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Prevista para acontecer neste final de semana (dias 24 e 25), a 9ª Virada Esportiva, organizada pela Prefeitura de São Paulo e também pela Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação do município, promete não deixar o paulistano parado. E opções para isso não faltarão: no total, estão programadas mais de 34 horas de atividades físicas, clínicas e oficinas de esporte espalhadas por mais de 400 endereços. Cerca de dois mil eventos irão transformar São Paulo no maior centro esportivo do mundo.
 

A programação da Virada Esportiva 2015 estará dividida por grupos específicos de atividades: aquáticos, artes marciais, atletismo, clínicas e oficinas, corrida e caminhada, dança, digitais, esportes com bola, esportes de arremesso, esportes sobre rodas, exercícios aeróbicos, ginástica, modelismo, radicais de aventura, raquetes e tacos, recreativos, saúde/estética, simuladores, skate, tabuleiro/jogos de mesa, Terceira Idade e virada paraesportiva. O link completo da programação você pode acessar aqui!

A Virada trará para o público atividades mais tradicionais aos praticantes de modalidades esportivas, como futebol, vôlei, futsal, handebol, basquete, beisebol, futebol americano e rúgbi, entre outros. Mas também haverá espaço para modalidades bastante populares nas escolas, por exemplo, como a queimada, que está prevista para acontecer em três locais: CEE Rubens Pecce Lordello (dia 24, das 10h às 11h, na Av. Lins de Vasconcellos, 804); CE Raul Tabajara (dia 24, das 11h às 13h, na R. Anhanguera 484, Barra Funda) e Centro Esportivo Juscelino Kubitschek (dia 24, Rua Inácio Monteiro 55, Cidade Tiradentes).

O grupo de esportes radicais e de aventura também promete ser uma atração à parte na Virada Esportiva. O Centro Esportivo e de Lazer Tietê (Av. Santos Dumont, 843) receberá nos dias 24 e 25 atividades de bungee jump, entre 10 e 18h. No mesmo local, também irão acontecer atividades de asa delta, sábado e domingo.

A exemplo do que aconteceu em 2014, também haverá este ano a Virada Paraesportiva, com diversas atividades voltadas para atletas com deficiência física. Estão previstos eventos adaptados de bocha, futsal, basquete, tênis, judô, golfe, capoeira, vôlei e atletismo, além de uma palestra sobre audição.

Fonte: Lance.

 


Na noite desta quarta (21), Willem Dafoe estará lutando pela vida no Auditório Ibirapuera, Juliette Binoche tentará seduzir um taxista no Centro Cultural Banco do Brasil e Joaquin Phoenix vai beijar Emma Stone no Jockey Club. 
 
A cidade de São Paulo, que não tem lá uma beleza cinematográfica à primeira vista, se tornará cenário de três grandes eventos de cinema a partir desta semana: a Mostra Internacional, a retrospectiva "Jean-Luc Cinéma Godard" e o Vivo Open Air (com exibições de filmes ao ar livre). 
 
A Mostra Internacional de São Paulo abre para o público nesta quinta-feira (22) e vai até 4 de novembro, trazendo na programação 311 obras de 62 países. Hoje, em sessão só para convidados, traz "Meu Amigo Hindu", dirigido por Hector Babenco e com o americano Willem Dafoe no elenco. Exibe obras premiadas em festivais mundo afora ("Dheepan", de Jacques Audiard, "Desde Allá", de Lorenzo Vigas), estreias nacionais ("Amigo Hindu", "Garoto", de Julio Bressane) e clássicos restaurados ("Limite", o filme de 1931 de Mário Peixoto).
 
"Há 39 anos que a Mostra acontece no mesmo período, em outubro. Nunca mudamos e ninguém veio falar com a gente", diz Renata de Almeida, organizadora do festival, a respeito da justaposição de datas dos eventos de cinema. Forçada pela crise a lidar com um orçamento 30% menor do que no ano passado, Renata organizou uma edição com 20 filmes a menos. O anunciado retorno da sala de cinema do Maksoud ficará para 2016.
 

Clássicos, lançamentos e infantis na tela de projeção do Vivo Open Air São Paulo. Foto: Divulgação. 
 
Allen e Godard

No Jockey Club, uma tela do tamanho de uma quadra de tênis traz, de quarta a domingo, shows e filmes do Vivo Open Air, todos ao ar livre Entremeados com shows variados (Arnaldo Antunes, por exemplo), ocorre a exibição de filmes recentes ("O Homem Irracional", de Woody Allen, com Phoenix e Stone, "Divertida Mente") e clássicos ("Laranja Mecânica", "O Mágico de Oz"). 

"Acho que a confluência dos eventos estimula as pessoas", diz Renato Byington, idealizador do projeto, em sua quarta edição na cidade. Esta quarta também dá início à maior retrospectiva já feita sobre o cineasta francosuíço Jean-Luc Godard, expoente da nouvelle vague.
 
"São Paulo tem a característica de ter uma série de atividades. Não há ideia de rivalizar: a cidade comporta mais de um grande evento", afirma o curador Eugenio Puppo, que selecionou 125 obras do diretor: da polêmica "Eu Vos Saúdo, Maria" (1983) a raridades nunca vistas no país, caso de "Salve a Vida" (1979). 

O espectador poderá conhecer também a faceta publicitária de Godard, que nos anos 1980 fez vídeos conceituais para uma marca de jeans. 
O contato com o recluso cineasta, diz Puppo, se deu por meio de um assistente. "Mandamos uma carta escrita à mão em francês, comunicando a ele do projeto, e Godard não se manifestou." A partir do fim deste mês, enquanto os três eventos ainda estiverem acontecendo, e até o início de dezembro, começa o Novembro Audiovisual. Articulada pela prefeitura, a agenda terá eventos cinematográficos patrocinados ou apoiados pela Spcine, empesa paulistana de fomento ao setor na cidade.
 
No pacote estão a Comic Con, feira de cultura pop, o Mix Brasil, com filmes de temática LGBT, e a Expocine, voltada à indústria, além de fóruns sobre cinema e TV, um aberto ao público e o outro fechado para executivos do setor. 
"Queremos criar uma agenda para fortalecer São Paulo como cidade estratégica para o audiovisual", diz Alfredo Manevy,que preside a Spcine. 
 
39ª Mostra de Cinema.
Quando: de 22/10 a 4/11.
Onde: diversos locais na cidade. 
Quanto: de R$ 16 (ingresso indivisual) a R$ 430 (permanente integral); desconto de 15% aos titulares de assinaturas Folha.
Informações no site da Mostra. 
 
Jean-Luc Cinéma Godard 
Quando: de 21/10 a 2/12.
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil, r. Álvares Penteado, 112, tel. (11) 3113-3651; CineSesc, r. Augusta, 2.075, tel. (11) 3087-0500. 
Quanto: de R$ 4 a R$ 12. 
Informações no site do CCBB/SP.
 
Vivo Open Air 
Quando: quarta a sábado, 19h30; domingo, 17h; de 21/10 a 8/11. 
Onde: Jockey Club, r. Dr. José Augusto de Queiroz, s/nº, portão 1. 
Quanto: R$ 50 (show + filme), à venda no site da Ingresso Rápido. 
Informações no site doVivo Open Air

Guilherme Genestreti de São Paulo na Ilustrada.
 
 


Misturando arte e música, o festival Audio Groove chega ao Audio Club em novembro com o objetivo de divulgar o movimento Hip-Hop e fazer valer a posição do estilo musical como luta social. O evento vai mostrar aos jovens que, através da cultura, é possível não optar pelos caminhos violentos que a sociedade de consumo proporciona.
 

Através das principais linguagens do Hip Hop (como o MC, o DJ, o grafite e o break) e dos principais nomes do movimento no Brasil, o AudioGroove pretende valorizar, divulgar e incentivar esta cultura

O festival acontecerá no mês de novembro no Audio Club, situado na Barra Funda e contará com apresentações de artistas que são referência no cenário Hip Hop, como Dexter e Thaíde, que é também o porta-voz do evento. Além dos shows, o AudioGroove vai promover uma competição entre novos artistas do movimento que serão avaliados por veteranos, como os rappers Kamau, Dexter e Max BO e os Djs Marco e Fábio Rogério.

Para preparar o público para o festival e reforçar a difusão do Hip Hop, o AudioGroove vai promover, no mês de setembro, uma série de oficinas em parceria com o Centro Cultural da Juventude, sobre os quatro elementos do movimento: o grafite, o break, o DJ e o MC. 

Serviço

Festival “AudioGroove” 

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Audio Club
Av. Francisco Matarazzo, 694 Água Branca – São Paulo.
(11) 2027-0777.
26 de novembro, a partir das 22h.
Ingressos: R$ 30,00 pelo site do Audio Club.

Serviço 

Oficinas “Audio Groove Festival”.

Centro Cultural da Juventude.
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo. 
(11) 3984-2466.
8 a 23 de setembro.
Oficinas de Grafite – 8, 10, 15, 17 e 22 (Início às 14h30).
Oficinas de Break – 8, 10, 15, 17 e 22 (Início às 17h).
Oficinas de DJ – 9, 11, 16, 18 e 23 (Início às 14h30).
Oficinas de MC – 9, 11, 16, 18 e 23 (Início às 17h).

Fonte: Revista Brasileiros.

 


Nos dias 23, 24 e 25 de outubro, São Paulo recebe a primeira edição do O.bra Festival, evento internacional de arte de rua no Brasil. Idealizado e organizado por Marcelo Pimentel e Marina Bortoluzzi, os nomes por trás do Instagrafite; Vera Santana, da DaTerra Produções Culturais, e pelo empresário Luan Cardoso, o O.bra será uma verdadeira galeria de arte a céu aberto na cidade. O line-up do festival traz 18 artistas nacionais e internacionais, a maioria da primeira geração da arte de rua, que, convidados a produzir em duplas, vão pintar oito empenas de grande escala e construir uma instalação na região do Largo do Arouche, em São Paulo.
 

O O.bra foi pensado para existir como um festival exclusivamente direcionado à street art. Sua linha curatorial teve como base a primeira geração da arte de rua do Brasil, movimento formado em meados de 1980 por artistas que, de fato, tiveram a rua como escola e que assim, ajudaram a moldar o estilo e o cenário nacional. “Foi em São Paulo que a arte de rua brasileira começou e é importante mostrarmos para o mundo porque ainda somos a meca da arte de rua global”, diz Marina Bortoluzzi. “São nos precursores do Brasil que nos inspiramos e os quais homenageamos nesta primeira edição do O.bra”, pontua Marcelo Pimentel.

Seguindo o conceito de co-criação em projetos, o O.bra convidou nove artistas e lhes deu a liberdade de convidarem outros nove artistas de sua escolha e preferência, de qualquer lugar do mundo, para pintarem em parceria inédita. Com isso, formou-se o line-up com as duplas que produzirão oito empenas de grande escala: INTI (Chile) e Alexis Diaz (Porto Rico);Jaz (Argentina) e Conor Harrington (Irlanda); Herakut (Alemanha) e M-City (Polônia); Aleksei e Waone Interesni Kazki (Ucrânia); Speto (Brasil) e Never 2501 (Itália); Tinho (Brasil) e Carlos Vergara (Brasil); Binho (Brasil) e Suiko (Japão); Vitché (Brasil) e Jan Kalab (República Tcheca); já Herbert Baglione (Brasil) fará uma instalação de 10x10m no chão, retratando suas icônicas sombras.

Será a primeira vez que os artistas Alexis Diaz, Conor Harrington, Herakut e Interesni Kazki pintam no Brasil, e será também o retorno a São Paulo de artistas como M-City, INTI, Jan Kaláb, Jaz, Suiko e Never 2501, que já morou no país. Os artistas iniciam as pinturas das empenas no dia 13 de outubro, e o público poderá acompanhar no decorrer destes 12 dias o progresso das obras.

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 'Arrested Motion', mural de Interesni Kazki na Sicília. Foto: Divulgação.

Além do intercâmbio cultural entre os artistas, o O.bra pretende trazer a valorização do artista de rua como muralista – que ainda hoje é por vezes marginalizada pela sociedade -, ajudar na revitalização da cidade de São Paulo, fomentar a economia criativa e aproximar a população da arte de rua. “Sentimos falta de um festival de arte urbana no Brasil e queremos existir e voltar anualmente para evoluir este cenário e dar voz aos artistas da street art no país”, diz Vera Santana.

O O.bra ainda terá uma programação vasta com atividades, como yoga na rua, palestras e workshops com artistas e profissionais renomados da street art, cinema ao livre, music jam sessions, dentre outras atividades gratuitas. “A programação do O.bra foi pensada para aproximar os artistas e obras da street art ao público. E até por conta disto as atividades são todas gratuitas, desde os workshops até o cinema e a música”, diz Luan Cardoso.

Todas as inscrições para workshops e palestras serão realizadas exclusivamente pelo site do Itaú Cultural, instituição parceira do O.bra. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 19 de outubro. 

Acesse o site e confira a programação: http://obrafestival.com/inicio

Com informações da Agência Lema.
 
 


A avenida Paulista, na região central, iniciou neste domingo (18) as operações do programa 'Rua Aberta', que reserva o espaço de vias da Capital para pedestres e ciclistas. A avenida mais famosa de São Paulo transformou-se nesta manhã em um espaço para lazer, prática esportiva e convivência. O secretário Jilmar Tatto (Transportes) acompanhou a operação, que ocorre das 9h às 17h, entre a praça Oswaldo Cruz e a rua da Consolação, em ambos sentidos.

 

 

“O que nós estamos fazendo é uma coisa boa para a cidade, boa para todos. É uma política pública. Agora vamos aprimorar os detalhes em diálogo com os moradores, os comerciantes e os ciclistas”, afirmou Tatto.

De acordo com uma pesquisa do IBOPE (28/8-5/9), 64% dos paulistanos são favoráveis ao uso de vias como a Avenida Paulista por pedestres e ciclistas aos domingos. A iniciativa amplia a oferta de espaços de lazer na cidade e deverá ser estendida para todas as subprefeituras.

 

 

O funcionário público Paulo Reinaldo Teixeira, 36 anos, e seu filho Guilherme, 4 anos, aprovaram a novidade. “A gente sempre vem para a Paulista nos finais de semana, ele aprendeu a andar de bicicleta aqui na praça do Ciclista e está empolgado por poder andar hoje em toda a avenida”, contou Paulo.

Além da avenida Paulista, um trecho da rua Benedito Galvão (na altura da Praça Albino Francisco de Figueiredo), em Aricanduva, e a avenida Luiz Gushiken, em M’Boi Mirim, também estarão abertas para pedestres e ciclistas. As vias dessas regiões foram escolhidas pelos moradores em audiências públicas realizadas em setembro. Veja detalhes das alterações de circulação destes locais aqui.

 

Segundo o secretário Tatto, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) irá avaliar detalhes da operação a partir de contribuições e sugestões de quem vive, trabalha e ircula pelas avenidas abertas neste domingo.

Para os motoristas que passam pela região da avenida Paulista, a travessia da região da Bela Vista e Cerqueira César para os Jardins, e vice-versa, poderá ser realizada pela Rua da Consolação, Avenida Brigadeiro Luís Antônio e Rua Treze de Maio.A CET é responsável por garantir o acesso a todos os hospitais da região, hotéis e o Club Homs, além da circulação dos moradores locais a suas residências.

Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação. Fotos: Heloisa Ballarini / Secom.


Giro Cultural USP é um programa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo - USP, criado com o objetivo de estimular a divulgação da grande riqueza do patrimônio arquitetônico, artístico e cultural – material e imaterial – da USP, muitas vezes, desconhecida pela própria comunidade universitária e pelo público que frequenta a Universidade.

O primeiro roteiro realizado fora da Cidade Universitária leva o nome de USP e a São Paulo Modernista. Com ponto de partida na estação Alto do Ipiranga do Metrô, o passeio tem início no Museu Paulista, no bairro do Ipiranga, passando pelo centro da cidade, onde destaca algumas importantes edificações modernistas, como o Edifício Copan, de Oscar Niemeyer.

O ponto de parada seguinte é o prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Rua Maranhão, no bairro de Higienópolis, um casarão art nouveau do início do século XX. O passeio termina no Museu de Arte Contemporânea da USP, no Parque do Ibirapuera.

O roteiro procura oferecer aos visitantes um olhar e uma leitura distintos sobre a implantação do modernismo na cidade, em suas múltiplas dimensões (arquitetônica, urbanística, econômica, sociocultural e política), evidenciando a passagem do século XIX até o ápice da consolidação do projeto modernista na cidade de São Paulo, nos anos 1950.

O percurso conta com uma equipe de mediadores composta por historiadores, artistas plásticos e arquitetos. Todo trajeto é percorrido em um ônibus equipado com recursos multimídia para uso durante o passeio.

Os roteiros acontecerão nos dias 17, 24 e 31 deste mês e são gratuitos. Para se inscrever, clique aqui.

Fonte: ArchDaily Brasil.