No Rio de Janeiro, o maior festival de luzes da América Latina

A programação do evento promove além das performances dos artistas convidados, oficinas e palestras com alguns dos maiores especialistas em vídeo mapping do mundo, além de espetáculos de projeção e performances. O video mapping vem na esteira de todas as manifestações urbanas de arte contemporânea, com o poder de transformar a cidade em grande escala, visualmente e momentaneamente.

O vídeo mapping – ou simplesmente projeção mapeada é uma das técnicas visuais mais inovadoras da atualidade e ainda pouco utilizadas no Brasil. Trata-se de usar uma projeção de vídeo como se fossem pinturas sobre superfícies não convencionais, como ruas, monumentos e edifícios, criando ilusões de ótica exuberantes. Com o software apropriado, uma imagem da superfície que vai receber o filme é capturada e a área do trabalho é desenhada. Todo o resto é eliminado, em um processo semelhante às camadas do Photoshop. Assim, basta que o artista adicione as camadas de vídeo da forma que desejar.

A proposta do festival é reconfigurar olhares sobre nossa paisagem urbana, levando a arte para espaços inimagináveis, de forma lúdica e com conteúdos relevantes em todas as zonas da cidade.

Com aspecto singular de diversidade, o festival é um verdadeiro espaço de encontro experimental para a criação e troca, com o seu pensamento inovador no campo das artes audiovisuais, o festival proporciona a reinvenção da relação do cidadão com o meio urbano.

Segundo Paulinho Sacramento, idealizador do festival, o Rio Mapping Festival nasceu da necessidade de trazer olhares ampliados sobre uma das técnicas mais inovadoras da atualidade, provocando no público a sensibilização de uma nova forma de utilização dos espaços públicos. “A proposta do festival é valorizar esse campo de atuação, legitimando e promovendo a reconfiguração de olhares sobre a paisagem urbana, levando arte visual para espaços incomuns. E também promover um espaço de encontro experimental para a criação e intercâmbio artístico. Além disso, queremos atrair e ampliar o público consumidor de cultura de forma gratuita e interativa, integrando a arte visual, a música e a arquitetura no espaço público através de criatividade, experimentação e tecnologia,” conta Paulinho Sacramento, que foi o criador das intervenções de vídeo mapping realizadas no Boulevard Olímpico durante as Olimpíadas em 2016.

Assista o video do Festival: https://vimeo.com/210879572

Serviço

Rio Mapping Festival 2017.
Data: 1 a 31 de abril.
Mais informações: www.riomappingfestival.com.br

 

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