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Maria de Fátima, moradora de rua fotografada pelo SP Invisível.Maria de Fátima, moradora de rua fotografada pelo SP Invisível.

A discussão e viabilização dos direitos humanos é um dos pilares e objetivos principais do coletivo e centro multicultural Matilha Cultural. Alinhado a esse conceito, no próximo dia 14 (terça-feira), será lançada a parceria com o movimento SP Invisível no evento “Encontros Invisíveis”, que acontecerá mensalmente e promoverá uma roda de bate-papo sobre um tema  que envolve a vida das pessoas em situação de rua.

“Os parisienses vão poder se apropriar do espaço, frequentar o Jardim Marielle Franco, que não vai ser apenas uma placa na parede” disse Juliette Dumont, que faz parte da ONG RED.Br. Foto: Getty Images. “Os parisienses vão poder se apropriar do espaço, frequentar o Jardim Marielle Franco, que não vai ser apenas uma placa na parede” disse Juliette Dumont, que faz parte da ONG RED.Br. Foto: Getty Images.

Falta pouco para Marielle Franco virar nome de jardim na capital francesa. A comissão de denominação de ruas da prefeitura de Paris anunciou nesta terça-feira (16) o local escolhido: um novo espaço verde junto à Gare de l’Est, uma das principais estações de trem de Paris.

Neste Dia Internacional da Mulher, vamos celebrar o espaço da mulher na cidade em prol de importantes causas femiminas e seu protagonismo para um cidade melhor. E como a trajetória da cidade de São Paulo está diretamente ligada ao papel da mulher paulistana, escolhemos alguns exemplos de personagens icônicas que dão nome a ruas, praças, locais e espaços públicos. Sejam elas personalidades, militantes ou ícones intelectuais de nossa sociedade, nascidas aqui ou “apaulistadas”. São mulheres que deixaram de alguma forma suas marcas na cidade ao longo do tempo e que até hoje enchem a cidade de orgulho a cada esquina. Vamos a elas.

De segunda a sexta-feira, Flavia Tayna Mesquita de Jesus trabalha como cozinheira. Aos finais de semana, ela se transforma em jogadora do Apache, equipe da várzea da zona sul de São Paulo. Essa vida dupla virou uma tatuagem no braço esquerdo: um sapato de salto alto ao lado de uma chuteira. Existem centenas de Flavias espalhadas pela cidade: mulheres na várzea.

Fachada da igreja projetada e construída por Santo Antonio de Sant’Anna Galvão guarda patrimônio histórico, cultural e religioso, na Luz. Foto: Luciney Martins / O SÃO PAULO. Fachada da igreja projetada e construída por Santo Antonio de Sant’Anna Galvão guarda patrimônio histórico, cultural e religioso, na Luz. Foto: Luciney Martins / O SÃO PAULO.

Uma marreta, livros, objetos e vestes litúrgicas, imagens dos séculos XVIII em papel machê, uma mesinha de madeira, gamelas, os pregos utilizados para a construção da igreja e do mosteiro. Todos esses objetos e muitos outros estão no Memorial de Frei Galvão e fazem parte da história de Santo Antonio de Sant’Anna Galvão e do Mosteiro da Luz.

O corredor que abriga o Memorial foi pensado à época da canonização de Frei Galvão, em 2007, e está provisoriamente fechado para manutenção, mas reabrirá em breve ao público.