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Nos dias 23, 24 e 25 de outubro, São Paulo recebe a primeira edição do O.bra Festival, evento internacional de arte de rua no Brasil. Idealizado e organizado por Marcelo Pimentel e Marina Bortoluzzi, os nomes por trás do Instagrafite; Vera Santana, da DaTerra Produções Culturais, e pelo empresário Luan Cardoso, o O.bra será uma verdadeira galeria de arte a céu aberto na cidade. O line-up do festival traz 18 artistas nacionais e internacionais, a maioria da primeira geração da arte de rua, que, convidados a produzir em duplas, vão pintar oito empenas de grande escala e construir uma instalação na região do Largo do Arouche, em São Paulo.
 

O O.bra foi pensado para existir como um festival exclusivamente direcionado à street art. Sua linha curatorial teve como base a primeira geração da arte de rua do Brasil, movimento formado em meados de 1980 por artistas que, de fato, tiveram a rua como escola e que assim, ajudaram a moldar o estilo e o cenário nacional. “Foi em São Paulo que a arte de rua brasileira começou e é importante mostrarmos para o mundo porque ainda somos a meca da arte de rua global”, diz Marina Bortoluzzi. “São nos precursores do Brasil que nos inspiramos e os quais homenageamos nesta primeira edição do O.bra”, pontua Marcelo Pimentel.

Seguindo o conceito de co-criação em projetos, o O.bra convidou nove artistas e lhes deu a liberdade de convidarem outros nove artistas de sua escolha e preferência, de qualquer lugar do mundo, para pintarem em parceria inédita. Com isso, formou-se o line-up com as duplas que produzirão oito empenas de grande escala: INTI (Chile) e Alexis Diaz (Porto Rico);Jaz (Argentina) e Conor Harrington (Irlanda); Herakut (Alemanha) e M-City (Polônia); Aleksei e Waone Interesni Kazki (Ucrânia); Speto (Brasil) e Never 2501 (Itália); Tinho (Brasil) e Carlos Vergara (Brasil); Binho (Brasil) e Suiko (Japão); Vitché (Brasil) e Jan Kalab (República Tcheca); já Herbert Baglione (Brasil) fará uma instalação de 10x10m no chão, retratando suas icônicas sombras.

Será a primeira vez que os artistas Alexis Diaz, Conor Harrington, Herakut e Interesni Kazki pintam no Brasil, e será também o retorno a São Paulo de artistas como M-City, INTI, Jan Kaláb, Jaz, Suiko e Never 2501, que já morou no país. Os artistas iniciam as pinturas das empenas no dia 13 de outubro, e o público poderá acompanhar no decorrer destes 12 dias o progresso das obras.

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 'Arrested Motion', mural de Interesni Kazki na Sicília. Foto: Divulgação.

Além do intercâmbio cultural entre os artistas, o O.bra pretende trazer a valorização do artista de rua como muralista – que ainda hoje é por vezes marginalizada pela sociedade -, ajudar na revitalização da cidade de São Paulo, fomentar a economia criativa e aproximar a população da arte de rua. “Sentimos falta de um festival de arte urbana no Brasil e queremos existir e voltar anualmente para evoluir este cenário e dar voz aos artistas da street art no país”, diz Vera Santana.

O O.bra ainda terá uma programação vasta com atividades, como yoga na rua, palestras e workshops com artistas e profissionais renomados da street art, cinema ao livre, music jam sessions, dentre outras atividades gratuitas. “A programação do O.bra foi pensada para aproximar os artistas e obras da street art ao público. E até por conta disto as atividades são todas gratuitas, desde os workshops até o cinema e a música”, diz Luan Cardoso.

Todas as inscrições para workshops e palestras serão realizadas exclusivamente pelo site do Itaú Cultural, instituição parceira do O.bra. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 19 de outubro. 

Acesse o site e confira a programação: http://obrafestival.com/inicio

Com informações da Agência Lema.
 
 


A avenida Paulista, na região central, iniciou neste domingo (18) as operações do programa 'Rua Aberta', que reserva o espaço de vias da Capital para pedestres e ciclistas. A avenida mais famosa de São Paulo transformou-se nesta manhã em um espaço para lazer, prática esportiva e convivência. O secretário Jilmar Tatto (Transportes) acompanhou a operação, que ocorre das 9h às 17h, entre a praça Oswaldo Cruz e a rua da Consolação, em ambos sentidos.

 

 

“O que nós estamos fazendo é uma coisa boa para a cidade, boa para todos. É uma política pública. Agora vamos aprimorar os detalhes em diálogo com os moradores, os comerciantes e os ciclistas”, afirmou Tatto.

De acordo com uma pesquisa do IBOPE (28/8-5/9), 64% dos paulistanos são favoráveis ao uso de vias como a Avenida Paulista por pedestres e ciclistas aos domingos. A iniciativa amplia a oferta de espaços de lazer na cidade e deverá ser estendida para todas as subprefeituras.

 

 

O funcionário público Paulo Reinaldo Teixeira, 36 anos, e seu filho Guilherme, 4 anos, aprovaram a novidade. “A gente sempre vem para a Paulista nos finais de semana, ele aprendeu a andar de bicicleta aqui na praça do Ciclista e está empolgado por poder andar hoje em toda a avenida”, contou Paulo.

Além da avenida Paulista, um trecho da rua Benedito Galvão (na altura da Praça Albino Francisco de Figueiredo), em Aricanduva, e a avenida Luiz Gushiken, em M’Boi Mirim, também estarão abertas para pedestres e ciclistas. As vias dessas regiões foram escolhidas pelos moradores em audiências públicas realizadas em setembro. Veja detalhes das alterações de circulação destes locais aqui.

 

Segundo o secretário Tatto, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) irá avaliar detalhes da operação a partir de contribuições e sugestões de quem vive, trabalha e ircula pelas avenidas abertas neste domingo.

Para os motoristas que passam pela região da avenida Paulista, a travessia da região da Bela Vista e Cerqueira César para os Jardins, e vice-versa, poderá ser realizada pela Rua da Consolação, Avenida Brigadeiro Luís Antônio e Rua Treze de Maio.A CET é responsável por garantir o acesso a todos os hospitais da região, hotéis e o Club Homs, além da circulação dos moradores locais a suas residências.

Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação. Fotos: Heloisa Ballarini / Secom.


Giro Cultural USP é um programa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo - USP, criado com o objetivo de estimular a divulgação da grande riqueza do patrimônio arquitetônico, artístico e cultural – material e imaterial – da USP, muitas vezes, desconhecida pela própria comunidade universitária e pelo público que frequenta a Universidade.

O primeiro roteiro realizado fora da Cidade Universitária leva o nome de USP e a São Paulo Modernista. Com ponto de partida na estação Alto do Ipiranga do Metrô, o passeio tem início no Museu Paulista, no bairro do Ipiranga, passando pelo centro da cidade, onde destaca algumas importantes edificações modernistas, como o Edifício Copan, de Oscar Niemeyer.

O ponto de parada seguinte é o prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Rua Maranhão, no bairro de Higienópolis, um casarão art nouveau do início do século XX. O passeio termina no Museu de Arte Contemporânea da USP, no Parque do Ibirapuera.

O roteiro procura oferecer aos visitantes um olhar e uma leitura distintos sobre a implantação do modernismo na cidade, em suas múltiplas dimensões (arquitetônica, urbanística, econômica, sociocultural e política), evidenciando a passagem do século XIX até o ápice da consolidação do projeto modernista na cidade de São Paulo, nos anos 1950.

O percurso conta com uma equipe de mediadores composta por historiadores, artistas plásticos e arquitetos. Todo trajeto é percorrido em um ônibus equipado com recursos multimídia para uso durante o passeio.

Os roteiros acontecerão nos dias 17, 24 e 31 deste mês e são gratuitos. Para se inscrever, clique aqui.

Fonte: ArchDaily Brasil.


“Essa não será a Mostra da crise, pois será uma Mostra forte.” Bastaram poucas palavras para Renata de Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, cuja 39ª edição começa no dia 22 de outubro e vai se estender até 4 de novembro, já ganhar os primeiros aplausos, no início da coletiva de imprensa, na manhã de sábado, 10. Palavras fortes para um momento delicado, em que o mercado cultural se encolhe por causa do arrocho econômico.

Desde a morte de seu marido e idealizador do evento, Leon Cakoff, em 2011, Renata tomou para si as rédeas da organização do principal festival de cinema de São Paulo e um dos mais destacados da América Latina. Cercou-se de uma equipe fiel e trabalhadora e manteve, ano a ano, a luta pela manutenção dos patrocínios. A crise econômica de 2015, porém, tornou o céu mais nebuloso – cotas antes rapidamente garantidas demoraram para confirmar; outras até sumiram e um facho de luz surgiu com a recente inclusão da CPFL. Com isso, o orçamento ficou reduzido em 40%, o que afetará na diminuição dos convidados internacionais, na ausência de festas e na mudança da sede da Mostra para outro QG, o hotel Maksoud Plaza.

“Mesmo assim, me orgulho de confirmar 312 filmes de 63 países, que ocuparão 22 endereços da cidade”, disse Renata. E o cardápio, de fato, continua de primeira: o publico terá à disposição longas premiados como Dheepan, de Jacques Audiard, que conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, e o venezuelano Desde Allá, de Lorenzo Vigas, Leão de Ouro em Veneza (veja mais na lista de destaques).

 

Mostra de Cinema

Renata de Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo na coletiva de imprensa.

Além disso, a Mostra contará com deferências, como receber a estreia mundial do novo filme de Hector Babenco, Meu Amigo Hindu, que vai abrir o evento, no dia 22, e do longa Um Dia Perfeito, de Fernando León de Aranoa, que vai encerrar a maratona, em 4 de novembro. Ambos diretores estarão presentes.

Não havia, de fato, como não realizar a Mostra. “Ela já se tornou parte integrante do calendário cultural de São Paulo”, observou Marcos André Silva, da Petrobrás, empresa que há 14 anos patrocina o evento mas que, por motivos bem conhecidos, passa por um delicado momento financeiro. Mesmo com atraso (assim como fez a Prefeitura de São Paulo), o compromisso foi honrado e as contas, aos poucos, foram fechando.

Mesmo com um orçamento reduzido, Renata faz questão de manter o mantra do idealizador da Mostra, Leon Cakoff, para quem o público tinha de ser o principal beneficiado. Assim, além de sessões em salas tradicionais de cinema, a programação inclui uma itinerância por 10 cidades do interior paulista, graças a uma parceria com o Sesc, e uma exibição simultânea de filmes da programação em Campinas, fruto do acerto com a CPFL.

Exibições ao ar livre também continuam com força total, como a exibição de Meu Único Amor, filme mudo de 1927, que será mostrado na área externa do Auditório Ibirapuera, acompanhado da Orquestra Sinfônica de Heliópolis. Também o vão livre do Masp, que já recebeu um emburrado Pedro Almodóvar em priscas eras, será palco para a homenagem a José Mojica Marins, o criador do Zé do Caixão, que vai receber o Prêmio Leon Cakoff.

O cineasta Martin Scorsese é o autor do desenho que inspirou o cartaz e a vinheta da Mostra, que também o homenageia. “Mas não pensamos em exibir um ciclo de seus filmes, que estão facilmente à disposição do público”, conta Renata. “Preferimos homenagear a atitude de Scorsese em recuperar e preservar filmes do mundo inteiro, representada pela The Film Foundation, que ele criou há 25 anos.” Com a missão de manter viva a história do cinema, a entidade será lembrada com a exibição de 25 filmes selecionados entre os mais de 700 já preservados graças à sua ação.

E, por falar em recuperação, a Mostra faz ainda uma homenagem ao cineasta Mario Monicelli, que completaria cem anos em 2015, com a exibição de cinco de seus filmes. As permanentes começarão a ser vendidos a partir do dia 17, na Central da Mostra, no Conjunto Nacional.

O discurso de Renata contra a ação da crise econômica foi ouvido com orgulho por um espectador especial: Jonas, um de seus filhos com Leon. Foi a primeira entrevista coletiva da mãe a que participou. E aprovou. Alguma intenção de ingressar no comando da Mostra? “Não sei, mas pretendo estudar cinema a partir do próximo ano”, disse, sorriso aberto.

Principais filmes

Dheepan, de Jacques Audiard (Palma de Ouro no Festival de Cannes); Desde Allá, de Lorenzo Vigas (Leão de Ouro no Festival de Veneza); Pardais, de Rúnar Rúnarsson (Concha de Ouro no Festival de San Sebastian); A Terra e a Sombra, de Cesar Augusto Acevedo (Camera D’Or no Festival de Cannes); A Ovelha Negra, de Grímur Hákonarson (Vencedor do Un Certain Regard no Festival de Cannes); Chronic, de Michel Franco (Melhor Roteiro no Festival de Cannes); Son of Saul, de László Nemes (Grande Prêmio do Júri e Prêmio FIPRESCI no Festival de Cannes); Virgin Mountain, de Dagur Kári (Melhor Filme, Roteiro e Ator no Festival de Tribeca); A Bruxa, de Robert Eggers (Melhor Direção no Festival de Sundance)

Serviço

Permanentes e pacotes promocionais.
Permanente Integral – R$ 430,00.
Permanente Integral Folha (15% de desconto para o titular da assinatura, mediante apresentação da carteirinha de assinante) – R$ 365,50
Permanente Especial (para sessões de 2ª a 6ª feira até às 17:55h, inclusive, não contempla finais de semana nem sessões noturnas) – R$ 100,00.
Pacote de 40 ingressos – R$ 315,00.
Pacote de 20 ingressos – R$ 185,00.

Central da Mostra
Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073.
De 12 a 16/10, das 12h às 18h.
Vendas: De 17/10 a 04/11, das 11h às 21h.

Ubiratan Brasil em O Estado de São Paulo.

 

 
Em comemoração ao dia das crianças, o Centro Esportivo Tietê, zona norte, reuniu no último sábado (10) mais de 20 atrações para crianças de todas as idades. De acordo com estimativas da Secretaria Municipal de Esportes (SME), uma das organizadoras do evento, a ação contou com a participação de mais de 6 mil pessoas.

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, o secretário municipal de Esportes, Celso Jatene e a primeira-dama e coordenadora do Programa São Paulo Carinhosa, Ana Estela Haddad, estiveram no local para acompanhar as atividades.
 
Ana Estela Haddad, Fernando Haddad  e Celso Jatene no Centro Esportivo do Tietê. Foto: Fernando Pereira / Secom.

Por mais de seis horas, as crianças assistiram a shows, apresentações, participaram de oficinas de oficina de skate, de escoteiros, empinaram pipas e brincaram com outros materiais disponíveis na ação.
 
Atividades de lazer no Centro Esportivo Tietê. Foto: Fernando Pereira / Secom.
 
Com o intuito de permitir que crianças de todas as regiões participassem do evento, a SME disponibilizou 130 ônibus, que saíram dos Centros Esportivos das Comunidades (CDC) de diferentes bairros. “Eu gostei muito de poder vir aqui hoje. Assim que eu soube que haveria esse passeio eu me inscrevi e não via a hora de participar”, disse Priscila Soares (10), que frequenta o CDC Vila Guarani.
 
Os adultos presentes também puderam aproveitar as atividades, por meio de uma parceria com a Fundação Abióptica – Pelo Direito de Enxergar Direito, que ofereceu testes de visão a todos os frequentadores. A ação faz parte da “Campanha Olho Vivo”, que busca alertar a população sobre a importância dos cuidados com a visão.

Mês da criança
Em comemoração ao mês da criança, um esforço articulado entre as secretarias de Cultura, Esportes, Educação, Serviços e Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, com o Programa São Paulo Carinhosa, ampliou este ano a oferta de atrações infantis pelos bairros distantes da capital.

A programação foi pensada para atender uma faixa etária de crianças mais ampla (dos bebês à pré-adolescência), além de envolver suas famílias e cuidadores.

Entre as atrações descentralizadas, o público infantil conta com eventos durante asViradinhas e a primeira Mostra de Cinema para criança e família, a CineMinha, lançada pela Spcine, em cartaz em 20 CEUs da cidade.
 
Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.
 

 
A inspiração é estrangeira, mas o patrimônio é local. Pela primeira vez, São Paulo terá seus principais prédios históricos abertos ao público por 24h ininterruptas. 
 
Trata-se da Jornada do Patrimônio, evento marcado para os dias 12 e 13 de dezembro. Vinte e dois imóveis públicos já estão com participação confirmada. Na última quinta, a Prefeitura divulgou chamamento público para que os responsáveis por cada um dos cerca de 3 mil endereços tombados pelo Conpresp, o órgão municipal de proteção ao patrimônio, também possam aderir – as inscrições ficam abertas até o dia 25.
 
“Não gosto muito de usar o termo ‘virada’ porque parece moda, tudo se transformou em ‘virada’. Mas é uma espécie de ‘virada do patrimônio’”, diz o secretário municipal de Cultura, o arquiteto Nabil Georges Bonduki. “O importante é que o evento sirva para a cidade se reconhecer e recuperar a memória de sua identidade.” 
 
Com a expectativa de entrar para o calendário anual de São Paulo, a Jornada do Patrimônio nasce nos moldes das parisienses Journées du Patrimoine – cuja primeira edição ocorreu em 1984 e acabou inspirando iniciativas parecidas em outras capitais europeias e, nos Estados Unidos, a nova-iorquina Open House. 
 
Diretora do Departamento do Patrimônio Histórico (DPH) de São Paulo, a arquiteta Nadia Somekh conta que o projeto vem sendo preparado há pelo menos dois anos. Nos últimos dias 19 e 20 ela participou, como convidada, do evento de Paris – justamente para acompanhar a logística lá consolidada e pensar nas adaptações necessárias à capital paulista. 
 
“Aprendi muita coisa e pude mostrar a eles o nosso projeto também”, relata. “A ideia principal da Jornada é sensibilizar e mobilizar a população para que todos vejam que a cidade tem história e tem memória. Vamos alargar o conceito de patrimônio.” Nadia acredita ser importante conscientizar os proprietários de imóveis privados tombados pelo Conpresp para que estes tenham orgulho da situação. “No mundo todo, ter um bem tombado é sinal de prestígio”, comenta. 
 
O secretário Bonduki prevê que tours noturnos sejam organizados, sobretudo em alguns dos 22 imóveis já listados (confira lista na galeria de imagens abaixo) pela Prefeitura como participantes. “E, quem sabe, alguns desses passeios possam continuar ocorrendo de forma constante, periodicamente”, vislumbra.
 
A programação completa do evento será divulgada em novembro, após o recebimento das propostas por meio do chamamento. 
 
Com informações da Secretaria Municipal de Cultura e do Blog do Edison Veiga no Estadão.