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Comida peruana de qualidade e a preços justos fazem o paulistano se deslocar a uma área de cidade que espanta a maioria.

Quem passa pela rua Aurora fica com uma imagem pouco agradável do centro de São Paulo. Em um dia comum, dá para ver, em poucos quarteirões, uma batida policial, pessoas ébrias num boteco de esquina, lixo espalhado pela calçada e um cartaz que diz “o crack tem solução”. Sem dúvida, o passado dessa via paulistana, entregue por hotéis e edifícios residenciais antigos que ainda existem por lá sob de camadas de poluição, foi mais dourado do que o seu presente, no coração da chamada Cracolândia. Mas nem tudo o que existe ali deixa de reluzir.

O ouro da rua Aurora é hoje um restaurante de comida típica peruana. Inaugurado há 10 anos por Edgar Villar, o badalado Rinconcito Peruano atrai funcionários de empresas instaladas no centro da cidade (sobretudo bancos) para almoçar ali durante a semana. E desloca pessoas dos mais distantes bairros paulistanos para experimentar seu menu tradicional, aos sábados e domingos, em que a casa alcança lotação máxima e ainda cria uma fila de virar quarteirão. Mas o que será que faz a classe média paulistana perder o medo da Cracolândia? A velha e abençoada fórmula da comida boa, bonita e barata, que aplicada à gastronomia peruana – para muitos especialistas, a melhor e mais elaborada da América Latina – é de fato uma bênção.

Os mais atentos já devem ter notado que nos últimos dez anos a cozinha do Peru se tornou uma espécie de moda, inclusive no Brasil, lento para assimilar a cultura da vizinhança. Esse feito se deve não só à sua qualidade intrínseca, mas ao esforço do renomado chef peruano Gastón Acurio, que se inspirou nos franceses (estudou na famosa escola de chef Cordon Bleu) para promover a cultura de seu país através da comida. Funcionou. Há uma profusão no mundo restaurantes peruanos hoje, o Peru está no mapa cultural global e os peruanos se sentem orgulhosos disso. O único problema é que raro encontrar um desses restaurantes mantenha a qualidade e a beleza dos pratos sem cobrar por isso uma pequena exorbitância.
 

Desde o princípio, o projeto era oferecer o que ele sabia fazer bem e sem frescuras: ceviches e outros pratos com peixes e frutos do mar, receitas de todos os dias no Peru como o lomo saltado (filé em tira com tomate e cebola roxa servido com batata frita e arroz), o arroz chaufa (espécie de arroz chinês com legumes e carne, à moda peruana) e as papas a la huancaína (batata servida com um molho à base de queijo e pimenta). Tudo isso e mais faz parte do cardápio da casa, a preços que variam de 10 a 15 reais para as entradas e de 20 a 40 reais, em média, para os pratos principais. O ceviche de pescado, por exemplo, que em muitos peruanos gourmetizados custa em média 50 reais (ou mais, afinal o céu é o limite) em versão individual, no Rinconcito custa 28 reais.

Edgar sabe bem quem é Gastón Acurio. “Admiro muito seu trabalho. Ele colocou muitos grãos de areia no caminhão da comida peruana. Meus respeitos”, diz. Mas, à frente do Rinconcito, que em setembro inaugura dois novos endereços (um ainda no centro e outro no Tatuapé), ele preferiu manter a conta de um tamanho amigável. Ainda por cima, só emprega em seu staff (que de hoje é de mais de 40 pessoas) imigrantes peruanos que, como ele, chegam a São Paulo com o sonho de prosperar.

Serviço:
Rinconcito Peruano - R. Aurora, 451, Tel: 3361-2400.

Camila Moraes no El País.

 

 

De acordo com um levantamento da ABStartups - Associação Brasileira de Startups, São Paulo é o estado que mais concentra startups em todo o país, com aproximadamente 28% dos empreendimentos inovadores presentes no Brasil.

O estado atingiu a marca de 1 mil empreendimentos cadastrados no banco de dados da entidade, o StartupBase. Não é só a grande quantidade que impressiona. SP apresenta um grande crescimento no setor. Nos últimos quatro meses, por exemplo, o número de startups aumentou nada menos que 21%.

Segundo Guilherme Junqueira, gerente executivo da ABStartups, os números são frutos de uma combinação de várias características. “São Paulo agrega os principais fatores para o desenvolvimento de um ecossistema de startups, o que inclui alcance de mercado, concentração de capital e investidores, enorme mercado B2B e B2C, promoção de eventos semanais e excelentes talentos formados em universidades da região”, explica Junqueira.

O Global Startup Ecosystem Ranking 2015, por sua vez, destacou a cidade de São Paulo como um dos espaços mais promissores do mundo. Segundo ele, a capital é a 12ª melhor cidade do planeta para começar uma startup, além de ter o melhor ecossistema para empresas deste tipo da América Latina.

“São Paulo se difere dos outros ecossistemas porque tem fatores culturais e sociais únicos. Assim, a cidade se tornou abrigo de startups com potencial global em áreas como economia criativa, mobilidade urbana, finanças, educação e saúde”, finaliza Junqueira.

Redação: Administradores.com


São Paulo é a maior cidade da América Latina, reconhecida por sua cultura, entretenimento e negócios.

Segundo levantamento realizado durante a 43ª edição da WorldSkills, maior competição de educação profissional do mundo,pelo Observatório de Turismo e Eventos da SPTuris , a cidade também pode ser considerada a capital brasileira do conhecimento.

O evento realizado no Anhembi entre os dias 12 e 15 de Agosto, recebeu 1.189 competidores de 59 países e o resultado da pesquisa revela que para 70% do público, São Paulo é um importante polo de conhecimento em diversas áreas de estudo.As palavras mais citadas que relacionam a cidade a WorldSkills foram: inovação, oportunidade e tecnologia.

A estrutura e a localização do Anhembi foram consideradas como ótima ou boa para mais de 90% dos entrevistados. O acesso ao complexo de eventos também recebeu destaque positivo, somando 91% como ótimo ou bom, bem como a avaliação geral do espaço, que alcançou 94% de aprovação.

Os atrativos culturais e de entretenimento da cidade também foram avaliados como bom ou ótimo para 60% do público e os mais citados foram Avenida Paulista e Parque do Ibirapuera.

A cidade também teve ênfase positiva nos quesitos hospitalidade e opções de gastronomia e de compras. Na avaliação geral da cidade, 76% do publicou considerou boa ou ótima.

De acordo com a pesquisa, a maioria do público era estudante (49%), mulher (51%), com idade entre 16 e 18 anos (34%),aluno do ensino médio (31%) com renda familiar mensal de até R$ 3.940.

Quanto a procedência, 82% do público era formado de brasileiros e 18% de estrangeiros. Entre os meios de hospedagem,hotel ou flat foram as principais opções de acomodação dos turistas (70%).

Para o levantamento, 1.200 questionários foram aplicados e a pesquisa completa estará disponível no site do Observatório de Turismo e Eventos em breve.

Fonte: Portal Radar. 
 


Fundado em 2009, o Uber chegou ao Brasil somente em 2014. Foram cinco anos para que o país entrasse no foco dessa bilionária startup californiana. Mas, como era esperado, já está causando barulho aqui nas terras tupiniquins. Assim como foi em Nova Iorque e Berlim, os taxistas de São Paulo se manifestaram contra o transporte clandestino. Foram às ruas, uniformizados, reclamar contra os motoristas que fazem transporte sem serem credenciados para tal.

A história sempre se repete. Em abril de 2014, o estado de Nova Iorque, através de seu representante legal, entrou com ação contra o Airbnb. A alegação é que a plataforma vai contra a legislação vigente para alugueis e ainda abre espaço para sonegação de impostos. O fato é que a chamada “economia do compartilhamento” veio para ficar. Transporte e estadia são os serviços mais óbvios, mas muitas outras plataformas surgirão rapidamente.

Quando será que os restaurantes vão se manifestar contra o eatwith? Talvez os donos de restaurantes ainda não saibam dessa plataforma, mas com certeza vão saber. É assim que novas empresas e tecnologias surgem e mudam o mundo.

Por trás das três plataformas de compartilhamento (Uber,Airbnb e Eatwith) existem várias características que as tornam competitivas contra o status quo, isto é táxis, hotéis e restaurantes. Todas três possuem o feedback instantâneo para o serviço prestado. Isto é, saiu do Uber, você classifica como foi sua experiência. Isso faz com que a plataforma controle a qualidade. Esse controle de qualidade não acontece com um táxi.

Quando você vai escolher uma estadia pelo Airbnb, você tem acesso à pontuação e aos feedbacks escritos dos últimos hospedes. Como estava a cama? Qual a qualidade da temperatura da água no banheiro? Para ter esse tipo de feedback para hotéis, precisa-se ler vários posts do TripAdvisor, e mesmo assim corre o risco de ter o azar de ficar no único quarto cujo ar-condicionado faz barulho.

Ano passado viajei com a família para Toronto (Canadá) e fiquei hospedado num Airbnb. A experiência foi sensacional. Nosso anfitrião, um rapaz do Cazaquistão casado com uma russa, todos os dias no final da tarde, passava em nosso apartamento para ver se estava tudo certo. Uma noite nos convidou para jantar. Contou como gosta do Brasil. No Cazaquistão ele tinha um programa esportivo de rádio, e adorava falar de jogos de futebol da seleção brasileira. Contou que se mudou para o Canadá para buscar uma vida melhor. Disse que morar em Toronto é sensacional e que os negócios da família vão muito bem.

Negócios da família? Pois é, meu anfitrião possui 5 flats alugados, pelos quais ele paga todo mês. Todos no mesmo prédio onde mora. Os 5 flats ele realoca através do Airbnb. E assim ele vive. Saí do jantar impressionado. As novas tecnologias estão aí para mudar a vida de todos, para melhor, ou pra pior. Importante saber de qual lado você quer estar.

Voltando ao assunto dos taxistas de São Paulo, a discussão contra o Uber vai se resolver, e creio que ambos coexistirão. A maior ameaça não é o Uber. Há duas semanas estive no Vale do Silício, Califórnia, região onde se encontram as sedes de Apple, Facebook e Google. É nessa região, mais exatamente em Mountain View, que nesse verão americano, estarão rodando nas ruas os carros autônomos. O governo autorizou.

Creio que antes do final desta década o transporte público será muito, muito diferente do que é hoje. Os carros autônomos terão seu computador de bordo aberto para download de softwares. Os felizes donos de um carro autônomo poderão ir ao trabalho ouvindo música e lendo jornal, no ipad é claro. Ao chegar ao trabalho, ligarão o modo “Uber” do carro, ou quem sabe o modo “99taxis”. Assim o carro seguirá na cidade transportando passageiros. O dono do carro autônomo não vai precisar de garagem no trabalho nem em sua casa, pois o carro ficará no modo compartilhamento enquanto seu dono não precisar usá-lo. Quando a bateria do carro estiver pra acabar ele vai se auto-abastecer via indução nos postos do futuro, e depois continuará sua jornada. Dica aos taxistas: ainda faltam 5 anos até o final da década, dá tempo de buscar novos desafios de carreira.

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Henrique Von do Amaral para o InnovationInsider / IBM.

 HeENRIQUE VONHENRIQUE VON DO AMARAL DO AMAR


Um prédio monumental de 1910, localizado no chamado triângulo histórico do centro de São Paulo, onde nasceu a cidade, vem sendo preparado para reacender sua vocação musical.
 
Esparramado entre as ruas Direita, Quintino Bocaiúva e José Bonifácio, o Palacete Teresa Toledo Lara foi, no século 20, sede de referências na música paulistana, como as casas de instrumentos e partituras Bevilacqua e Irmãos Vitale e a Rádio Record.
 
Até o início de 2016, passará a abrigar o novo projeto de um dos melhores espaços para shows da cidade, a Casa de Francisca, que no novo endereço manterá o velho nome.
 
Bancada pela família proprietária do prédio, a reforma está em fase final de conclusão. Como trata-se de um imóvel tombado pelo patrimônio municipal, teve de ser autorizada pelo Conpresp, o conselho de preservação dos bens históricos de São Paulo.
 
O novo espaço para shows ocupará uma parte do primeiro andar do prédio de 2.766 m² e três pavimentos (mais subsolo), convivendo com um loja voltada para músicos que já funciona ali, a Casa Amadeus Musical. 
 
Hoje com capacidade para 44 pessoas e autodefinida "a menor casa de shows da cidade", a Casa de Francisca deve ao menos triplicar a capacidade, planejando um público entre 120 e 150 pessoas no novo local. 
 
Mesmo na escala ampliada, os idealizadores prometem manter o ambiente intimista que marca o atual espaço, nos Jardins –onde, durante os shows, o serviço de bar/restaurante é interrompido e celulares são rechaçados com vigor. 
 
"Hoje somos minúsculos; vamos virar pequenos", afirma o artista gráfico Rubens Amatto, 36, um dos fundadores da Casa de Francisca e ponta de lança do novo projeto. 
 
Um projeto de financiamento coletivo, batizado de "El Fundador", será lançado para viabilizar a abertura do espaço. Quem comprar um dos quatro modelos de cadeiras desmontáveis criadas para esse fim levará, além do objeto em si, brindes (como camisa e bandeira) e descontos na compra de ingressos para shows e refeições na casa. 
 
Os modelos serão de papelão, compensado naval, mdf e cumaru –um quinto pacote, o mais barato, incluirá protótipos em miniatura das cadeiras (como a vermelha que Amatto segura na foto). Os preços dos pacotes não estão definidos.

O projeto da nova Casa de Francisca vai ser lançado na quarta edição da série de shows "El Grande Concerto", nos dias 28, 29 e 30 de agosto, no Auditório Ibirapuera.
 
Ornamentos
 
Projetado pelo arquiteto alemão Augusto Fried, por encomenda de Antônio de Toledo Lara, que batizou o prédio com o nome de sua filha, o palacete é uma joia em estilo eclético no coração da capital paulista.
 
"É um lugar emblemático para o centro. Nenhum outro prédio na região tem uma fachada tão ornamentada", diz o arquiteto Marcello Pucci, que fez o projeto de reforma com Maria Vitória Fischer.
 
Segundo ele, a intenção foi ao mesmo tempo preservar e modernizar o imóvel. A fachada, com suas esculturas, ornamentos e platibandas, está sendo limpa e restaurada –raspadas, recebem novo revestimento em argamassa.
 
O piso em ladrilho hidráulico será mantido; o elevador terá a caixa trocada, mas a porta pantográfica fica; banheiros, parte elétrica e hidráulica estão sendo modernizados. Os proprietários, que bancam sozinhos o restauro, não divulgam os gastos. Em 2009, apurou a reportagem, a reforma foi orçada em R$ 5,3 milhões (R$ 7,6 milhões em valores atualizados).
 
A Casa de Francisca alugará o espaço por pelo menos quatro anos.
 
Bisneta do construtor do palacete (e neta da filha dele que deu nome ao prédio), a atual proprietária, Tereza Artigas Lara Leite Ribeiro, não quis dar entrevista.
 
Segundo Rubens Amatto, da Casa de Francisca, facilitou a negociação o fato de Tereza frequentar a casa de shows e gostar de música –informação confirmada pela equipe que trabalha para ela.
 
A reforma, que contou um auxiliar da proprietária, segue o movimento de recuperação do centro paulistano.
 
Presidente do Conpresp, a arquiteta Nadia Somekh saudou a iniciativa. "É tudo o que a gente precisa para o centro. Não só um edifício histórico está sendo devolvido à cidade, como o aspecto imaterial dele, que é a manutenção do espírito musical do prédio."
 
Adoniran
 
Construído como edifício de escritórios com comércio no térreo, o palacete abrigou a Rádio Record entre os anos 1940 e 1950. O auditório da emissora abrigou shows e programas de calouros.

Foi lá que Adoniran Barbosa interpretou papeis célebres de radioator, como o do malandro Charutinho. "Sem aquele prédio e a Rádio Record, não existiria Adoniran. Ele só decolou como sambista depois de se consagrar como radioator", relata Celso de Campos Jr., biógrafo do compositor.
 
Fabio Victor e Thea Severino na Folha Ilustrada.
 

 

A equipe vencedora levou R$ 60 mil e poderá disputar mundial na Alemanha. Fãs também lotaram cinemas de 16 estados onde houve transmissão.

Neste sábado (8), não teve futebol na Arena Palmeiras, em São Paulo, mas teve torcida para ver uma grande final: 12 mil pessoas, todos os ingressos vendidos para acompanhar ao vivo a batalha entre os melhores jogadores de game do Brasil.

Tem ola, torcida enlouquecida, locutor e comentarista, dois times, jogador profissional que é ídolo de multidões, entrevista coletiva e é num estádio. Parece muito com futebol, mas é game!

“Esses aqui são meus equipamentos: um teclado de bom nível mecânico, o nosso mouse lindo. E é tudo que a gente precisa para poder fazer o nosso show”, diz o jogador Leonardo ‘Alocs’ Belo, da equipe INTZ.

E bota show nisso! Os caras são os finalistas do campeonato brasileiro de um jogo de computador que tem quase 70 milhões de jogadores no mundo todo. Alguns deles chegam a ganhar R$ 25 mil por mês para jogar game. “Coloca aí uma média de R$ 2, R$ 3 mil para a pessoa que simplesmente só quer jogar. Mas, quando o cara realmente trabalha bem a imagem, ele pode receber esse valor aí”, diz Felipe ‘brTT’ Gonçalves, jogador da equipe PAIN.

Trabalhar a imagem, no caso deles, inclui ter muitos fãs na internet. E foram esses fãs que esgotaram os 12 mil ingressos dessa final em apenas duas horas e meia de vendas. Uma plateia vidrada em jogos eletrônicos que não mediu esforços para estar lá.

No jogo, cada time precisa conquistar a base inimiga. Para isso, cada jogador escolhe um personagem com poderes diferentes e assume uma função estratégica no campo de batalha.

Felipe, conhecido como brTT, que é um dos maiores ídolos desse game, explica o que ele faz: “Eu sou atirador, o cara que vai chegar lá e vai finalizar a jogada. Então, eu sou meio que um atacante, o Romário”, compara.

A cada lance de efeito, a torcida vibra como se fosse um gol e sofre pelo time preferido. Equipe PAIN contra equipe INTZ. “Estou achando muito emocionante. Já estou ficando sem voz e com dor no braço. Acho que a Intz ganha. A Intz ganha de 3 a 2”, arrisca um torcedor.

“Falar baixo aqui: sou corintiano. Aqui é o estádio do Palmeiras. A gente faz esse sacrifício para presenciar o e-sport. A primeira taça vai ser da PAIN. A partida está bem disputada. É um marco histórico para o e-sport, esporte eletrônico, no Brasil”, conta outro.

A final foi transmitida pela internet. Essa turma é tão louca por esse jogo que muita gente que não pôde ir ao estádio lotou cinemas de 16 estados do Brasil que fizeram a transmissão ao vivo.

Depois de quase quatro horas de jogo, 3 a 0 para a equipe PAIN sobre a INTZ. E o grito da torcida explodiu, no melhor estilo futebol. Pela vitória, eles ganharam R$ 60 mil e o direito de disputar uma vaga para o mundial, que vai ser em outubro, na Alemanha. No ano passado, o time campeão mundial levou US$ 1 milhão.

 

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