Encontros - São Paulo São

São Paulo São Encontros


Na noite desta quarta (21), Willem Dafoe estará lutando pela vida no Auditório Ibirapuera, Juliette Binoche tentará seduzir um taxista no Centro Cultural Banco do Brasil e Joaquin Phoenix vai beijar Emma Stone no Jockey Club. 
 
A cidade de São Paulo, que não tem lá uma beleza cinematográfica à primeira vista, se tornará cenário de três grandes eventos de cinema a partir desta semana: a Mostra Internacional, a retrospectiva "Jean-Luc Cinéma Godard" e o Vivo Open Air (com exibições de filmes ao ar livre). 
 
A Mostra Internacional de São Paulo abre para o público nesta quinta-feira (22) e vai até 4 de novembro, trazendo na programação 311 obras de 62 países. Hoje, em sessão só para convidados, traz "Meu Amigo Hindu", dirigido por Hector Babenco e com o americano Willem Dafoe no elenco. Exibe obras premiadas em festivais mundo afora ("Dheepan", de Jacques Audiard, "Desde Allá", de Lorenzo Vigas), estreias nacionais ("Amigo Hindu", "Garoto", de Julio Bressane) e clássicos restaurados ("Limite", o filme de 1931 de Mário Peixoto).
 
"Há 39 anos que a Mostra acontece no mesmo período, em outubro. Nunca mudamos e ninguém veio falar com a gente", diz Renata de Almeida, organizadora do festival, a respeito da justaposição de datas dos eventos de cinema. Forçada pela crise a lidar com um orçamento 30% menor do que no ano passado, Renata organizou uma edição com 20 filmes a menos. O anunciado retorno da sala de cinema do Maksoud ficará para 2016.
 

Clássicos, lançamentos e infantis na tela de projeção do Vivo Open Air São Paulo. Foto: Divulgação. 
 
Allen e Godard

No Jockey Club, uma tela do tamanho de uma quadra de tênis traz, de quarta a domingo, shows e filmes do Vivo Open Air, todos ao ar livre Entremeados com shows variados (Arnaldo Antunes, por exemplo), ocorre a exibição de filmes recentes ("O Homem Irracional", de Woody Allen, com Phoenix e Stone, "Divertida Mente") e clássicos ("Laranja Mecânica", "O Mágico de Oz"). 

"Acho que a confluência dos eventos estimula as pessoas", diz Renato Byington, idealizador do projeto, em sua quarta edição na cidade. Esta quarta também dá início à maior retrospectiva já feita sobre o cineasta francosuíço Jean-Luc Godard, expoente da nouvelle vague.
 
"São Paulo tem a característica de ter uma série de atividades. Não há ideia de rivalizar: a cidade comporta mais de um grande evento", afirma o curador Eugenio Puppo, que selecionou 125 obras do diretor: da polêmica "Eu Vos Saúdo, Maria" (1983) a raridades nunca vistas no país, caso de "Salve a Vida" (1979). 

O espectador poderá conhecer também a faceta publicitária de Godard, que nos anos 1980 fez vídeos conceituais para uma marca de jeans. 
O contato com o recluso cineasta, diz Puppo, se deu por meio de um assistente. "Mandamos uma carta escrita à mão em francês, comunicando a ele do projeto, e Godard não se manifestou." A partir do fim deste mês, enquanto os três eventos ainda estiverem acontecendo, e até o início de dezembro, começa o Novembro Audiovisual. Articulada pela prefeitura, a agenda terá eventos cinematográficos patrocinados ou apoiados pela Spcine, empesa paulistana de fomento ao setor na cidade.
 
No pacote estão a Comic Con, feira de cultura pop, o Mix Brasil, com filmes de temática LGBT, e a Expocine, voltada à indústria, além de fóruns sobre cinema e TV, um aberto ao público e o outro fechado para executivos do setor. 
"Queremos criar uma agenda para fortalecer São Paulo como cidade estratégica para o audiovisual", diz Alfredo Manevy,que preside a Spcine. 
 
39ª Mostra de Cinema.
Quando: de 22/10 a 4/11.
Onde: diversos locais na cidade. 
Quanto: de R$ 16 (ingresso indivisual) a R$ 430 (permanente integral); desconto de 15% aos titulares de assinaturas Folha.
Informações no site da Mostra. 
 
Jean-Luc Cinéma Godard 
Quando: de 21/10 a 2/12.
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil, r. Álvares Penteado, 112, tel. (11) 3113-3651; CineSesc, r. Augusta, 2.075, tel. (11) 3087-0500. 
Quanto: de R$ 4 a R$ 12. 
Informações no site do CCBB/SP.
 
Vivo Open Air 
Quando: quarta a sábado, 19h30; domingo, 17h; de 21/10 a 8/11. 
Onde: Jockey Club, r. Dr. José Augusto de Queiroz, s/nº, portão 1. 
Quanto: R$ 50 (show + filme), à venda no site da Ingresso Rápido. 
Informações no site doVivo Open Air

Guilherme Genestreti de São Paulo na Ilustrada.
 
 


Misturando arte e música, o festival Audio Groove chega ao Audio Club em novembro com o objetivo de divulgar o movimento Hip-Hop e fazer valer a posição do estilo musical como luta social. O evento vai mostrar aos jovens que, através da cultura, é possível não optar pelos caminhos violentos que a sociedade de consumo proporciona.
 

Através das principais linguagens do Hip Hop (como o MC, o DJ, o grafite e o break) e dos principais nomes do movimento no Brasil, o AudioGroove pretende valorizar, divulgar e incentivar esta cultura

O festival acontecerá no mês de novembro no Audio Club, situado na Barra Funda e contará com apresentações de artistas que são referência no cenário Hip Hop, como Dexter e Thaíde, que é também o porta-voz do evento. Além dos shows, o AudioGroove vai promover uma competição entre novos artistas do movimento que serão avaliados por veteranos, como os rappers Kamau, Dexter e Max BO e os Djs Marco e Fábio Rogério.

Para preparar o público para o festival e reforçar a difusão do Hip Hop, o AudioGroove vai promover, no mês de setembro, uma série de oficinas em parceria com o Centro Cultural da Juventude, sobre os quatro elementos do movimento: o grafite, o break, o DJ e o MC. 

Serviço

Festival “AudioGroove” 

PrintPrint


Audio Club
Av. Francisco Matarazzo, 694 Água Branca – São Paulo.
(11) 2027-0777.
26 de novembro, a partir das 22h.
Ingressos: R$ 30,00 pelo site do Audio Club.

Serviço 

Oficinas “Audio Groove Festival”.

Centro Cultural da Juventude.
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 – Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo. 
(11) 3984-2466.
8 a 23 de setembro.
Oficinas de Grafite – 8, 10, 15, 17 e 22 (Início às 14h30).
Oficinas de Break – 8, 10, 15, 17 e 22 (Início às 17h).
Oficinas de DJ – 9, 11, 16, 18 e 23 (Início às 14h30).
Oficinas de MC – 9, 11, 16, 18 e 23 (Início às 17h).

Fonte: Revista Brasileiros.

 


Nos dias 23, 24 e 25 de outubro, São Paulo recebe a primeira edição do O.bra Festival, evento internacional de arte de rua no Brasil. Idealizado e organizado por Marcelo Pimentel e Marina Bortoluzzi, os nomes por trás do Instagrafite; Vera Santana, da DaTerra Produções Culturais, e pelo empresário Luan Cardoso, o O.bra será uma verdadeira galeria de arte a céu aberto na cidade. O line-up do festival traz 18 artistas nacionais e internacionais, a maioria da primeira geração da arte de rua, que, convidados a produzir em duplas, vão pintar oito empenas de grande escala e construir uma instalação na região do Largo do Arouche, em São Paulo.
 

O O.bra foi pensado para existir como um festival exclusivamente direcionado à street art. Sua linha curatorial teve como base a primeira geração da arte de rua do Brasil, movimento formado em meados de 1980 por artistas que, de fato, tiveram a rua como escola e que assim, ajudaram a moldar o estilo e o cenário nacional. “Foi em São Paulo que a arte de rua brasileira começou e é importante mostrarmos para o mundo porque ainda somos a meca da arte de rua global”, diz Marina Bortoluzzi. “São nos precursores do Brasil que nos inspiramos e os quais homenageamos nesta primeira edição do O.bra”, pontua Marcelo Pimentel.

Seguindo o conceito de co-criação em projetos, o O.bra convidou nove artistas e lhes deu a liberdade de convidarem outros nove artistas de sua escolha e preferência, de qualquer lugar do mundo, para pintarem em parceria inédita. Com isso, formou-se o line-up com as duplas que produzirão oito empenas de grande escala: INTI (Chile) e Alexis Diaz (Porto Rico);Jaz (Argentina) e Conor Harrington (Irlanda); Herakut (Alemanha) e M-City (Polônia); Aleksei e Waone Interesni Kazki (Ucrânia); Speto (Brasil) e Never 2501 (Itália); Tinho (Brasil) e Carlos Vergara (Brasil); Binho (Brasil) e Suiko (Japão); Vitché (Brasil) e Jan Kalab (República Tcheca); já Herbert Baglione (Brasil) fará uma instalação de 10x10m no chão, retratando suas icônicas sombras.

Será a primeira vez que os artistas Alexis Diaz, Conor Harrington, Herakut e Interesni Kazki pintam no Brasil, e será também o retorno a São Paulo de artistas como M-City, INTI, Jan Kaláb, Jaz, Suiko e Never 2501, que já morou no país. Os artistas iniciam as pinturas das empenas no dia 13 de outubro, e o público poderá acompanhar no decorrer destes 12 dias o progresso das obras.

arrested motionarrested motion

 'Arrested Motion', mural de Interesni Kazki na Sicília. Foto: Divulgação.

Além do intercâmbio cultural entre os artistas, o O.bra pretende trazer a valorização do artista de rua como muralista – que ainda hoje é por vezes marginalizada pela sociedade -, ajudar na revitalização da cidade de São Paulo, fomentar a economia criativa e aproximar a população da arte de rua. “Sentimos falta de um festival de arte urbana no Brasil e queremos existir e voltar anualmente para evoluir este cenário e dar voz aos artistas da street art no país”, diz Vera Santana.

O O.bra ainda terá uma programação vasta com atividades, como yoga na rua, palestras e workshops com artistas e profissionais renomados da street art, cinema ao livre, music jam sessions, dentre outras atividades gratuitas. “A programação do O.bra foi pensada para aproximar os artistas e obras da street art ao público. E até por conta disto as atividades são todas gratuitas, desde os workshops até o cinema e a música”, diz Luan Cardoso.

Todas as inscrições para workshops e palestras serão realizadas exclusivamente pelo site do Itaú Cultural, instituição parceira do O.bra. As inscrições podem ser feitas a partir do dia 19 de outubro. 

Acesse o site e confira a programação: http://obrafestival.com/inicio

Com informações da Agência Lema.
 
 


A avenida Paulista, na região central, iniciou neste domingo (18) as operações do programa 'Rua Aberta', que reserva o espaço de vias da Capital para pedestres e ciclistas. A avenida mais famosa de São Paulo transformou-se nesta manhã em um espaço para lazer, prática esportiva e convivência. O secretário Jilmar Tatto (Transportes) acompanhou a operação, que ocorre das 9h às 17h, entre a praça Oswaldo Cruz e a rua da Consolação, em ambos sentidos.

 

 

“O que nós estamos fazendo é uma coisa boa para a cidade, boa para todos. É uma política pública. Agora vamos aprimorar os detalhes em diálogo com os moradores, os comerciantes e os ciclistas”, afirmou Tatto.

De acordo com uma pesquisa do IBOPE (28/8-5/9), 64% dos paulistanos são favoráveis ao uso de vias como a Avenida Paulista por pedestres e ciclistas aos domingos. A iniciativa amplia a oferta de espaços de lazer na cidade e deverá ser estendida para todas as subprefeituras.

 

 

O funcionário público Paulo Reinaldo Teixeira, 36 anos, e seu filho Guilherme, 4 anos, aprovaram a novidade. “A gente sempre vem para a Paulista nos finais de semana, ele aprendeu a andar de bicicleta aqui na praça do Ciclista e está empolgado por poder andar hoje em toda a avenida”, contou Paulo.

Além da avenida Paulista, um trecho da rua Benedito Galvão (na altura da Praça Albino Francisco de Figueiredo), em Aricanduva, e a avenida Luiz Gushiken, em M’Boi Mirim, também estarão abertas para pedestres e ciclistas. As vias dessas regiões foram escolhidas pelos moradores em audiências públicas realizadas em setembro. Veja detalhes das alterações de circulação destes locais aqui.

 

Segundo o secretário Tatto, a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) irá avaliar detalhes da operação a partir de contribuições e sugestões de quem vive, trabalha e ircula pelas avenidas abertas neste domingo.

Para os motoristas que passam pela região da avenida Paulista, a travessia da região da Bela Vista e Cerqueira César para os Jardins, e vice-versa, poderá ser realizada pela Rua da Consolação, Avenida Brigadeiro Luís Antônio e Rua Treze de Maio.A CET é responsável por garantir o acesso a todos os hospitais da região, hotéis e o Club Homs, além da circulação dos moradores locais a suas residências.

Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação. Fotos: Heloisa Ballarini / Secom.


Giro Cultural USP é um programa da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo - USP, criado com o objetivo de estimular a divulgação da grande riqueza do patrimônio arquitetônico, artístico e cultural – material e imaterial – da USP, muitas vezes, desconhecida pela própria comunidade universitária e pelo público que frequenta a Universidade.

O primeiro roteiro realizado fora da Cidade Universitária leva o nome de USP e a São Paulo Modernista. Com ponto de partida na estação Alto do Ipiranga do Metrô, o passeio tem início no Museu Paulista, no bairro do Ipiranga, passando pelo centro da cidade, onde destaca algumas importantes edificações modernistas, como o Edifício Copan, de Oscar Niemeyer.

O ponto de parada seguinte é o prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Rua Maranhão, no bairro de Higienópolis, um casarão art nouveau do início do século XX. O passeio termina no Museu de Arte Contemporânea da USP, no Parque do Ibirapuera.

O roteiro procura oferecer aos visitantes um olhar e uma leitura distintos sobre a implantação do modernismo na cidade, em suas múltiplas dimensões (arquitetônica, urbanística, econômica, sociocultural e política), evidenciando a passagem do século XIX até o ápice da consolidação do projeto modernista na cidade de São Paulo, nos anos 1950.

O percurso conta com uma equipe de mediadores composta por historiadores, artistas plásticos e arquitetos. Todo trajeto é percorrido em um ônibus equipado com recursos multimídia para uso durante o passeio.

Os roteiros acontecerão nos dias 17, 24 e 31 deste mês e são gratuitos. Para se inscrever, clique aqui.

Fonte: ArchDaily Brasil.


“Essa não será a Mostra da crise, pois será uma Mostra forte.” Bastaram poucas palavras para Renata de Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, cuja 39ª edição começa no dia 22 de outubro e vai se estender até 4 de novembro, já ganhar os primeiros aplausos, no início da coletiva de imprensa, na manhã de sábado, 10. Palavras fortes para um momento delicado, em que o mercado cultural se encolhe por causa do arrocho econômico.

Desde a morte de seu marido e idealizador do evento, Leon Cakoff, em 2011, Renata tomou para si as rédeas da organização do principal festival de cinema de São Paulo e um dos mais destacados da América Latina. Cercou-se de uma equipe fiel e trabalhadora e manteve, ano a ano, a luta pela manutenção dos patrocínios. A crise econômica de 2015, porém, tornou o céu mais nebuloso – cotas antes rapidamente garantidas demoraram para confirmar; outras até sumiram e um facho de luz surgiu com a recente inclusão da CPFL. Com isso, o orçamento ficou reduzido em 40%, o que afetará na diminuição dos convidados internacionais, na ausência de festas e na mudança da sede da Mostra para outro QG, o hotel Maksoud Plaza.

“Mesmo assim, me orgulho de confirmar 312 filmes de 63 países, que ocuparão 22 endereços da cidade”, disse Renata. E o cardápio, de fato, continua de primeira: o publico terá à disposição longas premiados como Dheepan, de Jacques Audiard, que conquistou a Palma de Ouro no Festival de Cannes, e o venezuelano Desde Allá, de Lorenzo Vigas, Leão de Ouro em Veneza (veja mais na lista de destaques).

 

Mostra de Cinema

Renata de Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo na coletiva de imprensa.

Além disso, a Mostra contará com deferências, como receber a estreia mundial do novo filme de Hector Babenco, Meu Amigo Hindu, que vai abrir o evento, no dia 22, e do longa Um Dia Perfeito, de Fernando León de Aranoa, que vai encerrar a maratona, em 4 de novembro. Ambos diretores estarão presentes.

Não havia, de fato, como não realizar a Mostra. “Ela já se tornou parte integrante do calendário cultural de São Paulo”, observou Marcos André Silva, da Petrobrás, empresa que há 14 anos patrocina o evento mas que, por motivos bem conhecidos, passa por um delicado momento financeiro. Mesmo com atraso (assim como fez a Prefeitura de São Paulo), o compromisso foi honrado e as contas, aos poucos, foram fechando.

Mesmo com um orçamento reduzido, Renata faz questão de manter o mantra do idealizador da Mostra, Leon Cakoff, para quem o público tinha de ser o principal beneficiado. Assim, além de sessões em salas tradicionais de cinema, a programação inclui uma itinerância por 10 cidades do interior paulista, graças a uma parceria com o Sesc, e uma exibição simultânea de filmes da programação em Campinas, fruto do acerto com a CPFL.

Exibições ao ar livre também continuam com força total, como a exibição de Meu Único Amor, filme mudo de 1927, que será mostrado na área externa do Auditório Ibirapuera, acompanhado da Orquestra Sinfônica de Heliópolis. Também o vão livre do Masp, que já recebeu um emburrado Pedro Almodóvar em priscas eras, será palco para a homenagem a José Mojica Marins, o criador do Zé do Caixão, que vai receber o Prêmio Leon Cakoff.

O cineasta Martin Scorsese é o autor do desenho que inspirou o cartaz e a vinheta da Mostra, que também o homenageia. “Mas não pensamos em exibir um ciclo de seus filmes, que estão facilmente à disposição do público”, conta Renata. “Preferimos homenagear a atitude de Scorsese em recuperar e preservar filmes do mundo inteiro, representada pela The Film Foundation, que ele criou há 25 anos.” Com a missão de manter viva a história do cinema, a entidade será lembrada com a exibição de 25 filmes selecionados entre os mais de 700 já preservados graças à sua ação.

E, por falar em recuperação, a Mostra faz ainda uma homenagem ao cineasta Mario Monicelli, que completaria cem anos em 2015, com a exibição de cinco de seus filmes. As permanentes começarão a ser vendidos a partir do dia 17, na Central da Mostra, no Conjunto Nacional.

O discurso de Renata contra a ação da crise econômica foi ouvido com orgulho por um espectador especial: Jonas, um de seus filhos com Leon. Foi a primeira entrevista coletiva da mãe a que participou. E aprovou. Alguma intenção de ingressar no comando da Mostra? “Não sei, mas pretendo estudar cinema a partir do próximo ano”, disse, sorriso aberto.

Principais filmes

Dheepan, de Jacques Audiard (Palma de Ouro no Festival de Cannes); Desde Allá, de Lorenzo Vigas (Leão de Ouro no Festival de Veneza); Pardais, de Rúnar Rúnarsson (Concha de Ouro no Festival de San Sebastian); A Terra e a Sombra, de Cesar Augusto Acevedo (Camera D’Or no Festival de Cannes); A Ovelha Negra, de Grímur Hákonarson (Vencedor do Un Certain Regard no Festival de Cannes); Chronic, de Michel Franco (Melhor Roteiro no Festival de Cannes); Son of Saul, de László Nemes (Grande Prêmio do Júri e Prêmio FIPRESCI no Festival de Cannes); Virgin Mountain, de Dagur Kári (Melhor Filme, Roteiro e Ator no Festival de Tribeca); A Bruxa, de Robert Eggers (Melhor Direção no Festival de Sundance)

Serviço

Permanentes e pacotes promocionais.
Permanente Integral – R$ 430,00.
Permanente Integral Folha (15% de desconto para o titular da assinatura, mediante apresentação da carteirinha de assinante) – R$ 365,50
Permanente Especial (para sessões de 2ª a 6ª feira até às 17:55h, inclusive, não contempla finais de semana nem sessões noturnas) – R$ 100,00.
Pacote de 40 ingressos – R$ 315,00.
Pacote de 20 ingressos – R$ 185,00.

Central da Mostra
Conjunto Nacional – Avenida Paulista, 2073.
De 12 a 16/10, das 12h às 18h.
Vendas: De 17/10 a 04/11, das 11h às 21h.

Ubiratan Brasil em O Estado de São Paulo.

 

APOIE O SÃO PAULO SÃO

Ajude-nos a continuar publicando conteúdos relevantes e que fazem a diferença para a vida na cidade.
O São Paulo São é uma plataforma que produz conteúdo sobre o futuro de São Paulo e das cidades do mundo.

bt apoio