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São Paulo São Caminhos


Com esse tema, a Semana da Mobilidade – 2015, evento anual promovido entre 18 e 25 de setembro, pretende mostrar a mudança de postura de toda a sociedade paulistana no esforço para a redução de acidentes e por uma mobilidade urbana sustentável, segura e acessível que priorize o uso democrático do sistema viário pelos seus diversos atores – pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas/passageiros.

Sob a égide do conceito de Mobilidade Urbana Sustentável, está a prioridade à circulação dos pedestres e ciclistas em face da estrutura viária historicamente voltada à circulação de automóveis (transporte individual motorizado). Está, também, a necessidade de se priorizar e investir no transporte público coletivo.

Priorizar o deslocamento seguro dos mais vulneráveis no trânsito – que são, respectivamente, os pedestres e ciclistas (locomoção não motorizada) – e zelar pelo interesse da coletividade é justamente o que a Prefeitura da cidade de São Paulo, por meio da sua secretaria de Transportes, da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e da São Paulo Transporte (SPTrans), vem fazendo. Por isso, desde 2013, temos acompanhado e usufruído do investimento robusto na expansão das faixas exclusivas de ônibus e das ciclovias. Hoje, são mais de 480 km de faixas exclusivas implantadas e 356 km de estrutura cicloviária existente.

Assim, acreditamos, o Poder Público está ajudando a construir um novo paradigma de Mobilidade para a metrópole paulistana.

Prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a Semana da Mobilidade é uma iniciativa dos órgãos que compõem o Sistema Nacional de Trânsito, do qual São Paulo, que sedia a empresa de trânsito mais antiga do País, faz parte.

Acesse o site: http://semanadamobilidade.cetsp.com.br/index.html

Fonte: CET/SP.

 


Novas concepções de vida urbana podem ser construídas. Afinal, toda cidade merece se reinventar, diz urbanista. Em um momento em que a internet abre janelas para tantos lugares do mundo, com mais qualidade de vida, onde os voos baratos nos levam às cidades mais agradáveis, seguras e justas, a carranca da São Paulo nervosa, engarrafada e poluída cola cada vez menos. 
 
Na nossa cidade cromofóbica, a regra até ontem era se isolar, com o enclausuramento só aumentando a tensão e o medo. 
A geração Y, com amplo acesso a informação e movida por propósitos pessoais ligados à melhora do mundo ­ ou melhor dizendo, à salvação do homem do que ele mesmo criou ­não aceita viver de braços cruzados em uma cidade como São Paulo. Citando o arquiteto e professor da USP Guilherme Wisnik, “se no período do industrialismo do pós­guerra, os espaços públicos foram sacrificados pelas rodovias, agora é o momento contrário, de essas estruturas rodoviárias serem sacrificadas e retomadas em nome do uso público”. O espaço público é onde novas concepções e configurações de vida urbana podem ser pensadas e construídas, onde a cidade pode se reinventar.

Estamos vivendo o surgimento de urgência em relação à cidade. Uma vez que é emergente, dentro de parte da sociedade civil, a busca por ser agente gerador do que é o urbano, segue­se a busca de quais são os processos urbanos que regem a cidade. Quem constrói nossas cidades, para que e para quem? Provocadas por esses e outros questionamentos, despontam iniciativas que propõem transformar a dinâmica urbana pela ampliação do vocabulário do que pode ser essa cidade, alimentando o imaginário da cidade que queremos. Jovens lideram uma série de movimentos que têm como objetivo a participação da sociedade civil na produção da cidade. A ocupação de espaços públicos emblemáticos da cidade tem mobilizado milhares de cidadãos, em movimentos que propõem novas formas de usar, ressignificando esses lugares.

Com mais vida nas ruas ­ mais gente e menos carros ­ a atmosfera de uma cidade melhora. Quando se faz referência a uma cidade, muitas vezes nossas lembranças nos levam ao “lado de fora”, aos seus espaços públicos. É no caminhar do pedestre que a cidade dá o seu recado, gravando na memória as belas ruas de Paris, as mesinhas nas calçadas dos cafés de Buenos Aires, as fachadas dos arranha­céus que emolduram a paisagem de Chicago.

Um grupo de amigos pula corda e um bebê brinca enquanto amigas adolescentes tomam sol de biquíni. Seria uma descrição normal para uma tarde de domingo no Parque Ibirapuera, mas aconteceu no asfalto da Avenida Paulista no último dia 23. Essa foi a segunda vez que a Paulista esteve aberta para as pessoas, e já há várias movimentações pedindo mais. Um exemplo é o manifesto contra a judicialização de políticas públicas pelo Ministério Público Estadual (MPE) ­ que abriu inquérito sobre a abertura da Avenida Paulista para lazer aos domingos ­ assinado por diversas organizações da sociedade civil.

São Paulo não está sozinha nessa ideia de ativar seus espaços públicos, é um movimento global das metrópoles. No dia 27 de setembro, Paris abrirá suas principais avenidas para os pedestres durante um dia inteiro, em ação inédita pela mobilidade sustentável. 

Certamente essa primavera paulistana envolve um pouco da intensa energia comunitária que floresceu nos “anos de chumbo”. Os movimentos contemporâneos buscam uma religação afetiva com os espaços degradados ou abandonados da cidade, com o que foi expulso ou esquecido. O que hoje se apresenta de forma corriqueira na cidade de São Paulo ­ a mobilização de milhares de pessoas pela reivindicação pelo Parque Augusta ou em torno da polêmica do destino do Minhocão ­ acontece no mesmo cenário em que, há menos de 50 anos, foi proibido que os cidadãos se expressassem livremente. Era inimaginável a atuação firme de movimentos que questionassem os rumos do desenvolvimento urbano de São Paulo. Somos destreinados em pensar a cidade de maneira ampla, mas estamos aprendendo rápido.
 
Uma dura realidade é que se no Centro ainda ocorrem cenas de repressão dignas dos anos militares, elas são ainda mais frequentes nas bordas da cidade. Com tantos grupos mobilizados quanto no Centro, a periferia resiste em achar no seu cotidiano a democracia que pretendemos. A atividade de muitos movimentos pró­cidadania ainda é tachada como criminosa. 
 
Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas é inegável que há uma onda otimista em relação a São Paulo. Nossos corações se enchem de esperança quando ouvimos que o rio Tâmisa, em Londres, era biologicamente morto e reviveu em menos de 50 anos. Ou que tal cidade asiática substituiu suas marginais entupidas de carros por um lindo parque linear. 
 
Crescemos achando que, em São Paulo, lazer era ir ao shopping e que para se deslocar tinha que usar o carro. Hoje dá pra pensar em outros destinos para a capital paulista. O que precisamos fazer para que essa ânsia por uma cidade melhor não seja apenas uma onda passageira, mas, sim, uma real mudança de paradigma? 
 
Certamente mais necessária que essa resposta é nos mantermos fazendo perguntas, é buscarmos a cidade que queremos na selva de pedra nossa de todo dia. O futuro de São Paulo estamos todos construindo, dia após dia.
 
Laura Sobral é urbanista e integrante do Instituto 'A Cidade Precisa de Você'.

O texto foi publicado originalmente no Caderno Aliás de O Estado de S.Paulo.
 
 


Desconstruindo o mito de que as ruas da Vila Madalena são estreitas e inclinadas demais para trajetos de bicicleta, o Bike Tour SP – iniciativa responsável por levar mais de 12 mil pessoas para pedalar em percursos como a Avenida Paulista e o Parque do Ibirapuera – lançou a sua mais nova rota. Agora, dá para conhecer as principais atrações da Vila pedalando, em passeios  gratuitos e realizados com bicicletas elétricas, que proporcionam uma experiência menos cansativa e mais inclusiva para pessoas de diferentes faixas etárias. Além disso, um áudio guia acoplado nos capacetes fornece aos participantes informações históricas e curiosidades sobre o bairro artístico da capital paulista.
 

O ‘tour’ pela Vila Madalena acontece sempre aos domingos, em cinco horários diferentes, e passa por pontos como Beco do Batman, Beco do Aprendiz, Galeria Choque Cultural, Instituto Tomie Ohtake e Museu A Casa. Idealizador do projeto junto com o irmão, Daniel, o arquiteto André Moral explica que, além da questão cultural e histórica que pode ser escutada via áudio guia, a experiência com a bicicleta elétrica tem gerado curiosidade em muita gente. “Ela tem pedal assistido, então você pedala e ela te impulsiona”, relata.

Para participar do passeio pela Vila, é necessário fazer inscrição pelo site do projeto. No dia do percurso, os organizadores pedem apenas a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão revertidos para o Núcleo Assistencial Bezerra de Menezes.

Os passeios acontecem todos os domingos, nos seguintes horários: 9h, 10h30, 12h, 13h30 e 15h. No passeio, os participantes têm a oportunidade de saber mais sobre os bares e parklets do bairro, os nomes de suas ruas e a história dos blocos de carnaval que passam pela Vila Madalena. 

O Bike Tour SP oferece passeios guiados de bicicleta por mais quatro pontos da cidade: Avenida Paulista, Centro Histórico, Faria Lima e Parque Ibirapuera. Mas apenas na Vila Madalena o trajeto é fora de uma ciclovia ou ciclofaixa, o que, segundo Moral, torna a rota “bem urbana, porque você divide com os carros”. Os participantes são acompanhados por monitores treinados.

Bike Tour SP

Há 17 anos, enquanto visitava um museu em Barcelona e acompanhava as informações sobre as obras do local via áudio guia, Moral – que sempre andou de bike – achou que seria interessante levar esta tecnologia para as ruas, apresentando para as pessoas informações sobre diferentes pontos da cidade durante passeios de bicicleta. Como na época a capital paulista ainda não possuía muitos espaços destinados ao uso das magrelas, ele deixou a ideia de escanteio.

Mais recentemente, em 2013, com a construção de ciclovias e ciclofaixas de lazer pela metrópole, ele e o irmão, Daniel, resolveram tirar a proposta do papel. De início, compraram bicicletas para os participantes e financiaram todo a inciativa com o próprio dinheiro. Porém, com a veiculação de uma matéria sobre o projeto em rede nacional alguns meses depois, começaram a aparecer patrocinadores e o Bike Tour SP se expandiu, atraindo mais participantes interessados na mobilidade em duas rodas.

“O perfil do nosso participante não é o ciclista, é aquele cara que está querendo se lançar a andar de bike na cidade. São pessoas comuns mesmo, então isso é muito legal. A gente vê muitas pessoas usando como alternativa a bicicleta e uma vez por semana indo trabalhar de bike. Tem muitos depoimentos legais no Facebook depois dos passeios”, conclui Moral.

Débora Gonçalves no Vila Mundo.

 

Morar a 20 minutos a pé ou de bicicleta do trabalho e de um parque, para as horas de lazer. Este é um sonho de muitas pessoas que vivem nas principais capitais do país, de acordo com uma pesquisa sobre mobilidade urbana que será apresentada nesta quarta-feira (26) em São Paulo.

Das mil pessoas que responderam ao questionário, 82% disseram preferir viver em uma cidade compacta, onde o uso do carro seria praticamente desnecessário. As entrevistas foram realizadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Salvador.

Entre as cidades avaliadas, o Rio de Janeiro, hoje, é o local que mais se aproxima de uma cidade compacta, revelam os dados do trabalho.

Segundo a pesquisa, 24% dos cariocas disseram usar o carro para a maioria dos seus deslocamentos cotidianos, contra 40% dos paulistanos, por exemplo.

Outro dado que chama atenção, segundo José Mello, Superintendente de Pesquisa e Inovação da Liberty Seguros, empresa que está repetindo pelo segundo ano a enquete, é que 52% dos entrevistados abririam mão de até 20% do salário por mais flexibilidade. Ou seja, se eles pudessem trocar o atual emprego por um até 20 minutos a pé da casa deles.

O comércio de rua, indicam os resultados, também está em alta na preferência popular. Na cidade ideal, 55% das pessoas optariam por fazer compras em lojas e mercearias dentro do bairro. "Para as pessoas, os shoppings e grandes centros comerciais estão mais atrelados ao lazer", diz Mello.

Apesar da pesquisa mostrar também que 81% dos entrevistados preferem se divertir em locais públicos e ao ar livre. Em vez dos pagos e fechados, como os shoppings.

Enquanto os moradores de Salvador são os mais propensos a compartilhar bens, os que vivem em São Paulo são os menos dispostos a fazer o exercício do compartilhamento, segundo a pesquisa.

"Na capital da Bahia as pessoas trabalham muito remotamente, de uma forma autônoma. Talvez isso explique esses números", diz Mello. De acordo com o executivo, em São Paulo, a questão da segurança, por exemplo, pode explicar mais ações individualistas por parte dos habitantes da cidade.

Fonte: Eduardo Geraque na Folha de S.Paulo.


No pique de um final de semana animado na região central da cidade, com diversos eventos em espaços públicos, o Kakaos fez três perguntas para Raquel Rolnik, uma das mais respeitadas urbanistas do país.

Tivemos um final de semana diferente, com diversos eventos em espaços públicos como a abertura do Mirante 9 de Julho e grande circulação na Av. Paulista, que foi fechada para carros. Qual o impacto disso na cidade?

RR: Tenho dito que SP está vivendo uma epidemia de amor pelo espaço público. A população está pedindo por isso. Podemos comparar essa iniciativa ao que aconteceu em Nova York com a Times Square, por exemplo. Toda mudança gera alguma resistência, houve polêmica, mas hoje o fato dela ficar fechada com mesas e cadeiras de praia já foi absolutamente absorvido pela população. Por lá, o processo de implementação de ciclovias, por exemplo, passou por muitos percalços. Elas foram feitas, desfeitas, refeitas e isso é normal. O que acontece quando você vai pra rua é que as pessoas passam a pensar a cidade na qual querem viver, suas possibilidades.

O que você acha que impulsionou essa vontade do paulistano de aproveitar os espaços públicos?

RR: São Paulo está caminhando em uma direção diametralmente oposta ao rumo que a cidade tomava há duas décadas. Há pouco tempo ela crescia favorecendo a construção de shoppings, as pessoas queriam viver em condomínios, o sistema viário era pensado para o transito de carros. Hoje há uma predominância de jovens na nossa população e essa bolha jovem tem muita disposição. Há uma transformação da cultura urbana puxada por essa juventude atenta ao que ocorre no resto do mundo. Coletivos culturais, movimentos cicloativistas etc… Além disso há um fenômenos climático interessante. São Paulo não é mais a terra da garoa, nunca foi tão quente e isso da mais vontade de ficar ao ar livre. E por último temos agora uma prefeitura que captou esse desejo e procurou dar uma respostas. Agora basta ver sua capacidade de permanência e manutenção desses equipamentos.

Para quem mora na periferia o lugar de lazer sempre foi a rua por simples falta de opção. Falta de espaços para lazer e também dentro de casa. Você acha que essa imagem atrapalha o cara que mora em condomínio, só anda de carro blindado e só pratica lazer no seu clube a entrar nesse movimento? 

RR: Com certeza. O Brasil tem a base de uma sociedade escravocrata. A resistência por aqui tem relação com o recorte de classe. A rua pressupõe uma heterogeneidade que não existe nesses espaços fechados. É uma mentalidade muito diferente da de países europeus, por exemplo, que entendem a riqueza desse intercâmbio. Aqui, esse cara que vive isolado não quer mesmo se misturar com gente de outra classe, ele quer viver na bolha, ele é aquele tipo que não gosta de ver pobre num vôo da Gol, por exemplo, e a rua não é assim, a rua é pra todos. E isso ainda vai demorar muito para mudar.

Katia Lessa no Kakaos



A proliferação de automóveis que se deu no início do século XX e a criação de infraestruturas voltadas para seu uso são fatos que modificaram a paisagem das cidades e a vida de seus habitantes.

Embora antes do surgimento do automóvel o lugar das trocas sociais era a rua, esta continua hoje em dia sendo o palco das relações comunitárias, porém, condicionada pelo trânsito de veículos.

Em relação a isso, é interessante conhecer o que a PPS (Project for Public Spaces) propõe em sua pesquisa "Ruas como lugares: Usando as ruas para reconstruir comunidades", que explicamos com mais detalhes na sequência.

Nesse estudo, a organização parte da ideia de que para restaurar a vida comunitária nas ruas, é essencial liberá-las da dominação dos veículos automotores e intervir através de um enfoque integral. Nesse sentido, a PPS argumenta que as ruas devem adotar elementos que caracterizem a comunidades, suas necessidades e aspirações.

Para isso, foram elaborados quatro pontos que direcionam as ações nas ruas, com o objetivo de que estas se transformem em lugares onde as pessoas queiram passar parte de seu tempo.

1. Espaços e atratores

As calçadas não apenas nos levam até nosso destino, elas também cumprem uma importante função social: são os lugares onde encontramos conhecidos e amigos ou conhecemos novas pessoas.

No entanto, é comum que esses espaços não tenham um projeto adequado e que, por esse mesmo motivo, tornem mais difícil o deslocamento. Para evitar essa situação, o ideal é que as calçadas realmente estejam conectadas entre si e aos lugares mais usados das cidades

Também é importante que as calçadas tenham certos atratores, como obras de arte pública, que expressem o espírito do lugar e ajudem a fomentar a interação entre as pessoas.

Uma outra opção é instalar bancos e outros locais de descanso que estejam visualmente conectados aos espaços atratores. E finalmente, as calçadas devem contar com uma sinalização adequada que oriente todos os cidadãos em seus deslocamentos a pé.

2. Celebrações, espetáculos e encontros

Desde os tempos mais remotos, as festas típicas locais e nacionais acontecem nas ruas ou em parques. Esses espírito de celebração deve ser visto como um modo de atrair de volta os cidadãos aos espaços públicos, reunindo as pessoas em torno de tradições e costumes comuns a elas. Dessa forma, cria-se um sentido de orgulho, identidade e pertencimento importante para a vida comunitária. 

3. Administração e manutenção

Entre as funções básicas que devem acompanhar um espaço público estão a limpeza e a manutenção, já que estas influenciam o modo como o espaço é percebido pelas pessoas, mudando, inclusive, sua percepção de segurança pública.

No entanto, essas funções não são as únicas importantes em um espaço público; o entretenimento através dos eventos públicos é algo importante também, já que ajuda a atrair mais pessoas para o lugar.

4. Participação das comunidades

É muito comum que, ao inaugurar um novo espaço público ou concluir um projeto de reurbanização, exista o receio de que em pouco tempo esse novo espaço esteja descuidado.

No entanto, a PPS acredita que se a comunidade for envolvida em seu cuidado, cria-se um sentimento de propriedade que leva as pessoas a desenvolverem atividades de manutenção. Desse modo, os cidadãos ganham autonomia para controlar o destino desse espaço.

Faça o download da pesquisa da PPS aqui.

Fonte: Plataforma Urbana.

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