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A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria de Governo Municipal (SGM) e São Paulo Turismo (SPTuris), com apoio de vários órgãos municipais, PM e Metrô, realiza no próximo dia 31 o Réveillon na Paulista 2015/2016. O palco dos shows estará localizado na altura do número 500 da avenida Paulista, no cruzamento com a avenida Brigadeiro Luís Antônio, ficará de frente para o sentido Consolação da via.

As atrações, todas já confirmadas, atendem a diversos estilos. O evento terá início às 18h30 com a banda Djavú. Depois se apresentam Dennis DJ, Chiclete com Banana e o cantor Criolo. Na hora da virada, a dupla Marcos & Belutti estará no palco, seguida de Mumuzinho. Para fechar com chave de ouro, a escola de samba campeã do Carnaval 2015, Vai-Vai, se apresenta com sua bateria nota 10, encerrando o evento às 2h da manhã do dia 1º. O mestre de cerimônias da noite será o ator Érico Brás, mais conhecido pelo personagem “Jurandir”, da série Tapas & Beijos.

Para o público poder acompanhar todos os detalhes dos shows e também a contagem regressiva, nove telões de LED serão instalados por toda a avenida, além de um grande painel no fundo do palco. Na parte de alimentação e bebida, o evento contará com um festival gastronômico, organizado pela Subprefeitura da Sé. Serão seis pontos com barracas e food trucks.

Para garantir a segurança, a Polícia Militar fará uma operação especial e contará ainda com o sistema CFTV (circuito fechado de televisão), um posto de comando especial para monitoramento com câmeras em tempo real. Centenas de seguranças privados e bombeiros civis ainda darão apoio e a Secretaria de Coordenação das Subprefeituras e a Guarda Civil Metropolitana farão a fiscalização de venda de produtos irregulares. Haverá também oito postos médicos e 16 ambulâncias, além do auxílio da Secretaria Municipal de Saúde.

Para dar todo o suporte à população, a Secretaria Municipal de Transportes, por meio da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET-SP) e da SPTrans, divulgará nos próximos dias os bloqueios de trânsito e as mudanças nas linhas de ônibus.

O Metrô também terá operação especial e manterá várias estações abertas durante a madrugada para a chegada e partida do público. Na avenida Paulista, somente a estação Brigadeiro será fechada. A indicação é para que o público chegue ao Réveillon na Paulista utilizando o transporte público.

Haverá revista preventiva e não será permitida a entrada no perímetro do evento portando armas, garrafas, latas, fogos de artifício ou itens que possam apresentar risco, como objetos perfurocortantes.

O início da montagem do palco será no dia 28 de dezembro, às 22h. Até a noite do dia 30, duas faixas de cada lado da Av. Paulista ficarão liberadas. A ciclovia também permanecerá livre. No dia 31, toda a via ficará interditada em razão da Corrida da São Silvestre. No dia 2, a Av. Paulista já estará novamente liberada em sua totalidade. A CET irá divulgar os detalhes sobre os bloqueios de trânsito nos próximos dias.

A Secretaria Municipal de Serviços, por meio da Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), dará todo o apoio necessário para viabilizar a limpeza após o término dos shows, com centenas de agentes trabalhando no local, que ainda contará com 385 banheiros químicos em 12 bolsões.

O Réveillon na Paulista 2015/2016 também tem o apoio da Secretaria Municipal para Assuntos de Turismo e contará, por mais um ano, com uma pesquisa conduzida pelo Observatório de Turismo e Eventos da SPTuris para medir o impacto do evento, o fluxo de visitantes gerado e para que o público possa avaliar e dar sugestões. Serão 40 pesquisadores que irão entrevistar 1,2 mil pessoas durante os shows.

Confira as principais informações sobre o evento:

Festa de Ano Novo na Avenida Paulista  
Horário: 18h (dia 31/12) às 2h (dia1/1)
Palco: Com estrutura terá 13x20m, estará localizado no cruzamento da Av. Paulista com a Av. Brigadeiro Luís Antônio, altura do número 500.

Outras estruturas:
- 10 telões de LED ao longo da avenida, sendo 9 telões LED 4 x 3 m ao longo da avenida e 1 telão LED 8 x 6 m no palco
- 9 torres de som ao longo da avenida

Área total do evento:
Avenida Paulista – entre a Rua Carlos Sampaio/Maria Figueiredo até a Alameda Casa Blanca (estruturas de som, painéis de Led e luz até a Alameda Pamplona)

Atrações:
18h30 às 19h15 – Banda Djavú.
19h30 às 20h30 – Dennis DJ.
20h30 às 21h30 – Chiclete com Banana.
22h00 às 23h00 – Criolo.
23h30 às 00h30 – Marcos & Belutti (momento da virada).
00h50 às 01h30 – Mumuzinho.
01h40 às 02h00 – Escola de Samba Vai-Vai, Campeã do Carnaval SP 2015.

Saúde
8 postos médicos e 16 ambulâncias (12 de remoção e 4 UTI).

Segurança
· 700 seguranças privados.
· 80 bombeiros civis.
· 3 mil grades.
· 300 barricadas.
+ Efetivo da PM e da GCM.

Alimentação
O Festival gastronômico contará seis pontos de alimentação com barracas de alimentação e food trucks, sob coordenação da Subprefeitura da Sé.

Higiene
12 bolsões com 385 banheiros químicos no total (350 padrão e mais 35 para pessoas com deficiência).

Transporte
Para chegar ao local com segurança, indica-se o uso do transporte público (ônibus e metrô).
 
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Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.

 


O secretário municipal de Cultura, Nabil Bonduki, afirmou em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, que a cidade de São Paulo tem 383 blocos e cordões inscritos para o carnaval de rua de 2016. 

Segundo o secretário, são 110 grupos a mais em relação ao último carnaval, que recebeu 273 inscritos. O cadastramento para o carnaval de rua de 2016 teve início no dia 17 de novembro e se encerrou no domingo, 13 de dezembro.

Houve queda no número de interessados por desfile no centro expandido. No carnaval anterior, 76% dos grupos queriam se apresentar na região central da cidade. Agora, 71% manifestaram interesse.

Bonduki comemorou o número de blocos interessados em se apresentar além dos limites do centro expandido. Segundo ele, desta vez, 111 grupos propuseram apresentações em regiões mais periféricas da cidade, ante 64 do carnaval anterior.

Na região de Pinheiros, 73 blocos de rua apresentaram propostas.

Vila Madalena

Em 2016, o carnaval deve ser menor para evitar transtornos e aglomerações na Vila Madalena, na zona oeste da capital. Na edição deste ano, a Prefeitura precisou de apoio da Polícia Militar para conseguir liberar as vias e fazer a limpeza. Para dispersar o público, a PM usou bombas de efeito moral. Também houve atropelamentos e brigas, que terminaram com foliões esfaqueados.

No mês passado, o jornal O Estado de S.Paulo adiantou que, após um carnaval tumultuado na Vila Madalena, neste ano, que provocou críticas dos moradores da região e a queda do subprefeito de Pinheiros, a Prefeitura decidiu proibir o desfile de grandes blocos na Avenida Sumaré no carnaval de 2016 e reduzir o número de atrações no bairro.

A gestão Fernando Haddad (PT) pretende transferir os maiores shows, com demanda de trios elétricos, para a Avenida Pedro Álvares Cabral, no Parque do Ibirapuera, na zona sul da cidade.

Se houver acordo entre Prefeitura e organizadores dos blocos, as atrações maiores, que se apresentaram na Avenida Sumaré neste ano, poderão desfilar na região do Ibirapuera. "Os blocos querem ficar, em geral, mais próximos do centro expandido. Em função disso, eles estavam dialogando com a Subprefeitura da Vila Mariana a possibilidade de desfilar ali na Avenida Pedro Álvares Cabral", disse Bonduki.
 
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Fonte: Agência Estado.


 
O Teat(r)o Oficina foi eleito pelo "Observer", jornal dominical do "Guardian", como o melhor teatro do mundo por sua estrutura arquitetônica. 
 
O teatro, que fica na Bela Vista, no centro de São Paulo, foi projetado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi em 1984. 
 
Conhecido por sua estrutura horizontal, o prédio difere da distribuição clássica em círculo. Os espectadores se sentam ao alto, de frente para uma parede envidraçada de 150 m². 
 
O local foi "construído para servir às performances orgásticas do criador do teatro, Zé Celso, que disse que a ideia do plano aberto surgiu quando ele estava em uma viagem de ácido, fugindo da polícia, e acabou preso contra uma parede", explica o "Guardian".
 

Zé Celso, Ricardo Bittencourt (centro) e Edi Brown (direita) em 'Os Sertões', de 2002; a foto de Lenise Pinheiro faz parte do livro 'Teatro Oficina'.
 
 
Confira abaixo os demais teatros eleitos pelo "Guardian" por seus projetos arquitetônicos, em lista divulgada na última sexta-feira (11). 
 
2. Epidaurus (Grécia, projetado por Polykleitos no séc. 4 a.C.).
 
3. Grosses Schauspielhaus (Berlim, projetado por Hans Poelzig em 1919).
 
4. National Theatre (Londres, projetado por Denys Lasdun em 1976). 
 
5. Teatro Scientifico (Mantua, projetado por Antonio Bibiena em 1769). 
 
6. Hackney Empire (Londres, projetado por Frank Matcham em 1901). 
 
7. Metropol (Tarragona, projetado por Josep Maria Jujol em 1908). 
 
8. Teatro del Mondo (Veneza, projetado por Aldo Rossi em 1979). 
 
9. Český Krumlov (Cesky Krumlov, República Tcheca, projetado em 1682 e 1766). 
 
10. Radio City Music Hall (Nova York, projetado por Edward Durell Stone e Donald Deskey em 1932).
 
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Fonte: The GuardianFolha Ilustrada.
 


Nesse final de semana, São Paulo estava novamente em festa. Para sensibilizar os cidadãos sobre a necessidade de proteger o patrimônio e, ao mesmo tempo, mostrar que ele está vivo e que pode estar integrado ao cotidiano da cidade, a Secretaria Municipal de Cultura (SMC), através do seu Departamento de Patrimônio Histórico (DPH), promoveu a Jornada do Patrimônio

Inúmeras entidades e proprietários aceitaram o convite de abrir seus imóveis de interesse histórico para o público, incluindo visitas guiadas e roteiros que permitiram conhecer melhor a nossa história.

Para dar mais vida aos espaços e atrair um público leigo ainda não habituado a esse tipo de programa, foram agendados nesses edifícios inúmeros eventos artísticos – apresentações de música, teatro, cinema e dança, além de debates e palestras. A proposta se relaciona com a educação patrimonial, elemento essencial para massificar o interesse da população sobre esse tema. 
 
A Jornada marca o esforço que a SMC está fazendo para integrar o patrimônio na efervescente vida cultural da cidade, de modo articulado com o desenvolvimento urbano e econômico. Ao invés de ser visto como um obstáculo, a preservação da memória deve ser vista como um ativo, que gera oportunidades para os proprietários e um leque imenso de possibilidades de uso e fruição.
 
Dessa forma, avançamos na política de preservação, que hoje sensibiliza especialistas, movimentos urbanos e coletivos culturais, mas ainda está longe do grande público. 
 
O acelerado crescimento de São Paulo gerou a destruição de bens culturais relevantes, sob o argumento de que "era o preço do progresso". Privada de edifícios representativos, mirantes e paisagens, a cidade foi ficando sem memória e identidade, processo que a criação do Iphan e do tombamento, em nível nacional, em 1937, não conseguiu interromper.
 
Essa trajetória começou a ser alterada há 40 anos, em 1975, quando foi criado o DPH, no âmbito da política cultural do municipal, e realizado um grande inventário dos bens de interesse arquitetônico e urbano. Esses bens foram incluídos no zoneamento como uma nova "zona" (Z8/200), que passou a protegê- los do processo imobiliário. Em 1985, a lei nº 10.035 criou uma legislação municipal abrangente, com a instituição do Conpresp e do tombamento municipal. 
 
Com o Plano Diretor de 2002 ocorreu um grande avanço, pois a política patrimonial passou a se articular com o desenvolvimento urbano. Foram criadas as Zepec's para proteger edifícios, conjuntos urbanos, bairros e paisagens.

Esperamos que, em breve, possamos comemorar a criação de novos mecanismos para financiar a recuperação do nosso patrimônio. As Jornadas poderão contribuir para esse resultado.
 
Nabil Bonduki, professor titular da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, é secretário municipal de Cultura de São Paulo. Foi o relator do Plano Diretor Estratégico na Câmara Municipal, aprovados em 2002 e 2014.
 
Nadia Somekh, professora titular do programa de pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo do Mackenzie, é presidente do Conpresp - Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo.

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Artigo publicado originalmente na sessão Tendências / Debates do jornal Folha de S.Paulo.
 

Quarenta e sete anos após aparecerem pela primeira vez na pinacoteca do Museu de Arte de São Paulo (MASP), os emblemáticos cavaletes de vidro projetados porLina Bo Bardi como expositores para algumas das pinturas mais valiosas produzidas do medievo ao moderno retornam em uma exposição no segundo pavimento do museu que abre suas portas na próxima quinta-feira, 11 de dezembro.


No dia 10 de dezembro, em que é comemorado o Dia do Palhaço, o Theatro Municipal de São Paulo abre suas portas para receber atrações circenses em comemoração à data e também em homenagem aos artistas de circo, com o espetáculo “As aventuras alucinadas do Circo Regino”.

Com direção de Rodolfo García Vazquez, diretor e fundador do Grupo Os Satyros, e roteiro de Hugo Possolo, diretor e fundador dos Parlapatões, o espetáculo traz uma série de números amarrada por um roteiro que conta a trajetória do artista Estevão Regino, primeiro circense a chegar no Brasil, junto com a família real, em 1808. A história de Estevão Regino marca o início das artes circenses no Brasil e a tradição de sua família fez com que o Circo Regino fosse um dos mais importantes circos itinerantes do país.

Participam desta noite convidados de circos atuantes da cidade de São Paulo, como o Palhaço Pepé Jardim e a contorcionista OdnooOyunbaatar do Circo Spacial e o número de liras do Circo Zanni. A programação também dá espaço para artistas contemporâneos como o artista de acrobacias em tecido, Ricardo Rodrigues, da Cia. Solas de Vento, o número de Báscula dos Irmãos Sabatino, a Percha de Viviane Rabello e os palhaços musicais do Circo Amarillo. Os destaques são a participação especial do palhaço alagoano Biribinha e o número internacional de barra fixa dos espanhóis Guga Carvalho e Sílvia Compte. Os números serão apresentados pela Palhaça Rubra e sua banda.

Enquanto isso, um grande número de palhaços faz a recepção do público. São aprendizes e artistas da SP Escola de Teatro, dirigidos por Caco Mattos. 

A Secretaria Municipal de Cultura realiza o evento em parceria com as entidades de artistas circenses: Cooperativa Brasileira de Circo e União Brasileira de Circos Itinerantes, Associação Brasileira de Circo e Associação Brasileira de Malabarismo e Circo. A 1ª edição do evento ocorreu em 26 de março de 2014, ocasião em que foi comemorado o Dia do Circo.

Números:Gordinho (tecido): Ricardo Rodrigues
Liras: Circo Zanni (Erica Stoppel, Lu Menin, Bel Mucci e Daniela Rocha)
Palhaço convidado especial: Biribinha (Teófanes Silveira)
Palhaços: Circo Amarillo (Pablo Nordio e Marcelo Lujan)
Barra fixa: Guga, o Rei da Acrobacia (Guga Carvalho e Sílvia Compte)
Pêndulo: Circo Stankowich (César Alves)
Báscula: Irmãos Sabatino
Percha: Viviane Rabelo e Alfredo Munoz
Contorção: Odnoo Oyunbaatar
Malabares de caixa: Pepé Jardim

Ficha Técnica:
Direção: Rodolfo Garcia Vazquez
Roteiro: Hugo Possolo
Apresentação: Rubra e Banda
Assistência de direção: Natália Presser
Direção do grupo dos Palhaços: Caco Mattos
Coordenação de produção: Cristiani Zonzini
Produção Executiva: Luiz Alex Tasso e Amanda Yamada
Coordenação Técnica: Pablo Nordio

Serviço
Theatro Municipal de São Paulo. 
Praça Ramos de Azevedo, s/nº. Centro. Dia 10/12, 5ª, às 20h. 
Os ingressos serão distribuídos duas horas antes do início do espetáculo, a partir das 18h (2 ingressos por pessoa). 
Livre. Grátis. 

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Fonte: Secretaria Municipal de Cultura.