado de DW — se espalha pela capital paulista com mais de 300 eventos em 140 locais diferentes. A edição marca a estreia de uma tríade de novas curadoras: as jornalistas e especialistas em design Lúcia Gurovitz, Winnie Bastian e Mari Wenzel.

A ocupação residencial da Paulista tem, em sua representação, o famoso Belvedere Trianon, local onde a elite paulistana costumava realizar seus eventos. Foto: São Paulo Antiga.A ocupação residencial da Paulista tem, em sua representação, o famoso Belvedere Trianon, local onde a elite paulistana costumava realizar seus eventos. Foto: São Paulo Antiga.

Desde o início do século, o Mirante 9 de Julho faz parte da história de São Paulo. Mas por 76 anos permaneceu invisível, esperando para ser redescoberto e integrar novamente a cidade e seu movimento. Hoje, o mirante existe como uma janela para mirar São Paulo e também um reflexo da cidade para si. E a partir de agora, o espaço passa a ter nova gestão, baseada no feminino e suas facetas: um espaço multicultural, plural, democrático e livre, de todas e todos.

O foco será na temática das humanidades com livros de autores brasileiros e estrangeiros, escolhidos a dedo. Foto: Instagram..O foco será na temática das humanidades com livros de autores brasileiros e estrangeiros, escolhidos a dedo. Foto: Instagram..

A publicitária Daniela Amendola e a jornalista Roberta Paixão abrem a Livraria Mandarina, no próximo domingo, 18, na Rua Ferreira de Araújo, 373 em Pinheiros.

A materialização do projeto é fruto da amizade entre as duas e nasce com o propósito de ser um terreno fértil de ideias e, ao mesmo tempo, um espaço acolhedor.

Unidade será pequena e com curadoria atenta, diz dono da rede. Imagem: Divulgação.Unidade será pequena e com curadoria atenta, diz dono da rede. Imagem: Divulgação.

A Travessa, dona das livrarias mais charmosas e bem-sucedidas do Rio, inaugura dia 9 sua primeira loja de rua de São Paulo. Ela fica no número 513 da Rua dos Pinheiros, em uma pequena casa de 200 m² que foi totalmente reformada para abrigar a nova livraria do bairro. Esta é a segunda loja de Rui Campos na cidade – a outra, ainda menor, fica no Instituto Moreira Salles, na Avenida Paulista.

“Sempre tivemos o desejo de fazer uma Travessa em São Paulo, e também muitos pedidos, e ficávamos pensando onde ela poderia estar. Se a Travessa tem uma estratégia é a de interpretar o lugar onde ela vai atuar, tentar falar a língua do pessoal que está por ali”, conta Campos que começou a frequentar o bairro depois que a Travessa assumiu a livraria oficial da Festa Literária Internacional de Paraty – é ali que fica a sede da Casa Azul, organizadora da Flip.

A livraria tem 200 m² e foi dividida em dois andares. Foto: Divulgação.A livraria tem 200 m² e foi dividida em dois andares. Foto: Divulgação.Rui gostou da vizinhança e tratou de procurar um imóvel grande para instalar sua livraria, e então percebeu que nada por ali era espaçoso. “Começamos a pensar nisso entre maio e junho do ano passado, muito antes de essa crise da Saraiva e Cultura e do modelo de megaloja mostrar problema. Foi quando decidimos que não tínhamos que fazer ali uma loja grande e que teríamos que agir de acordo com a linguagem de Pinheiros – de lojas com uma curadoria muito especial”, diz.

A ideia de Rui é investir em atendimento de qualidade e acervo especial, moderno, com uma seleção muito mais rigorosa do que a feita nas demais lojas. Só para se ter uma ideia, a de Pinheiros deve abrigar, em seus 200 m², algo como 18 mil livros. A Livraria da Travessa de Ipanema, uma das mais tradicionais da rede, tem 80 mil volumes e um espaço cinco vezes maior que a filial paulistana. O projeto arquitetônico daqui, como das demais lojas da rede, é de Bel Lobo. 

A seleção inclui todos os gêneros, com destaque para temas atuais, como política e feminismo, e também para obras de autores portugueses – numa espécie de contrapartida informal pela operação em Lisboa, onde ela desembarcou em maio para ocupar 300 m² da Casa Pau Brasil, num casarão tombado do bairro cult de Príncipe Real.

Chegou a hora de outras 12 grandes artistas mulheres entrarem na “Casa de Música – Escuta as Minas do Spotify”. 

A partir desta segunda-feira, (5), o Spotify abre as inscrições para uma nova leva de artistas em começo de carreira (mulheres, claro) ter a chance de gravar seus singles em uma casa feita por mulheres e para mulheres, equipada com estúdio e estrutura de primeira, além de uma equipe técnica experiente e formada por alguns dos maiores nomes do mercado musical brasileiro.

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