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Cidade se destacou em mobilidade e acessibilidade. Foto: Metrô SP.Cidade se destacou em mobilidade e acessibilidade. Foto: Metrô SP.

A cidade de São Paulo ficou em primeiro lugar como a mais inteligente e conectada do país no Ranking Connected Smart Cities 2020. O estudo avaliou todos os 673 municípios brasileiros com mais de 50 mil habitantes.

São avaliados 11 indicadores: mobilidade, urbanismo, meio ambiente, tecnologia e inovação, economia, educação, saúde, segurança, empreendedorismo, governança e energia. Além da classificação geral, há rankings por eixo temático, região e faixa populacional.

A cidade se destacou em mobilidade e acessibilidade devido à diversidade de possibilidades de locomoção. A expansão das linhas do metrô e os planos para a construção de novos ramais nos próximos anos tiveram influencia no resultado. Pesou ainda a favor da capital paulista os 400 quilômetros de ciclovias e a variedade de destinos que podem ser acessados pelos aeroportos de Congonhas e Guarulhos.

Pesou ainda a favor da capital paulista os 400 quilômetros de ciclovias. Foto: Hélvio Romero / Estadão.Pesou ainda a favor da capital paulista os 400 quilômetros de ciclovias. Foto: Hélvio Romero / Estadão.

Em relação à tecnologia e inovação, a capital paulista tem três parques tecnológicos e 11 incubadoras, responsáveis por 4,1% dos empregos formais. A cidade conta também com 85 pontos de acesso à internet por 100 habitantes, sendo que 56,3% das conexões são de banda larga com velocidade superior a 34 mb (megabites).

Quase um terço dos empregos formais no município é ocupado por profissionais com ensino superior.

Confira abaixo quais as 20 cidades mais inteligentes apontadas no Ranking.

O 'Filmweb Drive-in Kino' na Telenor Arena, em Fornebu, Noruega, perto da capital Oslo, é uma experiência única com cine drive-in interno, capaz de receber 100 carros por exibição. Foto: Divulgação.O 'Filmweb Drive-in Kino' na Telenor Arena, em Fornebu, Noruega, perto da capital Oslo, é uma experiência única com cine drive-in interno, capaz de receber 100 carros por exibição. Foto: Divulgação.

Sucesso no país no século passado, os drive-ins estão aparecendo como um primeiro passo para a retomada de projetos do segmento de eventos no mercado nacional. Mas, desta vez, indo além dos cinemas, com shows e apresentações de DJs, eles começam a ser realidade em alguns países como Dinamarca, Noruega e Alemanha. No Brasil, o projeto LoveCine, da Party Industry, começará este mês, no dia 28, ocupando o estacionamento da Jeunesse Arena, no Rio de Janeiro.

O resultado é um momento íntimo ao ar livre que ainda permite que os hóspedes pratiquem o distanciamento social. Foto: Peter Dejong / AP.O resultado é um momento íntimo ao ar livre que ainda permite que os hóspedes pratiquem o distanciamento social. Foto: Peter Dejong / AP.

Como e onde comemos pode parecer muito diferente do que era há alguns meses atrás. À medida que os países começam a se livrar das restrições do isolamento e os restaurantes começam a reabrir as suas portas, o mundo está se perguntando o que vai mudar. Como e onde comeremos pode parecer muito diferente do que era há alguns meses atrás.

Comunicado

A Feira de Intercâmbio e Criatividade foi promovida no dia 7 de março último, portanto, antes da decisão da Prefeitura de São Paulo determinar a proibição de eventos em espaços públicos por tempo indeterminado em função da pandemia do Coronavírus. 

"Como medida para evitar a propagação do coronavírus, estão suspensos eventos com aglomeração de pessoas na cidade de São Paulo por tempo indeterminado, já a partir desta sexta-feira, 13 de março," comunicou a Prefeitura de São Paulo na semana passada.

O São Paulo São e o IDP - Instituto de Design Público apoiam e concordam com a proibição e torcem para que as providências das esferas municipal, estadual e federal tenham sucesso no objetivo de minorar o impacto do vírus na população. De nossa parte continuaremos estimulando e incentivando a produção dos pequenos empreendedores orgânicos e sustentáveis que envolvem a economia circular como forma de promover cidadania e geração de renda de forma alternativa. Esperamos voltar com nossos projetos de ocupação de espaços públicos ao ar livre, quando a situação se normalizar e o Poder Público entender que é seguro fazê-lo.

Feitos os esclarecimentos necessários, temos matéria que preparamos com fotos e depoimentos para contar como a FIC se transformou em um novo modelo de ocupação de espaço público para todas as idades. Aproveitem! 

FIC atrai cerca de 1500 pessoas ao longo de um sábado ensolarado na Praça Alexandre de Gusmão. Foto: Divulgação.FIC atrai cerca de 1500 pessoas ao longo de um sábado ensolarado na Praça Alexandre de Gusmão. Foto: Divulgação.

Teve música, teve pé na grama, teve criança andando solta, teve pet feliz. O clima colaborou – foi um sábado ensolarado na medida, com pinta já de outono. Sem aquele sol castigando, sem um pingo de chuva para estragar a delícia que é sair de casa com uma canga debaixo do braço, estender no chão da praça e lá ficar por horas, bebericando um vinho, lendo um livro ou simplesmente jogando conversa fora, como convém a um dia de lazer.

Um espaço multiuso de arte e cultura. Um oásis verde, em meio à correria da metrópole. Lugar para respirar e inspirar. Assim é o Fika Open Art Studio, recém-inaugurado pelas sócias Carolina Rozenblit e Nicole Poroger, nos Jardins, em São Paulo, num charmoso casarão dos anos 50, repaginado e transformado num ateliê expandido. Fika é um refúgio – a poucos metros das movimentadas avenidas Rebouças e Gabriel Monteiro da Silva – para amantes das artes, sejam iniciantes, profissionais ou até marcas e empresas interessadas em se associar a esse universo criativo.

A Banda Capuccino se apresentou na abertura do espaço. Foto: Divulgação.A Banda Capuccino se apresentou na abertura do espaço. Foto: Divulgação.

“Fika” – palavra sueca que, como no português “saudade”, não tem tradução – significa basicamente uma pausa para estreitar os laços.  A palavra Fika teve origem no século 19, corresponde a um verbo e a um substantivo, e era considerada uma gíria que derivou da palavra kaffe (café). O menu do Fika, até hoje, é basicamente um café, acompanhado de delícias, como kanelbulle (bolinho de canela com cardamomo). Os suecos amam cardamomo e quase todo pão doce contém a especiaria na massa. Curiosamente, até hoje os suecos preferiram não traduzir esta palavra, pois eles alegam que, mantendo no original, o real significado deste momento corre menos risco de se perder. Mais do que uma pausa diária para um café e docinhos entre amigos, trata-se de um fenômeno social. Um ritual que refresca o cérebro e fortalece as relações de amizade, criatividade e produtividade.

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