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O evento Respira SP – Árvores Paulistanas, será inaugurado neste domingo, 20 de setembro de 2015, às 11 horas, nas galerias do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, 2073 – Piso Térreo). Trata-se de um projeto que vai dialogar com o grande público que circula diariamente pelo local, cerca de 35 mil pessoas, sobre a qualidade de vida na cidade de São Paulo por meio de diversas expressões culturais e mobilização ecológica. O projeto conta com uma exposição, um documentário e ações nas galerias do Conjunto Nacional e na sala do Cine Arte, onde serão realizadas reflexões sobre o tema e será exibido um documentário focalizando a carência de áreas verdes na cidade. Além de saudar o início da primavera, Respira SP – Árvores Paulistanas também está relacionado a outras datas que, no mês de setembro, são representativas da luta pela conscientização e sustentabilidade:

21 – Dia da Árvore.
22 – Dia do Rio Tietê.
22 – Dia Mundial Sem Carro.
23 – Início da Primavera.

A exposição terá a participação de 57 fotógrafos, entre profissionais e amadores, que foram a campo registrar em imagens as árvores que tem relação com a capital paulista. Com curadoria do fotógrafo Juan Esteves, e o evento terá a participação de convidados especiais, entre eles o ambientalista Mario Mantovani, diretor da SOS Mata Atlântica, que luta pela recuperação do rio Tietê; o jornalista Leão Serva, que desenvolve campanha pela retirada da malha de fios de eletricidade e de telefonia dos postes, pois provocam a poda indiscriminada das árvores, causando sua destruição; João Augusto Figueiró, diretor do Instituto Zero a Seis, uma organização que luta pela educação ambiental de crianças até seis anos de idade; o jornalista Gilberto Dimenstein, educador e coordenador do portal e rede social Catraca Livre, e Guto Lacaz, artista multimídia, ilustrador, designer, desenhista e cenógrafo, entre outros. As fotos serão impressas no formato 80cm x 120cm pela Canon, também parceira no evento.

Fotos do evento sendo impressas. Divulgação.
 
No domingo, dia da abertura, será exibido um documentário sobre o conceito do projeto, com depoimentos dos agentes que estão em atividade nas diversas áreas, para exaltar a importância da natureza no ambiente urbano. Durante o período da exposição (de 21 de setembro a 10 de outubro), serão realizados encontros focalizando temas que discutam como cada cidadão, instituições privadas e a administração pública podem contribuir para viabilizar e promover a sustentabilidade. Como, também trazer para o centro da questão a falta de água na capital paulista, um alerta para um problema urgentíssimo que exige soluções imediatas, pois poderá se agravar nas próximas décadas e comprometer o bem-estar da sociedade.

Segundo a idealizadora do projeto, Valkiria Iacocca, “Respira SP – Árvores Paulistanas tem a missão de ser uma identidade ambiental e, principalmente, comportamental para as pessoas que vivem intensamente a cidade de São Paulo. Com liberdade total para explorar o ambiente da cidade, os fotógrafos foram provocados a trazer seus olhares sobre a relação da cidade com as árvores, um tema essencial para a valorização do espaço público que estará sendo redescoberto pelos cidadãos.”

Além das ações envolvendo o conteúdo do projeto, será elaborado um catálogo reproduzindo as fotos da exposição. Para atingir seus objetivos, o projeto conta com uma equipe de profissionais que, mesmo com rotinas completamente diferentes, se uniram para o sentimento comum de que algo precisa ser feito, de que a cidade precisa ser olhada por outros ângulos, sob outros prismas, e de que é preciso se conciliar com ela.

Participantes
1. Ademar Bueno
2. Adriano Duarte 
3. Afonso Roperto
4. Anacélia Mateucci
5. Ana Paula Figueiredo
6. Andrea Goldschimidt
7. Arza Rose Steinmetz
8. Benjamim Sepulvida
9. Beth Gavião
10. Bruno Constantino Leonardi
11. Caio Justo
12. Carmen Dall'Igna
13. Carmen Zaglul
14. Charles Motta
15. Daniela Lourenço
16. Edna Barros
17. Edson Kumasaka 
18. Felipe Martins
19. Kiko Macedo
20. Gilberto Dimenstein 
21. GutoLacaz | Edson Kumasaka 
22. Heloisa Capasso
23. Heloisa Capasso | Muda Mooca
24. Hugo Lenzi
25. Joana Petribú
26. João Carlos (Jaozin)
27. Jorge Bevilacqua
28. Jorge Carneti
29. José Luis da Conceição
30. Keli Lambert
31. Leão Serva
32. Luciana de Paula
33. Lu Yamamoto
34. Magali Maschi
35. Marco Gonçalves 
36. Marcos Kawall
37. Mariana Seber
38. Marilia Fanucchi
39. Mário Mantovani | Juliana Freitas Lima
40. Max Rocha
41. Mitsuo Yamamoto
42. Montserrat Baches
43. NaavaBassi
44. Nair Kremer
45. Nico (José Nicodemos A. Pereira)
46. Nô Figueiredo 
47. Osiris Bernardino
48. Paula Dias
49. Rejane de Freitas Tozaki
50. Ricardo Augusto 
51. Ricardo Thomé 
52. Roberto Alves Lima
53. Rodrigo Morelli
54. SaudujasPhotography
55. Thiago Oliver | João Figueiró
56. Thiago Prado
57. Valéria Khouri 
 

Serviço
Evento: Respira São Paulo – Árvores Paulistanas.
Abertura: Dia 20 de setembro (domingo) às 11hs no Cine Arte.
Local: Espaço Cultural Conjunto Nacional.
Endereço: Avenida Paulista, 2073 – Piso Térreo – São Paulo – SP.
Abertura ao público: de 21 de setembro a 10 de outubro de 2015.
Horário: de segunda a sábado das 9h às 22h.
Domingos e feriados das 10h às 22 horas.


Fonte: Assessoria de Imprensa do Evento.

 


O projeto LATA 65 de enorme sucesso em Portugal, com destaque na mídia mundial chega a São Paulo, com oficinas que duram 5 dias no Sesc Santana.

O LATA 65, busca provar que conceitos como envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações fazem a cada dia mais sentido, além de demonstrar que a arte urbana tem o poder de fomentar, promover e valorizar a democratização do acesso à arte contemporânea.

Ao  aproximar os menos jovens a uma forma de expressão artística habitualmente associada aos mais jovens, a proposta demonstra que a idade é só um número. Os alunos criarão coletivamente grafittis, tags e stêncils que serão aplicados no muro do jardim da unidade no final de semana.

O começo

A idealizadora Lara Seixo contou que o LATA 65, surgiu da constatação do universo que rodeava as intervenções que fizeram na Covilhã (Portugal), durante a primeira edição do Festival WOOL: havia sempre pessoas da terceira idade acompanhando o trabalho dos artistas durante horas e horas. Inclusive muitos acabavam dando fotos antigas, para inspirar os artistas.

Lara conta que depois disto, numa simples conversa de café com um colega do Cowork Lisboa, pensaram em montar um workshop de arte urbana para idosos e então tudo deslanchou.

A primeira edição do LATA 65 durou 5 dias, com uma introdução histórica sobre como surgiu o graffiti e sua evolução, o que é hoje a arte urbana, o que é aquilo que vemos pelas ruas, etc.

Depois cada senhor ou senhora criou um tag e fez o projeto do mesmo. Os dias seguintes foram de aprendizagem de todas as técnicas e trabalhos que se podem fazer na rua, desde o stencil, passando pelo marcador, ao spray e ao vídeo.

Com o projeto, eles querem mostrar o que todos deveriam saber: que a idade é só um número, que conceitos como envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações fazem a cada dia mais sentido, que a arte urbana tem o poder de fomentar, promover e valorizar a democratização do acesso à arte contemporânea, pela simplicidade e naturalidade com que atinge as mais variadas faixas etárias, além de aproximar os menos jovens a uma forma de expressão habitualmente associada aos mais jovens.

Lara conta que eles superaram as expectativas. Os simpáticos senhores e senhoras fizeram tudo, desenho, corte co x-ato, spray. Participando da iniciativa estavam também os conhecidos artistas portugueses: Miguel Januário (MaisMenos)Adres Tosco.

No fim da primeira edição do LATA65, foi feito um mural com todo mundo. É de toda esta constatação que surgiu a proposta ao Orçamento Participativo de Lisboa, para que a galera possa repetir isto com mais grupos de idosos e por mais zonas, pela fórmula criativa (comprovada) de tratamento dos nossos idosos (que um dia também seremos).

Serviço
Oficina de grafitti / LATA 65 no Sesc Santana.
Turma I - De 29/9 a 4/10/15. 
Horário: 10h30 às 13h30.
Turma II - De 29/9 a 4/10/15.
Horário: 15h30 às 18h30.
Gratuito.

Com informações do Mistura Urbana e SESC.
 


A partir do próximo sábado (19) a Prefeitura de São Paulo irá iniciar uma série de 22 audiências públicas para discutir e debater com os cidadãos as ações do programa “Rua Aberta”. A iniciativa tem o objetivo de abrir para pedestres e ciclistas ruas e avenidas de grande relevância no perímetro de 1 a 3 quilômetros, aos domingos e feriados, das 10h às 17h. Com o impedimento do trânsito de veículos motorizados, a intenção é que as vias recebam atividades artísticas, esportivas, gastronômicas e culturais gratuitas.

No sábado (19), serão três audiências públicas nas subprefeituras de Aricanduva (zona leste), Campo Limpo (zona sul) e Sé (centro). Esta última será realizada no Vão Livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), a partir das 10h, para debater a abertura da avenida Paulista. No domingo (20), serão mais duas audiências nas regiões da Cidade Ademar (zona sul) e Lapa (zona oeste). Os encontros, que têm o Ministério Público Estadual como convidado, acontecerão até serem encerrados no dia 17 de outubro, em São Mateus e Cidade Tiradentes, ambos na zona leste. Confira abaixo a programação das discussões.

Além de incentivar a apropriação dos espaços públicos da cidade, consolidando as relações sociais nos bairros, as políticas do programa “Rua Aberta” também visam incentivar a comercialização de artesanatos e alimentos de baixo custo, considerando os empreendedores e artistas locais como peças fundamentais neste processo, promovendo a inclusão cultural, geração de renda e a recuperação urbana de espaços degradados e sem uso. A iniciativa envolve as secretarias municipais de Coordenação das Subprefeituras, Transportes, Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Cultura, Segurança Urbana, Esportes, além da CET e da Agência São Paulo de Desenvolvimento.

Cultura
Na área cultural, a restrição aos veículos irá permitir a realização de atividades que envolvam apresentações ao vivo de teatro, dança, música e artesanato.

Esportes
Para incentivar práticas de esporte e lazer espontâneo, será possível fornecer materiais esportivos, como bolas, coletes e kits de recreação para as comunidades. Além disso, a ação também permitirá eventualmente a realização de campeonatos e festivais esportivos.

Trabalho e empreendedorismo
Com o programa será possível realizar feiras gastronômicas e de artesanato, incentivando os empreendedores locais. Também está previsto no projeto a abertura de espaços para cooperativas e redes de economia solidária, a promoção de serviços aos empreendedores (abertura de crédito, informações sobre a legislação e cursos voltados ao empreendedorismo) e a busca de patrocínio e apoio de empresas privadas.
 
Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.
 
 


A partir desta segunda-feira (14) até o próximo sábado (19), a zona sul de São Paulo será tomada por poesia, música, arte e bate-papo durante a FELIZS – Feira Literária da Zona Sul. Organizada pelo Sarau do Binho, diversos encontros acontecerão em praças, bibliotecas e espaços culturais. 

Desejo antigo de quem trabalha com cultura na região, a feira foi sonhada há mais de dois anos. “Inicialmente a proposta era para [a feira durar] um dia, mas o desejo e as parcerias foram acontecendo e a transformamos num evento para (ser realizado ao longo de) uma semana. Sentimos que havia uma grande predisposição por parte de parceiros, artistas e coletivos”, explica Diane Padial, coprodutora da feira. 

A programação do evento foi elaborada tendo como critério a participação de coletivos e artistas que integram o Sarau do Binho, itinerante desde que o bar do Binho, no Campo Limpo, foi fechado, além da presença de outros movimentos culturais da zona sul.

Luan Luando, Serginho Poeta, Elizandra Souza, Sergio Vaz e Tula Pilar são alguns poetas confirmados em rodas de conversas. Além disso, haverá apresentações de músicos como Camila Brasil, Emblues Beer Band, Zinho Trindade e Grupo Candearte. As intervenções artísticas ficarão a cargo de O Menor Sarau do Mundo e Correspondência Poética. “A expectativa é que seja um grande encontro, um momento de trocas para falarmos de nós mesmos”, diz Mara Esteves, coprodutora da feira da feira, e membro da Brechoteca e do Brincantes Urbanos. 
 
A estimativa dos organizadores é de que a feira atraia cerca de três mil pessoas. As atividades começam hoje no Espaço Clariô de Teatro com o lançamento do livro “Sarau do Binho II”, e também com a apresentação da Banda Veja Luz no Sarau do Binho, às 21h. 
 
A programação completa pode ser acessada no site do evento: http://felizs.com.br/

Karol Coelho, do Campo Limpo no blog Mural.



Para quem deseja fugir dos parques lotados e ter a sensação que está fora da cidade, uma excelente opção de passeio é o 
Parque Estadual da Cantareira, no Núcleo da Pedra Grande. É surpreendente que haja uma floresta de 7.916 hectares de Mata Atlântica a apenas a 10 km do centro de São Paulo.

Por ser mais acessível – dá para chegar de ônibus a partir de Santana, na zona norte – o Núcleo Pedra Grande do Parque da Cantareira é o mais visitado. Já fui ao lugar várias vezes e sempre que surge uma oportunidade, eu volto lá para levar amigos que ainda não o conhecem. Há alguns finais de semana, fomos num grupo de sete pessoas fazer um piquenique na Lagoa das Carpas e percorrer os 10 km de trilha. Calma! Este percurso é de ida e volta e o acesso é asfaltado. Para quem não está acostumado, pode ficar um pouco cansado, principalmente na subida, mas se for caminhando devagar e apreciando a natureza, você nem percebe quando chegar ao ponto mais alto: a pedra grande. Da entrada ao mirante são 6.780 metros.

Prepare sua câmera porque se o dia estiver claro, a vista é maravilhosa. Dá para ver vários bairros da zona norte e até o Pico do Jaraguá. Ao lado, fica o Museu da Pedra Grande com maquetes e objetos. Infelizmente, no dia que eu fui estava fechado.

No meio do caminho há trilhas menores que saem do asfalto. A Trilha das Figueiras de 1.200 metros , a Trilha da Bica de 1.500 metros e a Trilha do Bugio, de apenas 300 metros. Se for a primeira vez que você vai, sugiro não ir na ida para não ficar muito cansado. Se na volta ainda estiver disposto, pode escolher uma delas.

Foto: José Cordeiro/ SPTuris.

Posso ir sozinho?

Não é preciso ir com guia, você pode ir sozinho porque as trilhas são todas sinalizadas e de fácil acesso. Na portaria, pode pegar um mapa e o funcionário explica sobre as principais atrações do parque. A infraestrutura conta com vários banheiros no percurso e para a alegria da criançada tem um parquinho ao lado do lago das carpas. Caso não tenha levado lanche, antes de chegar à portaria há várias lanchonetes e ambulantes, que ficam na entrada do Horto Florestal, onde tem o ponto final do ônibus, então não precisa se preocupar, que não vai passar fome. O Parque da Cantareira é bem seguro, os guardas ficam patrulhando o parque de carro e moto.

E sim, você pode levar as crianças. Eu mesma vi várias de quatro, cinco e seis anos. Se elas estiverem acostumadas a andar, vão adorar o passeio. É só ir andando devagar e mostrando as plantas, árvores e quem sabe com sorte você até encontra um bugio. Eu nunca tive esta sorte, só ouvi o barulhão que eles fazem. Outros animais que você pode encontrar no parque são a preguiça, serelepe, quati, suçuarana, macaco-prego e macaco Sauá.

Para quem nunca foi é bom saber que o Parque da Cantareira é um lugar de contemplação e caminhadas, não sendo permitida a prática de esportes, bicicletas ou levar pets. O bom, de fato, é entrar em contato com a natureza e apreciar a vista.

Você pode fazer uma pausa para o lanche na própria pedra grande ou se preferir, volte um pouco e entre na trilha que chega ao lago das carpas. Tem algumas mesas para piquenique ou você pode estender uma toalha e dividir guloseimas com seus amigos.

Saiba mais sobre o Parque Estadual da Cantareira

Segundo os historiadores, Cantareira foi o nome dado a serra pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e as outras regiões do país, nos Séculos 16 e 17, devido à grande quantidade de nascentes e córregos encontrados na região.

O nome cantareira vem de cântaro, porque era costume armazenar água em jarros de barro (cântaro) e as prateleiras onde eram guardados chamavam-se cantareiras.

O parque abriga várias nascentes e cursos d'água abastecendo a cidade de São Paulo. Aberto em 1963 abrange a capital, Guarulhos, Mairiporã e Caieiras. É um importante remanescente de Mata Atlântica abrigando várias espécies como o samambaiaçu, figueira, jacarandá, embaúba, entre outros.

Serviço
Parque Estadual da Cantareira
End.: Rua do Horto, 1799 – Horto Florestal – zona Norte – São Paulo.
Horário de funcionamento: aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h.
Tel.: (11) 2203-0115.

Patricia Machado no SP/Passeios Baratos.


A contação de histórias é uma arte secular, que desenvolve a imaginação, o hábito de ouvir e a vontade de ler. Assim como a literatura escrita, ela é capaz de nos levar para outros mundos e viver novas experiências. A fim de incentivar essa tradição, o Sistema Municipal de Bibliotecas da cidade de São Paulo promove mensalmente um circuito de contação de histórias com foco no público infantil, pais e educadores.

Em setembro, 43 bibliotecas e sete pontos de leitura participam do projeto. O Sistema Municipal de Bibliotecas vem trabalhando a narração oral em seus espaços, pensando na mediação de promover o contato com os livros, para ir além da leitura literária, promovendo uma visão do mundo e do processo criativo.

Para estimular o ouvinte, os contadores utilizam diversos recursos, como canto, poesia, e até a manipulação de objetos, como bonecos e tricô. Histórias indígenas, contos populares brasileiros, contos africanos, histórias japonesas, contos de fada e clássicos dos irmãos Grimm fazem parte do repertório de histórias.

O projeto enfatiza a importância das bibliotecas dentro das comunidades, que não são apenas espaços de silêncio e leitura. Em algumas regiões, a biblioteca local é o único equipamento cultural, e a mediação da leitura pode ser feita em formatos diferentes, como a narração oral, uma vez que todas as linguagens dialogam com a literatura, seja o cinema, a música e o teatro. As apresentações interagem com o espaço das bibliotecas, com o intuito de aproximar a comunidade dos livros disponíveis.

Além do Circuito mensal de apresentações de contação de história, o sistema municipal de bibliotecas promove, em outubro, a 11ª edição do festival A Arte de Narrar Histórias.

Confira a programação completa: http://goo.gl/eQ2ZWQ

Fonte: Sistema Municipal de Bibliotecas.

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