Encontros - São Paulo São

São Paulo São Encontros


Com o objetivo de promover a ampliação da oferta de espaços públicos de convivência na cidade, a Prefeitura de São Paulo regulamentou, em abril de 2014, a implantação de parklets em suas vias públicas.

Pouco mais de um ano de vigência do decreto a adesão à proposta foi positiva: 78 solicitações da iniciativa privada foram recebidas e 34 parklets implantados*. Ainda assim, com raras exceções, os parklets têm sido implantados nas regiões centrais da cidade, concentrando-se no Centro expandido. Com o objetivo de ampliar o alcance dessa política pública para as demais regiões da cidade, a Prefeitura de São Paulo promoverá a construção e implantação de 32 parklets públicos – um por subprefeitura do Município.

O desenvolvimento de espaços de convivência nas ruas reforça a função social do espaço da cidade como local de encontro. Apoiar a vida urbana na cidade, com foco nas necessidades das pessoas que utilizam os espaços é uma forma de promover interação social e conquistar espaços públicos mais seguros e vivos.

O parklet é também uma forma de apoiar os deslocamentos a pé e de bicicleta pela cidade. Nos lugares onde já se observa presença de pessoas, onde se realizam as atividades cotidianas e os deslocamentos diários, é fundamental ofertar oportunidades para permanência, incentivando as pessoas a participarem e acompanharem os acontecimentos da cidade.

Nesse sentido, a ampliação da política pública para todas as regiões da cidade com a implantação de parklets fortalece as demais centralidades e identidades locais.

Além de difundir a política dos parklets para outras regiões, a implantação em diversos bairros do município auxilia as equipes de cada Subprefeitura na identificação e aplicação dos critérios técnicos de implantação de parklets. Garante-se, assim, que todas as subprefeituras tenham contato e experiência com o procedimento necessário para a aprovação e viabilização de um parklet, podendo melhor atender as futuras demandas para instalações de parklets de outros proponentes.

O projeto desenvolvido consiste em um modelo típico de parklet a ser implantado nos locais indicados pelas Coordenadorias de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (CPDU) de cada Subprefeitura. A manutenção da estrutura ficará a cargo da Subprefeitura competente, que poderá lançar mão de parcerias com agentes do entorno – equipamentos públicos, comerciantes, entidades civis, entre outros.

Projeto

O projeto de Parklet proposto pelo município foi desenvolvido para implantação em duas vagas paralelas de estacionamento numa extensão de 10 metros e 2 metros de largura. Ao adotar materiais leves e reduzindo ao mínimo a presença de elementos verticais, a proposta busca uma inserção discreta na paisagem.

A plataforma possui apoios ajustáveis para alinhar-se às diferentes conformações de calçadas, com estrutura metálica e placas cimentícias, com encaixes contínuos e plenamente acessível. A estrutura preserva as condições de drenagem, não obstruindo o fluxo do escoamento de água.

Para garantir a segurança do pedestre, o parklet é protegido em todos os lados. Na extensão traseira, os fechamentos de aço e floreiras permitem a identificação de um equipamento que se destaca na paisagem, diferente do contexto usual em vagas de estacionamento. No sentido de fluxo de veículos, a lateral mais vulnerável é protegida por dois grandes vasos de concreto.

5_Parklets5_Parklets

 

 

Os materiais escolhidos permitem rápida execução e resistência às intemperes, além de priorizar as condições de conforto no espaço público. Os bancos possuem assentos e encosto em madeira. Alguns complementos metálicos integram o conjunto de mobiliário, como bancos e apoios para objetos.

A disposição espacial do mobiliário possibilita diferentes situações de estar: sozinho, em duplas ou grupos, ora com assentos agrupados e em “L”, ora com bancos lineares contínuos.

Como critério de escolha da localização de cada Parklet, foram priorizadas as vagas próximas à árvore e, portanto, sombreadas. Além disso, cada equipamento possui um ombrelone para proteção nos dias mais quentes.

Os Parklets Municipais poderão receber contribuições e intervenções da população: podem receber mobiliário portátil, como cadeiras e mesas dobráveis, acessórios, intervenções de arte urbana. Alguns acessórios permitem que o parklet seja usado espontaneamente por diferentes grupos, como suportes para coleiras de animais de estimação, lixeira, paraciclo, apoio para objetos pessoais.

Os equipamentos possuem floreiras para vegetação em toda extensão traseira e vasos nas laterais. Os dois grandes vasos em concreto contêm árvores de pequeno porte, que também contribuirão para sombra e melhoria do microclima no local. Nas floreiras laterais e internas, poderão ser plantadas espécies vegetais herbáceas, suculentas, folhagens e flores, que numa escala mais próxima qualificam visualmente os espaços.

Localização dos Parklets Municipais: critérios técnicos de escolha

Os locais de implantação indicados foram escolhidos conjuntamente entre a SP Urbanismo e as Subprefeituras municipais. Em reunião realizada na Secretaria Municipal de Coordenação das Subprefeituras (SMSP), a SP Urbanismo apresentou o programa a representantes de cada subprefeitura, em sua maioria chefes das Coordenadorias de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (CPDU). Na ocasião, foram apresentados os critérios técnicos e urbanísticos pertinentes à escolha dos endereços e solicitou-se a indicação de 3 locais por subprefeitura.

Os documentos encaminhados foram avaliados e os endereços definidos, conjuntamente, com participação das CPDUs e da SP Urbanismo.

Definidos os locais de implantação, obteve-se um conjunto bastante heterogêneo de contextos urbanos contemplados. Tal diversidade – condizente com a complexidade da Metrópole – é salutar, servindo de laboratório para a implantação futura de outros elementos de mobiliário urbano. Será possível avaliar como determinados contextos colaboram, ou não, com o sucesso das implantações.

Igualmente, foram definidos critérios urbanísticos para a escolha dos locais de implantação dos parklets. O local sugerido deveria atender ao maior número possível dos pontos listados.

A seguir, os critérios de implantação apresentados:

A. Calçadas movimentadas
Os Parklets são ampliações da calçada que oferecem oportunidades para os pedestres descansarem e passarem seu tempo livre. Quanto mais pessoas circularem no local, maior e melhor será sua contribuição para o dia-a-dia do bairro.

B. Centralidades comerciais
Em geral bastante movimentadas, ruas comerciais são bons lugares para a implantação de Parklets. Além de beneficiar os pedestres, muitos estudos apontam que os Parklets aquecem o comércio local. O Parklet deve ser projetado e sinalizado de forma que fique claro aos pedestres que é um local público e não uma extensão de um estabelecimento.

C. Em frente a um equipamento municipal
Tratando-se de um Parklet público, pode ser estratégico localizá-lo em frente a equipamentos municipais, facilitando sua manutenção. Muitos deles apresentam demanda por espaços de espera qualificados, como escolas, hospitais, postos de saúde etc.

5_gif35_gif3
Fonte: Gestão Urbana SP.


Já pensou no Vale do Anhangabaú não somente como um local de passagem, mas também de convivência? Pois essa é a ideia da Prefeitura: transformar o Anhangabaú num local seguro, inclusivo, acessível e atraente.

E a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SMDU) e da SP Urbanismo, convida todos para participarem da apresentação pública do projeto de requalificação e reurbanização do Vale do Anhangabaú. O evento acontece no dia 31 de julho, a partir das 15h, na Praça das Artes.

O projeto, que foi construído por meio de processo participativo, tem como objetivo tornar o Vale do Anhangabaú mais seguro, inclusivo, acessível e atraente, servindo não apenas como um local de passagem, mas também como um ponto de convivência entre as pessoas.

Com a renovação das formas de uso e a qualificação do espaço urbano, a ideia é promover a conexão entre o pedestre e a rede de transporte público, proporcionar locais adequados para sentar, trazer uma maior variedade de grupos de usuários para o local e até mesmo resgatar a memória do Rio Anhangabaú.

Para que esses objetivos virem realidade, o projeto contempla a melhoria dos acessos, respeito à escala humana, controle e ordenação dos acessos de veículos, realização de eventos, implantação de sanitários públicos e ativação das fachadas com quiosques de café, floriculturas e bancas de jornais, por exemplo.

A requalificação do Vale do Anhangabaú faz parte da meta 72 da Prefeitura, que propõe a requalificação da infraestrutura e dos espaços públicos do Centro.

No dia 31, além da apresentação do projeto para o Vale em si, haverá também uma mostra de painéis e um espaço para comentários e contribuições. 

Programação: 
15h – Abertura da mostra de painéis
16h – Apresentação do Projeto
17h – Contribuições

Serviço:
Evento: Apresentação do projeto de requalificação e reurbanização do Vale do Anhangabaú
Data: 31.07.2015
Horário: a partir das 15h
Local: Praça das Artes – Avenida São João, 281, Centro.

Fonte: Gestão Urbana - SMDU.


Primeira fase de intervenções tem foco nas áreas verdes do equipamento. Futuramente, serão também entregues áreas de esporte e cultura.

O Parque Municipal Chácara do Jockey, na Vila Sônia, zona oeste da capital, deverá ser aberto ao público no primeiro semestre de 2016. Na manhã desta terça-feira (21), a prefeita em exercício, Nádia Campeão, visitou o local para uma vistoria técnica de todas as áreas que integram o terreno, que tem 143,5 mil metros quadrados de área verde e dezenas de edificações. 

"Essa visita foi para definirmos melhor o uso dessa área com o Esporte, com o Verde e com a Cultura. Já temos bastante coisa em andamento. Vamos ter que trabalhar com objetivos de curto, médio e longo prazos. Estamos trabalhando bastante nas áreas verdes do parque, no seu gradeamento e em seus acessos. Nosso objetivo é entregar já no primeiro semestre, entre março e abril do ano que vem, a primeira fase [dessa implementação], que dá acesso a toda parte verde do parque. Em seguida, em uma segunda fase, a parte esportiva", destacou Nádia.

A gestão do espaço será realizada pelas secretarias municipais do Verde e Meio Ambiente (SMVA), da Cultura (SMC) e dos Esportes, Lazer e Recreação (SEME). A implementação e o gerenciamento do projeto arquitetônico e de reformas estruturais no parque estão sob a responsabilidade do Departamento de Parques e Áreas Verdes da SVMA. O departamento já realizou um estudo de viabilidade, com previsão de divisão de núcleos para atividades culturais, esportivas e de preservação, com possibilidades de acesso e circulação.

De acordo com a prefeita em exercício, a terceira e última fase dará conta dos equipamentos que serão geridos pela Secretaria Municipal de Cultura. Trata-se da reforma de área antes destinada às baias de cavalos, que possui o total de 7.700 metros quadrados.

"A nossa proposta é implementar um conjunto de equipamentos culturais, tanto para uso [geral] da população, como também para atividades específicas. Vamos ter espaços voltados para as mais diversas manifestações culturais, com oficinas de teatro, dança e, inclusive, uma escola de gastronomia", afirmou o secretário municipal de Cultura, Nabil Bonduki.

O secretário citou ainda a implementação de um centro de produção de conteúdos digitais criativos chamado Leia - Laboratório de Experimentação e Inovação no local. Trata-se de uma parceria da pasta com o Ministério das Comunicações, em conjunto com a SPCine, que prevê o repasse de R$ 7 milhões do governo federal para a estruturação, gestão e sustentabilidade de um centro com oficinas, estúdios e laboratórios.

Além de técnicos, também acompanharam a visita ao parque os secretários-adjuntos Luiz Sales (Esportes, Lazer e Recreação) e Romildo de Pinho Campello (Verde e Meio Ambeinte). 

Educação

Em uma área contígua ao Parque Municipal Chácara do Jockey, está em construção um Centro de Educação Infantil (CEI) e uma Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI). Juntas, as unidades educacionais deverão atender cerca de 800 alunos. "Sem dúvida, uma iniciativa muito importante para a comunidade local", destacou Nádia. 

As unidades estão previstas pelo Plano de Metas 2013 - 2016. Trata-se da meta 17, que prevê a obtenção de terrenos, projeto, licitação, licenciamento, garantia de fonte de financiamento e a construção de 243 CEIs; e da meta 18, que prevê a construção de 65 EMEIs e de um Centro Municipal de Educação Infantil (CEMEI). De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, as unidades têm previsão de entrega em dezembro deste ano. 


Onde será o Parque

   

*Infográfico: Estadão.


Histórico

Os moradores da região lutam pela criação do parque na Chácara do Jockey há mais de 30 anos. Em outubro de 2014, a Prefeitura recebeu a posse da área. Na ação de desapropriação do imóvel, a administração municipal ofereceu R$ 63,9 milhões pela área. O valor da indenização será compensado pela dívida de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) que o Jockey tem com a administração municipal. Com isso, a Prefeitura não desembolsará o valor da indenização para desapropriação da Chácara. Essa negociação foi formalizada pela administração municipal e o Jockey em um acordo, o que permitiu a imissão na posse da área em favor da Prefeitura. Em dezembro de 2014, um decreto publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo criou o Parque Municipal Chácara do Jockey. 

Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação - PMSP.

 


Com mais de 90% de aprovação dos usuários, os projetos do Centro Aberto transformaram os Largos Paissandu e São Francisco em espaços de convivência ao ar livre. Com uma programação cultural convidativa e locais apropriados para sentar, a presença de pessoas nesses locais aumentou, assim também como a sensação de bem estar e a percepção de segurança. 

O centro de São Paulo é um setor privilegiado da cidade. A ampla oferta de empregos, a pujante dinâmica do comércio popular e especializado, o amplo serviço de transporte público, a presença dos órgãos de governo, a memória do patrimônio histórico, a ampla oferta de equipamentos culturais e de espaços públicos o singularizam.

O centro é o espaço de representação de toda a sociedade, o que o faz ser um lugar de celebração e de conflitos. Sendo assim, pensar e agir sobre a transformação da área central de São Paulo exige enfrentar o campo de projeto como um campo de negociação de conflitos, em que a coexistência pacífica seja não apenas possível, mas, sobretudo, desejável, promovendo a celebração.

A região central da cidade sofreu ao longo da segunda metade do século XX um processo de desvalorização simbólica e degradação de suas condições ambientais, paralelo à expansão da mancha urbana e o surgimento de novas regiões com funções de centralidade. O Centro passou a ser um lugar de passagem e não um espaço de estar, que convide à convivência e ao desfrute de seus potenciais e qualidades históricas. Tal configuração espacial não apenas produz uma sensação de insegurança aos usuários, como também não atende suas demandas e necessidades cotidianas. A requalificação da área central é um desafio e uma necessidade, imbuída de um inegável sentido democrático.

Renovação das formas de uso
O projeto Centro Aberto – que tem sede justamente no Centro de São Paulo – não busca construir novos espaços, mas, sobretudo transformar as estruturas preexistentes, permitindo atividades de celebração. Os projetos buscam a ativação do espaço público por meio da renovação de suas formas de uso. Promover a diversificação das atividades – envolvendo um número maior de grupos de usuários, em faixas de tempo também ampliadas – constitui-se em um instrumento fundamental para a construção do domínio público sobre os espaços. Esse processo é capaz de promover, além da melhoria na percepção de segurança, o reforço no sentido de pertencimento e identificação da população com o Centro.

O Centro Aberto tem papel de articular as políticas públicas municipais voltadas para os espaços públicos. Neles, convergem ações de diversos órgãos municipais, como o WiFi Livre SP e a renovação da iluminação pública, o incentivo à presença de artistas de rua e comida de rua, assim como a rede de bicicletas compartilhadas e a instalação de paraciclos. Os primeiros projetos do Centro Aberto foram implantados em caráter de experimentação, como projetos piloto.

Projetos piloto são uma forma de testar novas soluções em escala 1:1 antes de fazer alterações permanentes. Ao mesmo tempo em que permitem o diálogo público e o envolvimento da comunidade, convidam usuários e potenciais usuários para o engajamento no processo de mudança da cidade com relação as suas necessidades e demandas.

Essa forma de atuação se mostrou uma ferramenta política forte na tomada de decisão, uma vez que mostra diretamente como a vida da cidade será afetada pelas mudanças. Nesse contexto, o recolhimento de dados sublinhando os efeitos das mudanças é, evidentemente, indispensável.

Projetos implantados

 

 

 

Fonte: Gestão Urbana (SMDU). 

 

O CoCidade está na sua segunda edição e nasceu de diversas iniciativas colaborativas que buscam alternativas sociais para mostrar ao mundo o resultado de projetos construídos de forma coletiva e compartilhada. 

O CoCidade será realizado no Centro Cultural da Juventude (CCJ) e terá como foco o financiamento coletivo de projetos artísticos. Será oferecido um pacote de quatro oficinas voltadas para coletivos artísticos e artistas que buscam formas alternativas de viabilizar sua arte.

As inscrições para os interessados em participar dos workshops estarão abertas entre os dias 1 e 22 de julho.

Ainda no mês de julho, serão feitas as entrevistas com os candidatos para que se possam moldar as oficinas para a realidade dos selecionados.

As vagas são limitadas. O escolhido participará dos quatro módulos que serão realizados entre agosto e setembro:

Dias 18 e 20/8: Financiamento Coletivo
Dias 25 e 27/8: Design- Criação e produção de materiais para a campanha de financiamento coletivo
Dias 1 e 3/9 | Vídeo – Criação e edição de  vídeo para a campanha de financiamento coletivo
Dias 8 e 10/9 | Articulação e mobilização de redes
Dias 18, 20, 25, 27/08 e 1, 3, 8 e 10/9, terças e quintas, das 19h às 22h. Espaço Sarau.


De 16 a 30 anos. É preciso fazer inscrição de 1 a 22/7 online em http://www.inscricoes.ccj.art.br/ ou na recepção do CCJ. Além disso é residir na zona norte. Haverá seleção.

Saiba mais: http://ccjuve.prefeitura.sp.gov.br/evento/cocidade/

 


Um dos cinco maiores eventos do gênero em todo o mundo, o Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo chega a sua 26ª edição com a exibição gratuita de mais de 400 filmes dos mais variados países, em diversas salas de cinema da cidade de São Paulo: MIS, Espaço Itaú de Cinema – Augusta, CineSesc, Cinemateca, Centro Cultural São Paulo, Cine Olido e Cinusp.

A mostra, acontece do dia 19 a 30 de agosto, tem como tema a mobilidade urbana, que será retratada em diferentes programas e atividades, como um passeio ciclístico até o elevado Costa e Silva, o Minhocão, com projeção de curtas na fachada de um dos prédios da região; filmes brasileiros que abordam o trânsito e os deslocamentos urbanos; e uma seleção do Festival Internacional de Clermont-Ferrand, na França, com produções que têm a bicicleta como foco.

Do festival inglês de animação e curtas-metragens “Encounters” será apresentada uma seleção especial de curtas. O evento exibirá episódios da série “A Copa passou por aqui”, idealizada por Jorge Furtado, da Casa de Cinema, e dirigida por nomes como Ardiley Queirós e Lázaro Ramos, e também uma mostra de fotofilmes, com lançamento de livro de Marcello Tassara, realizador do primeiro fotofilme da ECA/USP. Entre os títulos selecionados para este ano, destaque para o vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 2015, o libanês “Waves’98″, de Ely Dagher.

O cartaz


O cartaz oficial do 26º Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo é assinado pela artista Deborah Santiago.

"O tema do Festival deste ano é mobilidade por conta das movimentações políticas e culturais que têm acontecido em São Paulo e em todo o Brasil. Para não ter que escolher uma entre tantas pautas, preferi olhar para o palco destas movimentações: a rua. 

Fiz estudos com stencils, testes com mapas e assim encontrei o caráter rizomático que muito me interessa; em um olhar para a malha viária da cidade encontro veias dando movimento a um organismo, a vida que pulsa na "Selva de Pedra". 

Gosto deste caráter biológico em meu trabalho, mas gosto também das diversas interpretações que já escutei por aí..." diz a autora.

O Festival, fundado por Zita Carvalhosa é organizado pela Associação Cultural Kinoforum.

Confira a programação no site oficial: http://www.kinoforum.org.br/curtas/2015/