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Da esquerda para a direita: Casa nº 1, que abriga o Museu da Imagem, o pórtico do Beco do Pinto e Solar da Marquesa de Santos. Fotomontagem:  Arquiteto Victor Hugo Mori.Da esquerda para a direita: Casa nº 1, que abriga o Museu da Imagem, o pórtico do Beco do Pinto e Solar da Marquesa de Santos. Fotomontagem: Arquiteto Victor Hugo Mori.

O Centro de São Paulo é um lugar incrível e cheio de memórias. Mas, quem passa pela região da famosa rua 25 de Março ou da Catedral da Sé, provavelmente não conhece as curiosidades, os detalhes e as histórias que permeiam a parte mais antiga da cidade. Por isso, o Pátio Metrô São Bento, estrategicamente localizado na estação São Bento, oferece a oportunidade perfeita para quem deseja aproveitar janeiro e o período de férias para fazer um passeio completamente diferente.

Muita gente não sabe, mas a Estrada Caminho do Mar (SP-148), também conhecida como Estrada Velha de Santos, pode ser percorrida a pé. O trajeto possui cerca de nove quilômetros de distância e dura, em média, quatro horas, ao custo de R$ 32,00 por pessoa, com acompanhamento de guia. Entre as atrações estão a vegetação nativa e monumentos erguidos há quase 100 anos para comemorar a Independência do Brasil.

O filme de Renata Falzoni mostra a realidade de um Brasil que pedala e resiste a um cenário de motorização e prioridade a carros e motos nas ruas. Imagem: Reprodução.O filme de Renata Falzoni mostra a realidade de um Brasil que pedala e resiste a um cenário de motorização e prioridade a carros e motos nas ruas. Imagem: Reprodução.

No início do mês, aconteceu a premiação do Mobifilm, o festival de filmes sobre mobilidade. O vencedor, “Elo Perdido – o Brasil que pedala”, com direção de Renata Falzoni, é um belo painel de várias cidades brasileiras e sua relação com a bicicleta, das mais difíceis às mais amigáveis.

Algumas das cenas mais impressionantes do filme, porém, são aquelas tomadas nas cidades em que não há nenhum carro, Paquetá e Afuá.

 O ônibus perdeu espaço na matriz de transporte da Grande São Paulo, enquanto os deslocamentos por metrô, trens e aplicativos foram os que mais ganharam força nos últimos dez anos. Foto: Eduardo Anizelli / Folhapress.O ônibus perdeu espaço na matriz de transporte da Grande São Paulo, enquanto os deslocamentos por metrô, trens e aplicativos foram os que mais ganharam força nos últimos dez anos. Foto: Eduardo Anizelli / Folhapress.

O ônibus perdeu espaço na matriz de transporte da Grande São Paulo, enquanto os deslocamentos por metrô, trens eaplicativos foram os que mais ganharam força nos últimos dez anos.

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