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Neste Dia Internacional da Mulher, vamos celebrar o espaço da mulher na cidade em prol de importantes causas femiminas e seu protagonismo para um cidade melhor. E como a trajetória da cidade de São Paulo está diretamente ligada ao papel da mulher paulistana, escolhemos alguns exemplos de personagens icônicas que dão nome a ruas, praças, locais e espaços públicos. Sejam elas personalidades, militantes ou ícones intelectuais de nossa sociedade, nascidas aqui ou “apaulistadas”. São mulheres que deixaram de alguma forma suas marcas na cidade ao longo do tempo e que até hoje enchem a cidade de orgulho a cada esquina. Vamos a elas.

De segunda a sexta-feira, Flavia Tayna Mesquita de Jesus trabalha como cozinheira. Aos finais de semana, ela se transforma em jogadora do Apache, equipe da várzea da zona sul de São Paulo. Essa vida dupla virou uma tatuagem no braço esquerdo: um sapato de salto alto ao lado de uma chuteira. Existem centenas de Flavias espalhadas pela cidade: mulheres na várzea.

Fachada da igreja projetada e construída por Santo Antonio de Sant’Anna Galvão guarda patrimônio histórico, cultural e religioso, na Luz. Foto: Luciney Martins / O SÃO PAULO. Fachada da igreja projetada e construída por Santo Antonio de Sant’Anna Galvão guarda patrimônio histórico, cultural e religioso, na Luz. Foto: Luciney Martins / O SÃO PAULO.

Uma marreta, livros, objetos e vestes litúrgicas, imagens dos séculos XVIII em papel machê, uma mesinha de madeira, gamelas, os pregos utilizados para a construção da igreja e do mosteiro. Todos esses objetos e muitos outros estão no Memorial de Frei Galvão e fazem parte da história de Santo Antonio de Sant’Anna Galvão e do Mosteiro da Luz.

O corredor que abriga o Memorial foi pensado à época da canonização de Frei Galvão, em 2007, e está provisoriamente fechado para manutenção, mas reabrirá em breve ao público.

“Quem disse que uma andorinha só não faz verão?” O comentário de um popular na internet sobre o Parque Linear Tiquatira resume bem a história por trás do verde de uma das principais áreas de lazer e recreação da Zona Leste de São Paulo. Às margens do córrego que dá nome ao bosque, as mais de 25 mil árvores presentes surgiram, em sua maior parte, da perseverança de um único cidadão.

Fato estranho: aos 29 anos, Rodrigo Yudi Honda não tem pressa. Ele não liga de demorar um mês para pintar um cenário que câmeras levariam segundos para retratar. Para esse artista paulista, as fotos, os cliques e os likes não bastam. “Não acho que sou ultrapassado”, diz, ao ser provocado pelo repórter. “Muito pelo contrário: pinto como resposta ao tempo em que nossa relação com as imagens parece banalizada.”