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O projeto LATA 65 de enorme sucesso em Portugal, com destaque na mídia mundial chega a São Paulo, com oficinas que duram 5 dias no Sesc Santana.

O LATA 65, busca provar que conceitos como envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações fazem a cada dia mais sentido, além de demonstrar que a arte urbana tem o poder de fomentar, promover e valorizar a democratização do acesso à arte contemporânea.

Ao  aproximar os menos jovens a uma forma de expressão artística habitualmente associada aos mais jovens, a proposta demonstra que a idade é só um número. Os alunos criarão coletivamente grafittis, tags e stêncils que serão aplicados no muro do jardim da unidade no final de semana.

O começo

A idealizadora Lara Seixo contou que o LATA 65, surgiu da constatação do universo que rodeava as intervenções que fizeram na Covilhã (Portugal), durante a primeira edição do Festival WOOL: havia sempre pessoas da terceira idade acompanhando o trabalho dos artistas durante horas e horas. Inclusive muitos acabavam dando fotos antigas, para inspirar os artistas.

Lara conta que depois disto, numa simples conversa de café com um colega do Cowork Lisboa, pensaram em montar um workshop de arte urbana para idosos e então tudo deslanchou.

A primeira edição do LATA 65 durou 5 dias, com uma introdução histórica sobre como surgiu o graffiti e sua evolução, o que é hoje a arte urbana, o que é aquilo que vemos pelas ruas, etc.

Depois cada senhor ou senhora criou um tag e fez o projeto do mesmo. Os dias seguintes foram de aprendizagem de todas as técnicas e trabalhos que se podem fazer na rua, desde o stencil, passando pelo marcador, ao spray e ao vídeo.

Com o projeto, eles querem mostrar o que todos deveriam saber: que a idade é só um número, que conceitos como envelhecimento ativo e solidariedade entre gerações fazem a cada dia mais sentido, que a arte urbana tem o poder de fomentar, promover e valorizar a democratização do acesso à arte contemporânea, pela simplicidade e naturalidade com que atinge as mais variadas faixas etárias, além de aproximar os menos jovens a uma forma de expressão habitualmente associada aos mais jovens.

Lara conta que eles superaram as expectativas. Os simpáticos senhores e senhoras fizeram tudo, desenho, corte co x-ato, spray. Participando da iniciativa estavam também os conhecidos artistas portugueses: Miguel Januário (MaisMenos)Adres Tosco.

No fim da primeira edição do LATA65, foi feito um mural com todo mundo. É de toda esta constatação que surgiu a proposta ao Orçamento Participativo de Lisboa, para que a galera possa repetir isto com mais grupos de idosos e por mais zonas, pela fórmula criativa (comprovada) de tratamento dos nossos idosos (que um dia também seremos).

Serviço
Oficina de grafitti / LATA 65 no Sesc Santana.
Turma I - De 29/9 a 4/10/15. 
Horário: 10h30 às 13h30.
Turma II - De 29/9 a 4/10/15.
Horário: 15h30 às 18h30.
Gratuito.

Com informações do Mistura Urbana e SESC.
 


A partir do próximo sábado (19) a Prefeitura de São Paulo irá iniciar uma série de 22 audiências públicas para discutir e debater com os cidadãos as ações do programa “Rua Aberta”. A iniciativa tem o objetivo de abrir para pedestres e ciclistas ruas e avenidas de grande relevância no perímetro de 1 a 3 quilômetros, aos domingos e feriados, das 10h às 17h. Com o impedimento do trânsito de veículos motorizados, a intenção é que as vias recebam atividades artísticas, esportivas, gastronômicas e culturais gratuitas.

No sábado (19), serão três audiências públicas nas subprefeituras de Aricanduva (zona leste), Campo Limpo (zona sul) e Sé (centro). Esta última será realizada no Vão Livre do Museu de Arte de São Paulo (MASP), a partir das 10h, para debater a abertura da avenida Paulista. No domingo (20), serão mais duas audiências nas regiões da Cidade Ademar (zona sul) e Lapa (zona oeste). Os encontros, que têm o Ministério Público Estadual como convidado, acontecerão até serem encerrados no dia 17 de outubro, em São Mateus e Cidade Tiradentes, ambos na zona leste. Confira abaixo a programação das discussões.

Além de incentivar a apropriação dos espaços públicos da cidade, consolidando as relações sociais nos bairros, as políticas do programa “Rua Aberta” também visam incentivar a comercialização de artesanatos e alimentos de baixo custo, considerando os empreendedores e artistas locais como peças fundamentais neste processo, promovendo a inclusão cultural, geração de renda e a recuperação urbana de espaços degradados e sem uso. A iniciativa envolve as secretarias municipais de Coordenação das Subprefeituras, Transportes, Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo, Cultura, Segurança Urbana, Esportes, além da CET e da Agência São Paulo de Desenvolvimento.

Cultura
Na área cultural, a restrição aos veículos irá permitir a realização de atividades que envolvam apresentações ao vivo de teatro, dança, música e artesanato.

Esportes
Para incentivar práticas de esporte e lazer espontâneo, será possível fornecer materiais esportivos, como bolas, coletes e kits de recreação para as comunidades. Além disso, a ação também permitirá eventualmente a realização de campeonatos e festivais esportivos.

Trabalho e empreendedorismo
Com o programa será possível realizar feiras gastronômicas e de artesanato, incentivando os empreendedores locais. Também está previsto no projeto a abertura de espaços para cooperativas e redes de economia solidária, a promoção de serviços aos empreendedores (abertura de crédito, informações sobre a legislação e cursos voltados ao empreendedorismo) e a busca de patrocínio e apoio de empresas privadas.
 
Fonte: Secretaria Executiva de Comunicação.
 
 


A partir desta segunda-feira (14) até o próximo sábado (19), a zona sul de São Paulo será tomada por poesia, música, arte e bate-papo durante a FELIZS – Feira Literária da Zona Sul. Organizada pelo Sarau do Binho, diversos encontros acontecerão em praças, bibliotecas e espaços culturais. 

Desejo antigo de quem trabalha com cultura na região, a feira foi sonhada há mais de dois anos. “Inicialmente a proposta era para [a feira durar] um dia, mas o desejo e as parcerias foram acontecendo e a transformamos num evento para (ser realizado ao longo de) uma semana. Sentimos que havia uma grande predisposição por parte de parceiros, artistas e coletivos”, explica Diane Padial, coprodutora da feira. 

A programação do evento foi elaborada tendo como critério a participação de coletivos e artistas que integram o Sarau do Binho, itinerante desde que o bar do Binho, no Campo Limpo, foi fechado, além da presença de outros movimentos culturais da zona sul.

Luan Luando, Serginho Poeta, Elizandra Souza, Sergio Vaz e Tula Pilar são alguns poetas confirmados em rodas de conversas. Além disso, haverá apresentações de músicos como Camila Brasil, Emblues Beer Band, Zinho Trindade e Grupo Candearte. As intervenções artísticas ficarão a cargo de O Menor Sarau do Mundo e Correspondência Poética. “A expectativa é que seja um grande encontro, um momento de trocas para falarmos de nós mesmos”, diz Mara Esteves, coprodutora da feira da feira, e membro da Brechoteca e do Brincantes Urbanos. 
 
A estimativa dos organizadores é de que a feira atraia cerca de três mil pessoas. As atividades começam hoje no Espaço Clariô de Teatro com o lançamento do livro “Sarau do Binho II”, e também com a apresentação da Banda Veja Luz no Sarau do Binho, às 21h. 
 
A programação completa pode ser acessada no site do evento: http://felizs.com.br/

Karol Coelho, do Campo Limpo no blog Mural.



Para quem deseja fugir dos parques lotados e ter a sensação que está fora da cidade, uma excelente opção de passeio é o 
Parque Estadual da Cantareira, no Núcleo da Pedra Grande. É surpreendente que haja uma floresta de 7.916 hectares de Mata Atlântica a apenas a 10 km do centro de São Paulo.

Por ser mais acessível – dá para chegar de ônibus a partir de Santana, na zona norte – o Núcleo Pedra Grande do Parque da Cantareira é o mais visitado. Já fui ao lugar várias vezes e sempre que surge uma oportunidade, eu volto lá para levar amigos que ainda não o conhecem. Há alguns finais de semana, fomos num grupo de sete pessoas fazer um piquenique na Lagoa das Carpas e percorrer os 10 km de trilha. Calma! Este percurso é de ida e volta e o acesso é asfaltado. Para quem não está acostumado, pode ficar um pouco cansado, principalmente na subida, mas se for caminhando devagar e apreciando a natureza, você nem percebe quando chegar ao ponto mais alto: a pedra grande. Da entrada ao mirante são 6.780 metros.

Prepare sua câmera porque se o dia estiver claro, a vista é maravilhosa. Dá para ver vários bairros da zona norte e até o Pico do Jaraguá. Ao lado, fica o Museu da Pedra Grande com maquetes e objetos. Infelizmente, no dia que eu fui estava fechado.

No meio do caminho há trilhas menores que saem do asfalto. A Trilha das Figueiras de 1.200 metros , a Trilha da Bica de 1.500 metros e a Trilha do Bugio, de apenas 300 metros. Se for a primeira vez que você vai, sugiro não ir na ida para não ficar muito cansado. Se na volta ainda estiver disposto, pode escolher uma delas.

Foto: José Cordeiro/ SPTuris.

Posso ir sozinho?

Não é preciso ir com guia, você pode ir sozinho porque as trilhas são todas sinalizadas e de fácil acesso. Na portaria, pode pegar um mapa e o funcionário explica sobre as principais atrações do parque. A infraestrutura conta com vários banheiros no percurso e para a alegria da criançada tem um parquinho ao lado do lago das carpas. Caso não tenha levado lanche, antes de chegar à portaria há várias lanchonetes e ambulantes, que ficam na entrada do Horto Florestal, onde tem o ponto final do ônibus, então não precisa se preocupar, que não vai passar fome. O Parque da Cantareira é bem seguro, os guardas ficam patrulhando o parque de carro e moto.

E sim, você pode levar as crianças. Eu mesma vi várias de quatro, cinco e seis anos. Se elas estiverem acostumadas a andar, vão adorar o passeio. É só ir andando devagar e mostrando as plantas, árvores e quem sabe com sorte você até encontra um bugio. Eu nunca tive esta sorte, só ouvi o barulhão que eles fazem. Outros animais que você pode encontrar no parque são a preguiça, serelepe, quati, suçuarana, macaco-prego e macaco Sauá.

Para quem nunca foi é bom saber que o Parque da Cantareira é um lugar de contemplação e caminhadas, não sendo permitida a prática de esportes, bicicletas ou levar pets. O bom, de fato, é entrar em contato com a natureza e apreciar a vista.

Você pode fazer uma pausa para o lanche na própria pedra grande ou se preferir, volte um pouco e entre na trilha que chega ao lago das carpas. Tem algumas mesas para piquenique ou você pode estender uma toalha e dividir guloseimas com seus amigos.

Saiba mais sobre o Parque Estadual da Cantareira

Segundo os historiadores, Cantareira foi o nome dado a serra pelos tropeiros que faziam o comércio entre São Paulo e as outras regiões do país, nos Séculos 16 e 17, devido à grande quantidade de nascentes e córregos encontrados na região.

O nome cantareira vem de cântaro, porque era costume armazenar água em jarros de barro (cântaro) e as prateleiras onde eram guardados chamavam-se cantareiras.

O parque abriga várias nascentes e cursos d'água abastecendo a cidade de São Paulo. Aberto em 1963 abrange a capital, Guarulhos, Mairiporã e Caieiras. É um importante remanescente de Mata Atlântica abrigando várias espécies como o samambaiaçu, figueira, jacarandá, embaúba, entre outros.

Serviço
Parque Estadual da Cantareira
End.: Rua do Horto, 1799 – Horto Florestal – zona Norte – São Paulo.
Horário de funcionamento: aos sábados, domingos e feriados, das 8h às 17h.
Tel.: (11) 2203-0115.

Patricia Machado no SP/Passeios Baratos.


A contação de histórias é uma arte secular, que desenvolve a imaginação, o hábito de ouvir e a vontade de ler. Assim como a literatura escrita, ela é capaz de nos levar para outros mundos e viver novas experiências. A fim de incentivar essa tradição, o Sistema Municipal de Bibliotecas da cidade de São Paulo promove mensalmente um circuito de contação de histórias com foco no público infantil, pais e educadores.

Em setembro, 43 bibliotecas e sete pontos de leitura participam do projeto. O Sistema Municipal de Bibliotecas vem trabalhando a narração oral em seus espaços, pensando na mediação de promover o contato com os livros, para ir além da leitura literária, promovendo uma visão do mundo e do processo criativo.

Para estimular o ouvinte, os contadores utilizam diversos recursos, como canto, poesia, e até a manipulação de objetos, como bonecos e tricô. Histórias indígenas, contos populares brasileiros, contos africanos, histórias japonesas, contos de fada e clássicos dos irmãos Grimm fazem parte do repertório de histórias.

O projeto enfatiza a importância das bibliotecas dentro das comunidades, que não são apenas espaços de silêncio e leitura. Em algumas regiões, a biblioteca local é o único equipamento cultural, e a mediação da leitura pode ser feita em formatos diferentes, como a narração oral, uma vez que todas as linguagens dialogam com a literatura, seja o cinema, a música e o teatro. As apresentações interagem com o espaço das bibliotecas, com o intuito de aproximar a comunidade dos livros disponíveis.

Além do Circuito mensal de apresentações de contação de história, o sistema municipal de bibliotecas promove, em outubro, a 11ª edição do festival A Arte de Narrar Histórias.

Confira a programação completa: http://goo.gl/eQ2ZWQ

Fonte: Sistema Municipal de Bibliotecas.


Durante o mês de setembro, quem estiver na capital paulista poderá curtir a cidade de um jeito diferente, mais integrado com a natureza. Tudo por causa da sexta edição do Festival Cultivar, promovido pelo Instituto Árvores Vivas, que vai invadir praças e parques com uma programação intensa e gratuita, para todas as idades, do dia 5 ao 27.

No final do mês, cidades do Rio de Janeiro, Minas e Santa Catarina também participarão e, em outubro (1 a 3), o festival se concentrará em Santa Rita do Passa Quatro e Ribeirão Preto, no interior de SP.

“O Festival Cultivar foi idealizado para estimular a cultura de estar em contato com a natureza todos os dias, mesmo em um ambiente urbano”, diz Juliana Gatti, diretora do instituto e autora do blog Árvores Vivas. “Com sua programação extensa, criamos oportunidades para que a reconexão com a natureza torne-se um hábito, tão essencial quanto beber água”.

Com a intenção de valorizar a cultura local, a qualidade de vida, a saúde e o patrimônio histórico, serão realizados picnics com troca de sementes e mudas, expedições para reconhecimento de espécies de árvores eobservação de aves, oficinas diversas, sessões de cinema, bate-papos e palestras com especialistas em meio ambiente, além da apresentação de novas tecnologias.

“Os temas ambientais têm conquistado relevância, ao longo destes anos em que realizamos o Festival Cultivar”, conta Juliana. “Isso se deve, claro, à crise ambiental que tem se intensificado. Mas é interessante observar a diferença na receptividade tanto do público como dos parceiros (sejam empresas ou governos), desde que lançamos o evento”.

Já pensou dedicar um dia inteiro a atividades próximas à natureza em plena cidade grande? Sobre a importância dessa ação, Juliana acrescenta: “Participar de qualquer atividade da programação do Festival Cultivar é criar uma nova relação com o entorno e consigo mesmo, é despertar valores de respeito, carinho e agradecimento pela vida. É se permitir curtir a natureza, suas riquezas e sabedorias de uma maneira criativa e alegre, deixando que ela faça parte da vida de todos nós em harmonia, para que todos os seres vivos – humanos e não humanos – sejam mais plenos”.

Difícil escolher entre tantas atividades do festival, mas para ajudar na escolha, destacamos aqui algumas atividades imperdíveis, em cada dia:

Dia 5
A abertura do festival acontecerá no Parque Trianon, em plena região da Avenida Paulista, às 14h, com a expedição Origens, liderada por Juliana, que apresentará a exuberância da Mata Atlântica com árvores de mais de 300 anos.

Dia 6
No mesmo parque, das 8h o biólogo Sandro von Matter, diretor do Instituto Passarinhar e autor do blog Avoando, levará o público por uma expedição de Observação de Aves e Sons da Natureza – com dicas de fotografia.

Dia 8
Biodiversidade na Cultura Brasileira é o tema da exposição que será inaugurada no Conjunto Nacional – também na Avenida Paulista – e ficará lá até 21, dia da árvore, com visitas guiadas e atividades em grupo. Destaque para algumas espécies importantes da flora brasileira.

Dia 13
Quem tem interesse por hortas comunitárias não pode perder a expedição “A natureza é PANC”, no Centro Cultural SP. Além da história dessa prática na cidade, a nutricionista Neide Rigo, do blog Come-se, falará sobre as PANCs – plantas alimentícias não convencionais – e comandará mutirão na horta do próprio centro.

Dia 19
Expedição Fotográfica, de Desenhos e Pinturas no Parque da Luz, o primeiro jardim botânico da cidade de São Paulo. Ótima oportunidade para conhecer a história ambiental do parque e aprender a fotografar, além de desenhar e pintar a natureza. Os trabalhos desenvolvidos pelos participantes ganharão exposição em um varal no Parque da Água Branca nos dias 26 e 27, durante as Oficinas Verdes.

Dia 20
O Parque Buenos Aires, no bairro de Higienópolis, terá encontro sobre a Histórias das Árvores que lá habitam, com oficina de sensibilização promovida pelo Instituto Romã, além de contação de histórias para crianças e adultos.

Dias 22, 23 e 24
Criança e Natureza é o tema da programação especial para crianças de escolas públicas e outras instituições, que será realizada no Horto Florestal com expedições para observação de árvores e aves, além de plantios e produção de bombas de sementes. No Museu Florestal Otávio Vecchi, no mesmo parque, a arte se junta a natureza para contar histórias.

Dias 26 e 27
No Parque da Água Branca serão realizadas as Oficinas Verdes, para toda a família. A programação inclui também bate-papos sobre tecnologias ambientais, exposição de arte e natureza, além da exibição de filmes com temáticas voltadas ao meio ambiente no Espaço Cultural Tatersal.

Dia 27, também no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina
O PicNic de Troca de Sementes e Mudas realizado desde o primeiro Festival Cultivar deu frutos e resultou na criação de uma rede nacional de eventos que têm por objetivo promover a cultura ambiental, conversar a biodiversidade e viabilizar a manutenção da segurança alimentar. Neste dia, ele será realizado no Parque da Água Branca, mas também em outras cidades dos estados de SP, Rio de Janeiro, Minas e Santa Catarina.

Em outubro, no interior de São Paulo

Mas não é só o picnic de troca de sementes e mudas que acontecerá fora da capital paulista. Para promover oCerrado brasileiro e a importância de sua conservação, o Festival Cultivar promoverá atividades em parques das cidades de Santa Rita do Passa Quatro e Ribeirão Preto.

Nos dias 1 e 2 de outubro, escolas da região de Santa Rita poderão participar da Expedição Fotográfica Jequitibá-Rosa no Parque Vassununga, que reúne a maior concentração de árvores dessa espécie – que são as mais antigas do mundo, com cerca de três mil anos – e o maior exemplar paulista. No dia 3, o encerramento do festival acontece no Parque Curupira, em Ribeirão Preto, com ampla programação para o público.

Para saber mais, acompanhe a programação do Festival Cultivar pelo site e pelas redes sociais: Facebook e Twitter.

Mônica Nunes no Conexão Planeta.