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Acontece neste sábado (27) a primeira edição do projeto Feira Cavalete, na DOC Galeria, na Vila Madalena. Voltado para amantes da fotografia, o evento vai reunir artistas, galerias, fotógrafos independentes, editoras, selos alternativos, artistas visuais e produtores que queiram apresentar e vender seus trabalhos.

Com objetos e obras cujos valores variam de R$ 5 a R$ 5 mil reais, a proposta é: 'Fotografias para vestir, guardar ou pendurar'. O objetivo dos idealizadores, Mônica Maia e Fernando Costa Netto é o de oferecer todo e qualquer objeto fotográfico: fineart, publicações, fotolivros, fotozines, livros de artistas, caixas de fotografias, fotos soltas e também roupas.

O evento vai também contar com a presença de food trucks, barracas de comida e bebida, e música.

Participantes confirmados:
DOC Galeria, Compota, Felipe Russo, FOTOSPOT, Olhavê, Rogério Assis, Everton Ballardin, ArtPix, Galeria Phd, Galerize, Fish Eye Galeria, Espaço opHcina, Vibrant Editora, Isis Gasparini, oYo Fotografia para Vestir, Ilana Lichstenstein, Helena Wolfenson, AnaBê Elorza, Thiago Fink, Marcelo Paciornik, Maristela Colucci, Galeria Porão, Rafael Roncato.

Serviço:       
Feira Cavalete
Data: neste sábado, 27 de junho
Horário: das 11h às 18h
Local: DOC Galeria - rua Harmonia, 126 - Vila Madalena.

Fonte: G1.

No último domingo (21) aconteceu na Biblioteca Monteiro Lobato – a primeira Biblioteca para crianças de São Paulo – no Centro, a 2ª Viradinha Cultural para crianças. Contemplada por um belo dia se sol, a Viradinha juntou pessoas de todas as regiões da cidade em um único local, marcado pelo simbolismo importante da Biblioteca.

Entre oficinas, shows, apresentações, brincadeiras e barraquinhas de comida, a criançada teve das 9h às 18h para curtir os entornos da Biblioteca e suas atrações. Os shows mais esperados foram o da Palavra Cantada, Beatles para Crianças e Banda Mirim, que lotaram durante os espetáculos.

Para Viviane, mãe do Joaquim de 10 anos, “só o fato de estar junto com meu filho ao ar livre em uma Biblioteca Municipal, algo que está em extinção, me faz muito feliz. Ver a diferença de raças, classes, crianças e tudo tão colorido é muito legal!”

Todo o quarteirão no Centro estava colorido e com muitas crianças e bebês. Viam-se balões de gás hélio voando e nas mãos de crianças correndo pela praça, sempre, com muitos sorrisos. Um evento que marcou a Viradinha foi a oficina de horta. As crianças tiveram a oportunidade de plantar manjericão, alecrim e outros temperos, e ainda levaram para casa um kit com pá e borrifador de água em uma bolsinha charmosa.

Por todos os lados, viam-se mamães e seus filhos sentados na grama, na estrutura de almofadinhas e lençóis que a Prefeitura junto com a São Paulo Carinhosa e outras Secretarias organizou. Para Priscila, mãe do Guilherme, “eventos como esse deveriam acontecer durante o ano todo. Falta cultura voltada para as crianças.”

A Viradinha Cultural 2015 conseguiu reunir crianças que no dia-a-dia não se misturam em um único local marcado pelo simbolismo da Biblioteca Monteiro Lobato e com brincadeiras para todas as idades durante todo o dia. Os sorrisos das fotos são a confirmação do sucesso do evento!

Aqui, as crianças 'embaladas' ao som dos Beatles: https://youtu.be/O5JBjryPQDM
Mais na página do São Paulo Carinhosa no Facebook: https://goo.gl/q4rUOB

Fotos e texto por Isabela Campos Palhares.

 

Um dos empresários mais bem-sucedidos da noite paulistana, Facundo Guerra afirmou em entrevista à revista Trip de março de 2015: "São Paulo, superconservadora de dia, berço do malufismo, é libertária pra caralho à noite''. O fim de semana da Virada Cultural 2015 talvez tenha sido o mais libertário do ano.

Minha Virada começou sábado às 18h na Praça da República, com a bela apresentação da Orquestra Paulistana de Viola Caipira. Depois, passei na Festa Junina da Igreja da Consolação, no Galinhodromo da Praça Roosevelt, vi o rock (sim, rock!) do Odair José na Rio Branco e finalizei com o show do Lenine. No domingo, assisti ao Abraçaço, de Caetano Veloso e o incrível show do Emicida, ambos na Praça Julio Prestes. Tudo na maior paz, sem medo, sem problemas.

Essa foi a minha programação, mas cada paulistano, paulista ou turista teve a sua experiência. Milhares de pessoas curtiram a cidade entre as 1500 atrações.

Quem escolheu as atividades do centro de São Paulo teve a chance de ver a cidade de um jeito diferente, que os dias de rotina não possibilitam. Você conversa com pessoas que jamais teria contato e talvez nunca mais encontre na vida. Um senhor me contou com muito orgulho como foi ir ao show Ray Charles e conheci pessoas que moram no meu bairro e jamais tinha visto na rua.

Em todos os portais e jornais a cobertura jornalística é positiva, relata boas apresentações e público satisfeito com o que viu. Apesar disso, as manchetes e chamadas das capas de jornais e homepages dos sites focam (e muito) no lado ruim do evento. É possível ver textos como "apesar de poucos roubos e furtos, o evento foi positivo" ou também destaques para as poucas filas no Galinhodromo da Roosevelt, como se fosse ruim (precisa de filas e confusão pra fazer sucesso?).

Experimente ler comentários dos sites de notícias e suas páginas no Facebook e tenha a impressão de que ninguém teve um minuto de paz ao sair nas ruas de São Paulo durante o evento. É muito ódio no coração. As pessoas parecem sentir prazer quando as coisas dão errado, torcem pra isso, desejam notícias ruins. As tags são as mesmas: drogas, violência, Virada Criminosa, filas, etc.

Por que não destacar as boas apresentações, das peças de teatro que animam as crianças, da divertida batalha de drags?

Fica claro que parte da audiência dos sites está interessada em notícias ruins, os portais destacam a violência, um alimenta o outro. Por causa de abordagens como essa o evento segue em descrédito com boa parte da população. Graças a diversos problemas de edições anteriores, muita gente associa Virada Cultural SOMENTE a bebedeira, arrastões, confusão e medo, sem levar em consideração nada de positivo.

Obviamente, a imprensa e as pessoas devem falar dos erros e coisas ruins do evento. O balanço oficial da Polícia Militar aponta 73 ocorrências, furtos e roubos. Em 2014, foram quatro pessoas feridas a facadas e sete baleadas no evento, neste ano, nenhuma. O número de atendimentos médicos foi de 268 pessoas, enquanto ano passado foi de 1883.

O Secretário de Municipal de Cultura de São Paulo, Nabil Bonduki, destacou que a Virada deste ano foi um evento da paz. E foi, para milhares de pessoas. Por onde passei, com todos amigos que conversei e depois de uma longa busca nas redes sociais, não encontrei relatos gravíssimos de violência.

São Paulo precisa de mais eventos nas ruas, a céu aberto, que virem a noite e deixem que os paulistanos e turistas (venham, sejam bem-vindos) aproveitem a cidade, se divertir, serem livres. As pessoas precisam perder o medo de andar pela cidade, seja na periferia ou no centrão.

A Virada Cultural foi um ponto positivo e mais um avanço na recente retomada dos espaços públicos da capital. O Carnaval de Rua deste ano também. Torço para que essas atitudes positivas se repitam em todo o Brasil. Quanto mais gente na rua, melhor.

Como bem disse Emicida em seu show: "viva e deixe viver, certo mano?".

Davi Rocha no Brasil Post. 

 

No Theatro Municipal, Alaíde apresenta repertório completo do disco 'Coração' as 9h do domingo; palco República homenageia Inezita Barroso.

Em 1975, Alaíde Costa gravou Coração, disco recheado de iguarias finas como a pungente Pai Grande, linda canção composta por Milton Nascimento em 1969 para o LP que leva seu nome. Entre os biscoitos finos de Coração estão aindaQuem Sou Eu, de um dos artistas favoritos de Alaíde, Johnny Alf, com quem sua alma firmou parceria em caráter vitalício, eTomara (Novelli, Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós). “Nunca tive oportunidade de apresentar Coração completo num show”, diz a intérprete, que a convite da Virada Cultural realiza o desejo de desfiar inteiro o repertório do disco.

Alaíde, que há muito chegou ao estágio de cantar apenas o que seu coração manda, experimentou os palcos da Virada ao lado de Luciana Melo e Jair Rodrigues. “Foi no Vale do Anhangabaú, não lembro quando. Fiz também Alaíde Canta Tom Jobim, num CEU de Cidade Tiradentes, dentro de uma comunidade. Agora é no Theatro Municipal e acho que será bem diferente, com público mais interessado nesse tipo de música”, diz a cantora, que no ano passado lançou o CD autoral Canções de Alaíde. 

O palco República será transformado no Arraial da Inezita Barroso e receberá artistas que vão homenagear a cantora, compositora e pesquisadora morta em março, aos 90 anos de idade e 60 de vida dedicada à cultura popular. Quem abre as apresentações é a Orquestra Paulista de Viola Caipira, regida pelo maestro Rui Torneze. Os músicos participaram diversas vezes do programa Viola, Minha Viola, comandado por Inezita durante 35 anos na TV Cultura.

Em ambiente que emana a sala de visitas onde Inezita recebia convidados de rincões onde a música faz questão de se dizer caipira para não ser confundida com a sertaneja de hoje, em que figurino apertado e pobreza melódica costumam dar o tom, subirão ao palco duplas como os irmãos mineiros Zé Mulato e Cassiano e os paulistas Pedro Bento e Zé da Estrada. A homenagem a Inezita tem curadoria do produtor e roteirista de Viola, Minha Viola, Aloisio Milani.

Ana Ferraz em Carta Capital.

Confira a programação completa no site da Virada Cultural Oficial: http://viradacultural.prefeitura.sp.gov.br/2015/

Tudo pronto pra Virada? Já baixou o aplicativo para celulares? Está disponível para Android, Iphone e Windows Phone com a programação completa! Você também pode, no site da Virada, montar a "Sua Virada" com os shows que deseja assistir e depois acessar pelo celular, no aplicativo. Assim fica tudo à mão, é só chegar lá e curtir sua programação.

A programação acontece de sábado (20) a domingo (21) de junho. Fafá de Belém, Ira!, Alaíde Costa, Tom Zé, Ná Ozzeti, Lenine e Hermeto Pascoal estão confirmados. O evento terá atrações em pontos inéditos da cidade, com palcos na periferia, na avenida Paulista e no parque Ibirapuera. O alcance territorial da Virada aumentou, mas a Prefeitura reduziu o perímetro do centro na edição deste ano.

Baixe aqui o app: http://bit.ly/1GR6WrA

O Site Oficial: www.viradacultural.prefeitura.sp.gov.br

Bloqueio será testado no dia 28, data da inauguração da ciclovia; Haddad diz que é uma 'tendência internacional' e cita Times Square.

O fechamento da Avenida Paulista, rotineiro nas sextas-feiras de protesto em São Paulo, pode virar realidade institucionalizada pela Prefeitura nos domingos. O Município estuda a possibilidade de fechar um dos endereços mais importantes da capital para pedestres, ciclistas e skatistas.

O prefeito Fernando Haddad (PT) e o secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, disseram nesta terça-feira, 16, que o bloqueio será testado na inauguração da ciclovia na avenida, no próximo dia 28.

Os estudos são da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). “É uma tendência internacional de grandes cidades reservarem espaços públicos para que pedestres e ciclistas se encontrem, para que haja uma maior aproximação entre as pessoas. Não só em parques, mas também em vias”, afirmou Haddad, citando como exemplo a Times Square, em Nova York, com trechos fechados desde 2009. “Há estudos sendo feitos nessa direção (de fechar em definitivo). Mas não temos ainda uma decisão tomada”, disse o prefeito.

Já Tatto explicou que, caso a Prefeitura decida pelo fechamento definitivo da Paulista aos domingos, o cruzamento com a Brigadeiro Luís Antônio não será bloqueado. “Uma recomendação que fizemos é que não feche o cruzamento por causa dos ônibus. O motorista do carro desvia, pega as Avenidas 23 de Maio e Brasil”, afirmou o secretário.

Manifestações.

Tatto disse ainda que a Prefeitura já está acostumada com os frequentes fechamentos da Paulista, fazendo referência aos protestos que interrompem a circulação de veículos e ônibus na via. “Se tem um lugar que todo mundo tem experiência de fechamento na cidade é a Avenida Paulista”, afirmou. Para fechar a via definitivamente, a CET estudará o impacto no viário do entorno como as Ruas Cincinato Braga e São Carlos do Pinhal e a Alameda Santos.

A expectativa de Haddad é que, no dia da inauguração da nova ciclovia na Paulista, o público ultrapasse os limites da faixa para ciclistas. Por isso, a avenida deve ficar fechada. De acordo com o prefeito, “talvez a ciclofaixa seja insuficiente” para receber tantos ciclistas. “Estamos vendo como vamos recepcionar a quantidade de ciclistas que estão mobilizados para isso.

Tem muita gente que vai chegar na Paulista de bicicleta e a ciclofaixa não vai dar conta do público previsto. Estamos estudando como recebê-los, porque a segurança é importante”, afirmou Haddad. Minhocão. No próximo fim de semana, durante a Virada Cultural, a CET testará o comportamento do trânsito no entorno do Minhocão com o fechamento da via elevada, previsto para ocorrer a partir das 15 horas - horário que o elevado poderá fechar caso a medida seja implementada definitivamente.

Ps: Os estudos são da CET e ainda não há data para divulgação sobre o fechamento definitivo da via.

Juliana Diógenes e Rafael Italiani - O Estado de S. Paulo.

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