Encontros - São Paulo São

São Paulo São Encontros

O Vale do Anhangabaú, no centro da capital paulista, reabriu neste domingo (25), das 8h às 12h. Mesmo com a capital prestes a atingir 80% de imunização do público elegível, será necessário cumprir os protocolos de combate ao novo coronavírus e a população deverá respeitar o distanciamento social e utilizar máscaras no local. Agentes estavam no local para orientação aos protocolos de saúde, informou a prefeitura da capital paulista. Localizado entre os Viadutos do Chá e Santa Ifigênia, o Vale do Anhangabaú é um lugar de manifestações e shows populares.

A reabertura do local para lazer no domingo será gradual, seguindo todos os protocolos de saúde e segurança. A Secretaria Municipal de Cultura coordena a programação de eventos e atividades, que deverão ser realizados de maneira controlada e com limite no número de pessoas, com objetivo de evitar aglomeração.

A Subprefeitura Sé ampliou as equipes de fiscalização em combate ao comércio irregular para atender a capital aos domingos. Ao todo, 12 equipes compostas por 80 agentes atuarão de maneira orientativa nas regiões do Vale do Anhangabaú e da Avenida Paulista, enquanto os espaços estiverem abertos para lazer.

Serão quatro equipes em cada região e as demais atuarão de maneira volantes no entorno. A operação conta com o apoio da Polícia Militar, por meio da Atividade Delegada, e da Guarda Civil Metropolitana.

Programação cultural

A Secretaria Municipal de Cultura (SMC) elaborou uma programação com intervenções, como uma exposição em homenagem aos profissionais da saúde e a intervenção do coletivo SHN, com ilustrações de pessoas de máscaras em bandeirolas, fazendo alusão ao momento da pandemia de covid-19. As ações ocorrem a partir deste último domingo (25).

Vista no novo Vale do Anhangabaú, reaberto neste último domingo (25) no centro de São Paulo. Foto: William Moreira / Futura Press.Vista no novo Vale do Anhangabaú, reaberto neste último domingo (25) no centro de São Paulo. Foto: William Moreira / Futura Press.

Com nove painéis em grande formato distribuídos pelo Vale, a Exposição Olhares da Linha de Frente, em homenagem aos profissionais da saúde, traz retratos de profissionais que atuaram na linha de frente do combate à covid-19. As pinturas são assinadas pelo artista Alexandre Ignácio Alves, dando continuidade ao seu trabalho iniciado na exposição Retratos Preto sobre Preto, exibido em 2019 no Centro Cultural São Paulo. O coletivo SHN traz ilustrações de pessoas de máscaras em bandeirolas, penduradas nos postes de iluminação do Vale.

Entre as outras intervenções, está a instalação Anhagabaú: um rio de luz e resistência, do Studio Visualfarm, que ocupa a nova fonte do vale com projeções e lasers. Serão realizados dois espetáculos por semana, às terças e quintas, totalizando vinte apresentações, a partir de 29 de julho. Outro destaque são as intervenções nos quiosques do Vale — cada um dos 11 quiosques receberá uma diferente.

Grupos teatrais consagrados da cidade, Os Satyros e Pia Fraus organizaram visitas guiadas lúdicas ao Vale do Anhangabaú. A atividade, com um grupo para o público em geral e outro para o público infantil e familiar, trouxe curiosidades e fatos da história do Vale e da região.

Valorizando a importância histórica do Vale, com cinco totens expositivos espalhados pelo Vale, a exposição O Vale em Constante Mutação traz um resgate histórico e afetivo das transformações pelas quais o local passou. A curadoria foi feita em parceria do Museu da Cidade de São Paulo com o Departamento de Patrimônio Histórico, ambos da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Parques com horário normal

É recomendado que os frequentadores evitem a prática de atividades em grupo que possam causar aglomerações no interior dos parques. Foto: Bigstock.É recomendado que os frequentadores evitem a prática de atividades em grupo que possam causar aglomerações no interior dos parques. Foto: Bigstock.

Os parques públicos municipais, Centros Desportivos da Comunidade (CDCs) e Centros Esportivos voltaram a funcionar no horário normal ontem (24). Os 109 parques municipais continuam obedecendo as regras do Plano São Paulo de não haver atividades entre 23h e 5h.

Continua obrigatório o uso de máscara e o respeito à regra de distanciamento social, além dos bebedouros que permanecem interditados. Além disso, é realizada a contagem de frequentadores na entrada dos parques.

A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) vai orientar os frequentadores quanto às restrições, a fim de conter qualquer tipo de aglomeração nos espaços. É recomendado que os parquinhos infantis e equipamentos de ginástica sejam utilizados com consciência, e que os frequentadores evitem a prática de atividades em grupo que possam causar aglomerações no interior dos parques. Clique aqui para saber o horário de funcionamento de cada parque.

***
Por Ludmilla Souza da Agência Brasil.

Com 70% da população elegível já vacinada com ao menos uma dose contra a Covid-19, o Comitê de Eventos da Prefeitura decidiu que a partir do próximo domingo (18), a Avenida Paulista estará disponível para lazer de pedestres e ciclistas no trecho entre a Rua da Consolação e a Praça Oswaldo Cruz, entre 8h e 12h. Neste período, o tráfego para veículos no local será suspenso.
 
A  Avenida estava fechada ao público desde março de 2020, devido ao estado de emergência da capital em razão à pandemia do coronavírus, conforme a portaria da Regional da Sé.

“Vamos abrir a Paulista, não de forma total. Ontem na nossa reunião de comitê nos foi apresentado que no período das 8h às 12h você tem um público que mantém distanciamento, que é mais família, que vai de bicicleta ou caminhar. À tarde tem um volume maior de pessoas, por isso foi sugerido e eu acatei que será a princípio de manhã só”, afirmou o Prefeito Ricardo Nunes, nesta terça-feira (13).

A ação acontecerá em caráter experimental e de acordo com todos os protocolos sanitários estabelecidos pela Vigilância Sanitária, como o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento entre as pessoas, sem aglomerações. Neste sentido, o horário escolhido para a intervenção, das 8h às 12h, foi justamente por ser um período mais tranquilo com relação ao número de frequentadores.
 

Imagem: reprodução / PMSP.Imagem: reprodução / PMSP.

De acordo com Nunes, a reabertura é possível porque a cidade ultrapassou a marca de mais de 70% da população adulta vacinada contra a Covid com pelo menos uma dose. Para que a imunização seja completa, no entanto, é necessário que o esquema vacinal com as duas doses atinja uma porcentagem maior de pessoas, o que ainda não aconteceu na cidade.

 De acordo com o funcionamento da Paulista, o Comitê irá analisar, em uma segunda etapa, a abertura do Vale do Anhangabaú, na região do Triângulo Histórico, no Centro da cidade.

***
Com informações da SECOM / PMSP.

O estádio foi inaugurado em 1940, mas o tobogã só foi erguido na década de 1970 e, por isso, não estava protegido pelo tombamento. Foto: Fotos Públicas.O estádio foi inaugurado em 1940, mas o tobogã só foi erguido na década de 1970 e, por isso, não estava protegido pelo tombamento. Foto: Fotos Públicas.

Erguido em 1970 no lugar de uma concha acústica, o "Tobogã" do estádio do Pacaembu, na zona oeste de São Paulo, esteve longe de ser unanimidade. Pelo contrário: a maioria dos comentários parecia ser contra a obra, atrás do gol oposto ao portão principal.

Durante a gestão de Paulo Maluf, a concha acústica foi demolida (em 6 de setembro de 1969) e no seu lugar construído o "Tobogã", uma arquibancada com capacidade para, em média, dez mil pessoas. Na manhã fria e chuvosa desta última terça-feira (29), o tobogã do antigo estádio municipal – inaugurado em 1940 e tombado em 1998 –, começou a virar lembrança, com o início de sua demolição.

A derrubada da estrutura foi possível depois que a prefeitura paulistana liberou alvará com a autorização. As obras no estádio deverão levar mais de dois anos (28 meses), a um custo de R$ 400 milhões. A empresa Allegra Pacaembu venceu polêmico processo de concessão, que inclui o estádio e o ginásio esportivo, pelo período de 35 anos.

No lugar do Tobogã deverá ser erguido um prédio de cinco andares, com 44 mil metros quadrados de área construída. Imagem: Allegra Pacaembu. No lugar do Tobogã deverá ser erguido um prédio de cinco andares, com 44 mil metros quadrados de área construída. Imagem: Allegra Pacaembu.

“A obra começa pela demolição do tobogã porque é a obra mais longa, a obra mais demorada em função do fato de que debaixo da projeção do tobogã nós vamos executar a construção do Centro de Convenções e Eventos”, declarou o CEO do Allegra Pacaembu, Eduardo Barella. “Após a demolição do tobogã, nós vamos fazer uma escavação para 15 metros embaixo do nível da terra. Toda a obra do clube poliesportivo é uma obra de restauro, onde não terá uma intervenção tão significativa.” Onde está o tobogã, será construído um prédio de cinco andares e quatro subsolos.

Era uma vez a Concha Acústica
Concha acústica foi demolida para que o Pacaembu pudesse acomodar mais torcedores. Foto: Acervo / Estadão.Concha acústica foi demolida para que o Pacaembu pudesse acomodar mais torcedores. Foto: Acervo / Estadão.

Jogos de futebol e sinfonias de música clássica, durante mais de duas décadas o Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho(Estádio do Pacaembu) foi o local certo para sediar os dois tipos de eventos. Isso, graças à charmosa Concha Acústica que existia atrás do seu gol. Foi só no final dos anos de 1960 que as atrações da concha perderam o jogo para as partidas de futebol.

O estádio estava carente de mais lugares para o público, que se espremia para ver a bola rolar, e decidiu demolir a concha para erguer novas fileiras de arquibancadas. A nova estrutura, conhecida como Tobogã, foi inaugurada em 1970 e acrescentou mais dez mil novos lugares à lotação do estádio, que oficialmente passou a ter capacidade para 37.730 mil pessoas.

Idealizada já no projeto do estádio e inaugurada junto com as demais dependências, em27 de abril 1940, a concha servia para amplificar o som das apresentações no palco. Na matéria sobre a inauguraçãodo Pacaembu, o Estado falava sobre sua funcionalidade: “o proscenico em arquivolta”, a concha, poderia “servir de estrado scenico para grandes concertos symphonicos ou coraes e outros espectalulos ou festividades cívicas”. E, assim foi. Ali tocaram bandas, orquestras e se apresentaram peças e palestras. O efeito sonoro criado pela estrutura em arco transformava as arquibancadas à sua volta numa grande plateia.

O Estado de S.Paulo - 28/4/1940

Na década em que o Estádio foi rebatizado para Paulo Machado de Carvalho, os Jogos Pan-Americanos seriam disputados pela primeira vez em São Paulo. Foto: Acervo / AE.Na década em que o Estádio foi rebatizado para Paulo Machado de Carvalho, os Jogos Pan-Americanos seriam disputados pela primeira vez em São Paulo. Foto: Acervo / AE.

A concha, assim como a estátua de Davi - uma réplica de 5,5 metros da famosa obra de Michelangelo- era uma marca registrada do Estádio do Pacaembu. O local era sempre usado durante as celebrações sediadas no estádio. Em 1945, abrigou as apresentações musicais da festa de recepção para os soldados da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que voltavam da Segunda Guerra. Na abertura dos Jogos Pan-Americanos de 1963, abrigou as bandas musicais da Força Pública, da Guarda Civil e do Exército. Na comemoração da conquista da Copa do Mundo de 1958, uma enorme bandeira do Brasil foi estendida em toda a largura da concha, que passou a carregar nos seu arco a inscrição: “Salve Campeões do Mundo”. A inscrição foi alterada em 1962, um “Bi” foi acrescentado antes de “Campeões”.

Inauguração com Vargas

O estádio municipal foi inaugurado em 1940, com a concha acústica (ao fundo), que seria derrubada 30 anos depois. Agora, o tobogã, ao fundo, começou a cair. Foto: SME.O estádio municipal foi inaugurado em 1940, com a concha acústica (ao fundo), que seria derrubada 30 anos depois. Agora, o tobogã, ao fundo, começou a cair. Foto: SME.

O Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho foi inaugurado em 27 de abril de 1940, com a presença do então presidente da República, Getúlio Vargas, acompanhado do interventor Ademar de Barros e do prefeito Prestes Maia. A obra também atuava como uma maneira de evidenciar o espírito presente no momento histórico de sua inauguração, buscando a fé do país e a busca pela grandeza da nação, atuando como símbolo de progresso ao Brasil.

No dia seguinte, 28 de abril de 1940, a política ficou de lado, dando espaço ao futebol. Foi nesta data que teve início, em rodada dupla, o torneio Taça Cidade de São Paulo, criado para inaugurar o Pacaembu. Com apenas quatro participantes — Palestra Itália, atual Sociedade Esportiva Palmeiras, Corinthians, Coritiba e Atlético Mineiro —, a competição era no formato eliminatório. Dois jogos na fase semifinal e os vencedores se classificavam à final.

Durante 10 anos, o estádio municipal paulistano foi o maior do país, até a inauguração do Maracanã, construído para a Copa de 1950. Torcedores mais antigos sempre lembram da voz do locutor oficial: “O seu, o meu, o nosso Pacaembu!”. No mesmo ano em que foi inaugurado, nasceu em Três Corações (MG) o menino Edson Arantes de Nascimento, depois conhecido como Pelé.

Mudança de nome

A emblemática fachada do estádio, tombada, não poderá ser alterada. Foto: Acervo / Estadão.A emblemática fachada do estádio, tombada, não poderá ser alterada. Foto: Acervo / Estadão.

Apesar de ser normalmente chamado de Pacaembu, foi em 1961 que o nome oficial do local passou a ser Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho. Isso ocorreu porque a Prefeitura de São Paulo quis homenagear o chefe da delegação brasileira da Copa do Mundo de 1958, que rendeu o primeiro título mundial de futebol ao país. Formado em Direito, a relação próxima de Paulo Machado de Carvalho com o futebol já havia começado dentro do São Paulo Futebol Clube, onde chegou a assumir o cargo de presidente entre 1946 e 1947.

***
Da Redação com informações do Acervo do Estadão.

Lazer no Parque do Ibirapuera após a flexibilização do isolamento social durante a pandemia de covid-19. Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil.Lazer no Parque do Ibirapuera após a flexibilização do isolamento social durante a pandemia de covid-19. Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil.

São Paulo continua em quarentena e, desde o último sábado (24), avançou para a segunda etapa da "fase de transição" do Plano São Paulo, com retorno gradativo e seguro de alguns setores da economia. Restaurantes, atividades culturais, parques e serviços em geral, como salões de beleza e academias, passam a ser liberados com limite de ocupação e horários específicos. Comércio e atividades religiosas já estavam liberados desde o domingo (18).

O palco que recebeu shows notáveis da sede da Casa da Francisca. Foto: Pablo Saborido / Divulgação.O palco que recebeu shows notáveis da sede da Casa da Francisca. Foto: Pablo Saborido / Divulgação.

A Casa de Francisca, mistura de espaço dedicado a shows, restaurante e bar localizado em prédio histórico no centro de São Paulo, anunciou neste último domingo (21) que encerrá as suas atividades por tempo indeterminado.

De acordo com nota divulgada nas redes sociais, é possível que o local feche as portas de forma definitiva. "Após 15 anos de casa, vamos parar por tempo indeterminado e ainda sem saber se vamos conseguir voltar", diz o texto.

Em 2017, a casa mudou-se dos Jardins para o centro da cidade. O espaço, que antes abrigava cerca de 40 pessoas, passou a ter capacidade para receber 180 visitantes após a mudança, instalando-se em uma construção histórica do centro antigo, o Palacete Teresa Toledo Lara, próximo à praça da Sé. "Foi um longo período de restauro com o mérito e ousadia de seus proprietários, seguido por cerca de cinco anos da nossa ocupação no Palacete Teresa. Só temos a agradecer por toda parceria e privilégio em ocupar um dos palacetes mais incríveis da cidade", diz a nota de despedida.Parte interna com espaço que recebia 120 pessoas sentadas e até 200 em pé. Foto: Pablo Saborido.Parte interna com espaço que recebia 120 pessoas sentadas e até 200 em pé. Foto: Pablo Saborido.De acordo com o texto, a casa recebia cerca de 250 shows por ano, além de ser o palco de festivais independentes. Na publicação, os representantes do espaço criticam a forma como as medidas restritivas para conter o avanço da pandemia do coronavírus foram implementadas, sem auxílios para a sobrevivência da população vulnerável, do comércio e dos trabalhadores.

"O setor cultural, responsável pelo alimento espiritual e por uma das maiores riquezas do país, e o setor de eventos, bares e restaurantes são uns dos setores mais atingidos pela pandemia e carecem de ações emergências e signicativas do setor público. Seguiremos buscando alternativas para conseguir retomar", afirma a nota.

Três anos foi o tempo que levou o restauro da fachada do prédio (acima, em foto de 1975), encomendado por Tereza Artigas. Foto: Rolando de Freitas / Estadão.Três anos foi o tempo que levou o restauro da fachada do prédio (acima, em foto de 1975), encomendado por Tereza Artigas. Foto: Rolando de Freitas / Estadão.Segundo o que foi informado, o delivery vai funcionar enquanto durar o estoque da casa. Nas redes sociais, o anúncio do fim das atividades foi recebido com lamento por um grande número de artistas e frequentadores.

A nota no InstagramImagem: reprodução.Imagem: reprodução.Após 15 anos de casa, vamos parar por tempo indeterminado e ainda sem saber se vamos conseguir voltar.

A “menor casa de shows da cidade” nasceu do amor entre dois irmãos que se multiplicou e agregou tanta gente que constrói até hoje um caminho de imenso carinho e dedicação. Em 2017, nossa mudança para o centro histórico foi fruto de nossa paixão pela cidade, mas também de muita angústia, tanto pela necessidade de abrir mão do nosso antigo endereço como pela despedida de Rodrigo que corajosamente decidiu se dedicar a uma nova experiência de vida no interior de São Paulo.

Foi um longo período de restauro com o mérito e ousadia de seus proprietários, seguido por cerca de 5 anos da nossa ocupação no Palacete Teresa. Só temos a agradecer por toda parceria e privilégio em ocupar um dos Palacetes mais incríveis da cidade, “a antiga esquina musical de São Paulo”. Com média de 250 shows por ano, a Casa de Francisca realizou mais de 3500 shows, além de festivais independentes e uma série de outros projetos.

Nesse momento de tragédia no mundo, o Brasil é protagonista com a incompetência de seus governantes que politizam a vacina e assistem ao aumento de mortes, das variantes do vírus e do colapso do sistema de saúde.

De um lado os negacionistas que chegaram até o limite para retardar a compra das vacinas e insumos, mantendo um discurso absurdo de ineficácia das máscaras e do distanciamento social. Do outro lado medidas de fechamento necessárias, porém mal executadas e com auxílios ordinários a sobrevivência da população vulnerável, ao comércio e aos trabalhadores.

O setor cultural, responsável pelo alimento espiritual e por uma das maiores riquezas do país, e o setor de eventos, bares e restaurantes são uns dos setores mais atingidos pela pandemia e carecem de ações emergências e significativas do setor público. Nosso mais profundo agradecimento a todos que prestigiaram e construíram conosco essa intensa caminhada.

Seguiremos buscando alternativas para conseguir retomar. Nosso delivery quente segue até hoje e durante a próxima semana somente os últimos congelados até o final do estoque que produzimos. Cuidemo-nos uns aos outros. Há de passar! 

***
Da Redação com informações da Casa de Francisca.

O skate park da Chácara do Jóquei é um dos três maiores do país. Foto: Cesar Ogata / SECOM.O skate park da Chácara do Jóquei é um dos três maiores do país. Foto: Cesar Ogata / SECOM.

São Paulo pode ser considerada uma das principais cidades da América Latina e do mundo por diversas razões. É um grande polo econômico e financeiro, uma potência reconhecida no mundo dos negócios, uma referência em artes, música e cultura em geral, tem uma das gastronomias que mais despertam a curiosidade do mundo, entre outros motivos.