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Terraço Itália é um dos símbolos de São Paulo e um dos mais famosos restaurantes da cidade, um jantar ali ou mesmo um drink no piano bar é para certos endinheirados. Mas durante a semana é possível subir até o 46º andar e aproveitar a vista panorâmica de graça.

Inaugurado em 1965 e considerado o segundo maior prédio da capital paulista, o Edifício Itália tem 165 metros de altura, 46 andares e 19 elevadores. Ali funcionam escritórios, um teatro, uma galeria e o restaurante na cobertura, que se tornou um dos símbolos de São Paulo.
 
Visita gratuita ao Terraço Itália (Foto: Esse Mundo É Nosso)Visita gratuita ao Terraço Itália (Foto: Esse Mundo É Nosso)
 

O Terraço Itália.

No fim da construção do Edifício Itália, ao visitar seu empreendimento projetado por Franz Heep, o empresário italiano Evaristo Comolatti ficou surpreso com a incrível vista do topo do prédio, que na época ainda era o maior de São Paulo. Foi então que decidiu abrir ali um luxuoso restaurante para que os visitantes e moradores da cidade pudessem vê-la de seu ponto mais alto.

Em 29 de setembro de 1967, era inaugurado pelo prefeito Faria Lima, na cobertura do Edifício Itália, o Terraço Itália, mais sofisticado ponto de encontro para personalidades e famosos.

 

Visita gratuita ao Terraço Itália (Foto: Esse Mundo É Nosso)Visita gratuita ao Terraço Itália (Foto: Esse Mundo É Nosso)

 

E praticamente nada mudou em relação ao padrão do lugar. Mas a alternativa é que existe uma visita gratuita ao Terraço Itália, de segunda a sexta, entre 16h e 17h. 

O visitante que for ao local neste horário pode curtir a incrível vista da cidade do mezanino do restaurante e curtir a imensidão de São Paulo em quase 360º. Uma pena é que seja só durante a semana…
 
O que chamou atenção em nossa visita foi o número de turistas estrangeiros, que já sabiam que durante a semana não precisariam deixar ali seus dólares em um almoço ou jantar para estar diante de uma das vistas mais bonitas da cidade. Mesmo sem provar os pratos da cozinha do Terraço Itália, a experiência é inesquecível – e de graça.
 
Visita gratuita ao Terraço Itália (Foto: Esse Mundo É Nosso)Visita gratuita ao Terraço Itália (Foto: Esse Mundo É Nosso)
 

Serviço

Avenida Ipiranga, 344 – Centro – São Paulo (Metrô República).
De segunda a domingo, das 12h às 24h.
Procure confirmar por telefone; em alguns horários o acesso ao mirante é exclusivo para clientes do Terraço.
Tel.: (11) 2189 2999.

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Fonte e fotos: Esse Mundo é Nosso no R7.


Um dos centros culturais mais vibrantes do Brasil, São Paulo apresenta um vasto conjunto de obras arquitetônicas -antigas e contemporâneas - que merecem a atenção de qualquer cidadão ou turista. Para promover o encontro da população com o acervo disponibilizado a céu aberto – muito visto, mas pouco entendido –, a prefeitura de São Paulo promove um roteiro cultural guiado pelos pontos históricos e monumentos arquitetônicos que ajudaram a construir a história da cidade da garoa.

Com 9 opções, entre elas roteiro afro, arte urbana, futebol, café e a história da cidade, os roteiros partem dos CITs – Centros de Informação Turística – e acompanham um guia para informações detalhadas e um mapa do percurso. Acesse a programação completa aqui.

Fazem parte do Roteiro de Arquitetura:

Mosteiro de São Bento | Edifício Martinelli | Edifício Altino Arantes | Banco de São Paulo | Centro Cultural Banco do Brasil | Edifício Triângulo | Edifício Guinle | Caixa Cultural | Pateo do Collegio | Tribunal de Justiça | Secretaria de Justiça | Solar da Marquesa de Santos | Igreja da Ordem Terceira do Carmo | Palácio da Justiça | Catedral da Sé | Escola de Comércio Álvares Penteado | Faculdade de Direito | Conjunto Franciscano | Edifício Barão de Iguape | Igreja de Santo Antônio | Pórtico da Praça do Patriarca | Edifício Sampaio Moreira | Edifício Matarazzo | Edifício Alexandre Mackenzie | Theatro Municipal.

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Fonte: Blog da Galeria da Arquitetura.


A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Governo Municipal (SGM) e São Paulo Turismo (SPTuris), com apoio de vários órgãos municipais, PM e Metrô, realiza no próximo dia 31 o Réveillon na Paulista 2015/2016. O palco dos shows estará localizado na altura do número 500 da avenida Paulista, no cruzamento com a avenida Brigadeiro Luís Antônio, ficará de frente para o sentido Consolação da via.

As atrações, todas já confirmadas, atendem a diversos estilos. O evento terá início às 18h30 com a banda Djavú. Depois se apresentam Dennis DJ, Chiclete com Banana e o cantor Criolo. Na hora da virada, a dupla Marcos & Belutti estará no palco, seguida de Mumuzinho. Para fechar com chave de ouro, a escola de samba campeã do Carnaval 2015, Vai-Vai, se apresenta com sua bateria nota 10, encerrando o evento às 2h da manhã do dia 1º. O mestre de cerimônias da noite será o ator Érico Brás, mais conhecido pelo personagem “Jurandir”, da série Tapas & Beijos.

Para o público poder acompanhar todos os detalhes dos shows e também a contagem regressiva, nove telões de LED serão instalados por toda a avenida, além de um grande painel no fundo do palco. Na parte de alimentação e bebida, o evento contará com um festival gastronômico, organizado pela Subprefeitura da Sé. Serão seis pontos com barracas e food trucks.

Para garantir a segurança, a Polícia Militar fará uma operação especial e contará ainda com o sistema CFTV (circuito fechado de televisão), um posto de comando especial para monitoramento com câmeras em tempo real. Centenas de seguranças privados e bombeiros civis ainda darão apoio e a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras e a Guarda Civil Metropolitana farão a fiscalização de venda de produtos irregulares. Haverá também oito postos médicos e 16 ambulâncias, além do auxílio da Secretaria Municipal de Saúde.

Para dar todo o suporte à população, a Secretaria Municipal de Transportes, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-SP) e da SPTrans, divulgará nos próximos dias os bloqueios de trânsito e as mudanças nas linhas de ônibus.

O Metrô também terá operação especial e manterá várias estações abertas durante a madrugada para a chegada e partida do público. Na avenida Paulista, somente a estação Brigadeiro será fechada. A indicação é para que o público chegue ao Réveillon na Paulista utilizando o transporte público.

Haverá revista preventiva e não será permitida a entrada no perímetro do evento portando armas, garrafas, latas, fogos de artifício ou itens que possam apresentar risco, como objetos perfurocortantes.

O início da montagem do palco será no dia 28 de dezembro, às 22h. Até a noite do dia 30, duas faixas de cada lado da Av. Paulista ficarão liberadas. A ciclovia também permanecerá livre. No dia 31, toda a via ficará interditada em razão da Corrida da São Silvestre. No dia 2, a Av. Paulista já estará novamente liberada em sua totalidade. A CET irá divulgar os detalhes sobre os bloqueios de trânsito nos próximos dias.

A Secretaria Municipal de Serviços, por meio da Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), dará todo o apoio necessário para viabilizar a limpeza após o término dos shows, com centenas de agentes trabalhando no local, que ainda contará com 385 banheiros químicos em 12 bolsões.

O Réveillon na Paulista 2015/2016 também tem o apoio da Secretaria Municipal para Assuntos de Turismo e contará, por mais um ano, com uma pesquisa conduzida pelo Observatório de Turismo e Eventos da SPTuris para medir o impacto do evento, o fluxo de visitantes gerado e para que o público possa avaliar e dar sugestões. Serão 40 pesquisadores que irão entrevistar 1,2 mil pessoas durante os shows.

Confira as principais informações sobre o evento:

Festa de Ano Novo na Avenida Paulista  
Horário: 18h (dia 31/12) às 2h (dia1/1)
Palco: Com estrutura terá 13x20m, estará localizado no cruzamento da Av. Paulista com a Av. Brigadeiro Luís Antônio, altura do número 500.

Outras estruturas:
- 10 telões de LED ao longo da avenida, sendo 9 telões LED 4 x 3 m ao longo da avenida e 1 telão LED 8 x 6 m no palco
- 9 torres de som ao longo da avenida

Área total do evento:
Avenida Paulista – entre a Rua Carlos Sampaio/Maria Figueiredo até a Alameda Casa Blanca (estruturas de som, painéis de Led e luz até a Alameda Pamplona)

Atrações:
18h30 às 19h15 – Banda Djavú.
19h30 às 20h30 – Dennis DJ.
20h30 às 21h30 – Chiclete com Banana.
22h00 às 23h00 – Criolo.
23h30 às 00h30 – Marcos & Belutti (momento da virada).
00h50 às 01h30 – Mumuzinho.
01h40 às 02h00 – Escola de Samba Vai-Vai, Campeã do Carnaval SP 2015.

Saúde
8 postos médicos e 16 ambulâncias (12 de remoção e 4 UTI).

Segurança
· 700 seguranças privados.
· 80 bombeiros civis.
· 3 mil grades.
· 300 barricadas.
+ Efetivo da PM e da GCM.

Alimentação
O Festival gastronômico contará seis pontos de alimentação com barracas de alimentação e food trucks, sob coordenação da Subprefeitura da Sé.

Higiene
12 bolsões com 385 banheiros químicos no total (350 padrão e mais 35 para pessoas com deficiência).

Transporte
Para chegar ao local com segurança, indica-se o uso do transporte público (ônibus e metrô).
 
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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.

 


O secretário municipal de Cultura, Nabil Bonduki, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, que a cidade de São Paulo tem 383 blocos e cordões inscritos para o carnaval de rua de 2016. 

Segundo o secretário, são 110 grupos a mais em relação ao último carnaval, que recebeu 273 inscritos. O cadastramento para o carnaval de rua de 2016 teve início no dia 17 de novembro e se encerrou no domingo, 13 de dezembro.

Houve queda no número de interessados por desfile no centro expandido. No carnaval anterior, 76% dos grupos queriam se apresentar na região central da cidade. Agora, 71% manifestaram interesse.

Bonduki comemorou o número de blocos interessados em se apresentar além dos limites do centro expandido. Segundo ele, desta vez, 111 grupos propuseram apresentações em regiões mais periféricas da cidade, ante 64 do carnaval anterior.

Na região de Pinheiros, 73 blocos de rua apresentaram propostas.

Vila Madalena

Em 2016, o carnaval deve ser menor para evitar transtornos e aglomerações na Vila Madalena, na zona oeste da capital. Na edição deste ano, a Prefeitura precisou de apoio da Polícia Militar para conseguir liberar as vias e fazer a limpeza. Para dispersar o público, a PM usou bombas de efeito moral. Também houve atropelamentos e brigas, que terminaram com foliões esfaqueados.

No mês passado, o jornal O Estado de S.Paulo adiantou que, após um carnaval tumultuado na Vila Madalena, neste ano, que provocou críticas dos moradores da região e a queda do subprefeito de Pinheiros, a Prefeitura decidiu proibir o desfile de grandes blocos na Avenida Sumaré no carnaval de 2016 e reduzir o número de atrações no bairro.

A gestão Fernando Haddad (PT) pretende transferir os maiores shows, com demanda de trios elétricos, para a Avenida Pedro Álvares Cabral, no Parque do Ibirapuera, na zona sul da cidade.

Se houver acordo entre Prefeitura e organizadores dos blocos, as atrações maiores, que se apresentaram na Avenida Sumaré neste ano, poderão desfilar na região do Ibirapuera. "Os blocos querem ficar, em geral, mais próximos do centro expandido. Em função disso, eles estavam dialogando com a Subprefeitura da Vila Mariana a possibilidade de desfilar ali na Avenida Pedro Álvares Cabral", disse Bonduki.
 
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Fonte: Agência Estado.


 
O Teat(r)o Oficina foi eleito pelo "Observer", jornal dominical do "Guardian", como o melhor teatro do mundo por sua estrutura arquitetônica. 
 
O teatro, que fica na Bela Vista, no centro de São Paulo, foi projetado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi em 1984. 
 
Conhecido por sua estrutura horizontal, o prédio difere da distribuição clássica em círculo. Os espectadores se sentam ao alto, de frente para uma parede envidraçada de 150 m². 
 
O local foi "construído para servir às performances orgásticas do criador do teatro, Zé Celso, que disse que a ideia do plano aberto surgiu quando ele estava em uma viagem de ácido, fugindo da polícia, e acabou preso contra uma parede", explica o "Guardian".
 

Zé Celso, Ricardo Bittencourt (centro) e Edi Brown (direita) em 'Os Sertões', de 2002; a foto de Lenise Pinheiro faz parte do livro 'Teatro Oficina'.
 
 
Confira abaixo os demais teatros eleitos pelo "Guardian" por seus projetos arquitetônicos, em lista divulgada na última sexta-feira (11). 
 
2. Epidaurus (Grécia, projetado por Polykleitos no séc. 4 a.C.).
 
3. Grosses Schauspielhaus (Berlim, projetado por Hans Poelzig em 1919).
 
4. National Theatre (Londres, projetado por Denys Lasdun em 1976). 
 
5. Teatro Scientifico (Mantua, projetado por Antonio Bibiena em 1769). 
 
6. Hackney Empire (Londres, projetado por Frank Matcham em 1901). 
 
7. Metropol (Tarragona, projetado por Josep Maria Jujol em 1908). 
 
8. Teatro del Mondo (Veneza, projetado por Aldo Rossi em 1979). 
 
9. Český Krumlov (Cesky Krumlov, República Tcheca, projetado em 1682 e 1766). 
 
10. Radio City Music Hall (Nova York, projetado por Edward Durell Stone e Donald Deskey em 1932).
 
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Fonte: The GuardianFolha Ilustrada.
 


Nesse final de semana, São Paulo estava novamente em festa. Para sensibilizar os cidadãos sobre a necessidade de proteger o patrimônio e, ao mesmo tempo, mostrar que ele está vivo e que pode estar integrado ao cotidiano da cidade, a Secretaria Municipal de Cultura (SMC), através do seu Departamento de Patrimônio Histórico (DPH), promoveu a Jornada do Patrimônio

Inúmeras entidades e proprietários aceitaram o convite de abrir seus imóveis de interesse histórico para o público, incluindo visitas guiadas e roteiros que permitiram conhecer melhor a nossa história.

Para dar mais vida aos espaços e atrair um público leigo ainda não habituado a esse tipo de programa, foram agendados nesses edifícios inúmeros eventos artísticos – apresentações de música, teatro, cinema e dança, além de debates e palestras. A proposta se relaciona com a educação patrimonial, elemento essencial para massificar o interesse da população sobre esse tema. 
 
A Jornada marca o esforço que a SMC está fazendo para integrar o patrimônio na efervescente vida cultural da cidade, de modo articulado com o desenvolvimento urbano e econômico. Ao invés de ser visto como um obstáculo, a preservação da memória deve ser vista como um ativo, que gera oportunidades para os proprietários e um leque imenso de possibilidades de uso e fruição.
 
Dessa forma, avançamos na política de preservação, que hoje sensibiliza especialistas, movimentos urbanos e coletivos culturais, mas ainda está longe do grande público. 
 
O acelerado crescimento de São Paulo gerou a destruição de bens culturais relevantes, sob o argumento de que "era o preço do progresso". Privada de edifícios representativos, mirantes e paisagens, a cidade foi ficando sem memória e identidade, processo que a criação do Iphan e do tombamento, em nível nacional, em 1937, não conseguiu interromper.
 
Essa trajetória começou a ser alterada há 40 anos, em 1975, quando foi criado o DPH, no âmbito da política cultural do municipal, e realizado um grande inventário dos bens de interesse arquitetônico e urbano. Esses bens foram incluídos no zoneamento como uma nova "zona" (Z8/200), que passou a protegê- los do processo imobiliário. Em 1985, a lei nº 10.035 criou uma legislação municipal abrangente, com a instituição do Conpresp e do tombamento municipal. 
 
Com o Plano Diretor de 2002 ocorreu um grande avanço, pois a política patrimonial passou a se articular com o desenvolvimento urbano. Foram criadas as Zepec's para proteger edifícios, conjuntos urbanos, bairros e paisagens.

Esperamos que, em breve, possamos comemorar a criação de novos mecanismos para financiar a recuperação do nosso patrimônio. As Jornadas poderão contribuir para esse resultado.
 
Nabil Bonduki, professor titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, é secretário municipal de Cultura de São Paulo. Foi o relator do Plano Diretor Estratégico na Câmara Municipal, aprovados em 2002 e 2014.
 
Nadia Somekh, professora titular do programa de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, é presidente do Conpresp - Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo.

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Artigo publicado originalmente na sessão Tendências / Debates do jornal Folha de S.Paulo.