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Na última sexta-feira dia 12 de junho, foi realizada na sede da Prefeitura de São Paulo, a coletiva de imprensa da Viradinha 2015 para crianças, segmento da Virada Cultural. Quem estava no comando era Nabil Bonduki, Secretário Municipal da Cultura, e entre os presentes estavam a Primeira Dama Ana Estela Haddad, a Secretária Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida Marianne Pinotti, Nádia Campeão, vice-prefeita do município de São Paulo, representantes dos CEUs (Centro Educacional Unificado) e do SESC, entre outros.

É a segunda vez que a Prefeitura realiza a Viradinha Cultural, que nasceu a partir das premissas da São Paulo Carinhosa e do atual governo de humanizar o território da cidade para a criança e incluir atividades para elas e suas famílias no calendário da cidade, ampliando o divertimento também para as crianças, não somente para os adultos.

Neste ano, a viradinha ocupa o quarteirão que contorna a Biblioteca Monteiro Lobato, no Centro. A biblioteca, a primeira para crianças, foi criada por Mario de Andrade, e foi escolhida não só pelo simbolismo do local, como também por sua centralidade. A Biblioteca fica na rua General Jardim, 480, Centro. A região foi escolhida por ser afastada do epicentro das atrações da Virada Cultura justamente para assegurar a segurança das crianças.

Para Ana Estela Haddad, o fato de a Viradinha 2015 ocorrer na Biblioteca Monteiro Lobato “possui um simbolismo importante” e também disse: “no ano passado tivemos um momento muito bonito de celebração e espero que esse ano seja igual”.

Para Gabriela Fontana, da Secretaria Municipal de Cultura e da curadoria infantil da Virada Cultural é importante transformar a rua em local de acolhimento para as crianças, e tendo isso em vista, inúmeras brincadeiras de rua vão compor o cenário infantil. Também teremos a oficina de aleitamento materno e espaço para os pais trocarem os bebês, fazendo com que os pais e mães se sintam confortáveis e possam se divertir junto.

Para o representante do SESC presente na coletiva, “é importante a participação das famílias, mães, avós e pais”, ainda afirmou “estamos preparados para receber todos.”

Com atividades de 9h às 18h no dia 21/06, domingo, a Viradinha irá contar com aulas de bicicleta em volta do quarteirão, show dentro e fora da Biblioteca, guarda-volumes para as mamães e os papais, estacionamentos para carrinhos, oficina de amamentação (mamaço), entre muitas outras coisas. Entre os shows  estão: Trupe Pé de Histórias, Beatles para Crianças, Pato Fu e Kiara Terra.

Abaixo segue a programação da Viradinha 2015:

Palco
10h: Banda Mirim - 10 anos
12h: Palavra Cantada
14h: Beatles
17h30: Badi Assad

Tablado 1
9h: Trupe Pe de Historia
11h: Reprise
13h: Doncovim Procovo
15h30: Chapeuzinho Vermelho-La Palt du Jour
16h30:Grupo Triii
16h30: Ciranda na Praça
17h30: Se Romeu e Julieta

Auditório Monteiro
9h30: Historiar, Cia. Patética-Fabio Parpinelli 
10h30: Kiara Terra
11h30: Cantos da Terra
13h: Cineminha
15h: Coral
16h: Cris Gouveia

Espaço Interno
9h as 18h: Espaço de brincar (0 A 3 anos)
Oficinas (Quadra) - 0 a 3 anos
9h: Dança Materna
10h: Sensações
11h30: Sensações
13h: Minha mae canta pra mim…
14h às16h: Musicalização

7 a 12 anos
17h: Danca Afro

18 meses a 3 anos
9h: Artes- Mingau Craft
10h: Artes- Mingau Craft
11h: Artes- Mingau Craft
12h: Artes- Mingau Craft
14h: Oficina de Bonecas e roda de conversa sobre aleitamento materno
16h: Oficina de Bonecas e roda de conversa sobre aleitamento materno

3 a 7 anos
9h às 11h: Oficina de Brinquedo de Papelão
12h: Oficina de Confecção de Malabaris
13h às 16h: Oficina Culinária

7 a 12 anos
9h às 12h:Oficina de Cerâmica
13h: Oficina de Confecção de malabaris
14h às 16h: Oficina de Instrumentos

Intervenções de Rua
10h30: Meu Corpo, Meu Brinquedo
13h: Buzum
16h: Teatro Portátil

Quadra

15h: Dança Afro 
10h30 às 12h30: Horta
14h00 às 16h00
15h às 17h: Grafite
15h: Dança Afro
14h às 18h: Fantasia
10h às 17h: Sucatinha de Luxo
14h às 17h: Pistinha
14h às 15h: Mc Soffia
15h às 16h: Dj Niely
16h às 17h: Camilo
17h às 18h: Calefação
11 às 13h: Karaoke
14 às 16h

Dia inteiro: Recreart – Brincadeiras de Rua
11h: Mamaço
15h, 16h30, 12h40: Banda Paralela

Durante o dia
Ciclovia, Erê Lab, Feira de troca de livros e brinquedos, Ilustradora, Pintura Facial.

Isabela Palhares no São Paulo Carinhosa: http://goo.gl/dSJlXc

 

Os nômades digitais podem praticar o trabalho diretamente de sua casa, mas se a distração do lar está atrapalhando o seu rendimento ou a inspiração necessária não vem, nada melhor do que buscar novos ares para fazer o trabalho render mais. O trabalho home office permite que qualquer lugar com internet se torne seu novo escritório. Para ajudar na escolha, selecionamos 10 lugares grátis em São Paulo para levar seu notebook e colocar a mão na massa.

Espaços de coworking aumentaram a oferta de novos lugares para trabalhar, porém a grande maioria cobra uma mensalidade e não é todo nômade digital que quer arcar com um custo do tipo. Sendo assim, eles recorrem a parques, cafés, bibliotecas e outros pontos da cidade onde uma mesa e o mínimo de conforto dão conta do recado.

Confira: http://goo.gl/jiNjix

Comitês formados por munícipes voluntários de cada distrito poderão propor projetos, reformas, requalificações e intervenções nestes espaços públicos, bem como opinar acerca de programas já existentes.

A gestão das praças do município de São Paulo será agora realizada de forma compartilhada, prevendo não apenas a atuação do poder público, mas também a participação dos cidadãos na implantação, revitalização, requalificação, fiscalização, uso e conservação desses espaços. A medida, que tem como objetivo garantir a qualidade de praças e fortalecer o diálogo entre o poder público e a sociedade civil, foi estabelecida pela lei nº 16.212, já sancionada e publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo nesta quinta-feira (11)

Com a gestão participativa, a Prefeitura busca, entre outras coisas, a sustentabilidade do espaço urbano, a valorização do patrimônio ambiental, histórico, cultural e social das praças de São Paulo e a fruição desses espaços públicos pela comunidade, considerando as características do entorno e as necessidades dos próprios cidadãos. Entende-se por praça um espaço público urbano, ajardinado ou não, que propicie à população lazer, convivência e recreação, cumprindo uma função socioambiental. 

A lei recém-sancionada prevê a criação de comitês de usuários formados por iniciativa dos munícipes interessados em contribuir voluntariamente na gestão da praça, sendo constituído por, no mínimo, quatro moradores do entorno e usuários em geral. Entre as atribuições dos comitês estarão a proposição de projetos, reformas, requalificações e intervenções, além da busca por novas parcerias, bem como opinar sobre as já existentes.

O diálogo entre poder público e sociedade civil deverá considerar tanto o saber técnico, quanto o saber popular, bem como a vocação de cada praça - entendendo por isso suas características, singularidade, usos e possibilidades de uso, frequência e as características do entorno, que a tornam única e a diferenciam das demais praças.

Para dar efetividade a esta nova gestão, o diálogo com a comunidade deverá ser acompanhado pelo cadastro das praças da cidade, com a disseminação ampla e qualificada de informações e a garantia de transparência. Tal cadastro consistirá em uma listagem atualizada e georreferenciada das praças por distrito, com a indicação de nome, endereço, área, mobiliário e demais características. A elaboração do cadastro ficará a cargo da Secretaria de Coordenação das Subprefeituras, que terá um prazo de seis meses para disponibilizá-lo em seu site.

Orientação e educação ambiental

Caberá também à secretaria a elaboração de uma cartilha para a implantação, manutenção e reforma de praças, abordando questões como acessibilidade, porcentagem de área permeável, instalação de equipamentos e mobiliário urbano, orientação para hortas comunitárias orgânicas, entre outras, informando a quem cabe a responsabilidade pelos serviços públicos e estabelecendo parâmetros para os equipamentos e serviços. A concepção do documento será feita com participação da sociedade civil. Esta cartilha, que será utilizada para orientação das subprefeituras para informação dos munícipes e em programas de educação ambiental, deverá ser disponibilizada impressa e em meio digital no site da pasta. 

O Executivo deverá ainda criar e implantar, em conjunto com os munícipes e de acordo com o disposto na Política Municipal de Educação Ambiental, um programa de educação ambiental voltado à gestão participativa das praças, com a adoção de uma campanha de conscientização e estratégia de distribuição e capacitação para o uso educativo da cartilha, envolvendo escolas, equipamentos públicos e organizações da sociedade civil. 

Confira o texto completo da lei sancionada: http://goo.gl/wVZgRd

Fonte: Portal da Prefeitura. 

Ciclistas amadores trocam a balada e o conforto de casa para confraternizar e se divertir pedalando pela noite paulistana 'Largar o sofá e as bolachinhas'. É com humor que Mauro, um dos organizadores do Lokobikers, descreve o objetivo do grupo que escolheu o Parque das Bicicletas como ponto de encontro em busca de diversão em São Paulo.

A turma de ciclistas nasceu em abril de 2004, com poucas pessoas, e foi crescendo. Hoje, se reúne sete vezes por semana para passeios noturnos sobre duas rodas, em grupos que chegam a 50 pessoas por pedalada - o que resulta em cerca de 300 adeptos por semana. A escolha do local, em Moema, é pela localização e por ser destinado justamente aos ciclistas. Perto do Parque do Ibirapuera, tem atrativos a mais com relação ao outro espaço, bem mais afamado.

"Hoje o Parque das Bicicletas é considerado o Quartel Geral dos Lokobikers. É um lugar de fácil acesso, tem estacionamento, tem segurança e não é tão movimentado como o Ibirapuera", conta Mauro. Cada dia da semana tem uma proposta diferente de passeio, de acordo com o nível de condicionamento físico, interesse e habilidade dos participantes. A quarta-feira, por exemplo, é o melhor dia para os iniciantes. "A participação é totalmente livre, só basta chegar com a bike revisada, itens de segurança e vontade de se divertir pedalando pela cidade". O objetivo dos Lokobikers é, essencialmete, a diversão. "Sempre fazemos percursos diferentes, para não cair na monotonia e também por questão de segurança".

Além dos trajetos pelas ruas de São Paulo, o grupo organiza viagens e encontros, para aproveitar a natureza e confraternizar. Os Lokobikers evitam falar de questões política, como as implantações de ciclovias na cidade, e adotam uma filosofia mais leve. "Não somos ativistas. Queremos que as pessoas venham pedalar com a gente, se divertindo enquanto pedalam". A programação diária dos Lokobikers é atualizada na fanpage do grupo no Facebook, que já ultrapassa os 4 mil fãs.

Juliane Freitas - O Estado de S.Paulo.

 

Criada para refletir o espírito tipicamente paulistano de uma cidade que “nunca para”, a Virada Cultural é um evento promovido pela Prefeitura de São Paulo, com duração de 24 horas, que oferece atrações culturais para pessoas de todas as faixas etárias, classes sociais, gostos e tribos, que ocupam, ao mesmo tempo, a mesma região da cidade.

Inspirada na “Nuit Blanche” francesa, que se baseia na inversão de expectativas — como por exemplo museus abrindo de madrugada–, em São Paulo, o evento traz programação diversa, distribuída por toda a cidade. A Virada Cultural busca, antes de tudo, promover a convivência em espaço público, convidando a população a se apropriar destes locais por meio da arte, da música, da dança, das manifestações populares.

Desde sua primeira edição, em 2005, a Virada Cultural atrai milhares de pessoas de todas as partes de São Paulo e do Brasil até a região central da cidade. Ao longo dos anos, a festa foi se difundindo cada vez mais por este perímetro, até recentemente incorporar a região da Luz, além da República e Anhangabaú.

A primeira edição ocorreu no mês de novembro, o que se mostrou uma escolha inadequada por conta da temporada de chuvas. Nos anos seguintes, o evento passou a ser realizado no primeiro semestre, entre os meses de abril e junho.

Além da rede municipal de equipamentos – incluindo os Centros Educacionais Unificados (CEUs) –, a organização da Virada Cultural conta com parceiros estratégicos como o SESC e o Governo do Estado, que aderem com seus equipamentos culturais descentralizados. O Metrô de São Paulo fica aberto durante as 24 horas do evento, garantindo a circulação das pessoas.

E confira a programação no site oficial da Virada - http://bit.ly/1e5xGIm

 

As regiões periféricas de São Paulo terão salas de cinema. De acordo com o secretário de Cultura, Nabil Bonduki, cinco delas serão instaladas em equipamentos públicos e outras 15 em CEUs (Centros Educacionais Unificados). Durante a audiência pública realizada nesta quinta-feira (27/5) pela Comissão de Finanças e Orçamento, o representante da pasta também sinalizou para a necessidade de uma reestruturação da secretaria.

“Essas salas permitirão a democratização do acesso ao cinema na cidade de São Paulo. Algumas delas serão em regiões que não têm nenhum cinema. A estrutura será de qualidade e terá uma programação nacional e também um circuito independente, ou seja, com programação diversificada”, explicou Bonduki. “Acredito que até o próximo ano a população estará utilizando as salas”, acrescentou.

Para o presidente do colegiado, vereador José Police Neto (PSD), a prefeitura poderia repensar os locais onde serão instalados os cinemas. “Os CEUs já têm uma gama intensa de atividades. Talvez poderia ter uma flexibilização maior, uma melhor distribuição, para não concorrer com os espaços dos teatros”, sugeriu.

Apesar de promover diversos eventos, Bonduki explicou que a Secretaria de Cultura precisa ser reestruturada. De acordo com ele, durante a gestão da ex-prefeita Luiza Erundina (1989 a 1993), a pasta tinha três mil funcionários, agora tem a metade. “Seria necessário criar concurso e carreira para gestor cultural e agentes de cultura. Os investimentos nessa área são importantes, porque a juventude tem expectativa de apenas participar de eventos culturais, mas também de ajudar a promover. Ter uma agenda cultural é importante como parte do processo de formação da sociedade”, declarou.

Durante a audiência pública, os parlamentares e o secretário sinalizaram para a necessidade de a Câmara realizar uma audiência pública para debater o Projeto Funk SP – proposta implementada desde o início de abril pela prefeitura com o objetivo de que os ‘pancadões’ sejam realizados, mas com algumas regras para garantir a tranquilidade dos cidadãos que moram no entorno de onde os bailes são realizados.

“Acho que é importante acertar a forma e o horário do funk. Porque ele termina às 22h, o que acaba sendo um esquenta para o fluxo que acaba sendo realizado até de madrugada”, afirmou Police. O secretário de Cultura explicou que com o início do Projeto Funk SP houve uma redução dos fluxos nos bairros. “Me disponho a voltar aqui para aprofundarmos esses debate”, sinalizou Bonduki.

Por Kátia Kazedani - Câmara Municipal de São Paulo