São Paulo vai ganhar mais 500 pontos de acesso à rede pública de Wi-Fi - São Paulo São

Iniciativa integra programa de expansão da Prefeitura de São Paulo. Atualmente, cidade conta com 120 pontos de conexão sem fio. Foto: Shutterstock.Iniciativa integra programa de expansão da Prefeitura de São Paulo. Atualmente, cidade conta com 120 pontos de conexão sem fio. Foto: Shutterstock.

A Prefeitura de São Paulo, em parceria com a América Net, anunciou na última quarta-feira (15) que vai expandir de 120 para 621 pontos de acesso à rede pública de Wi-Fi em toda a cidade no Programa WiFi Livre SP. A Zona Leste é a primeira região beneficiada com internet com mais qualidade e novos pontos de acesso. A meta, segundo a Prefeitura, é que até 2020, a capital paulista seja a metrópole com a maior rede pública de wi-fi da América Latina.

Atualmente, os pontos de acesso estão dispostos nas praças e parques, rede que faz com que a administração municipal desembolse R$ 12 milhões ao ano. Com a expansão da rede de conectividade, São Paulo terá 621 pontos de acesso livre e gratuito à internet, incluindo equipamentos públicos e pontos turísticos. A Prefeitura afirma que a expansão não irá onerar os cofres públicos. 

"Estamos propondo um modelo de financiamento pelo setor privado que economiza recursos públicos e assegura internet de qualidade para todas as regiões, pensando principalmente nas pessoas que não têm condições de ter acesso a um pacote de dados", destacou Daniel Annenberg, secretário municipal de Inovação e Tecnologia.

De acordo com a Prefeitura de São Paulo, mais de 300 pontos de acesso foram direcionados para regiões de vulnerabilidade social. Postos de saúde, telecentros, clubes desportivos, CEUS, teatros e bibliotecas, além de praças e parques, serão contemplados com internet pública e gratuita. Os 120 pontos já existentes passam agora por modernização, de forma escalonada, para aumentar a qualidade da navegação e da abrangência do sinal.

De acordo com a Prefeitura de São Paulo, mais de 300 pontos de acesso foram direcionados para regiões de vulnerabilidade social. Foto: Folhapress.De acordo com a Prefeitura de São Paulo, mais de 300 pontos de acesso foram direcionados para regiões de vulnerabilidade social. Foto: Folhapress.

O programa de Expansão WiFi Livre SP está dividido em duas fases. A primeira, que teve início em março e está em andamento, vai modernizar os 120 pontos já existentes. A segunda fase tem início a partir de julho, quando se iniciam as instalações de novos pontos em larga escala. De forma pontual, novos pontos serão criados ainda na primeira fase. No entanto, esse processo de criação de novas localidades vai se intensificar em todas as regiões, a partir do segundo semestre deste ano.

Autenticação e veiculação de publicidade

Segundo a Prefeitura, a neutralidade da rede é uma premissa do projeto. Foto: Divulgação / Prefeitura de SP.Segundo a Prefeitura, a neutralidade da rede é uma premissa do projeto. Foto: Divulgação / Prefeitura de SP.

Com a nova modelagem de conexão, será necessário incluir o número de telefone para que o usuário seja autenticado na rede WiFi Livre SP. O sistema vai enviar um código temporário que deverá ser inserido no campo solicitado da tela de início. Após o usuário se autenticar na rede WiFi Livre SP, aparecerá um anúncio publicitário. O usuário poderá pular a publicidade após dez segundos de exibição. A cada meia-hora de navegação, o usuário deverá se autenticar novamente. O uso da internet continua sendo livre e gratuito. Segundo a Prefeitura, a neutralidade da rede é uma premissa do projeto. O cidadão pode acessar qualquer site de seu interesse, inclusive redes sociais, e-mail, compartilhamento de vídeos, downloads e uploads.

Proteção de dados

Em comunicado à imprensa, a Prefeitura de São Paulo, assim como a parceira AmericaNet, afirma não coletar nenhum tipo de dado pessoal durante a navegação. "Os dados pessoais dos usuários são invioláveis e as regras do projeto reafirmam essa garantia com respeito à Lei do Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados. Essa situação só será alterada em caso de ordem judicial. Os únicos dados analisados são aqueles que dizem respeito ao controle da qualidade do serviço, como velocidade de conexão, usuários simultâneos, consumo total de banda e pontos de acesso, por exemplo. São dados cuja captura não interfere na privacidade da navegação, servindo para que a prefeitura dimensione o serviço de acordo com o uso verificado em cada localidade", afirmou a Prefeitura.

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Fontes: ITMidia e Prefeitura de São Paulo.



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