Paris inaugura piscinas naturais abertas ao público na Bacia La Villette do Rio Sena

O projeto “Nadar em Paris” foi apresentado pela primeira vez ao Conselho municipal da capital francesa em junho de 2015, com o objetivo de incentivar a prática da natação entre parisienses e turistas. Segundo comunicado oficial da prefeitura de Paris, o projeto deverá permitir, daqui até 2020, a “modernização dos parques aquáticos e a criação de novas piscinas e áreas destinadas ao banho”.

Projeto das piscinas naturais no cais de la Loire, na margem direita da Bacia de la Villette, próxima à ponte Mosel, em Paris. Imagem: Cabinet d’architecte Patrick Charoin - Marina Donda.

Trata-se do primeiro espaço popular para a natação pública em Paris. Imagem: Cabinet d’architecte Patrick Charoin - Marina Donda.

O espaço lúdico para banhistas em La Villette é dividido em três partes: uma área para crianças, que deverão estar sempre acompanhadas por um adulto, com profundidade de até 40 cm; uma piscina natural média de até 1,2 metros e uma grande área reservada aos nadadores mais experientes, com profundidade estimada em 2 metros. Todo o espaço, assim como toda a estrutura de verão de Paris Plages contam com forte esquema de segurança e vigilância.

Depois dos “mergulhos”, as piscinas naturais

Depois de organizar vários “mergulhos” (piscinas efêmeras às margens do Sena) nos últimos anos, hoje alcançamos um dos nossos principais objetivos”, afirma Célia Blauel. Foto: Prefeitura de Paris.

De acordo com estimativas da prefeitura, as piscinas atrairão cerca de 75 mil pessoas todos os dias. Imagem / Reprodução do video da Prefeitura de Paris.

O projeto é emblemático: é o primeiro espaço popular para a natação pública em Paris. Depois de organizar vários “mergulhos” (piscinas efêmeras às margens do Sena, em caráter experimental) nos últimos anos, particularmente na Bacia do La Villette, hoje alcançamos um dos nossos principais objetivos”, afirma Célia Blauel, adjunta da Prefeitura de Paris para questões relacionadas ao meio ambiente, ao desenvolvimento sustentável, ao uso da água e ao plano clima-energia-território.

“Há uma vontade real dos parisienses em recuperar espaços aquáticos na cidade e graças ao trabalho desenvolvido para melhorar a qualidade da água, nós saímos da ficção e chegamos na realidade desse projeto que permite que todos possam nadar em dias ensolarados”, declarou.

A partir de 2018, os banhistas poderão aproveitar as piscinas naturais entre meados de junho e meados de setembro. A frequência estimada pela Prefeitura de Paris é de 75 mil nadadores e mil banhistas por dia.

Nadando no Sena na década de 30. Ao fundo a Pont Neuf. Foto: Gaston Paris / Roger-Viollet.

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